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Questões de Concurso Sobre emilia ferrero em pedagogia

Questões Discursivas

Foram encontradas 175 questões

Q2104369 Pedagogia
Leia atentamente a frase a seguir: “A escrita não é um produto escolar, mas sim um objeto cultural, resultado do esforço coletivo da humanidade. Como objeto cultural, a escrita cumpre diversas funções de existência”. A frase acima é atribuída à:
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Q2067872 Pedagogia
A extensa pesquisa realizada por Ferreiro e Teberosky (1999), aponta que o processo de aquisição da língua escrita envolve múltiplos fatores, os quais não se encontram muito bem esclarecidos nos materiais didáticos e documentos norteadores, quando se parte do fato de que a sala de aula é um espaço heterogêneo e multicultural, no qual os alunos manifestam diferentes habilidades e trazem bagagens singulares para a aprendizagem da língua escrita. Considerando as autoras, no tocante ao processo de desenvolvimento a língua escrita, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q2028800 Pedagogia
Ferreiro (2016) pensa rupturas e continuidades na leitura e na escrita contemporâneas, ante o avanço das tecnologias digitais, particularmente dos dispositivos portáteis.
Tendo isso em vista, assinale a alternativa que apresenta corretamente o que defende a autora sobre o silêncio e a solidão em sua relação com a leitura. 
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Q4240748 Pedagogia
Emília afirma que a construção do conhecimento da leitura e da escrita tem uma lógica individual, embora aberta à interação social, na escola ou fora dela. Neste processo, a criança passa por etapas, com avanços e recuos, até se apossar do código linguístico e dominá-lo. De acordo com a teoria exposta no livro "Psicogênese da Língua Escrita", a autora destaca que toda criança passa por quatro fases até que esteja alfabetizada: Pré-silábica, Silábica, Silábico-alfabética e Alfabética.
Analise os itens a seguir e assinale a alternativa que define a fase silábico - alfabética. 
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Q4239053 Pedagogia
Emília Ferreiro defende a ideia de que o processo de alfabetização precisa levar a criança a se apropriar da leitura e, com isso, critica instrumentos que conduzem a aprendizagem por meio de um sistema mecanizado, sendo o principal deles: 
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Q4225402 Pedagogia
 O realismo nominal é uma característica do pensamento infantil em função do qual a criança expressa dificuldades em dissociar o signo da coisa significada (PIAGET, 1967). Os estudos realizados por Emília Ferreiro e Ana Teberosky (1999) possibilitaram uma análise que considera os caminhos percorridos pelas crianças no desenvolvimento da aprendizagem da leitura e da escrita. Sobre o Realismo Nominal, assinale (V) para as proposições verdadeiras e (F) para as proposições falsas e depois escolha a alternativa que corresponda a sequência correta.

( ) A criança concebe como distintos o objeto (significado) e a palavras que o denomina (significante).

( ) O teste do Realismo Nominal foi desenvolvido para identificar a capacidade da criança em analisar os sons e a compreensão de que representa da fala.

( ) Sua base principal requer que a criança focalize sua atenção na palavra enquanto uma sequência de sons e não no objeto ao qual a palavra se refere.
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Q4217612 Pedagogia
Médica e pedagoga, o legado pedagógico dessa grande pensadora é extenso e se materializa na sua Pedagogia Científica. Para ela, a vida psíquica da criança deve expandir-se livremente, a partir de seus interesses e preferências. Para isso, cabe ao educador afastar os perigos e oferecer brinquedos apropriados que estimulem o desenvolvimento, conseguido segundo as possibilidades da própria criança. “Entre as ideias que fundamentam o seu método pedagógico destacam-se [...] as etapas do desenvolvimento pelas quais passa o ser humano desde o nascimento até os 18 anos: pequena infância (de 0 a 6 anos), grande infância (dos 6 aos 12 anos) e adolescência (dos 12 aos 18 anos)”. (ARAÚJO; ARAÚJO, 2007, p. 118). Esse trecho refere-se a:
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Q4217608 Pedagogia
Mesmo que a finalidade precípua da Educação Infantil não seja a alfabetização das crianças, elas necessitam entrar em contato com a leitura e escrita mediante experiências de aprendizagens significativas, pois, como afirma Oliveira (2011), a questão colocada hoje para a Educação Infantil é como isso será feito. Nesse sentido, sobre a escrita alfabética, a partir da visão da Psicogênese, é CORRETO afirmar que:
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Q4217560 Pedagogia
Emília Ferreiro e Ana Teberosky, na tentativa de explicar os processos e as formas através das quais a criança aprende a ler e a escrever, desenvolverem, por dois anos, uma pesquisa experimental com crianças de 4 a 6 anos de idade, cujos resultados estão discutidos no livro Psicogênese da Língua Escrita (FERREIRO; TEBEROSKY, 1985). Sobre os resultados a que chegaram essas estudiosas por meio de tal pesquisa, julgue os itens a seguir.

I. As crianças possuem conceitualizações sobre a natureza da escrita muito antes da intervenção de um ensino sistemático;
II. As conceitualizações construídas pelas crianças antes do ensino sistemático são arbitrárias, isto é, não possuem uma lógica interna;
III. Os processos de conceitualização, independentes da situação escolar, na hipótese das pesquisadoras, determinarão em grande medida os resultados finais da aprendizagem escolar;
IV. O grande problema da aprendizagem da leitura e da escrita está relacionado à escolha do método mais eficaz conforme a situação social da criança.


Assinale a opção CORRETA:
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Q4168274 Pedagogia
Em conformidade com FERREIRO, analisar a sentença abaixo:
No caso da codificação, tanto os elementos como as relações já estão predeterminados; o novo código não faz senão encontrar uma representação diferente para os mesmos elementos e as mesmas relações (1ª parte). No caso da criação de uma representação, nem os elementos nem as relações estão predeterminados (2ª parte).
A sentença está:
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Q4168253 Pedagogia
A Psicogênese da Língua Escrita, especialmente a partir dos trabalhos de Ferreiro e Teberosky (1984), constitui uma importante influência no surgimento de novas práticas de alfabetização, evidenciando que
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Q4119194 Pedagogia
O texto a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente.


Ferreiro e Teberosky (1986) trouxeram uma enorme contribuição para o campo da alfabetização, revolucionando o campo conceitual, científico e prático do trabalho de alfabetização. No decorrer de sua pesquisa comprovaram que as crianças apresentam níveis conceituais linguísticos, ou seja, elas constroem hipóteses a respeito da escrita, que se configuram em quatro níveis.
Relacione adequadamente os níveis desenvolvidos pelas pesquisadoras às características apresentadas das crianças em fase de alfabetização adequada. (Um número poderá se repetir.)

1. Pré-silábico.
2. Silábico.
3. Silábico-alfabético.
4. Alfabético.

( ) A criança apresenta avanços conceituais que vão da garatuja às “pseudoletras”. Reproduz os traços típicos da escrita que a criança identifica como a forma básica da mesma.
( ) Cada sílaba pode ter mais de uma letra, mas não se põem todas. Quando se descobre que uma sílaba pode ser escrita com vogal ou com consoante, acaba-se por escrever ambas.
( ) A criança escreve, ainda, foneticamente, registrando os sons da fala, sem considerar as normas ortográficas da escrita padrão e da segmentação das palavras na frase.
( ) A criança não estabelece relações entre a escrita e a pronúncia. Nesta fase, ela expressa sua escrita através de letras usadas aleatoriamente, sem repetição e com o critério de, no mínimo, duas a três.
( ) A criança descobre a lógica da escrita, percebendo a correspondência entre a representação escrita das palavras e as propriedades sonoras das letras, usando, ao escrever, uma letra para cada emissão sonora.

A sequência está correta em 
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Q4115295 Pedagogia
A solidão amiga


A noite chegou, o trabalho acabou, é hora de voltar para casa. Lar, doce lar? Mas a casa está escura, a televisão apagada e tudo é silêncio. Ninguém para abrir a porta, ninguém à espera. Você está só. Vem a tristeza da solidão… O que mais você deseja é não estar em solidão…

Mas deixa que eu lhe diga: sua tristeza não vem da solidão. Vem das fantasias que surgem na solidão. Lembro-me de um jovem que amava a solidão: ficar sozinho, ler, ouvir música… Assim, aos sábados, ele se preparava para uma noite de solidão feliz. Mas bastava que ele se assentasse para que as fantasias surgissem. Cenas. De um lado, amigos em festas felizes, em meio ao falatório, os risos, a cervejinha. Aí a cena se alterava: ele, sozinho naquela sala. Com certeza ninguém estava se lembrando dele. Naquela festa feliz, quem se lembraria dele? E aí a tristeza entrava e ele não mais podia curtir a sua amiga solidão. O remédio era sair, encontrar-se com a turma para encontrar a alegria da festa. Vestia-se, saía, ia para a festa… Mas na festa ele percebia que festas reais não são iguais às festas imaginadas. Era um desencontro, uma impossibilidade de compartilhar as coisas da sua solidão… A noite estava perdida.

