Questões de Concurso
Sobre terapia nutricional, enteral e parenteral em nutrição
Foram encontradas 1.386 questões
A um paciente internado em uma unidade clínica hospitalar, acamado há três meses, foi oferecida uma fórmula composta de 45% de carboidrato (53% maltodextrina, 35% sacarose, 12% lactose); 30% de proteína (80% concentrado do soro do leite, 15% arginina), e 25% de lipídios (56% óleo de canola, 44% óleo de girassol).
Essa dieta é classificada como
A terapia de Nutrição Parenteral (NP) consiste na administração em veia central ou periférica, por meio de cateteres apropriados, de solução estéril contendo aminoácidos, glicose, triglicérides, minerais, vitaminas e oligoelementos, com finalidade de atender necessidades energéticas, proteicas e minerais de pacientes que não têm condições clínicas de utilizar seu trato digestório total ou parcialmente de forma adequada de necessidades nutricionais. A NP pode ser ministrada de duas formas em relação aos macronutrientes: aminoácidos e glicose (solução 2 em 1) e aminoácidos, glicose e lipídeos (solução 3 em 1). Quanto às vantagens do uso de NP do tipo 3 em 1, analisar os itens abaixo:
I. Exigem maior manipulação para serem preparadas.
II. Possuem tripla fonte de energia.
III. Possuem todos os nutrientes necessários para o paciente.
Está(ão) CORRETO(S):
(1) Sonda Nasogástrica (SNG). (2) Sonda Nasojejunal (SNJ). (3) Gastrostomia.
( ) Os pacientes que não toleram alimentações gástricas e necessitam de terapia nutricional enteral por um prazo relativamente curto vão se beneficiar desse tipo de via. Esse tipo de sonda pode ser colocada com orientação endoscópica ou fluoroscópica, usando um sistema de orientação por computador, ou intraoperatoriamente, como parte de um procedimento cirúrgico.
( ) Quando a nutrição enteral é necessária acima de três semanas, uma sonda de alimentação por esse tipo de via pode ser colocada cirurgicamente ou endoscopicamente e deve ser considerada para o conforto geral do paciente, a fim de minimizar a irritação nasal ou do trato gastrintestinal (TGI) superior.
( ) Essa via é adequada apenas para os pacientes que requerem NE de curto prazo (não mais do que quatro semanas). A alimentação por essa via é fornecida pela administração de bolus ou através de infusões intermitentes ou contínuas. Os pacientes com função gastrointestinal normal são alimentados frequentemente por essa rota, que tira proveito dos processos digestivos, hormonais e bactericidas normais que ocorrem no estômago.
I. A nutrição enteral consiste em alimentos para fins especiais, com ingestão controlada de nutrientes, na forma isolada ou combinada, de composição química definida ou estimada, especialmente elaborada para uso por sondas ou via oral, industrializadas ou não, utilizado exclusiva ou parcialmente para substituir ou complementar a alimentação oral em pacientes desnutridos ou não, conforme suas necessidades nutricionais, em regime hospitalar, ambulatorial ou domiciliar, visando à síntese ou manutenção dos tecidos, órgãos ou sistemas.
II. As complicações da nutrição enteral podem ser mecânicas, gastrointestinais e metabólicas. As mecânicas ocorrem basicamente devido ao posicionamento inadequado da sonda. As gastrointestinais devem-se à osmolaridade e à velocidade de infusão da dieta, e as metabólicas geralmente são causadas pelo uso de fórmulas inadequadas às necessidades específicas do paciente e/ou modo de infusão inapropriado.
III. A nutrição parenteral é definida como uma solução ou emulsão, composta basicamente de carboidratos, aminoácidos, lipídios, vitaminas e minerais, estéril e apirogênica, acondicionada em recipiente de vidro ou plástico, destinada à administração intravenosa em pacientes desnutridos ou não, em regime hospitalar, ambulatorial ou domiciliar, visando à síntese ou manutenção dos tecidos, órgãos ou sistemas.
IV. A nutrição enteral é indicada quando o trato gastrointestinal está comprometido por doença ou tratamento ou a via parenteral for insuficiente para suprir as necessidades nutricionais.
( ) O armazenamento de fórmulas infantis deve ser realizado em temperaturas entre 0°C e 4°C, num período máximo de 12 horas para formulações não autoclavadas. ( ) As dietas enterais industrializadas em pó, após a diluição, assim como as dietas enterais industrializadas líquidas, deverão ser mantidas sob refrigeração de 2°C a 8°C, por no máximo 24 horas. ( ) O armazenamento de fórmulas infantis deve ser realizado em temperaturas entre 0°C e 4°C, num período máximo de 24 horas para formulações autoclavadas. ( ) O porcionamento do leite humano ordenhado cru, deverá ser feito em bancada exclusiva e/ou em horários distintos da manipulação de outros produtos.
COLUNA I
1. Complicações mecânicas 2. Complicações metabólicas 3. Complicações respiratórias 4. Complicações psicológicas
COLUNA II
( ) Síndrome de Mendelson ( ) Falta de estímulo ao paladar ( ) Alterações da função hepática ( ) Ruptura das varizes esofágicas
Assinale a sequência correta
I. Os nutrientes que mais afetam a osmolalidade de uma solução são as proteínas, que apresentam efeito osmótico maior que os carboidratos e os lipídeos. O estômago tolera dietas com osmolaridade mais elevada; porções mais distais do trato gastrointestinal já respondem melhor às formulações isosmolares.
II. No posicionamento pós-pilórico, se o método escolhido para a infusão de dieta for a intermitente, o volume a ser infundido não poderá ser muito elevado, variando entre 200 e 300 mL em cada horário, embora existam casos de tolerância de até 500 mL/horário.
III. No posicionamento pós-pilórico, a técnica de gotejamento costuma ser a mais indicada se comparada com a em bolus, pela primeira ser associada a menor número de intercorrências digestivas (distenção abdominal, náuseas, vômitos e diarreias).
Está correto o que se afirma em