Questões de Concurso Sobre currículo, interdisciplinaridade, transversalidade e a transdisciplinaridade em pedagogia

Foram encontradas 714 questões

Q4108566 Pedagogia
Um professor Kaingang quer trabalhar conceitos de tempo, ciclos naturais e sistemas de medição, articulando saberes tradicionais com conteúdos de ciências e matemática. Ao planejar uma sequência didática, ele propõe a criação de um calendário agrícola baseado nas fases da lua, na estação de chuvas e nas datas de rituais da comunidade. Considerando as orientações pedagógicas interculturais, é correto afirmar que essa proposta
Alternativas
Q4108565 Pedagogia
Durante uma oficina com os mais velhos da comunidade, o professor ouve relatos sobre agrupamentos em pares, como é tradicional entre os Xavante, que organizam a contagem com base no dualismo (pares). Para explorar esse conteúdo com os alunos em sala, o professor deve 
Alternativas
Q4108562 Pedagogia
Um professor quer trabalhar orientação espacial com seus alunos do ensino fundamental utilizando referências da realidade indígena. Ele observa que as crianças conhecem bem os caminhos entre suas casas, o rio, a escola e a mata. Tendo isso em vista, assinale a alternativa que apresenta a abordagem pedagógica mais alinhada às diretrizes do ensino de matemática em contexto indígena. 
Alternativas
Q4108249 Pedagogia
De acordo com o Referencial Gaúcho para o Ensino Médio (2021), “espera-se que o componente curricular Biologia, a partir dos conhecimentos construídos pelo estudante ao longo da escolarização, contribua para ampliar o entendimento que o indivíduo tem de sua própria organização biológica, do lugar que ocupa na natureza e na sociedade, de sua interação com o meio e dos resultados de sua ação sobre ele, podendo se trabalhar a partir de uma perspectiva CTSA (Ciência-Tecnologia-Sociedade-Ambiente)”. Conforme o documento, uma maneira de tratar essas questões é por meio de perspectivas metodológicas que contemplem a relação ciência, tecnologia, sociedade e ambiente. Para essa finalidade, qual abordagem o professor pode utilizar nas aulas de biologia para o ensino médio, considerando que, no trabalho com a perspectiva CTSA, é proposta a reflexão do estudante? 
Alternativas
Q4108116 Pedagogia
Uma professora de sociologia está elaborando uma sequência didática sobre o tema Identidade e Diversidade Cultural. Ela deseja integrar saberes do componente curricular de Artes e de História. Ao apresentar sua proposta, uma colega professora argumenta que a interdisciplinariedade pode enfraquecer os conteúdos específicos da disciplina. Com base nessa situação e no Referencial Curricular Gaúcho de 2018, assinale a alternativa correta.  
Alternativas
Q4108061 Pedagogia
A educação em química, quando orientada por princípios de contextualização e interdisciplinaridade, contribui significativamente para a formação cidadã dos estudantes. A respeito desse enfoque pedagógico, assinale a alternativa que está mais alinhada com os objetivos da educação para a cidadania, segundo concepções críticas contemporâneas. 
Alternativas
Q4107855 Pedagogia

Considere os seguintes excertos:


“Neste ponto, surge uma pergunta: qual a influência exercida pelo meio social sobre a obra de arte? Digamos que ela deve ser imediatamente completada por outra: qual a influência exercida pela obra de arte sobre o meio?” (Candido, Antonio. A Literatura e a Sociedade, 2023, p. 27).


“(EM13LP50) Analisar relações intertextuais e interdiscursivas entre obras de diferentes autores e gêneros literários de um mesmo momento histórico e de momentos históricos diversos, explorando os modos como a literatura e as artes em geral se constituem, dialogam e se retroalimentam.” (Brasil, BNCC, 2018, p. 525).


Com base nos excertos de Candido e da BNCC, assinale a alternativa correta sobre o trabalho docente no ensino de literatura no ensino médio. 

Alternativas
Q4107845 Pedagogia

Considere o texto a seguir para responder à questão.


Texto 1

Nuvem não é nuvem, amigo não é amigo

[...]

