Questões de Concurso Sobre medicina intensiva em medicina

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Ano: 2022 Banca: UNIOESTE Órgão: CONSAMU Prova: UNIOESTE - 2022 - CONSAMU - Médico |
Q4109807 Medicina
Sobre o choque hipovolêmico, é CORRETO afirmar:
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Ano: 2022 Banca: UNIOESTE Órgão: CONSAMU Prova: UNIOESTE - 2022 - CONSAMU - Fisioterapeuta |
Q4109645 Medicina
O traumatismo cranioencefálico é um grave problema em todo o mundo, e representa cerca de ½ das mortes relacionadas a traumas, com altos custos para o sistema de saúde.

I - A melhora dos prognósticos para essa população deve-se, exclusivamente, aos cuidados intrahospitalares, basicamente na sala de emergências.
II - As decisões tomadas no ambiente hospitalar devem levar em consideração dados sobre diminuição de consciência, crises convulsivas e velocidade do impacto.
III - Alterações focais no metabolismo cerebral, fluxo sanguíneo e pressão intracraniana são fatores que facilitam o desenvolvimento de lesões secundárias.
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Q4108795 Medicina
Na escala Glasgow, a pontuação de 11 indica  
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Q4107522 Medicina
Choque é uma síndrome caracterizada pela incapacidade do sistema circulatório fornecer oxigênio e nutrientes aos tecidos, de forma a atender as suas necessidades metabólicas. Neste contexto, um pneumotórax hipertensivo pode originar um choque
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Q4107266 Medicina
A ventilação mecânica pode ser necessária em várias situações de agravos à saúde e, de acordo com a necessidade do paciente, utiliza-se um tipo de modalidade. A ventilação mandatória intermitente sincronizada é aquela em que o
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Ano: 2022 Banca: IV - UFG Órgão: IF-GO Prova: IV - UFG - 2022 - IF-GO - Médico |
Q4104024 Medicina
Leia o Caso Clínico IV, a seguir, para responder a questão.


Caso Clínico IV


Paciente do sexo masculino, de 58 anos, empresário, natural e procedente de Goiânia – Goiás, procurou unidade de pronto atendimento relatando que há uma semana iniciou quadro gripal caracterizado por febre aferida (38,5 ºC), dores no corpo, coriza e obstrução nasal. Três dias depois, passou a sentir muito cansaço e mal-estar. Nesta ocasião procurou atendimento em unidade primária, onde realizou radiografia de tórax e recebeu o diagnóstico de pneumonia. Foi medicado com amoxacilina clavulanato por via oral, com a recomendação de retornar caso piorasse. Continuou cada vez mais cansado, retornando ao serviço de emergência novamente dois dias depois. Antecedente de hipertensão arterial em uso de losartana 50mg duas vezes ao dia. Nega outras comorbidades. Nega tabagismo. Ao exame físico, mostrava-se em regular estado geral, corado, hidratado, anictérico, cianótico +/4, dispneico +++/4, sem linfonodomegalias. Temperatura axilar de 36,8 ºC. Glasgow 15. Aparelho cardiovascular: bulhas rítmicas normofonéticas sem sopros, frequência cardíaca 110 bpm, pressão arterial de 130x90 mmHg. Aparelho respiratório: frequência respiratória de 32 incursões por minuto, com uso de musculatura acessória, ausculta pulmonar com estertores crepitantes difusos em ambos os pulmões. SpO2: 85% em ar ambiente. Abdome: nada digno de nota, sem visceromegalias. Extremidades sem edema. Peso 78 kg; altura 1,65m. Foi realizada uma nova radiografia de tórax (imagem abaixo) e coletados exames laboratoriais, incluindo hemoculturas e perfil virológico. Gasometria arterial colhida na entrada evidenciou: pH = 7,53; PaCO2 = 30 mmHg; PaO2 = 50 mmHg; bicarbonato = 24 mEq/L; base excess = +0,5 mEq/L; e SaO2 = 85%. 


Dois dias após a sua internação hospitalar, o paciente encontra-se sob ventilação mecânica assistida-controlada a volume, com volume corrente de 450ml, PEEP 5 cmH2O, frequência respiratória de 20 incursões por minuto e fração inspirada de oxigênio (FiO2) a 100%. Gasometria colhida evidencia pH = 7,36; PaCO2 = 40 mmHg; PaO2 = 95 mmHg; bicarbonato = 22 mEq/L e SaO2 = 97%. Diante do quadro, 
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Ano: 2022 Banca: IV - UFG Órgão: IF-GO Prova: IV - UFG - 2022 - IF-GO - Médico |
Q4104023 Medicina
Leia o Caso Clínico IV, a seguir, para responder a questão.


Caso Clínico IV


Paciente do sexo masculino, de 58 anos, empresário, natural e procedente de Goiânia – Goiás, procurou unidade de pronto atendimento relatando que há uma semana iniciou quadro gripal caracterizado por febre aferida (38,5 ºC), dores no corpo, coriza e obstrução nasal. Três dias depois, passou a sentir muito cansaço e mal-estar. Nesta ocasião procurou atendimento em unidade primária, onde realizou radiografia de tórax e recebeu o diagnóstico de pneumonia. Foi medicado com amoxacilina clavulanato por via oral, com a recomendação de retornar caso piorasse. Continuou cada vez mais cansado, retornando ao serviço de emergência novamente dois dias depois. Antecedente de hipertensão arterial em uso de losartana 50mg duas vezes ao dia. Nega outras comorbidades. Nega tabagismo. Ao exame físico, mostrava-se em regular estado geral, corado, hidratado, anictérico, cianótico +/4, dispneico +++/4, sem linfonodomegalias. Temperatura axilar de 36,8 ºC. Glasgow 15. Aparelho cardiovascular: bulhas rítmicas normofonéticas sem sopros, frequência cardíaca 110 bpm, pressão arterial de 130x90 mmHg. Aparelho respiratório: frequência respiratória de 32 incursões por minuto, com uso de musculatura acessória, ausculta pulmonar com estertores crepitantes difusos em ambos os pulmões. SpO2: 85% em ar ambiente. Abdome: nada digno de nota, sem visceromegalias. Extremidades sem edema. Peso 78 kg; altura 1,65m. Foi realizada uma nova radiografia de tórax (imagem abaixo) e coletados exames laboratoriais, incluindo hemoculturas e perfil virológico. Gasometria arterial colhida na entrada evidenciou: pH = 7,53; PaCO2 = 30 mmHg; PaO2 = 50 mmHg; bicarbonato = 24 mEq/L; base excess = +0,5 mEq/L; e SaO2 = 85%. 


Depois de internado em unidade de terapia intensiva, esse paciente recebeu tratamento clínico apropriado, com suplementação inicial de oxigênio por máscara a 5 L/min. Vinte e quatro horas após a admissão hospitalar, ele apresentava Glasgow 11 (ocular 3+ verbal 3+ motora 5), frequência cardíaca 115bpm, pressão arterial de 150x90 mmHg, frequência respiratória de 22 incursões por minuto, SpO2 87% com máscara a 10 L/min. Ausculta pulmonar mantém estertores crepitantes difusos em ambos os pulmões. Uma nova gasometria evidenciou: pH = 7,37; PaCO2 = 45 mmHg; PaO2 = 70 mmHg; bicarbonato = 25 mEq/L e SaO2 = 88%. Esse resultado evidenciou 
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Ano: 2022 Banca: IV - UFG Órgão: IF-GO Prova: IV - UFG - 2022 - IF-GO - Médico |
Q4104022 Medicina
Leia o Caso Clínico IV, a seguir, para responder a questão.


Caso Clínico IV


Paciente do sexo masculino, de 58 anos, empresário, natural e procedente de Goiânia – Goiás, procurou unidade de pronto atendimento relatando que há uma semana iniciou quadro gripal caracterizado por febre aferida (38,5 ºC), dores no corpo, coriza e obstrução nasal. Três dias depois, passou a sentir muito cansaço e mal-estar. Nesta ocasião procurou atendimento em unidade primária, onde realizou radiografia de tórax e recebeu o diagnóstico de pneumonia. Foi medicado com amoxacilina clavulanato por via oral, com a recomendação de retornar caso piorasse. Continuou cada vez mais cansado, retornando ao serviço de emergência novamente dois dias depois. Antecedente de hipertensão arterial em uso de losartana 50mg duas vezes ao dia. Nega outras comorbidades. Nega tabagismo. Ao exame físico, mostrava-se em regular estado geral, corado, hidratado, anictérico, cianótico +/4, dispneico +++/4, sem linfonodomegalias. Temperatura axilar de 36,8 ºC. Glasgow 15. Aparelho cardiovascular: bulhas rítmicas normofonéticas sem sopros, frequência cardíaca 110 bpm, pressão arterial de 130x90 mmHg. Aparelho respiratório: frequência respiratória de 32 incursões por minuto, com uso de musculatura acessória, ausculta pulmonar com estertores crepitantes difusos em ambos os pulmões. SpO2: 85% em ar ambiente. Abdome: nada digno de nota, sem visceromegalias. Extremidades sem edema. Peso 78 kg; altura 1,65m. Foi realizada uma nova radiografia de tórax (imagem abaixo) e coletados exames laboratoriais, incluindo hemoculturas e perfil virológico. Gasometria arterial colhida na entrada evidenciou: pH = 7,53; PaCO2 = 30 mmHg; PaO2 = 50 mmHg; bicarbonato = 24 mEq/L; base excess = +0,5 mEq/L; e SaO2 = 85%. 


Considerando o caso clínico, o quadro sugere como diagnóstico 
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Ano: 2022 Banca: IV - UFG Órgão: IF-GO Prova: IV - UFG - 2022 - IF-GO - Médico |
Q4104011 Medicina
A parada cardiorrespiratória (PCR) pode ser definida como a cessação súbita da função mecânica cardíaca com consequente colapso hemodinâmico. As chances de sobrevivência dependem do rápido reconhecimento e do início imediato de manobras adequadas de ressuscitação cardiopulmonar (RCP). Os procedimentos de desfibrilação devem ser
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Ano: 2022 Banca: IV - UFG Órgão: IF-GO Prova: IV - UFG - 2022 - IF-GO - Médico |
Q4104008 Medicina
Leia o Caso Clínico I, a seguir, para responder a questão.


Caso Clínico I


Paciente de 25 anos, do sexo masculino, vítima de acidente automobilístico (carro x caminhão), trazido pela equipe de resgate em tábua rígida com imobilização da coluna cervical. Relato de dificuldade para retirar a vítima das ferragens. O paciente era o condutor do veículo. O passageiro que estava ao seu lado foi a óbito na cena do acidente. No local do acidente, queixava-se de dor torácica e dispneia. Houve piora significativa durante o trajeto para unidade hospitalar. Deu entrada com vias aéreas aparentemente pérveas, sem desvio de traqueia. FR 36 ipm. Metade inferior do hemitórax direito com murmúrio vesicular reduzido e macicez a percussão, SpO2 85%. FC 120 bpm, PA 80x40 mmHg, pele fria, pegajosa, com tempo de enchimento capilar lentificado. Glasgow (ocular 2, verbal 3, motor 5), pupilas isofotorreagentes, sem déficit motor evidente. Aparente fratura em antebraço esquerdo com imobilização externa por tala. 
No momento da realização da intervenção terapêutica inicial, é indicado 
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Ano: 2022 Banca: IV - UFG Órgão: IF-GO Prova: IV - UFG - 2022 - IF-GO - Médico |
Q4104006 Medicina
Leia o Caso Clínico I, a seguir, para responder a questão.


Caso Clínico I


Paciente de 25 anos, do sexo masculino, vítima de acidente automobilístico (carro x caminhão), trazido pela equipe de resgate em tábua rígida com imobilização da coluna cervical. Relato de dificuldade para retirar a vítima das ferragens. O paciente era o condutor do veículo. O passageiro que estava ao seu lado foi a óbito na cena do acidente. No local do acidente, queixava-se de dor torácica e dispneia. Houve piora significativa durante o trajeto para unidade hospitalar. Deu entrada com vias aéreas aparentemente pérveas, sem desvio de traqueia. FR 36 ipm. Metade inferior do hemitórax direito com murmúrio vesicular reduzido e macicez a percussão, SpO2 85%. FC 120 bpm, PA 80x40 mmHg, pele fria, pegajosa, com tempo de enchimento capilar lentificado. Glasgow (ocular 2, verbal 3, motor 5), pupilas isofotorreagentes, sem déficit motor evidente. Aparente fratura em antebraço esquerdo com imobilização externa por tala. 
Diante do exposto, qual seria a principal hipótese diagnóstica? 
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Q4101235 Medicina
Em relação ao coma mixedematoso, registre V, para verdadeiro, ou F, para falso, nos itens abaixo:

(__)É definido como uma forma severa de hipotireoidismo levando a um estado mental rebaixado, hipotermia e sintomas de hipofunção de múltiplos órgãos.
(__)Mulheres de maior idade nos períodos quentes são mais suscetíveis.
(__)É uma emergência clínica que não deve ser conduzida em uma unidade de terapia intensiva.
(__)Resulta de um agravamento de um hipotireoidismo inadequadamente tratado causado por um fator precipitante.

Assinale a sequência CORRETA de cima para baixo.
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Q4101232 Medicina
A Lesão Renal Aguda (LRA) ou injúria renal aguda (IRA) caracteriza-se pela incapacidade em eliminar os produtos do metabolismo celular e em manter o equilíbrio hídrico, eletrolítico e acidobásico (Cristovão et al., 2020). Em relação a IRA é INCORRETO afirmar que:
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Q4101226 Medicina
Em relação a classificação etiológica do edema agudo do pulmão, assinale a alternativa CORRETA ligada a miscelânea.
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Q4100390 Medicina
Leia o caso a seguir. 

