Questões de Concurso
Sobre coordenação e orientação educacional em pedagogia
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Desse modo, sua função prescreve que ele(a) seja um(a) profissional capacitado para promover e coordenar o processo de qualificação da prática docente, sendo corresponsável pelo desempenho do professor em sala de aula, pelo trabalho realizado pelo docente e pelas produções e resultados dos discentes. São atribuições da Coordenação Pedagógica, entre outras:
I. Supervisionar a elaboração de diagnósticos e projetos para a elaboração do projeto pedagógico curricular da escola e outros planos e projetos.
II. Propor para discussão, junto ao corpo docente, o projeto pedagógico-curricular da unidade escolar.
III. Organizar as turmas de alunos, designar professores para as turmas, elaborar o horário escolar, planejar e coordenar o Conselho de Classe.
IV. Propor e coordenar atividades extraclasses e indicar os livros didáticos a serem utilizados pelos docentes, durante o período letivo.
V. Cuidar da avaliação processual do corpo docente.
Coube à coordenadora pedagógica, a partir dessa avaliação:

Fonte: Revista Nova Escola, 2009.
No tocante à disciplina e indisciplina escolar, avalie as afirmativas abaixo.
I. Para entender as questões de indisciplina, é necessário compreender o lugar que a escola ocupa hoje na sociedade, o lugar que crianças e jovens ocupam e o lugar que a moral ocupa.
II. A causa principal e definitiva que determina a indisciplina escolar é a questão psicológica das crianças e jovens.
III. As questões de indisciplina escolar ocorrem indistintamente nas escolas públicas e privadas.
IV. A indisciplina escolar é resultado da interação entre vários fatores, internos e externos à escola.
V. Uma solução para indisciplina é a organização escolar em classes homogêneas.
Assinale a alternativa CORRETA.
Para Antonia Medina, o supervisor deve buscar afastar-se de uma atuação linear, hierarquizada e burocrática da supervisão, que, além de comum em nossas redes, vem sendo, já há muitos anos, questionada pelos profissionais da educação, inclusive, pelos próprios supervisores escolares.
A fim de superar essa perspectiva burocratizada do supervisor, a autora sugere uma ação de supervisão centrada na prática docente, mas sem que essa se confunda com um processo de assessoria ou consultoria ao professor. Dessa forma, tanto o supervisor quanto o corpo docente terão o mesmo objeto prioritário de trabalho: a relação de ensino-aprendizagem.
Nessa perspectiva da supervisão escolar, o supervisor assume, sobretudo, um papel de:
- A finalidade da escola é adequar as necessidades individuais ao meio social e, para isso, ela deve organizar-se de forma a retratar, o quanto possível, a vida. À escola cabe suprir as experiências que permitam ao aluno educar-se, num processo ativo de construção e reconstrução do objeto, e numa interação entre estruturas cognitivas do indivíduo e estruturas do ambiente.
Um dos professores pede a palavra, discorda da coordenadora e afirma:
- A escola tem o papel de preparar o aluno para o mundo adulto e suas contradições, fornecendo-lhe um instrumental, por meio da aquisição de conteúdos e da socialização, para uma participação organizada e ativa na democratização da sociedade.
De acordo com o pensamento educacional, as tendências pedagógicas expressas pelo argumento da coordenadora pedagógica e pelo do professor são, respectivamente,
• Avaliação diagnóstica (antes, durante e depois) de todo o processo;
• Levantamento dos desafios da escola e do seu contexto;
• Identificação das potencialidades dos grupos envolvidos (professores, funcionários, estudantes e responsáveis);
• Aprofundamento dos marcos legais, políticos e pedagógicos da escola e da rede;
• Definição das melhores estratégias e direções a serem tomadas.
Considerando-se essa pauta, conclui-se que, nessa reunião, o tema a ser tratado será
Fragmentos de uma experiência com alunos de uma escola pública nos anos de 1990
Uma pesquisa sobre práticas pedagógicas de uma escola pública localizada em área de grande risco teve, como um dos aspectos privilegiados, que entender os motivos pelos quais os alunos de uma turma, classificada como “turma de ensino especial”, não estavam alfabetizados visto que cursavam o primeiro ano escolar por quase 3 anos. A partir de um projeto que envolveu as experiências do cotidiano desses/as estudantes e que imprimiu uma nova ordenação espacial na sala de aula, os/as alunos/as eram estimulados/as a trazerem suas histórias e aventuras para que, com este suporte, fossem pensadas outras ambiências de aprendizagem. Após cerca de seis meses estavam todos/as alfabetizados/as.
Para o encaminhamento do debate entre os profissionais, a coordenação pedagógica incluiu o seguinte aporte:
Problematizar a organização significa avaliarmos nosso papel como partícipes no processo de transposição didática bem como avaliarmos os objetivos do planejamento do fazer coletivo.
Ao adotar tais orientações, a comunidade escolar se aproxima de uma perspectiva na qual a(o)
Professor X: — É preciso lutar por uma maior valorização da escola, superando a perda de espaço na vida das crianças e dos adolescentes. Passo mais tempo pedindo para eles desligarem seus aparelhos — se desconectarem —, do que trabalhando os conteúdos das aulas.
Professor Y: — Na verdade, a escola não consegue acompanhar as mudanças advindas, sobretudo, do processo de automação que é galopante! Sinto-me desafiado todo o tempo pelas inúmeras possibilidades que eles apresentam.
Professor Z: — Eu vejo a comunidade discente afastada das propostas pedagógicas, dedicando seu tempo livre para dominar os recursos dos iPods e iPad... Vejo uma mudança bem agressiva no comportamento dessa garotada.
A partir desses relatos e do diagnóstico realizado sobre outras aprendizagens e tecnologias, um dos temas em destaque para o fórum permanente da escola foi a interação da comunidade escolar pensando as interfaces da Web como Blogs, Twitter, Facebook, com jogos eletrônicos e com ambientes virtuais.
Considerando os estudos recentes sobre novas linguagens, ambientes de aprendizagem e os diferentes artefatos culturais, faz-se urgente considerar
Sobre a competência, entre outras, do articulador do trabalho pedagógico, analise as assertivas, e em seguida, assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. Coordenar e subsidiar a elaboração dos diagnósticos da realidade escolar nos vários níveis.
II. Coordenar e subsidiar a elaboração, execução e avaliação do planejamento: plano da Escola; planos de cursos, de turmas, de ensino etc.
III. Incentivar e prover condições para a elaboração de projetos de alfabetização, leitura, visitas, estudo de apoio, orientação profissional, saúde e higiene, informática, ética etc.
IV. Compor turmas e horários, com critérios que favoreçam o ensino e a aprendizagem.
V. Capacitar em serviço.
VI. Cuidar dos alunos em atividades recreativas.
A contemporaneidade mostra uma “sociedade pedagógica”, revelando amplos campos de atuação pedagógica. Sendo assim, podemos definir para o pedagogo duas esferas de ação educativa, a saber:
O Pedagogo, ao organizar o planejamento das ações pedagógicas nas instituições de ensino, deve promover ações que contemplem as discussões propostas pelos Temas Transversais, devido à sua relevância na vida social dos sujeitos.
Nesse sentido, o papel do Pedagogo no planejamento se justifica por: