Questões de Concurso
Sobre coordenação e orientação educacional em pedagogia
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O trabalho em instituições educativas indica a necessidade de observação de aspectos referentes à segurança no trabalho que precisam ser conhecidos, observados e encaminhados. Entre estes aspectos encontramos:
I – os recursos para atendimento de acidentes, desde extintores de incêndio a materiais destinados a primeiros socorros;
II – a necessidade de treinamento no espaço de trabalho para situações de emergência;
III – a atenção a políticas locais de segurança, orientadas por serviços especializados como bombeiros, por exemplo.
“Há a demanda pela definição do papel do coordenador pedagógico; certamente esta busca reflete o desejo de redefinição da atuação do profissional.” (VASCONCELOS, Celso dos Santos. Coordenação do trabalho pedagógico: do projeto político-pedagógico ao cotidiano da sala de aula. São Paulo: Libertad, 2002, p. 86)
Concordando com o autor acima, numa perspectiva de educação emancipatória, assinale abaixo a principal função da
coordenação pedagógica.
I. Acompanhá-los em suas atividades de planejamento, docência e avaliação. II. Fornecer subsídios que lhes permitam atualizarem-se e aperfeiçoarem-se constantemente em relação ao exercício profissional. III. Promover esporádicas reuniões, discussões e debates com a população escolar e a comunidade no sentido de melhorar sempre mais o processo educativo. IV. Estimulá-los a desenvolverem com entusiasmo suas atividades. V. Auxiliá-los na prevenção e na solução dos problemas que aparecem.
Assinale a alternativa CORRETA.
Na última década, no Brasil, dois testes projetivos vêm sendo estudados com o objetivo de servir como instrumento para o diagnóstico de orientabilidade. São eles:
O trabalho de orientação educacional consolidou-se no início do século XX, como orientação vocacional e relacionado à atividade de aconselhamento dos jovens para a escolha profissional. O precursor desse trabalho foi o norte-americano
Um dos papéis fundamentais do orientador educacional é quebrar paradigmas que se fazem presentes nas escolas. Um desses paradigmas, com o qual se convive, é a ideia do “aluno problema”, aquele que padece de supostos distúrbios psicopedagógicos, de origem cognitiva ou comportamental. Nessa última categoria, enquadra-se um conjunto de ações, usualmente denominadas:
Leia o texto a seguir.
Recentemente, precisei sentar e conversar com um aluno que fez uma coisa errada. Os professores reclamavam que ele dava trabalho e provocava os colegas. Em nossa conversa, ele chorou muito e desabafou: ninguém enxergava suas qualidades. Eu disse: “Você tem de mostrar seu lado bom. É sua meta. Combinado?” Ele respondeu que sim. Estávamos de acordo. Uma semana depois, a escola promoveu um passeio à exposição Diálogos no Escuro (ambiente em que se simula o cotidiano dos deficientes visuais), na cidade de Campinas, a 98 quilômetros de São Paulo. Esse estudante foi. Para minha surpresa, quando estávamos no escuro para conversar com os guias cegos, ele fez as melhores perguntas. Queria saber se os guias eram vaidosos, como era o dia a dia deles etc. No fim do programa, um deles perguntou o nome do aluno e disse: “Eu enxergo muitas coisas boas em você.” A reação do estudante foi incrível. Ele me disse, comovido: “Puxa, o cara não enxerga, mas viu minhas qualidades”. Essas situações trazem um efeito positivo para toda a vida da pessoa.
REVISTA NOVA ESCOLA. Depoimento de Maria Eugênia de Toledo, orientadora educacional desde 2002. São Paulo, abril, 2015.
O método utilizado pela orientadora nesse caso foi o de
Analisando-se as tendências atuais nos estudos sobre a educação, identifica-se a existência de uma literatura que reduz o trabalho educativo a um conjunto de competências e capacidades. Essa vertente ressalta essencialmente qual dimensão da ação pedagógica?
Para ter sucesso, o orientador educacional precisa construir uma relação de confiança que permita administrar os diferentes pontos de vista, ter a habilidade de negociar e prever ações. Do contrário, passa a se dedicar aos incêndios diários. Nesse sentido, o que ajuda a evitar a dispersão é:
Leia a citação.
Há que se considerar razões de natureza psicológica para a não-divulgação dos dados. Trata-se do “efeito Rosenthal” ou “profecia autorrealizável”, segundo a qual, quando um professor desenvolve expectativas de que um aluno ou grupo de alunos irá ter insucesso escolar, tais expectativas podem se transformar, inconscientemente, por parte do professor, em fator ou causa do respectivo fracasso daqueles alunos.
GIACAGLIA, L. R. A. Orientação educacional na prática: princípios, técnicas, instrumentos. São Paulo: Pioneira Thompson Learning, 2002. p.10.
De acordo com a citação apresentada, fazem parte do trabalho do orientador educacional: