Questões de Concurso
Sobre dietoterapia em nutrição
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170 cm. Ele desenvolveu doença de refluxo gastroesofágico e
procura tratamento.
I Pode-se dizer que a obesidade do paciente é resultado de um balanço energético positivo.
II Sem a medida de circunferência da cintura, determinada pelo ponto médio entre a crista ilíaca e a última costela, não é possível investigar se o paciente apresenta acúmulo de gordura do tipo visceral.
III De acordo com o índice de massa corporal, o paciente apresenta obesidade grau III, também conhecida por obesidade mórbida e atende ao critério básico de indicação de cirurgia bariátrica.
IV Caso o perfil bioquímico e a pressão arterial do paciente estejam adequados, a obesidade apresentada por ele não estará associada a risco cardiovascular.
V Provavelmente o paciente apresenta níveis reduzidos de grelina, hormônio produzido no estômago e que possui efeito anorexígeno.
A quantidade de itens certos é igual a
170 cm. Ele desenvolveu doença de refluxo gastroesofágico e
procura tratamento.
Com relação a essa doença ou ao seu tratamento clínico, assinale a opção correta.
I Os aminoácidos sulfurados aumentam o estado antioxidante por meio da diminuição da concentração de ceruloplasmina, um potente promotor de reações oxidantes.
II A arginina provoca aumento do número de células T auxiliares, pela diminuição dos níveis de hormônio de crescimento.
III Ácidos graxos ômega-3 possuem ação anti-inflamatória, que ajuda a reverter a imunossupressão por meio da inibição de eicosanoides.
IV Administrar misturas de imunonutrientes é inadequado, uma vez que as propriedades estabelecidas referem-se a cada substância isoladamente.
V A glutamina estimula a síntese de glutationa, uma proteína antioxidante, a qual se encontra diminuída em várias situações de trauma.
Estão certos apenas os itens

Acerca desse procedimento, assinale a opção correta.
I A cirrose hepática alcoólica provoca nos pacientes medidas antropométricas anormais (desgaste muscular e diminuição das reservas energéticas) e anergia a antígenos comuns em testes cutâneos. Entretanto, esses efeitos não são visíveis na cirrose hepática não alcoólica.
II Tanto a lesão hepática aguda alcoólica quanto a não alcoólica provocam hipoglicemia de jejum. Isso tem sido atribuído à depleção das reservas hepáticas de glicogênio e a um bloqueio da gliconeogênese a partir de aminoácidos.
III Na lesão hepática crônica provocada pela cirrose, como os depósitos de glicogênio estão aumentados, há a diminuição da oxidação de ácidos graxos. Isso fica visível quando é realizada a calorimetria indireta, pois pacientes cirróticos estáveis apresentam um quociente respiratório significativamente mais alto que controles normais.
IV A tolerância à glicose frequentemente está anormal em pacientes cirróticos e tem sido associada com a resistência à insulina. Os altos níveis de insulina de jejum e pós- prandial nesses pacientes podem estar relacionados a fatores como derivação portossistêmica, maiores níveis de hormônio de crescimento e depleção dos depósitos corporais de potássio.
V Em alcoólicos crônicos com excesso de ferro plasmático, ou em pacientes com alteração no metabolismo desse mineral (hemocromatose), o dano hepático pode ser reduzido com o uso da flebotomia, não havendo indicação da redução do consumo de ferro alimentar.
Estão certos apenas os itens
Considerando essa situação e sabendo que o parecer nutricional faz parte do protocolo de assistência ao paciente cirúrgico, assinale a opção correta.
aumentado durante as últimas décadas, provavelmente
influenciado pela maior exposição dos indivíduos aos alérgeno
alimentares. A terapia nutricional recomendada é a exclusão do
alimentos que contêm o componente alergênico. No Brasil, a
oferta de produtos denominados hipoalergênicos é precária e o
produtos disponíveis são, praticamente, fórmulas que contêm
proteínas do soro do leite ou caseína hidrolisada
enzimaticamente.
M. T. S. Martins e M. A. M. Galeazzi. Alergia alimentar
considerações sobre o uso de proteínas modificadas enzimaticamente
In: Revista Cadernos de Debate, p. 89-110, 1996. (com adaptações).
aumentado durante as últimas décadas, provavelmente
influenciado pela maior exposição dos indivíduos aos alérgeno
alimentares. A terapia nutricional recomendada é a exclusão do
alimentos que contêm o componente alergênico. No Brasil, a
oferta de produtos denominados hipoalergênicos é precária e o
produtos disponíveis são, praticamente, fórmulas que contêm
proteínas do soro do leite ou caseína hidrolisada
enzimaticamente.
M. T. S. Martins e M. A. M. Galeazzi. Alergia alimentar
considerações sobre o uso de proteínas modificadas enzimaticamente
In: Revista Cadernos de Debate, p. 89-110, 1996. (com adaptações).
origem animal, nas formas de retinol, retinil, retinal e ácido retinóico.
Os vegetais fornecem provitaminas A, como o a e o β-caroteno e a
β-criptoxantina, que podem ser biologicamente transformadas em
vitamina A em organismos animais. O mais ativo dos carotenóides
provitamínicos A é o β-caroteno, sendo também o mais distribuído em
alimentos. Além disso, o consumo regular de alimentos-fonte de
substâncias fitoquímicas tem sido recomendado em função de
componentes antioxidantes, os quais podem produzir ação protetora
efetiva contra processos oxidativos que naturalmente ocorrem no
organismo.
F. M. Campos e G. P. Rosado. Novos fatores de conversão de
carotenóides provitamínicos A. In: Ciência e Tecnologia
de Alimentos, Campinas, p. 571-578, 2005.
origem animal, nas formas de retinol, retinil, retinal e ácido retinóico.
Os vegetais fornecem provitaminas A, como o a e o β-caroteno e a
β-criptoxantina, que podem ser biologicamente transformadas em
vitamina A em organismos animais. O mais ativo dos carotenóides
provitamínicos A é o β-caroteno, sendo também o mais distribuído em
alimentos. Além disso, o consumo regular de alimentos-fonte de
substâncias fitoquímicas tem sido recomendado em função de
componentes antioxidantes, os quais podem produzir ação protetora
efetiva contra processos oxidativos que naturalmente ocorrem no
organismo.
F. M. Campos e G. P. Rosado. Novos fatores de conversão de
carotenóides provitamínicos A. In: Ciência e Tecnologia
de Alimentos, Campinas, p. 571-578, 2005.
I Os carotenoides são hidrocarbonetos poliênicos com variados graus de insaturação. Por isso são sensíveis à luz e às reações oxidativas, entre outros fatores.
II Os carotenóides precursores de vitamina A, como a e o β-caroteno e a β-criptoxantina, parecem não apresentar ação protetora contra o câncer.
III A bioconversão é a proporção biodisponível de carotenoides convertidos a retinol. A bioeficácia é a eficiência com que os carotenoides ingeridos são absorvidos e convertidos em retinol.
IV O tipo de carotenoide, a quantidade consumida em uma refeição, a matriz na qual os carotenoides são incorporados e sua absorção e bioconversão são fatores que influenciam sua biodisponibilidade.
V A isomerização dos trans-carotenoides, proveniente da cocção de hortaliças, não influencia sua biodisponibilidade. Isto porque a biodisponibilidade não está relacionada com a intensidade do tratamento térmico.
Estão certos apenas os itens