Questões de Concurso
Sobre hipóteses diagnósticas em patologia
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A hipótese diagnóstica mais provável para o quadro e o tratamento de primeira escolha são:
· Tempo de exposição ácida: 2,8%.
· Número total de episódios de refluxo: 42.
· Índice de sintomas: 75%.
· Probabilidade de associação de sintomas: 99%.
O diagnóstico e a conduta mais adequados são:
O elemento da anamnese mais importante para diferenciar claudicação arterial de pseudoclaudicação neurogênica é
Em relação a essa suspeita diagnóstica, é correto afirmar que
Ao exame, nota-se hipoplasia das clavículas, acro-osteólise das falanges distais da mão e mento pequeno. Não há anemia.
Esse quadro clínico e radiográfico é mais compatível com o diagnóstico de
Nega: dor testicular; febre; trauma escrotal; disúria; hematúria; perda ponderal.
Exame Físico: PA: 120/76 mmHg; FC: 72 bpm; Temperatura: 36,5°C
Exame genital: massa endurecida intratesticular direita; lesão não dolorosa; testículo esquerdo normal.
Ultrassonografia Escrotal: lesão sólida intratesticular direita de 2,8 cm; hipoecoica; hipervascularizada ao Doppler.
Marcadores Tumorais: AFP: normal; β-HCG: discretamente elevado; LDH: elevado.
Tomografia de tórax, abdome e pelve: ausência de metástases; ausência de linfonodomegalias retroperitoneais.
A melhor conduta inicial é
Antecedentes: diabetes Mellitus tipo 2; hipertensão arterial sistêmica; transplante renal há 4 anos.
Imunossupressão: tacrolimo; micofenolato mofetil; prednisona.
Exame físico: PA: 152/94 mmHg; FC: 82 bpm; Temperatura: 36,6 °C.
Exames laboratoriais: creatinina basal: 1,4 mg/dL; creatinina atual: 2,8 mg/dL; ureia: 78 mg/dL
EAS: sem piuria; sem bacteriúria.
Ultrassonografia Doppler: sem hidronefrose; fluxo arterial preservado.
Biópsia do enxerto: fibrose intersticial extensa; atrofia tubular; vasculopatia crônica do enxerto.
O diagnóstico mais provável é
A paciente trouxe alguns exames, já realizados, de avaliação de função renal, que estava normal e de dosagem de eletrólitos, no qual apenas o potássio estava um pouco abaixo do limite mínimo dos valores normais. A ultrassonografia de abdome total, complementada com a ressonância magnética de abdome e pelve, demonstrou rim direito menor sem causa aparente, sendo questionada a possibilidade de anomalia urológica. A impressão diagnóstica inicial é de
O diagnóstico mais provável é
O diagnóstico mais provável é
O diagnóstico mais provável é
O diagnóstico mais provável é
Ao exame: emagrecida, com dor, vermelhidão e aumento das articulações de ambos os joelhos e tornozelos. É notada a presença de linfadenomegalia e esplenomegalia. O fator antinuclear é negativo.
Avaliando-se essas informações, a principal hipótese diagnóstica é
Ao exame: orientado, consciente, ascite volumosa, circulação colateral discreta, baço a 5 cm do rebordo costal esquerdo. Pressão arterial normal. Laboratório: Hemoglobina 12,4 g/dL; Plaquetas: 82.000/mm³; aspartato aminotransferase (AST) 76 U/L; alanina aminotransferase (ALT) 62 U/L; gama glutamiltransferase (GGT) 38 U/L; Bilirrubina total 1,5 mg/dL; Albumina 3,1 g/dL; INR 1,4. Paracentese - amostra: gradiente soro-ascite de albumina (SAAG) 1,7 g/dL; proteína no líquido ascítico 2,8 g/dL.
Ultrassonografia abdominal com doppler: hipertensão portal; esplenomegalia; fluxo portal preservado; fígado discretamente heterogêneo, sem sinais típicos de cirrose.
Para diferenciar DW da esquistossomose hepatoesplênica, assinale a afirmativa com melhor correlação entre os dados do caso, hipótese e eventual conduta.