Questões de Concurso Sobre música
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Na linguagem específica de música, a partitura pode ser definida como:
O Ayre ou canção é o terceiro tipo de madrigal:
Considerando t – tom e st – semitom, analise a sequência, abaixo:
I t II st III t IV t V t VI t VII st VIII
Pela leitura, temos uma composição de:
Para responder às questões 29, 30, 31 e 32, considere a partitura, a seguir:
Qual o valor total de pausas do 4º compasso?
Para responder às questões 29, 30, 31 e 32, considere a partitura, a seguir:
As pausas apresentadas no terceiro compasso são classificadas como de:
Para responder às questões 29, 30, 31 e 32, considere a partitura, a seguir:
Há no segundo e quarto compasso duas notas que apresentam sustenido, como acidente musical, elas são, respectivamente:
Definimos Andamento Musical como:
A forma de uma música é o esquema na qual ela pode ser dividida, e organizada. É a estrutura total da música, sob a qual agrupamos ideias semelhantes, e dividimos seções diferentes. Toda composição musical parte de pequenas ideias que podem ser repetidas, desenvolvidas ou abandonadas em função de outra ideia. Ou seja, podemos classificar os gestos musicais como _____ de um gesto anterior, ______ de algum gesto anterior, ou _____ em relação ao gesto anterior.
Os elementos que podem completar as lacunas são:
C Eb G Bb são notas que compõe o seguinte acorde:
Sobre a inversão de intervalos, podemos afirmar que:
I - Todo intervalo de segunda invertido dá um intervalo de sétima. E vice-versa.
II - Todo intervalo de terça invertido dá um intervalo de sexta. E vice-versa.
III - Todo intervalo de quarta invertido dá um intervalo de quinta. E vice-versa.
Está correto o que se afirma em:
Com relação aos intervalos na Escala Cromática, é correto afirmar que:
Em um intervalo de sexta menor temos:
Em um intervalo de sexta maior temos:
Indica-se o Dó Central como:
De acordo com Sloboda, para que haja um ensino de instrumento efetivo, é necessário que o ambiente de aprendizagem seja direcionado à aquisição das habilidades necessárias à performance. Bastien confronta essa ideia, ao afirmar que existem quatro características principais necessárias à personalidade de um professor de instrumento de sucesso em seu ensino: ser agradável; ser entusiástico; ser encorajador; e ser paciente. Bastien afirma, ainda, que um professor bem-sucedido é, usualmente, uma pessoa positiva, que sente satisfação ao trabalhar com pessoas de idades variadas e que isso vem a ser, com frequência, um importante fator na escolha do ensino como profissão. Dessa forma, ambas as visões de ensino são conflitantes, pois só será possível o professor atuar na docência de forma integral se os fatores sociais e a motivação estiverem em dissonância com relação às atividades relacionadas à aquisição de habilidades, como aspectos expressivos e habilidades técnicas.
A exploração dos sons provenientes de instrumentos cotidiáfonos pode constituir-se em um recurso muito útil ao professor de música, além de fomentar o aprendizado dos alunos para a ludicidade. Para Akoschky, essa exploração pode resultar em respostas criativas dos alunos para as práticas musicais. Além disso, por meio desses objetos cotidianos, é possível que o professor proporcione uma rica experiência de exploração sonora e aborde uma série de conteúdos musicais em sala de aula, como timbre, altura, duração, ritmo, criação musical, entre outros.
O desenvolvimento das aulas de instrumento de forma coletiva deve seguir os mesmos procedimentos das aulas individuais: primeiramente, um aquecimento vocal/instrumental; em seguida, a leitura e a condução do repertório a ser trabalhado. A diferença reside no tempo dedicado a cada aluno; enquanto no ensino individual a aula é toda voltada para um aluno, no ensino coletivo, apesar de os alunos estarem juntos na mesma sala, o professor deve dividir a aula em momentos de atenção individual. Em muitos casos, para não comprometer a interpretação de quem está executando, o aluno deve aguardar seu momento em silêncio ou mentalizar seu próprio repertório.
O ensino coletivo de instrumentos tem sido desenvolvido nas escolas de música com vistas à prática coletiva com alunos de diferentes níveis de aprendizagem instrumental. Para tanto, diversos educadores sobre essa temática, como Montandon, Cruvinel e Tourinho, abordam a importância de o professor trabalhar somente a composição coletiva com os alunos, sendo essa a única alternativa para a geração de repertório em aulas coletivas.
Edgar Willems foi um educador musical húngaro que discutiu a educação musical no início do século XX. Seu método caracterizava-se por ser essencialmente vocal e permitir o contato direto da criança com os elementos fundamentais da música, voltado, principalmente, para o repertório folclórico. Uma premissa fundamental de Willems é que a música e o canto deviam ser ensinados de forma a proporcionar experiências prazerosas, e não como um exercício rotineiro e maçante. Dentro do seu método, destaca-se a manossolfa, muito utilizada em aulas de solfejo e percepção musical auditiva.