Por Sérgio Rodrigues 


    Quantos anos você tinha quando descobriu que a nuvem que armazena seus documentos e suas fotos – a memória de sua vida inteira, pode confessar – não é bem uma nuvem? Estou brincando, claro: todo mundo sabe que a nuvem (de dados) não fica no céu. De todo modo, bem menos gente foi informada de que a tal nebulosa, chame-se ela Google, iCloud ou Tabajara, não só carece de parentesco com cúmulos e cirros como vai no sentido verticalmente oposto – se enterra no chão. Sim, é um fato: os servidores remotos que abrigam a nuvem, devoradores de recursos naturais, se alojam no subsolo do planeta. Deve haver uma mensagem secreta aí. Quer dizer que, em vez de céu, estamos falando do inferno?


    Deixemos de lado por ora as considerações morais. Restam questões bem objetivas: se a nuvem se situa nas profundezas da Terra, então incorremos em erro quando dizemos “baixar” um filme ao trazê-lo de alguma cinemateca virtual para nossa máquina. Deveríamos dizer “subir”. E vice-versa. No varejo, é evidente que nada disso faz muita diferença na vida de ninguém. No mundo pós-revolução digital, Alice já atravessou o espelho e nuvem não é nuvem, baixar é subir, subir é baixar – e daí?


    O problema se revela no atacado, na escala em que a linguagem digital reprogramou nossas palavras. A nuvem de dados é apenas uma das formas que ela tem de nos apresentar uma face familiar, sorridente, enquanto demole e reconstrói o edifício das relações sociais inteiro. De cima até embaixo. Se a nuvem não é nuvem, o amigo de rede social será mesmo amigo, quer dizer, amigo-amigo de verdade, amigo em qualquer sentido que vá além do figurado?


    Estamos no terreno da metáfora, claro. Força indomável da linguagem, criadora de novos sentidos por analogia, é ela que explica a página que não é página, a janela que não é janela, a navegação que não é navegação, o vírus que não é vírus, a reunião que não é reunião. Alguém pode argumentar que tudo isso é perfeitamente inofensivo, quem sabe até uma bênção: tratando-se de uma tecnologia que cria tanta coisa nova, é bom que ela se expresse assim em vez de poluir a paisagem com neologismos frios, não?


    O argumento é válido em tese, mas desconsidera algo fundamental: o quanto a metaforização digital ampla e irrestrita nos impede de compreender a profundidade da mudança em nossas vidas – e reagir com a cautela que o bom senso recomendaria. A comunidade online não é antropologicamente comparável a nada do que os seres humanos entendiam por “comunidade” desde que a palavra foi criada até... outro dia de manhã. Como esperar que as nossas democracias permaneçam as mesmas?


    Fazendo parecer familiar e seguro um meio de comunicação agressivamente dedicado a reconfigurar a paisagem social nos mínimos detalhes, a linguagem nos induz a um estado de negação. Se nossos filhos pequenos não estivessem apenas se divertindo entre “amigos”, navegando por instrutivas “páginas”, acessando “nuvens” bucólicas, será que os deixaríamos por tanto tempo sozinhos diante de telas, sem nenhuma supervisão?


Adaptado de: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/sergio-rodrigues/2025/06/nuvem-nao-e-nuvem-amigo-nao-e-amigo.shtml. Acesso em: 17 jul. 2025.

Em uma aula cujo objeto de ensino engloba as práticas de leitura, interpretação e produção textual, à luz da BNCC (Brasil, 2018), além das práticas de multiletramento, considere o seguinte excerto, extraído da crônica, gênero textual que circula tanto no meio impresso quanto no digital, e analise como suas características multimodais e discursivas podem ser trabalhadas em sala de aula no ensino médio:
“No varejo, é evidente que nada disso faz muita diferença na vida de ninguém. No mundo pós-revolução digital, Alice já atravessou o espelho e nuvem não é nuvem, baixar é subir, subir é baixar – e daí?”.
Assinale a alternativa que melhor articula uma proposta de atividade integrada, considerando:
• conteúdo temático (as ressignificações da linguagem na cultura digital); • estilo (híbrido entre crônica e ensaio, com marcas de oralidade); • construção composicional (adaptação ao suporte impresso e digital); • multimodalidade (recursos linguísticos e não linguísticos em diferentes mídias); • produção textual (prática de escrita com base no multiletramento). 
Alternativas
Q4106602 Pedagogia
Todo ano letivo, uma escola estadual desenvolve uma feira de ciências do ensino médio. Neste ano, o projeto chama-se “Memórias para o Amanhã”, segundo o qual os estudantes deverão pesquisar a comunidade onde residem, entrevistar diferentes gerações e identificar problemas sociais. Ao final, os estudantes deverão produzir textos multimodais que conectem cultura local, sustentabilidade e inovação. Entre as ações pedagógicas propostas, qual está mais alinhada às orientações do Referencial Curricular Gaúcho para o Ensino Médio (RCGEM) expressas na Resolução nº 0361/2021?
Alternativas
Q4106583 Pedagogia
Segundo a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e o Referencial Curricular Gaúcho do Ensino Médio (RCGEM), para garantir a formação integral e os direitos de aprendizagem dos estudantes, é necessário que as práticas pedagógicas docentes 
Alternativas
Q4100376 Pedagogia
Como a Proposta Curricular de Franco da Rocha, conforme apresentada nos Cadernos 1, 2 e 3, articula aspectos socioculturais locais nas ações pedagógicas? Assinale CORRETAMENTE.
Alternativas
Q4096380 Pedagogia
“O ensino curricular de nossas
escolas, organizado em disciplinas,
isola, separa os conhecimentos, em
vez de reconhecer suas interrelações.”

