Questões de Concurso
Sobre diretrizes curriculares nacionais para a educação escolar indígena em pedagogia
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I.Nhande guarani kuery oguereko (direito) oiko aguã nhande reko re'egua, ojapo a'e oiporavo aguã projetos futuro.
EJUHU KOVA'E RE'EGUA
Il.Tenondeguá nhanembo'e va'e re'egua a'e, teko guarani re'egua, nhande kuery, oguereko oikua'ava tape nhanhembo'e aguã, teko re'egua, mbaexa nhamba'eapo nhembo'eapy.
Ehexa mba'exagua a'e oĩ porãva embopara:
I.A’e (Metodologia Ativa) Oi porãva há’eve onhembo’eva’e (intercultural), oekava’erã (demarcar) onhembo’e apy teko re’egua, jaikuaa pota ve aguã.
Il. A’e (Metodologia Ativa) Oi porãva (decolonial) há’eve nhande reko indígenas brasilero re’egua.
lll. A’e (Metodologia Ativa) Oi porãva nhembo’e re’egua (intercultural possibilita) onhembo’ea nda’evei opyta (passivo), nhambo’eva’e re’egua oikua’apota, a’e ma (protagonismo) onhembo’eva’e.
Tove katu embopara iporãva:
I.Nhanhembo’ea a’e peteĩ instituição de fronteira a’e oguereko formação indígenas re’egua, nhande reko, nhande nhembo’e re’egua, (conhecimentos imateriais), ojapo teko’apy, omaẽ pavẽire, omaẽ nhande retẽre, omaẽ jevy pavẽire a’e (tecnologias), ogueru nhande reko re’egua, ambua’ejo reko.
HÁ’ERAMI
II.Nhanhembo’ea oguereko nhanhemombareté’a nhande reko re’egua, nhande yvy re’egua, okotẽvẽ jaikuaa nhande reko re’egua.
A’e ma ehexa oi porãva’e embopara.
I.A visão acerca do Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), nhande guarani py. pode variar de acordo com a cultura e as crenças de cada grupo.
lI.Para melhor inclusão de uma criança com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), nhanhebo'ea nhande reko re'egua.
IlI.As ações para a inclusão de uma criança com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), a'e nhanhebo'ea nhande reko re'egua, okotevê já exa pavê omba'eapo.
A'e anhetegua:
I.Nhande guarani kuery oguereko (direito) oiko aguã nhande reko re'egua, ojapo a'e oiporavo aguã projetos futuro.
EJUHU KOVA'E RE'EGUA
II.Tenondeguá nhanembo'e va'e re'egua a'e, teko guarani re'egua, nhande kuery, oguereko oikua'ava tape nhanhembo'e aguã, teko re'egua, mbaexa nhamba'eapo nhembo'eapy.
Ehexa mba'exagua a'e oĩ porãva embopara:
I.A'e ohupyty peteĩ nhembo'e oguerekova (emancipa), pav nhembo'ea guarani yvy re'egua, deve ser uma realidade que implica mediação dialógica, escuta sensível e transformação cultural.
HA'ERIRE
II.Nhande reko yma guare nda'evei jaiko nhagareko'ỹ re joegua já rekova'era a'e jáguereko aguã nhemboe'a.
A'e mba'exagua Oĩ porãva'e, embo'para:
I. A visão acerca do Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), nhande guarani py. pode variar de acordo com a cultura e as crenças de cada grupo.
II. Para melhor inclusão de uma criança com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), nhanhebo'ea nhande reko re'egua.
III. As ações para a inclusão de uma criança com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), a’e nhanhembo’ea nhande reko re’egua, okotevẽ já exa pavê omba’eapo.
A'e anhetegua
I.Nhande guarani kuery oguereko (direito) oiko aguã nhande reko re’egua, ojapo a’e oiporavo aguã projetos futuro.
EJUHU KOVA’E RE’EGUA
Il.Tenondeguá nhanhembo’e va’e re’egua a’e, teko guarani re’egua, nhande kuery, oguereko oikua’ava tape nhanhembo’e agua, teko re’egua, mba’exa nhamba’eapo nhembo’eapy.
Ehexa mba’exagua a’e oĩ porãva embopara:
I. A’e ohupyty peteĩ nhembo’e oguerekova (emancipa), pavẽ nhembo’ea guarani yvy re’egua, deve ser uma realidade que implica mediação dialógica, escuta sensível e transformação cultural.
HA'ERIRE
Il. Nhande reko yma guare nda’evei jaiko nhagareko’ÿ re joegua já rekova’era a’e jáguereko aguã nhembo’e’a.
A'e mba'exagua Oĩ porãva'e, embo'para:
I. A'e (Metodologia Ativa) Oĩ porãva há'eve onhembo'eva'e (intercultural), oekava'era (demarcar) onhemboe'apy teko re'egua, jaikuaa pota ve aguã.
