Questões de Concurso
Sobre aspectos psicológicos da educação em pedagogia
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I – Visa apenas encontrar as justificativas para as dificuldades de aprendizagem da criança.
II – Visa explicitar o que é normal e patológico na família e na escola.
III – Evita colocar as crianças em contato com o sintoma.
I – A aprendizagem ocorre especificamente a partir de uma intervenção indireta com o objeto de aprendizagem.
II – A ação do aprendiz sobre o mundo não exerce influência na sua aprendizagem.
III – As diferentes teorias concebem a aprendizagem de forma idêntica.
I – Nenhum fator é determinante no seu surgimento.
II – É diferente de Autismo, embora muitos autistas possam apresentar dificuldade para aprender.
III – São resultantes de problemas emocionais ou falta de acompanhamento familiar.
I – Movimento involuntário estimado.
II – Noção espacial.
III – Memória auditiva e visual.
I – Nos casos de transtornos médios a severos, a escola deve providenciar avaliação idêntica à dos demais alunos, priorizando a avaliação por escrito dos conteúdos.
II – Dizem respeito apenas à leitura.
III – Havendo transtorno de aprendizagem, o nível de realização da criança deve estar substancialmente abaixo do esperado para um aluno com a mesma idade, nível mental e escolarização.
“É o tipo de desenvolvimento que faz com que uma criança aprenda a interagir em sociedade, ou seja, é quando a criança adquire tradições, normas sociais e cultura, fazendo com que ela se relacione com outras pessoas e troque informações.”
Esses são os conceitos de quais formas de desenvolvimento infantil, respectivamente:
I – Problemas psicológicos: ansiedade diante do novo ambiente, timidez, insegurança, baixa autoestima.
II – Problemas físicos: condições congênitas, adquiridas ou genéticas relacionadas aos órgãos dos sentidos, como, por exemplo, estrabismo, surdez etc.
III – Problemas de ordem neurológica: deficiência mental, paralisia cerebral, dentre outros.
I – Está relacionado com a má escolaridade e com o nível de inteligência (QI).
II – Caracterizam-se por uma inabilidade específica da linguagem, leitura, escrita ou matemática.
III – Conhecer a etiologia e taxonomia das dificuldades é irrelevante.
I – Fatores escolares.
II – Fatores familiares.
III – Fatores relacionados à criança.
I – quando se pensa em formação de sujeito autônomo, é a forma como as crianças têm acesso aos brinquedos que estão na escola, um ambiente que garante a autonomia, favorece que a criança tenha atitudes autônomas.
II – o professor que sempre está presente e disponível para ajudar seus alunos e que leva em consideração não só o ensino, mas o estado emocional deles, se preocupando com os mesmos, estará propiciando que os alunos se sintam capazes de construir um sistema emocional e consigam lidar com sentimentos difíceis.
III – as crianças devem se sentir pertencentes à sala de aula, pois esta não pertence apenas ao professor, caso assim seja, pode ser chamada de uma classe moral.
( ) Por intermédio da relação com o brinquedo, a criança desenvolve a afetividade, a criatividade, a capacidade de raciocínio, a estruturação de situações, o entendimento do mundo.
( ) Mesmo bem aplicada e compreendida, a educação lúdica não poderá contribuir para a melhoria do ensino, quer na qualificação ou formação crítica do educando, quer para redefinir valores e para melhorar o relacionamento das pessoas na sociedade.
( ) Brincando, o sujeito aumenta sua independência, estimula sua sensibilidade visual e auditiva, valoriza sua cultura popular, desenvolve habilidades motoras, exercita sua imaginação, sua criatividade.
( ) No jogo a criança socializa-se, interage, reequilibra-se, recicla suas emoções, sua necessidade de conhecer e reinventar e, assim, constrói seus conhecimentos