Paciente do sexo feminino, de 65 anos e internada em uma UTI devido a uma pancreatite evoluiu com sepse grave e disfunção de múltiplos órgãos. Nesta manhã, ela apresentou taquicardia, hipotensão, taquipneia, agitação psicomotora, pele fria e pegajosa, tendo nos exames uma redução grave da resistência vascular periférica e aumento importante do débito cardíaco.

Essa paciente apresenta um quadro de choque 
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Q4100191 Medicina
Leia o caso clínico a seguir.

Paciente de 25 anos chega ao PS trazido por socorristas com história de atropelamento por motocicleta. Está hipotenso, com PA sistólica de 60 mmHg. FAST positivo, iniciado protocolo de transfusão maciça e indicação de laparotomia. No intraoperatório, foi encontrada grande quantidade de sangue na cavidade peritoneal e lesão complexa em seguimento 6 e 7 do fígado. Tentativa de controle de sangramento com manobra de Pringle, e sutura hepática, sem sucesso. Realizado empacotamento hepático com compressas, com aparente interrupção da hemorragia. Houve melhora hemodinâmica, sem sangramento ativo após ressuscitação volêmica e transfusão. A gasometria arterial revelou pH de 7,06. Temperatura de 34 ºC.

Nesse caso, qual é a melhor conduta?
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Q4099938 Medicina
Durante atendimento de PCR em assistolia, um membro da equipe sugere uso rotineiro de bicarbonato de sódio. Segundo ACLS atual, assinale a alternativa CORRETA
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Q4099937 Medicina
Com base no ACLS atual, analise as afirmativas a seguir.

I. Os cuidados pós-PCR concentram-se em reduzir as sequelas neurológicas e a disfunção dos órgãos, identificando e abordando qualquer causa reversível da PCR. O neuroprognóstico é um componente-chave dos cuidados pós-PCR, visando garantir a utilização adequada dos recursos, a decisão sobre a retirada do suporte de vida e a otimização dos desfechos do paciente.

II. Para cardioversão sincronizada de fibrilação atrial em adultos usando qualquer desfibrilador com forma de onda bifásica atualmente aprovado nos EUA, é aceitável uma configuração de energia inicial de pelo menos 200 J, que pode ser aumentada em caso de falha de choque, dependendo do tipo de desfibrilador bifásico utilizado.

III. Para a cardioversão sincronizada de flutter atrial em adultos, pode ser aceitável uma configuração de energia inicial de 200 J, que pode ser aumentada em caso de falha de choque, dependendo do tipo de desfibrilador bifásico utilizado.

IV. Quanto ao manejo inicial a bradicardia, em pacientes adultos com bradicardia persistente hemodinamicamente instável e refratária ao tratamento medicamentoso, é aceitável analisar a possibilidade de uso de um marcapasso transvenoso temporário para aumentar a frequência cardíaca e melhorar os sintomas.


Assinale a alternativa CORRETA
Alternativas
Q4099936 Medicina
Com base no ACLS atual, analise as afirmativas a seguir.

I. Quanto ao acesso vascular inicial, recomenda-se que os profissionais de saúde tentem primeiro estabelecer o acesso IV para administração de medicamentos em pacientes adultos em PCR.
II. A cardioversão sincronizada é recomendada para o tratamento agudo de pacientes adultos com taquicardia de complexo largo e instabilidade hemodinâmica.
III. A cardioversão sincronizada é recomendada para o tratamento agudo de pacientes hemodinamicamente estáveis com taquicardia de complexo largo quando as manobras vagais e a terapia farmacológica forem ineficazes ou contraindicadas.
IV. Para adultos em PCR, o uso de betabloqueadores, bretílio, procainamida ou sotalol para fibrilação ventricular/taquicardia ventricular sem pulso não responsiva à desfibrilação tem benefício incerto.


Assinale a alternativa CORRETA
Alternativas
Q4099935 Medicina
Paciente, 35 anos, em PCR é submetido à intubação orotraqueal durante o atendimento. Após confirmação da posição do tubo orotraqueal, qual estratégia ventilatória deve ser adotada? 
Alternativas
Respostas
321: D
322: C
323: B
324: A
325: C
326: B
327: D
328: C
329: D
330: A
331: B
332: B
333: C
334: D
335: C
336: A
337: E
338: A
339: A
340: B