Questões de Concurso
Sobre oncologia em medicina
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O tratamento indicado nesse caso é:
De acordo com o “American Joint Committe on Cancer”, esse paciente tem o seguinte estadiamento:
Uma paciente de 54 anos foi internada por tosse, desconforto respiratório e aumento do volume abdominal. Está em acompanhamento conjunto com a equipe de cuidados paliativos realizando paracentese de alívio devido à ascite. É portadora de câncer de ovário com metástases para peritônio. Após a realização de tomografia de tórax e abdômen com contraste para avaliar trombose de veias abdominais, observou-se trombo em tronco da artéria pulmonar esquerda de aspecto recente. A equipe médica não teve dúvida quanto à melhor condução do caso, após a análise do exame laboratorial: anemia: Hb 8,5 g/dl, leucócitos e coagulograma normais, plaquetas: 85 mil e função renal normal. A paciente estava estável e era eutrófica, não havendo histórico de sangramento recente.
Prontamente, a equipe realizou:
Em segunda quimioterapia para linfoma não Hodgkin (15 dias após a 1ª quimioterapia), uma paciente jovem apresentou cefaleia, rinite, tosse e febre oito horas após a infusão do medicamento, já no domicílio. Foi internada devido ao risco de infecção secundária à imunossupressão. Seu esquema era o R-CHOP, a saber: rituximabe, ciclofosfamida, doxorrobucina, vincristina e prednisona. Apesar de coleta de hemocultura, início de antibiótico empírico e oseltamivir, não houve qualquer outro sintoma na sequência de sua internação em 24 horas. Exames laboratoriais e de imagem foram normais.
O trabalho de investigação levou à possibilidade mais confiável nesse caso por:
Um paciente de 72 anos, tabagista desde os 30 anos (1 maço/dia), faz exame de videolaringoscopia, que evidencia lesão infiltrativa em toda a prega vocal esquerda. Há ausência de linfonodomegalia cervical e de metástase à distância.
De acordo com o descrito acima, o estágio desse paciente é
Os tumores iniciais de laringe podem ser abordados por acesso endoscópico transoral com uso de laringoscopia de suspensão. Uma opção de ressecção é o uso de laser.
Sobre os lasers cirúrgicos em cirurgias de laringe, é correto afirmar que o laser (de):
Um paciente de 62 anos foi submetido a tireoidectomia total por carcinoma papilífero de tireoide há 10 anos. Em seguimento houve elevação da tireoglobulina sérica e foi solicitado ultrassom cervical, por meio do qual se obteve a imagem abaixo.

É correto afirmar, a partir dessa imagem, que se trata de um linfonodo:
Um paciente masculino de 72 anos, calvo, com histórico de grande queimadura no couro cabeludo na infância, evoluiu com degeneração maligna da área cicatricial. A biópsia mostrou um carcinoma espinocelular Grau II; não há evidência de linfonodos acometidos, a lesão mede 5,2 cm, com o centro sobre a região occipital, e não está aderida ao periósteo.
A melhor opção para reconstrução, nesse caso, é um:
Uma paciente de 60 anos apresentou lesão de 1,5 cm em pele perianal, cuja biópsia mostrou carcinoma epidermoide. A ultrassonografia endoanal e a ressonância magnética não mostraram metástases linfonodais e/ou à distância. Também não há evidências de invasão do complexo esfincteriano, bem como de estruturas adjacentes.
Nesse caso, a conduta mais apropriada é:
A principal hipótese diagnóstica é:
Um paciente submetido a colecistectomia por doença calculosa tem no histopatológico o diagnóstico de adenocarcinoma invadindo a camada muscular.
Nesse caso, a conduta mais adequada é:
Após uma colecistectomia eletiva, o histopatológico mostra adenocarcinoma confinado à mucosa da vesícula.
Nesse caso, está indicado(a):
Uma paciente de 63 anos, portadora de hipertensão arterial crônica e diabetes melito tipo 2 bem controladas, após apresentar episódios de sangramento vaginal, realizou uma histeroscopia, que evidenciou uma lesão de aspecto cerebroide, friável, cuja biópsia diagnosticou carcinoma seroso. Ao exame especular, não são identificadas lesões aparentes em colo ou vaginal. A ressonância magnética sugere que a lesão está confinada ao útero, com menos de 50% de invasão endometrial, sem sinais de linfonodomegalias aparentes.
Tendo em vista o caso clínico acima, a abordagem mais indicada é:
Com relação ao carcinoma ductal in situ da mama, assinale a alternativa correta.
I. Potencial de metastatização do tumor.
II. Diferença na velocidade de duplicação tumoral.
III. Outros mecanismos, ainda não completamente compreendidos, relacionados com a condição imunológica, hormonal e nutricional do paciente.
IV. Acesso e tempo para o diagnóstico e tratamento do câncer de mama, de acordo com os fatores geográficos e socioeconômicos.
Correspondem a fatores que podem alterar a história natural do câncer de mama:
( ) Estádios I e II: a conduta habitual consiste em cirurgia, que pode ser conservadora, com retirada apenas do tumor; ou mastectomia, com retirada da mama e reconstrução mamária. A avaliação dos linfonodos axilares tem função predominantemente prognóstica.
( ) Estádios I e II: o tratamento sistêmico será determinado de acordo com o risco de recorrência (idade da paciente, comprometimento linfonodal, tamanho tumoral, grau de diferenciação), assim como das características tumorais que ditarão a terapia mais apropriada.
( ) Estádio III: nessa situação, o tratamento sistêmico (na maioria das vezes, com radioterapia) e a cirurgia são a modalidade terapêutica inicial. Após resposta adequada, segue-se com o tratamento local (quimioterapia).
( ) Estádio IV: a modalidade principal nesse estádio é sistêmica, sendo o tratamento local reservado para indicações restritas.