Questões de Concurso
Comentadas sobre urologia em medicina
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Qual a classificação desse trauma pela AAST e a conduta inicial?
O tratamento medicamentoso adequado para esse paciente, associado à medidas nutricionais e hídricas, deve ser com:
De acordo com a classificação TNM para carcinomas de células renais, o estadiamento patológico desse paciente é:
Essas veias gonadais se inserem habitualmente
Homem, 68 anos, há poucos meses com urgência miccional, polaciúria, nictúria, hesitação miccional, jato urinário fraco e sensação de esvaziamento incompleto. Na Escala IPSS (Escore Internacional de Sintomas Prostáticos), faz 18 pontos. PSA 2,3 ng/mL e USG de próstata mostram um volume prostático de 45 cm³.
Qual o tratamento inicial indicado para esse paciente, além de orientações comportamentais?
Homem, 32 anos, vítima de atropelamento por automóvel há 20 minutos, trazido pelo resgate em prancha rígida e com colar cervical. Queixas de dor abdominal e pélvica. PA 90 x 60, FC 120 bpm, FR 22 ipm e SatO2 93%. FAST negativo e pelve instável. Pupilas isocóricas e fotorreagentes, escala de coma de Glasgow AO 4 RV 5 RM 6. Hematoma perineal e uretrorragia. Uretrografia com extravasamento de contraste caracterizando lesão traumática de uretra.
A lesão, provavelmente, ocorreu em qual segmento uretral?
Homem, 68 anos, apresentou elevação de PSA em exame de rotina. Nega comorbidades e cirurgias prévias. Toque retal próstata de 50 g, com nódulo sólido de 2 cm comprometendo lobos direito e esquerdo. Submetido a biópsia de próstata, cujo diagnóstico foi adenocarcinoma usual de próstata, ISUP 3, com 14 fragmentos comprometidos de 18, invasão microvascular e perineural presente. PSA 11,2 ng/mL.
A conduta neste momento é:
Homem, 72 anos, hipertenso, sem cirurgias prévias. Indicada ressecção transuretral da próstata devido a hiperplasia da próstata sintomática. Ultrassonografia com próstata de 70 g. Paciente sob sedação leve e raquianestesia. Após 1 hora de ressecção utilizando eletrodo monopolar, o paciente ficou agitado e confuso. PA 170 x 100 mmHg, FC 51 bpm, SatO2 96%.
O provável diagnóstico e o distúrbio metabólico esperado são:
Mulher, 42 anos, sem comorbidades. Sangramento genital há 3 meses, evoluindo com perda urinária insensível há 1 mês com necessidade de uso de 4 fraldas por dia. Chega ao pronto-socorro em regular estado geral e confusa. Ao exame físico: descorada, fralda está com sangue e coágulos, sem urina. Exames laboratoriais: Hb 10,8 g/dL, Cr 5,6 mg/dL, ureia 138 mg/dL, K 6,2 mmol/mL, Na 124 mmol/mL, Bic 13 mmol/mL. Tomografia computadorizada de abdome com uretero-hidronefrose bilateral até o nível do ureter distal, massa pélvica centrada em colo uterino de 8 cm com invasão de bexiga, ureteres e vagina. Após estabilização clínica e correção dos distúrbios metabólicos, a equipe de urologia foi acionada.
A conduta urológica para esta paciente é:
No Brasil, em 2021, ocorreram 16.300 óbitos em decorrência do tumor da próstata, segundo dados do Datasus. O câncer de próstata é um tumor maligno, de causa multifatorial, que ocorre a partir dos 65 anos, na maioria dos casos. Sobre o tema, é INCORRETO afirmar que:
A presença de uma fístula vesicovaginal pode ser confirmada instilando um corante azul vital na bexiga por uretra e observando se a drenagem vaginal está descolorida. Desta forma, fístulas pequenas ou ocultas podem ser identificadas. De acordo com Gannon (1990), a vagina pode ser embalada com gaze (teste de três cotonetes) ou inspecionada diretamente para ver se há vazamento tingido de azul.
Neste contexto, no exame físico de paciente com fístula vesicovaginal,