À luz da reflexão de Mantoan (2003), assinale a alternativa correta acerca dos desafios enfrentados pela inclusão escolar no âmbito do modelo de escola tradicional.
Alternativas
Q4094091 Pedagogia
A UFABC está revisando seu Projeto Pedagógico Institucional (PPI) para alinhar o planejamento acadêmico às demandas contemporâneas do ensino superior. Durante a reunião, a Pró-reitoria solicita que o Técnico em Assuntos Educacionais oriente os coordenadores de curso sobre como alinhar seus projetos pedagógicos ao PPI. Diante dessa demanda e para garantir que o PPI cumpra sua função de orientar o planejamento acadêmico, esse técnico orienta que o PPI deve considerar
Alternativas
Q4091842 Pedagogia
Projetos de trabalho integram diferentes linguagens e saberes a partir de problemas e curiosidades das crianças, reconfigurando tempos, espaços e formas de avaliação. Considerando esse contexto, associe CORRETAMENTE as colunas a seguir.

I- Organização por projetos.
II- Papel do professor.
III- Avaliação no trabalho por projetos.
IV- Seleção de conteúdos.

(__) Mediação, escuta sensível, curadoria de fontes e devolutivas formativas.
(__) Integração de áreas/linguagens a partir de problemas significativos.
(__) Critérios de relevância cultural e pertinência para a questão investigada.
(__) Processual, com registros, portfólios e autoavaliação.

Agora, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4091299 Pedagogia
Uma escola que oferta ensino médio integrado à educação profissional identificou que um de seus alunos apresenta dificuldades em conciliar a carga horária dos componentes técnicos e básicos curriculares. Diante dessa situação, assinale a alternativa que apresenta a medida pedagógica que o pedagogo deve adotar para favorecer o processo de aprendizagem do aluno. 
Alternativas
Q4037201 Pedagogia
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

We can learn a lot from Troy's trash

Beneath the epic tales of heroes and gods, Troy's true story is written in something far less glamorous − its rubbish.

When we think of Troy, we imagine epic battles, valiant deeds, cunning tricks and the wrath of gods. Thanks to Homer's Iliad, the city is remembered as a stage for romance and heroism.

But long before Paris stole Helen and Achilles raged on the battlefield, the people of bronze age Troy lived ordinary lives − with extraordinary consequences. They built, cooked, stored, traded and, crucially, threw things away. And they did it right where they lived.

Today, waste is whisked away quickly − out of sight, out of mind. But in bronze age Troy (3000−1000BC), trash stayed close, often accumulating in domestic dumping grounds for generations.

Having spent more than 16 summers excavating and analysing the bronze age layers of Troy, I've learned to read the city's history this waste.

Hundreds of thousands of animal bones from cattle, sheep, fish − even turtles − were found alongside vast quantities of pottery shards, ash, food scraps, and human waste. Sometimes, these layers were reused to level floors or build walls, showing how closely intertwined daily life and refuse management were.

This wasn't laziness or neglect, it was pure pragmatism. In a world without rubbish trucks or sanitation systems, managing refuse was neither chaotic nor careless, but a collective, spatially negotiated − and surprisingly strategic − effort.

The excavations I have worked on as part of the University of Tübingen's Troy Project, which has been going on since 1988, have revealed just how deliberate these routines were. Where people chose to dump, or not to dump, speaks volumes about status, social roles, and community boundaries. Waste is the diary no one meant to write, yet it records the intimate rhythms of daily life with unfiltered clarity.

