Questões de Concurso
Sobre dietoterapia em nutrição
Foram encontradas 6.213 questões
Quanto à ingestão proteica em situações de doença renal crônica, julgue o item seguinte.
No tratamento conservador, com taxa de filtração glomerular
abaixo de 30 mL/min e uso de cetoácidos, a ingestão proteica
deverá ser de 0,3 g/kg/dia.
Quanto à ingestão proteica em situações de doença renal crônica, julgue o item seguinte.
Para pacientes submetidos a hemodiálise, recomenda-se
ingestão proteica de 1,8 g/kg/dia, com, pelo menos, 50% de
proteína de alto valor biológico.
Quanto à ingestão proteica em situações de doença renal crônica, julgue o item seguinte.
Em pacientes com nefropatia diabética e rápida redução da
taxa de filtração glomerular, uma dieta restrita em proteínas
reduz a proteinúria e a pressão intraglomerular, o que retarda
a progressão da perda de função renal.
Estudos nacionais da prevalência de anemia em gestantes e puérperas apresentaram valores elevados, chegando a 50%, que aumentam com o avançar da gestação.
Dietas hiperproteicas promovem aumento na reabsorção tubular da droga, reduzindo sua excreção renal.
Na desnutrição ou doença hepática, em que a albumina sérica está diminuída, os níveis séricos da droga elevam-se, potencializando sua ação farmacológica.
Beta-glicanos e quitosanas caracterizam-se como pré-bióticos, ou seja, são fermentáveis pelas bactérias benéficas do cólon humano.
A deficiência de ácido graxo ômega 3 pode ser observada clinicamente e associa-se a aterosclerose, fragilidade arteriolar e isquemias hemorrágicas.
Em casos de anemia por deficiência de ferro, o nível de ferro sérico não reflete a situação do estoque de ferro no organismo.
1. Líquida restrita ou líquida de prova. 2. Líquida completa. 3. Semilíquida ou líquida pastosa. 4. Pastosa. 5. Branda. 6. Normal.
A. Dieta com todos os constituintes nutricionais para pacientes cuja condição clínica já não dependa de modificações dietéticas, mantendo apenas o controle de volume e balanceamento nutricional.
B. Dieta com sua apresentação natural e de mais fácil digestão, pela restrição de fibras e gorduras das preparações.
C. Dieta com alimentos que exijam o mínimo de mastigação e sejam de fácil trânsito e digestibilidade.
D. Dieta com alimentos que não necessitem de mastigação e sejam facilmente deglutidos e de fácil digestibilidade, serve de transição para dietas de maior consistência.
E. Dieta com alimentos fluidos, evitando sobrecarga de volume e consistência e estímulos antes da adaptação completa das anastomoses. F. Dieta com alimentos fluidos, facilmente absorvidos, com mínimo de estímulo, praticamente não deixando resíduos no trato gastrintestinal.
Em pacientes com esse nível de insuficiência cardíaca, a dispneia em repouso passa a ser fator limitante da ingestão alimentar e a desnutrição é resultado da atividade imunológica, associada ao aumento de citocinas pró-inflamatórias.