Questões de Concurso
Sobre modalidades da avaliação em pedagogia
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Segundo Luckesi, a prática da avaliação da aprendizagem, para manifestar-se como tal, deve apontar para a busca do melhor de todos os educandos, por isso é diagnóstica e não voltada para a seleção de uns poucos, como se comportam os exames. Por si, a avaliação, como dissemos, é inclusiva e, por isso mesmo, democrática e amorosa. Por ela, por onde quer que se passe não há exclusão, mas sim diagnóstico e construção...
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De acordo com o texto acima, para que a avaliação da aprendizagem escolar seja inclusiva e democrática, deve
A avaliação que somente classifica, transforma a prática educacional em:
Dentre os critérios de avaliação em artes visuais descritos abaixo, há um que não se encaixa.
Assinale a alternativa incorreta.
Esses pressupostos têm como fundamento epistemológico a teoria crítica que pode ser sintetizada em três proposições: I - posição clara diante da ação humana visando esclarecimento das pessoas que a assumem, fazendo-as capazes de descobrir quais seus interesses e levando esses agentes à libertação das coerções, às vezes autoimpostas e sempre autofrustrantes. II - a processo que estrutura uma forma de conhecimento com o distanciamento que se faz necessário para que não haja envolvimento e não permita que a subjetividade afete a objetividade das avaliações. III - constructo epistemológico com adesão às teorias críticas, reflexivas, em que o autor se conhece ao conhecer, diferentemente do paradigma “objetificante” das ciências naturais.
Está(ão) corretas:
Sobre o SIMAVE, é correto afirmar:
Dificilmente, podemos conceber a avaliação como formativa se não nos desfizermos de algumas maneiras de agir que impedem mudar as relações entre os alunos e os professores. Fonte: ZABALLA, Antoni. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre, Artmed, 1998. Nesse sentido, julgue os itens quanto à atuação docente na realização de uma avaliação formativa que o autor propõe:
I - Conseguir um clima de respeito mútuo, de colaboração, de compromisso com um objetivo comum.
II - Observar a atuação dos alunos em situações o menos artificiais possível, com um clima de cooperação e cumplicidade.
III -Ajudar, para conhecer, buscando compreender o processo de análise dos resultados da aprendizagem.
Qual(is) está(ão) correta(s) ?
Segundo Perrenoud (1999), para caminhar em direção à avaliação formativa,
No Artigo “Avaliação e currículo no cotidiano escolar”, Oliveira e Pacheco, In: Esteban (Org.), 2005, trabalham sobre a relação entre esses dois temas. Assim declaram: “Se o que se pretende é considerar os conhecimentos dos alunos como redes tecidas através de processos de aprendizagem singulares, múltiplos e imprevisíveis, na medida em que cada aluno incorpora as novas informações às suas próprias redes de modo diferente dos demais, é necessário que se procure desenvolver formas e instrumentos de avaliação compatíveis com essa pluralidade de pessoas, de saberes e de processos de aprendizagem”. Por esse motivo, os autores argumentam que é preciso que a reflexão em torno das questões curriculares e as tentativas de mudança dos mecanismos e instrumentos de avaliação
A pesquisa de Dirce Nei T. de Freitas (2007) esclarece a instituição da avaliação externa no Brasil. A autora analisa a avaliação educacional, seus fundamentos legais, suas ligações com o planejamento educacional e como foi construído o complexo sistema de regulação que ela nomeia “medida-avaliação-informação”. São estabelecidas relações entre essa construção e o contexto socioeconômico e político e também discutida a relação entre as avaliações externas e a melhoria da educação. Em relação a esse ponto, Freitas lembra Isa Locatelli, a qual, em publicação do INEP (2000), fez refletir que: caso a intenção fosse mesmo usar a avaliação externa para melhorar a educação, então se teria de trabalhar com essa avaliação dentro das escolas,
A produção sobre a avaliação em larga escala no país mostra-se não só escassa, mas polarizada entre a crítica da sua lógica economicista e a afirmação da necessidade de aprimorá-la e bem utilizá-la como ferramenta de regulação do Estado. Sem cair nessa polarização, Freitas (2007) oferece elementos para o professor pensar o Estado-avaliador brasileiro como síntese do Estado-regulador e do Estado-educador. O Estado-avaliador resultaria do empenho do Estado-educador em difundir determinados conhecimentos, valores e visões de mundo, signos e símbolos da cultura hegemônica. Na perspectiva da autora, no Brasil, isso se deu especialmente por meio
Paula é candidata ao cargo de Supervisor Escolar de Atendimento Educacional Especializado no município de São Roque e buscou compreender melhor o processo de “avaliação e acompanhamento do rendimento escolar”, recorrendo à Resolução CNE/CEB no 7/2010 e à obra de Hoffmann (2001). No Art. 32 da citada Resolução, ela verificou que a avaliação dos alunos a ser realizada pelos professores e pela escola deve ser parte integrante da proposta curricular e da implementação do currículo, e que, nos termos do Inciso I desse mesmo artigo, ela deve assumir um caráter processual, formativo e participativo, ser contínua, cumulativa e diagnóstica. Na obra de Hoffmann, Paula constatou grande coerência com o que dispõe essa Resolução, pois, para a autora, a avaliação mediadora exige, “para além das atividades diversificadas”, “a organização de experiências educativas diferenciadas,” articuladas às “necessidades e possibilidades individuais” dos alunos,
O processo de ensino e aprendizagem precisa ser avaliado, tanto na proposta docente quanto do aproveitamento discente, no que se refere:
Sobre as avaliações dos tipos classificatória e formativa, analise as afirmativas a seguir e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).
( ) A avaliação classificatória preocupa-se em fazer do aluno, um aluno cidadão.
( ) A avaliação classificatória só almeja, pela nota, avaliar o quanto o aluno aprendeu.
( ) A avaliação formativa é o todo do aluno - o seu crescimento com aquele conteúdo, se houve melhora no aprendizado; se sua vida socioeducativa melhorou.
( ) Na avaliação classificatória o professor avalia os alunos por meio de trabalhos com o objetivo de observar se os alunos aprenderam ou não.
( ) A avaliação formativa não se preocupa com o ensino aprendizagem ao longo do desenvolvimento curricular e sim por um curto período.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
Tipos de avaliação
1. Somativa 2. Formativa
Características
( ) Utilizada para alterar ou aprimorar instruções enquanto estão em andamento. ( ) Usada para avaliar os resultados da instrução; podem assumir o formato de trabalho, projetos, redações e provas finais. ( ) Tem como objetivo dar ao aluno uma oportunidade justa de demonstrar o que aprendeu na aula; por isso, reflete o que foi ensinado. ( ) Um de seus propósitos é manter um ambiente de sala de aula que apoie a aprendizagem dos alunos, o planejamento e a condução da aula. ( ) Requer planejamento refletido e se foca na coleta de informações de maneira sistemática sobre objetivos da aprendizagem ou equívocos específicos que os alunos possam desenvolver. questão 31 Associe as colunas, relacionando corretamente o tipo de avaliação à sua característica.
A sequência correta dessa associação é

Trata-se de uma avaliação que “deve estar comprometida com uma proposta pedagógica histórico-crítica, uma vez que esta concepção está preocupada com a perspectiva de que o educando deverá apropriar-se criticamente de conhecimentos e habilidades necessárias à sua realização como sujeito crítico dentro desta sociedade que se caracteriza pelo modo capitalista de produção. [...] É condição de sua existência e articulação com uma concepção pedagógica progressista" (LUCKESI, 2003, p.82). Quanto a esta concepção ou tipo de avaliação, assinale a alternativa correta.