Faço-lhe uma sugestão: leia o livro “A chama de uma vela”, de Bachelard. É um dos livros mais solitários e mais bonitos que jamais li. A chama de uma vela, por oposição às luzes das lâmpadas elétricas, é sempre solitária. A chama de uma vela cria, ao seu redor, um círculo de claridade mansa que se perde nas sombras. Bachelard medita diante da chama solitária de uma vela. Ao seu redor, as sombras e o silêncio. Nenhum falatório bobo ou riso fácil para perturbar a verdade da sua alma. Lendo o livro solitário de Bachelard eu encontrei comunhão. Sempre encontro comunhão quando o leio. As grandes comunhões não acontecem em meio aos risos da festa. Elas acontecem, paradoxalmente, na ausência do outro. Quem ama sabe disso. É precisamente na ausência que a proximidade é maior. Bachelard, ausente: eu o abracei agradecido por ele assim me entender tão bem. Como ele observa, “parece que há em nós cantos sombrios que toleram apenas uma luz bruxuleante. Um coração sensível gosta de valores frágeis”. A vela solitária de Bachelard iluminou meus cantos sombrios, fez-me ver os objetos que se escondem quando há mais gente na cena. E ele faz uma pergunta que julgo fundamental e que proponho a você, como motivo de meditação: “Como se comporta a sua solidão?” Minha solidão? Há uma solidão que é minha, diferente das solidões dos outros? A solidão se comporta? Se a minha solidão se comporta, ela não é apenas uma realidade bruta e morta. Ela tem vida.

Entre as muitas coisas profundas que Sartre disse, essa é a que mais amo: “Não importa o que fizeram com você. O que importa é o que você faz com aquilo que fizeram com você”. Pare. Leia de novo. E pense. Você lamenta essa maldade que a vida está fazendo com você, a solidão. Se Sartre está certo, essa maldade pode ser o lugar onde você vai plantar o seu jardim.

(ALVES, Rubem. Correio Popular. Em: 30/06/2002. Adaptado.)
Os estudos de Emília Ferreiro e Ana Teberosky, bem como seus colaboradores, sobre a aquisição da escrita (ou sobre a psicogênese da escrita), fornecem uma excelente base para fundamentar discussões de natureza metodológica. Sobre o tema alfabetização e letramento, assinale a afirmativa INCORRETA. 
Alternativas
Q4111689 Pedagogia
Nos anos 80, a perspectiva psicogenética da aprendizagem da língua escrita, divulgada entre nós, sobretudo pela obra e pela atuação formativa de Emília Ferreiro, sob a denominação de “construtivismo”, trouxe uma significativa mudança de pressupostos e objetivos na área da alfabetização, porque alterou fundamentalmente a concepção do processo de aprendizagem e apagou a distinção entre aprendizagem do sistema de escrita e práticas efetivas de leitura e de escrita. Essa mudança paradigmática permitiu identificar e explicar o processo através do qual a criança constrói o conceito de língua escrita como um sistema de representação dos sons da fala por sinais gráficos, ou seja, o processo através do qual a criança torna-se alfabética; por outro lado, e como consequência disso, sugeriu as condições em que mais adequadamente se desenvolve esse processo, revelando o papel fundamental de uma interação intensa e diversificada da criança com práticas e materiais reais de leitura e escrita a fim de que ocorra o processo de conceitualização da língua escrita. https://acervodigital.unesp.br/bitstream/123456789/40142/1/01d16t07.pdf acesso em 25/07/2022 Com base na citação acima, assinale a afirmativa CORRETA:
Alternativas
Q4086969 Pedagogia


Imagem associada para resolução da questão


(ANDRADE; SILVA; SILVA, 2021. Legenda: (1) Paz (2) Amor (3) carinho (4) Felicidade (5) O amor é bom (6) Nickson Gabriel.)