II. A'e (Metodologia Ativa) Oĩ porãva (decolonial) há'eve nhande reko indígenas brasileiro re'egua.
III. A'e (Metodologia Ativa) Oĩ porãva nhembo'e re'egua (intercultural possibilita) onhembo'ea nda'evei opyta (passivo),nhambo'eva'e re'egua oikua'apota, a'e ma (protagonismo) onhembo'eva'e.
Tove katu embopara iporãva:
I. Nhanhembo’ea a’e peteĩ instituição de fronteira a’e oguereko formação indígenas re’egua, nhande reko, nhande nhembo’e re’egua, (conhecimentos imateriais), ojapo teko’apy, omaẽ pavêire, omaẽ nhande retẽre, omaẽ jevy pavêire a’e (tecnologias), ogueru nhande reko re’egua, ambu’aejo reko.
HA'ERAMI
II. Nhanhembo’ea oguereko nhanhemombaraté’a nhande reko re’egua, nhande yvy re’egua, okotêvê jaikuaa nhande reko re’egua.
A'e ma ehexa oĩ porãva'e embopara.
Objetivo é uma educação escolar indígena diferenciada e intercultural que respeite suas especificidades e responda aos marcos legais e pedagógicos da modalidade
Em 2024, o MEC prevê um crescimento importante nos investimentos. O aumento do fator de ponderação para alunos indígenas no Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) garante o acréscimo de mais de R$ 1.000 nas matrículas da educação escolar indígena. Além disso, foram reajustados em 15% os repasses da complementação da União para municípios com matrículas indígenas.
Entre as iniciativas do MEC para a educação escolar indígena, também estão: formação de educadores, qualificação da infraestrutura escolar, construção de escolas e participação social. O objetivo é materializar uma educação escolar indígena diferenciada, especifica, bilíngue/multilíngue e intercultural, respondendo aos marcos legais e pedagógicos dessa modalidade educacional. Além disso, a Pasta lançará, em breve, a Política Nacional da Educação Escolar Indígena, que visa valorizar a cultura, a identidade, as línguas e as especificidades da educação indígena.
https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202404/acoes-do-mec-fortalecem-direitos-educacionais-indigenas#:~text=Entre%20as%20iniciativas%20do%20MEC,de%20escolas%20e%20participa%C3%A7%C3%A3o%20social.
Considerando o trecho da reportagem e as discussões sobre políticas de articulação escola/ aldeias indígenas, avalie as afirmações a seguir:
I.A relação entre educação e cultura indígena na sociedade objetiva adequar os povos originários ao sistema educacional.
II.O território, a memória e os conhecimentos tradicionais dos povos indígenas são aspectos fundamentais na garantia do direito à educação.
III.Materializar uma educação escolar indígena diferenciada, especifica, bilíngue/multilíngue e intercultural, respondendo aos marcos legais e pedagógicos dessa modalidade educacional.
Após análise, marque a opção correta.
( ) As escolas indígenas devem oferecer em seu núcleo comum curricular unicamente suas línguas, saberes e pedagogias.
( ) As instituições ou redes de ensino devem intensificar o processo de inclusão dos alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades nas classes comuns do ensino regular, garantindo condições de acesso e de permanência com aprendizagem, buscando prover atendimento com qualidade.
( ) Os currículos devem incluir a abordagem de temáticas contemporâneas, de forma fortuita, a fim de cumprir com a legislação, na perspectiva de igualar as práticas educativas oferecidas.
A educação indígena no Brasil é marcada por um compromisso com a preservação das culturas e línguas indígenas, além de buscar a integração desses povos ao sistema educacional brasileiro sem que isso signifique a perda de suas identidades culturais. A Constituição de 1988 e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) garantem a esses povos o direito à _________, que respeite sua identidade própria e valorize suas tradições culturais. Além disso, as escolas indígenas devem oferecer uma educação que seja _________, adaptando os conteúdos às realidades socioculturais e linguísticas das comunidades indígenas.
Marque a opção que preenche CORRETA e respectivamente as lacunas.
"Há uma diferença de 13,7 pontos percentuais entre os dois grupos analisados. De 2016 para 2022, essa diferença caiu um pouco – era de 16,6 pontos percentuais em 2016 –, porém se manteve em patamar elevado, indicando que as oportunidades educacionais eram distintas para esses grupos", afirma o IBGE. O levantamento mostra ainda que pretos e pardos com 25 anos de idade ou mais estudam, em média, 1,7 anos a menos que pessoas brancas. Números relacionados ao ensino superior reiteram as assimetrias. Na faixa etária entre 18 e 24 anos de idade, 29,2% da população branca estava estudando em universidades no ano passado. Entre as pessoas pretas e pardas, essa taxa foi de 15,3%.
A pesquisa mostra ainda pequena queda no percentual de crianças de 4 a 5 anos de idade que frequentavam a escola: saiu de 92,7% em 2019 para 91,5% em 2022. Entre 6 e 14 anos de idade, houve leve aumento, tendo chegado a 99,4%. A universalização do ensino nessa faixa etária já estava praticamente alcançada desde 2016, quando 99,2% das crianças frequentavam a escola.