Far from a nuisance, Troy's waste is an archaeologist's treasure trove.

Over nearly 2,000 years, Troy ended up with 15 meters of built-up debris. Archaeologists can see nine major building phases in it, each made up of hundreds of thin layers, which formed as people lived their everyday lives. These layers act like snapshots, quietly recording how the city changed over time. Some capture hearth cleanings, others record the rebuilding of entire city quarters.

By analysing the layers and their ratios of bones to pottery, ash concentration, presence of storage jars, grinding stones, or production debris, specific spaces of activity become visible: kitchens, workshops, storage areas, rubbish pits. What appears chaotic turns out to be a carefully structured map of everyday routines − showing where meals were prepared, tools made, and discarded objects left behind.

The story these remains tell is one of profound transformation. Troy began as a modest agrarian settlement, shaped by the steady rhythms of farming, herding, and small-scale craft. Over time, it grew into a thriving regional centre.

The archaeological record, rich in refuse, traces this long arc of change. Exotic imports fashioned from stones such as carnelian and lapis lazuli begin to appear, revealing distant trade connections. Specialised metalworking tools emerge alongside monumental architecture. some buildings stretched nearly 30 metres, signalling growing ambitions and expanding capabilities.

This rise unfolded gradually, reflected not just in grander buildings, but in shifting tools, trade, and how people dealt with what they left behind. Waste management became more organised, with designated areas for different types of waste. This reflects broader shifts in how the community structured space and managed its economy. 

Yet this ascent was interrupted. By the mid-third millennium BC, signs that things were becoming smaller appear. Architecture simplifies, household inventories shrink, production debris declines suggesting economic slowdown or political instability.

Still, Troy endured. By the mid-second millennium BC, the city revived. Refined ceramics, luxury imports and evidence of social complexity marked a new chapter of recovery and reinvention. This splendid settlement later became the stage for Homer's Trojan War where Greek warriors faced the daunting task of climbing towering mounds of debris built up over centuries just to reach the palaces.

These insights allow us to see Troy not just as a city of walls and towers, but as a living organism shaped by daily routines, unspoken norms and social negotiation. The waste left behind is a remarkably honest archive of bronze age society − beneath myths, stones, and poetry.

Troy's trash heaps are the bronze age's search history. To know what mattered 4,500 years ago, don't ask poets − ask the garbage. From broken tools to shared meals, from imported luxuries to scraps, this waste reveals the pulse of everyday life and society's evolving structure.

Ironically, these mundane refuse layers preserved the bronze age world for us. Without them, we'd know far less about early Troy's people. Their depth and composition trace changes in economy, technology, and social structure. From scraps to towers of pottery shards, waste archaeology is key to understanding early urban complexity.

So next time you picture Achilles storming Troy's gates, remember: the heroes might have been divine, but their city smelled very human.


https://theconversation.com/we-can-learn-a-lot-from-troys-trash-260613 
Consider the following pedagogical scenario:

An English teacher at a Brazilian public high school is designing a lesson sequence using the text "We can learn a lot from Troy's trash" to develop reading comprehension, critical literacy, and intercultural competence aligned with Base Nacional Comum Curricular (BNCC) competencies. The class consists of intermediate-level students (B1) with varied interests in history, science, and humanities. The teacher wants to create activities that integrate authentic material, develop higher-order thinking skills (analysis, synthesis, evaluation), promote collaborative learning, and connect the text's themes (archaeology, material culture, historical interpretation) to students' lived experiences and Brazilian context. Considering contemporary language teaching methodologies including task-based learning, content and language integrated learning (CLIL), and critical pedagogy principles emphasized by BNCC, which instructional approach demonstrates the pedagogically sound and theoretically grounded practice?
Alternativas
Q4035246 Pedagogia
Em uma escola pública de ensino fundamental, a professora Mariana busca desenvolver o ensino de Ciências da Religião de modo que seus alunos compreendam a diversidade das tradições religiosas presentes na comunidade. Para isso, ela propõe um projeto interdisciplinar com História e Arte, no qual os estudantes pesquisam manifestações culturais de diferentes matrizes religiosas e produzem uma exposição sobre o tema "Rituais e Simbolismos da Fé".
Durante o planejamento, a professora enfrenta o desafio de equilibrar a abordagem científica e pedagógica da disciplina, evitando práticas proselitistas e respeitando o caráter laico e plural da escola.
Com base no texto e nos princípios da Metodologia do Ensino de Ciências da Religião, analise as afirmativas abaixo:
I.A professora atua conforme a perspectiva fenomenológica, pois busca compreender as manifestações religiosas a partir de sua expressão simbólica e cultural, sem julgamentos de valor.
II.A interdisciplinaridade proposta com História e Arte reforça o caráter científico e educativo da disciplina, integrando saberes e ampliando a compreensão da diversidade religiosa.
III.O ensino religioso escolar deve ter como objetivo principal promover a adesão dos alunos a uma fé específica, desde que respeite as crenças individuais.
IV.O desafio enfrentado pela professora reflete a necessidade de distinguir o ensino religioso confessional do ensino de Ciências da Religião, cujo foco é o conhecimento sobre o fenômeno religioso, e não a vivência da fé.

Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q4034363 Pedagogia

Cold Kimchi Tomato Bibim Noodles





Ingredients

For the sauce

 3 tablespoons tomato paste

 2 tablespoons gochujang

 1 teaspoon kosher salt

 1 1/2 tablespoons sesame oil

 3 tablespoons apple cider vinegar

 3 tablespoons kimchi juice

 1 tablespoon honey

 1 cup chopped kimchi

For the noodles

150 grams somen noodles

For the toppings

 2 Persian cucumbers, sliced into matchsticks

 1 shallot, minced

 2 cups cherry tomatoes, halved

 2 soft-boiled eggs (7 minutes, jammy yolks)

 4 radishes, thinly sliced

To finish

Extra sesame oil, for drizzling

 2 tablespoons furikake

Handful of cilantro

Directions

•Step 1


Make the sauce: In a medium bowl, whisk together the tomato paste, gochujang, salt, sesame oil, vinegar, kimchi juice, and honey until smooth. Stir in the chopped kimchi until evenly coated.

•Step 2 

Cook the noodles: Bring a pot of water to a rolling boil. Add the somen noodles and cook for 3 to 4 minutes, until just tender. Drain and rinse under cold water until completely cooled, then shake off excess water.

•Step 3

Toss together: Add the chilled noodles to the sauce bowl. Using tongs, gently mix until each strand is coated in the kimchi-gochujang sauce. 

•Step 4

Assemble: Divide the noodles between bowls. Top with cucumbers, shallot, tomatoes, soft-boiled eggs, and radishes. 

•Step 5

Finish & serve: Drizzle with a little extra sesame oil, sprinkle with furikake, and top with cilantro. Mix everything together at the table before eating.



https://food52.com/recipes/cold-kimchi-tomato-bibim-noodles
Read the pedagogical context below:
An English teacher is designing a lesson sequence based on the Cold Kimchi Tomato Bibim Noodles recipe, aiming to align with Brazil's Base Nacional Comum Curricular (BNCC) competencies for English language teaching. The BNCC emphasizes developing students' repertoires through contact with linguistic and cultural manifestations, critical language awareness, intercultural communication, and English as a lingua franca. The teacher plans activities exploring the recipe's fusion of Korean, Japanese, and Western ingredients as a metaphor for linguistic and cultural hybridity, discussing food globalization, analyzing how recipes constitute intercultural texts, and having students create their own fusion recipes using Brazilian ingredients. Regarding the BNCC's theoretical framework and contemporary approaches to English language teaching that reject native-speaker models and emphasize pluricentric, decolonial perspectives, which pedagogical approach best exemplifies BNCC-aligned practice?
Alternativas
Q3801144 Pedagogia
Situação hipotética: Uma escola municipal de Parnaguá-PI decide implementar um currículo que integra as áreas do conhecimento de forma transversal, promovendo projetos interdisciplinares que conectam história local à sustentabilidade ambiental. Assertiva: Essa abordagem contraria o princípio da progressão curricular estabelecido pelas DCNs para o Ensino Fundamental, que preconizam a organização estrita por componentes curriculares e a especialização do saber em detrimento da contextualização integrada.
Alternativas
Q3761780 Pedagogia
Considerando as diretrizes e os documentos curriculares que norteiam o ensino de língua portuguesa, julgue o item a seguir.
A prática dos multiletramentos prepara os estudantes para atuar de modo eficaz em diversas situações comunicativas da sociedade atual, caraterizada pela veiculação de diversas linguagens e culturas.
Alternativas
Respostas
121: A
122: D
123: C
124: C
125: A
126: E
127: E
128: B
129: A
130: C
131: C
132: C
133: C
134: D
135: A
136: B
137: D
138: A
139: E
140: C