Questões de Concurso
Sobre modalidades da avaliação em pedagogia
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Na Proposta Curricular da Rede Municipal de Ensino de São José, a concepção de avaliação é:
1. Diagnóstica
2. Segregadora
3. Classificatória
4. Dinâmica
5. Participativa
6. Qualitativa
7. Inclusiva
8. Emancipatória
Assinale a alternativa que indica todos os itens corretos.
A _____________ é um bom recurso para o início do período letivo, permite ao professor conhecer a realidade na qual o processo de ensino-aprendizagem vai acontecer. Por sua vez, a ______________ objetiva apreender se o aluno domina gradativamente e hierarquicamente cada etapa da aprendizagem.
Podemos classificá-los de acordo com:
• o âmbito de intervenção;
• a intencionalidade ou função;
• os conteúdos e a maneira de organizálos;
• o suporte.
Dificilmente, podemos conceber a avaliação como formativa se não nos desfizermos de algumas maneiras de agir que impedem mudar as relações entre os alunos e os professores. Fonte: ZABALLA, Antoni. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre, Artmed, 1998. Nesse sentido, julgue os itens quanto à atuação docente na realização de uma avaliação formativa que o autor propõe:
I - Conseguir um clima de respeito mútuo, de colaboração, de compromisso com um objetivo comum.
II - Observar a atuação dos alunos em situações o menos artificiais possível, com um clima de cooperação e cumplicidade.
III -Ajudar, para conhecer, buscando compreender o processo de análise dos resultados da aprendizagem.
Qual(is) está(ão) correta(s) ?
Segundo Perrenoud (1999), para caminhar em direção à avaliação formativa,
No Artigo “Avaliação e currículo no cotidiano escolar”, Oliveira e Pacheco, In: Esteban (Org.), 2005, trabalham sobre a relação entre esses dois temas. Assim declaram: “Se o que se pretende é considerar os conhecimentos dos alunos como redes tecidas através de processos de aprendizagem singulares, múltiplos e imprevisíveis, na medida em que cada aluno incorpora as novas informações às suas próprias redes de modo diferente dos demais, é necessário que se procure desenvolver formas e instrumentos de avaliação compatíveis com essa pluralidade de pessoas, de saberes e de processos de aprendizagem”. Por esse motivo, os autores argumentam que é preciso que a reflexão em torno das questões curriculares e as tentativas de mudança dos mecanismos e instrumentos de avaliação
A pesquisa de Dirce Nei T. de Freitas (2007) esclarece a instituição da avaliação externa no Brasil. A autora analisa a avaliação educacional, seus fundamentos legais, suas ligações com o planejamento educacional e como foi construído o complexo sistema de regulação que ela nomeia “medida-avaliação-informação”. São estabelecidas relações entre essa construção e o contexto socioeconômico e político e também discutida a relação entre as avaliações externas e a melhoria da educação. Em relação a esse ponto, Freitas lembra Isa Locatelli, a qual, em publicação do INEP (2000), fez refletir que: caso a intenção fosse mesmo usar a avaliação externa para melhorar a educação, então se teria de trabalhar com essa avaliação dentro das escolas,
A produção sobre a avaliação em larga escala no país mostra-se não só escassa, mas polarizada entre a crítica da sua lógica economicista e a afirmação da necessidade de aprimorá-la e bem utilizá-la como ferramenta de regulação do Estado. Sem cair nessa polarização, Freitas (2007) oferece elementos para o professor pensar o Estado-avaliador brasileiro como síntese do Estado-regulador e do Estado-educador. O Estado-avaliador resultaria do empenho do Estado-educador em difundir determinados conhecimentos, valores e visões de mundo, signos e símbolos da cultura hegemônica. Na perspectiva da autora, no Brasil, isso se deu especialmente por meio
Paula é candidata ao cargo de Supervisor Escolar de Atendimento Educacional Especializado no município de São Roque e buscou compreender melhor o processo de “avaliação e acompanhamento do rendimento escolar”, recorrendo à Resolução CNE/CEB no 7/2010 e à obra de Hoffmann (2001). No Art. 32 da citada Resolução, ela verificou que a avaliação dos alunos a ser realizada pelos professores e pela escola deve ser parte integrante da proposta curricular e da implementação do currículo, e que, nos termos do Inciso I desse mesmo artigo, ela deve assumir um caráter processual, formativo e participativo, ser contínua, cumulativa e diagnóstica. Na obra de Hoffmann, Paula constatou grande coerência com o que dispõe essa Resolução, pois, para a autora, a avaliação mediadora exige, “para além das atividades diversificadas”, “a organização de experiências educativas diferenciadas,” articuladas às “necessidades e possibilidades individuais” dos alunos,
O processo de ensino e aprendizagem precisa ser avaliado, tanto na proposta docente quanto do aproveitamento discente, no que se refere:
Sobre as avaliações dos tipos classificatória e formativa, analise as afirmativas a seguir e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).
( ) A avaliação classificatória preocupa-se em fazer do aluno, um aluno cidadão.
( ) A avaliação classificatória só almeja, pela nota, avaliar o quanto o aluno aprendeu.
( ) A avaliação formativa é o todo do aluno - o seu crescimento com aquele conteúdo, se houve melhora no aprendizado; se sua vida socioeducativa melhorou.
( ) Na avaliação classificatória o professor avalia os alunos por meio de trabalhos com o objetivo de observar se os alunos aprenderam ou não.
( ) A avaliação formativa não se preocupa com o ensino aprendizagem ao longo do desenvolvimento curricular e sim por um curto período.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.