Questões de Concurso
Sobre saúde do adulto na atenção básica em medicina
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Paciente do sexo masculino, 58 anos, com cirrose hepática, acompanhado na Atenção Primária à Saúde (APS), com antecedente de hemorragia digestiva alta por varizes esofágicas, tratado com shunt portossistêmico intra-hepático transjugular (TIPS) há cerca de duas semanas. Em consulta de seguimento, a esposa refere que o paciente passou a apresentar sonolência diurna, inversão do ciclo sono-vigília, dificuldade de concentração e episódios de desorientação temporal. Ao exame físico, observa-se asterixis. Considerando o contexto clínico e o papel da APS no acompanhamento desse paciente, são complicações mais provavelmente relacionadas ao procedimento realizado:
I. Sepse associada ao shunt portossistêmico.
II. Encefalopatia hepática.
III. Trombose de veia cava inferior.
IV. Peritonite bacteriana espontânea.
Quais estão corretas?
De acordo com a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem (PNAISH) e a Abordagem Primária à Saúde (APS) e conforme a recomendação formal do Ministério da Saúde/INCA, qual deve ser a resposta mais adequada?
Qual a conduta mais adequada no contexto de APS, considerando o tempo de evolução e a ausência de sinais de alarme?
Considerando as recomendações atuais para manejo inicial do diabetes tipo 2 na Atenção Primária à Saúde (APS), qual é a conduta mais apropriada?
● Pai (68 anos): hipertenso há 15 anos, diabético tipo 2, insuficiência renal leve, faz uso diário de hidroclorotiazida, metformina, estatina e AAS; apresenta PA de 155/100 mmHg; relata esquecimento frequente da medicação e sintomas leves de hipotensão ocasional.
● Mãe (65 anos): hipertensa controlada com IECA, PA 140/80 mmHg, mas com histórico de tosse persistente e artrite, usando analgésicos esporadicamente.
● Filho (35 anos): saudável, mas envolvido no cuidado da família.
Durante visitas domiciliares, a equipe identifica:
● Uso simultâneo de múltiplos medicamentos (polifarmácia) com risco de interações e eventos adversos;
● Dificuldade da família em organizar horários e adesão às medicações;
●Necessidade de orientação sobre riscos, monitoramento e ajuste terapêutico, integrando MCCP, EPS e coordenação multiprofissional.
Considerando diretrizes atuais de tratamento da HAS, MCCP, abordagem familiar, EPS e polifarmácia na APS, qual deverá ser a conduta mais adequada para esta família?
Durante visitas domiciliares, a equipe observa:
● Mãe (36 anos): tosse persistente há 2 semanas, febre baixa e cansaço;
● Filho adolescente (15 anos): febre, dor de cabeça e manchas vermelhas pelo corpo;
● Filha (10 anos): febre leve e dor muscular;
● Avó (65 anos): hipertensa, com histórico prévio de tuberculose tratada;
● Condições ambientais: água parada, lixo próximo às casas, risco de proliferação de roedores e mosquitos Aedes aegypti;
● Família: pouco conhecimento sobre prevenção, medo de doenças e dificuldades de adesão a tratamentos.
Considerando MCCP, abordagem familiar, Educação Popular em Saúde (EPS), vigilância em saúde e coordenação multiprofissional, assinale a alternativa correta.
Responda à questão de acordo com o caso abaixo:
Uma equipe de Atenção Primária à Saúde acompanha a família Silva:
● Mãe (35 anos): diabética tipo 2, gestante de 30 semanas, com sobrecarga de cuidados familiares.
● Pai (37 anos): hipertenso, ex-tabagista, baixa adesão ao tratamento.
● Filho adolescente (16 anos): obesidade e sintomas de ansiedade.
● Filha adolescente (14 anos): transtorno alimentar leve, baixa motivação para atividades escolares.
● Avó (62 anos): hipertensa, artrose avançada e mobilidade reduzida.
A família apresenta dificuldades socioeconômicas, insegurança alimentar e
conflitos internos na divisão de tarefas. A equipe decide implementar uma
intervenção integrada baseada em:
● Abordagem familiar
● Educação Popular em Saúde (EPS)
● Método clínico centrado na pessoa (MCCP)
● Coordenação multiprofissional do cuidado
Nega gravidez.
Antecedentes: diabetes mellitus tipo 2 com controle irregular. Não faz uso recente de antibióticos.
Ao exame físico:
● Temperatura: 39,2 °C
● FC: 112 bpm
● PA: 100/60 mmHg
● FR: 24 irpm
● Saturação: 95% em ar ambiente
● Dor à punho-percussão lombar direita
● Estado geral comprometido
A unidade dispõe de exames laboratoriais básicos, mas não de antibiótico venoso para uso prolongado.
Considerando o manejo do caso acima, qual a conduta mais adequada?
Homem de 52 anos, professor do ensino médio, procura a UBS relatando tristeza persistente, cansaço e (Unidade Básica de Saúde) perda de interesse em atividades prazerosas há cerca de 3 meses. Refere sono irregular, dificuldade de concentração e sensação de estar “sem energia”. Nega uso de medicamentos, não faz psicoterapia e relata consumo social de álcool, sem uso abusivo. Ao aplicar o PHQ-9, o escore total foi 14 pontos. Nega ideação suicida. Exame físico e sinais vitais sem alterações.
Qual é a conduta CORRETA na Atenção Primária à Saúde?
Qual das seguintes abordagens demonstra a aplicação técnica correta do "salto psicossocial", visando diminuir a prevenção do paciente e obter dados de qualidade?