A criança que escreveu tem seis anos, cursa o 2º ano do ensino fundamental anos iniciais em uma instituição pública de ensino. Analisando a escrita constatamos que ela se encontra no nível quatro, denominado como hipótese silábico-alfabética, de acordo com a teoria da psicogênese da escrita defendida por Emília Ferreiro e Ana Teberosky, sendo caracterizada pela transição entre as hipóteses silábicas e a alfabética.


(Andrade; Silva; Silva, 2021, p. 5. Adaptado.)



Considerando a psicogênese da escrita e as fases de seu desenvolvimento, analise as afirmativas a seguir.



I. Na transição da fase silábico-alfabética é importante que o professor trabalhe produção de textos coletivos, em duplas, a partir de imagens, dentre outros, fazendo a correção no quadro para que todos acompanhem.


II. A alfabetização, na teoria da psicogênese da escrita, é uma teoria que parte da epistemologia de Jean Piaget e tem nos erros dos alunos um processo de construção do conhecimento.


III. No nível alfabético, mesmo já sendo considerada alfabetizada, a criança ainda escreve foneticamente (como se pronuncia) registrando os sons da fala, sem considerar as normas ortográficas da escrita padrão e da segmentação das palavras na frase.


IV. A teoria da psicogênese da escrita, quando desenvolvida em uma turma de mesma faixa etária (6-8 anos), promove o desenvolvimento linear da turma, proporcionando que todos avancem concomitantemente entre as fases da alfabetização.


V. Para Ferreiro, a língua escrita é uma representação da linguagem; dessa forma, o processo de aquisição da leitura e da escrita vai muito além de decifrar seus códigos, mas é também conceitual e ocorre por meio da interação entre o objeto de conhecimento o sujeito.



Está correto o que se afirma apenas em 

Alternativas
Q4086136 Pedagogia
Emília Ferreiro desvendou os mecanismos pelos quais as crianças aprendem a ler e escrever, criando a teoria da Psicogênese da Língua Escrita, apontando que a interpretação e a produção da escrita têm seu início antes mesmo da escolarização. Aponta, para tanto, que toda criança passa por quatro fases até que esteja alfabetizada. Marque a alternativa correta:
Alternativas
Q4082412 Pedagogia
"Nenhum nome teve mais influência sobre a educação brasileira nos últimos 30 anos do que o da psicolinguista argentina Emilia Ferreiro. A divulgação de seus livros no Brasil, a partir de meados dos anos 1980, causou um grande impacto sobre a concepção que se tinha do processo de alfabetização, influenciando as próprias normas do governo para a área, expressas nos Parâmetros Curriculares Nacionais".
Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/338/emilia-ferreiro

Muitos especialistas acreditam que o trabalho de Emília Ferreiro é um divisor de águas na história da alfabetização, sendo referência para ensino brasileiro com a valorização do método de desenvolvimento chamado de:

Após análise, marque a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4080041 Pedagogia

Acerca do pensamento de Emília Ferreiro, julgue as frases abaixo:



I. A obra Psicogênese da Língua Escrita apresenta detalhes sobre o método pedagógico proposto por Emília Ferreiro.


II. De acordo com Emilia Ferreiro, a criança tem um papel ativo no processo de aprendizado.


III. Emilia Ferreiro entende que o processo de obtenção do conhecimento pela criança deve ser constante, sem respeitar faixas etárias específicas, mas a partir da observação feita pelo professor.



Está (ão) CORRETA (S) a (s) seguinte (s) proposição (ões). 

Alternativas
Q4079580 Pedagogia
Marque a alternativa que corresponde ao nome do(a) autor(a), que fundamentalmente preza pelo novo olhar sobre a alfabetização de crianças. 
Alternativas
Q4079504 Pedagogia
"O aluno deve ser preparado para ler o mundo, pois a leitura é a principal atividade desenvolvida pela escola aos seus alunos, sendo muito mais importante a aquisição da capacidade de ler do que escrever, pois a leitura é um legado com prestígio social muito mais valioso que um diploma".
O fragmento analisado são concepções teóricas de:
Alternativas
Respostas
81: A
82: B
83: C
84: A
85: B
86: A
87: D
88: A
89: C
90: A
91: D
92: B
93: A
94: C
95: D
96: C
97: B
98: A
99: B
100: C