Questões de Concurso
Sobre pediatria e neonatologia em medicina
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A terapia inicial mais adequada para este caso é:
Assinale a alternativa que corresponde à próxima terapia mais adequada para suporte hemodinâmico:
Após prestar os cuidados iniciais e imediatos, deve ser adotada a seguinte conduta:
A cetamina aumenta a frequência cardíaca, a pressão arterial e as secreções em vias aéreas.
Pode ocorrer re-sedação quando utiliza-se flumazenil após o uso de opioides, devido à curta meia-vida do flumazenil.
As complicações mais comuns e graves da sedação envolvem o comprometimento da via aérea ou a depressão respiratória.
A dexmedetomidina é um agente hipnótico sem efeito adverso cardiovascular e respiratório e que pode inibir a esteroidogênese adrenal.
A correção rápida do sódio sérico pode precipitar a destruição da mielina cerebral envolvendo a ponte, com consequente paralisia de nervos cranianos, quadriplegia ou coma.
Na síndrome de lise tumoral, a hiperuricemia é resultado da rápida liberação e catabolismo de ácidos nucleicos intracelulares.
Uremia , metanol, cetoacidose diabética levam a diminuição do anion gap.
Digoxina, betabloqueadores, succinilcolina e arginina podem levar a hipercalemia.
Considere que uma criança em PCR apresente ritmo para o qual não é indicado choque, mas tenha ritmo organizado (com complexo regulares), com ou sem pulso. Nesse caso, é necessário tentar palpar um pulso central por pelo menos 5 minutos até confirmar a assistolia.
A disfunção de múltiplos órgãos e sistemas é uma das causas mais frequentes de óbito em UTI pediátrica. Há um escore para estimar a gravidade da síndrome denominada PELOD (Pediatric Logistic Organ Dysfunction).
O PIM (Pediatric Index of Mortality) deve se aplicado na admissão do paciente. Se uma informação for perdida, deve ser pontuada com zero, exceto a pressão sistólica, que, se desconhecida, recebe 120 pontos.
O PRISM (Pediatric Risk Index Score for Mortality) é usado no período neonatal e considera a idade gestacional do recém- nascido, bem como defeitos congênitos ao nascimento.
O tratamento das crianças em parada cardíaca sem pulso, com atividade elétrica sem pulso, deve ser realizado com manobras de RCP, administração de epinefrina e tratamento da possível causa da parada.
Em criança de 6 anos de idade, em parada cardiorespiratória (PCR), atendida fora do ambiente hospitalar, ao se constatar que o ritmo é de taquicardia ventricular (sem pulso), deve-se usar o desfibrilador externo automático para análise de ritmo e choque, utilizando-se pás e sistemas pediátricos.
Nos casos de assistolia, deve-se usar a epinefrina por via endovenosa quando não se consegue retorno cardíaco espontâneo após 5 ciclos de ressuscitação cardiopulmonar (RCP).
Após análise do ritmo, se for constatada assistolia, deve-se, imediatamente, aplicar choque com carga de 2 J/kg e, em seguida, iniciar compressões torácicas.