Questões de Concurso
Sobre mastologia em medicina
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Leia o caso clinico a seguir.
Mulher de 52 anos, em consulta de rotina com ginecologista apresenta nódulo em mama direita, duro e indolor há cerca de 90 dias. Ao exame clinico nota-se nódulo duro, móvel, de limites precisos, em quadrante superior externo de mama direita, sem linfadenomegalias palpáveis.
A conduta mais útil para avaliar esse caso de doença mamaria é solicitar
Analise o caso a seguir.
Paciente de 32 anos com câncer de mama triplo negativo, cT3NO, submetida à quimioterapia neoadjuvante seguida de mastectomia + BLS, com inserção de prótese expansora. Concluiu a radioterapia adjuvante há 60 dias. Comparece ao consultório com relato de dor e ferida na mama acometida há cerca de sete dias, com saída de secreção serosa, sem febre ou outros sintomas.

A intervenção terapêutica recomendada para esse caso é a
Leia o caso clínico a seguir.
Uma paciente de 39 anos, primigesta e sem comorbidades, com 26 semanas de gestação, foi diagnosticada com câncer de mama localmente avançado. O estadiamento foi T4dN1MO e a imunoistoquímica revelou fenótipo triplo negativo.
Diante do quadro descrito, a conduta terapêutica recomendada é
Leia o caso clínico a seguir.
Paciente de 65 anos apresenta fluxo espontâneo, hemático, uniductal e unilateral na mama esquerda. Ao exame clínico, possui ponto do gatilho às 3 horas. Apresenta mamografias e ultrassonografia das mamas normais.
Diante do quadro descrito, a conduta recomendada é
Leia o texto a seguir.
Para o Brasil, a estimativa para o triênio de 2023 a 2025 aponta que ocorrerão 704 mil casos novos de câncer, 483 mil se excluídos os casos de câncer de pele não melanoma. Este é estimado como o mais incidente, com 220 mil casos novos (31,3%), seguido pelos cânceres de mama, com 74 mil (10,5%); próstata, com 72 mil (10,2%); cólon e reto, com 46 mil (6,5%); pulmão, com 32 mil (4,6%); e estômago, com 21 mil (3,1%) casos novos.
BRASIL, Ministério da Saúde. Instituto Nacional de Câncer. Estimativa 2023: incidência de câncer no Brasil. Rio de Janeiro: INCA, 2022.
O fator de risco mais importante para o câncer de mama é
Assinale a alternativa correta a respeito do tratamento dos fibroadenomas.
Considerando as informações acima, a melhor conduta inicial para o caso é:
João, médico recém-formado em seu primeiro dia de trabalho no posto de saúde, atende Júlia, que se encontra muito apreensiva. Ela realizou mamografia digital rotineira e observou que o laudo apresenta a seguinte descrição: “calcificações grosseiras, tipo pipoca, em mama direta”.
Nesse caso, João deve:
O provável diagnóstico é:
Sabendo que essa paciente tem indicação de radioterapia e tratamento sistêmico adjuvantes, é correto afirmar que:
Ao exame físico: mamas de médio volume, nódulo firme de 17 centímetros palpável em quadrante superolateral de mama esquerda mergulhando sob a aréola por 3 cm, pouco móvel, com abaulamento local presente. Axilas sem linfonodos alterados. Mama esquerda sem alterações ao exame físico.
O diagnóstico de biópsia de fragmento da lesão foi sarcoma de mama indiferenciado. O rastreamento de implantes a distância solicitado foi negativo
Neste caso, o tratamento cirúrgico é:
A biópsia de fragmento evidencia carcinoma invasivo da mama tipo não especial. Receptores de estrogênio e progesterona positivos em 100%, Allred 8 em ambos. HER2/Neu 0. Ki-67: 10%. Ao exame físico: nódulo retroareolar à direita de 2,5 cm, ocupando a região retroareolar à direita, sem infiltração de pele. Mama esquerda sem nódulos. Axilas, fossas supraclaviculares e infraclaviculares sem linfonodos alterados.
Na condução desse caso, deve-se:
Ao exame físico: mamas médias, hiperemia e edema de pele de mama esquerda (pele em casca de laranja) ocupando três dos quatro quadrantes da mama esquerda; nódulo palpável em quadrante superolateral de mama esquerda, pétreo, aderido a planos superficiais e profundos de 5 cm; linfonodos axilares à direita não palpáveis. Na axila esquerda, palpavam-se dois linfonodos firmes, endurecidos, tendendo à fusão. Fossas supraclaviculares e infraclaviculares sem linfonodomegalias. Uma mamografia realizada 2 dias antes da consulta apresentava, em mama esquerda, nódulo mal delimitado de 5 cm, em quadrante superolateral de mama esquerda, além de edema difuso de pele de mama esquerda, categoria 5 BI-RADS.
A ultrassonografia de mamas e axilas realizada 1 dia antes da consulta evidencia nódulo irregular, com margens espiculadas, heterogêneo, em quadrante superolateral de mama esquerda, de 4,5 cm, e dois linfonodos globosos com perda de hilo em axila esquerda, categoria 5 BI-RADS.
A biópsia da nodulação da mama esquerda com agulha grossa (com inserção de clip de titânio) foi positiva para malignidade: carcinoma invasivo da mama tipo não especial, grau histológico 3. A biópsia por agulha grossa de um linfonodo axilar foi positiva para metástase de carcinoma mamário. A imunohistoquímica evidenciou:
• receptores de estrogênio: negativo; • receptores de progesterona: negativo; • HER2/Neu: negativo; • Ki-67: 75%.
A paciente foi então encaminhada para tratamento clínico medicamentoso (oncológico) neoadjuvante. Ao final da neoadjuvância, houve resposta clínica e radiológica completas (mamografia e ultrassonografia de mamas e axilas).
Após a neoadjuvância em mama e axila esquerdas, a conduta cirúrgica frente ao caso deve ser: