Questões de Concurso Sobre veterinária
Foram encontradas 21.606 questões
A avaliação do comportamento social canino pode ser realizada por meio de escalas que consideram níveis de dominância e submissão, observando sinais de linguagem corporal, interação social e respostas emocionais. Com base na Escala de Dominância/Submissão Canina, relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando os níveis às respectivas características do comportamento canino.
Coluna 1
1. Altamente submisso.
2. Submisso.
3. Equilibrado.
4. Dominante.
5. Altamente dominante.
Coluna 2
( ) Apresenta postura relaxada e adaptável, com capacidade de alternar sinais de dominância e submissão conforme o contexto social, demonstrando boa leitura de sinais e interação recíproca.
( ) Demonstra postura extremamente baixa, evita contato visual, pode expor a região ventral e apresentar micção diante de estímulos sociais. Pode parecer ansioso ou medroso em muitas interações sociais.
( ) Exibe comportamento assertivo, com tendência a iniciar interações e controlar recursos, mantendo postura confiante e contato visual direto.
( ) Caracteriza-se por postura rígida e elevada, com forte controle sobre recursos e interações, podendo apresentar sinais intimidatórios e baixa tolerância a desafios.
( ) Apresenta tendência a evitar conflitos, cedendo espaço e recursos, com sinais moderados de apaziguamento e respeito hierárquico. Comum em cães mais jovens ou ao interagir com indivíduos claramente mais confiantes.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
A respeito do processo de formação de dupla usuário e cão-guia, relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando os tipos de caminhada às suas respectivas descrições.
Coluna 1
1. Domiciliar.
2. Com guia auxiliar.
3. Solo.
4. Semi-solo.
5. Assistida.
Coluna 2
( ) O instrutor orienta o usuário a respeito dos comandos que deve empregar.
( ) O usuário demonstra mais autonomia, e o cão-guia atende melhor o novo condutor.
( ) O usuário retorna para sua rotina diária com o cão-guia.
( ) O usuário tem total autonomia, mobilidade e condução do cão-guia.
( ) O instrutor direciona o trabalho e garante a segurança do trabalho da dupla.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
O desempenho de um cão-guia depende de um conjunto de características físicas, comportamentais e temperamentais compatíveis com as exigências da função. Nesse contexto, a avaliação do temperamento é fundamental para a seleção e a formação desses animais. Sobre o tema, relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando os conceitos às suas respectivas descrições.
Coluna 1
1. Desconfiança.
2. Medo.
3. Ansiedade.
4. Vontade de servir.
5. Dominância.
Coluna 2
( ) Estado emocional que pode gerar respostas de deslocamento, como coçar-se, sacudir-se ou redirecionar a atenção para estímulos irrelevantes, geralmente associado a conflito ou excitação.
( ) Padrão comportamental associado à disputa e a controle de recursos, bem como à organização social entre indivíduos, podendo influenciar interações intraespecíficas.
( ) Estado emocional desencadeado por um estímulo específico percebido como ameaçador, levando a respostas comportamentais como esquiva, fuga, imobilidade ou defesa, com intensidade proporcional à percepção de risco.
( ) Predisposição comportamental de base genética, associada a iniciativa, proatividade e prontidão para cooperar com o condutor durante o trabalho.
( ) Receio ou suspeita direcionada a estímulos não ameaçadores, frequentemente relacionada à falta de socialização ou experiências prévias, podendo manifestar-se de forma inibitória ou defensiva.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
( ) O inóculo bacteriano deve ser padronizado utilizando-se a escala 0,5 de McFarland, o que equivale a aproximadamente 1,5x108 UFC/mL. Um inóculo muito denso (acima de 0,5) pode resultar em halos falsamente reduzidos, levando a uma interpretação errônea de resistência.
( ) Os resultados de sensibilidade in vitro garantem o sucesso terapêutico in vivo, uma vez que as condições de difusão do fármaco no ágar mimetizam perfeitamente a farmacocinética e a farmacodinâmica do antimicrobiano nos diferentes tecidos do paciente animal.
( ) A semeadura do inóculo no ágar Mueller-Hinton deve ser realizada pela técnica de esgotamento por estrias com alça de platina, garantindo que as colônias cresçam isoladamente para facilitar a medição dos halos de inibição ao redor dos discos.
( ) Para a realização do teste, utilizam-se discos de papel filtro impregnados com concentrações específicas de antimicrobianos. Após a aplicação, o fármaco difunde-se radialmente pelo meio. Após a incubação, mede-se o diâmetro total do halo (incluindo o disco), comparando o valor em milímetros com tabelas de pontos de corte específicas para a espécie bacteriana.
( ) O ágar Mueller-Hinton é o meio padrão por possuir alta concentração de timina e timidina, além de cátions divalentes em excesso, o que favorece o crescimento de bactérias fastidiosas e aumenta a atividade de sulfonamidas e tetraciclinas.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
( ) O ressortimento é um processo genético que ocorre exclusivamente em vírus com genoma segmentado, como o vírus influenza, e envolve a troca de segmentos inteiros de material genético entre diferentes cepas virais que coinfectam a mesma célula. nucleico, enquanto, em vírus de RNA, um mecanismo comum é o de copy-choice, no qual a polimerase viral troca de molde durante a replicação, resultando em um genoma híbrido estável.
( ) A recombinação viral em vírus de DNA geralmente ocorre por quebra e religação de fitas de ácido.
( ) A complementação é uma interação genética na qual um vírus defectivo adquire a capacidade de replicação completa ao ter seu genoma alterado por um vírus auxiliar que fornece os genes ausentes, resultando em uma progênie de vírus defectivos com genoma modificado.
( ) A mistura fenotípica é um fenômeno que resulta em alterações permanentes no genoma viral, conferindo à progênie características herdáveis de tropismo e antigenicidade de ambos os vírus parentais que coinfectaram a célula.
( ) A poliploidia viral refere-se à presença de mais de uma cópia completa do genoma viral dentro de uma única partícula viral, sendo um evento comum em retrovírus, que são naturalmente diploides, ou em paramixovírus, que podem empacotar múltiplos nucleocapsídeos.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Em relação à estrutura e à composição viral, analise as assertivas a seguir e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Vírus são estruturas metaestáveis, as quais são resistentes no meio extracelular e capazes de se desintegrar para liberar o genoma ao penetrarem no meio intracelular.
( ) Os genomas virais são invariavelmente haploides, podendo ser constituídos de RNA ou DNA.
( ) Em um vírus de genoma RNA com polaridade negativa, a carga elétrica do RNA permite que ele se ligue mais facilmente com moléculas positivas que o auxiliam na replicação viral.
( ) O capsídeo viral é uma camada proteica que recobre externamente o genoma; em vírus não envelopados, as proteínas do capsídeo são frequentemente alvo da ação de anticorpos neutralizantes.
( ) A simetria helicoidal, encontrada em vírus como o da raiva, é resultado da ligação de múltiplas cópias de uma mesma proteína, resultando em uma estrutura espiralada alongada, que pode ser flexível ou relativamente rígida.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: