Questões de Concurso Sobre ginecologia e obstetrícia em medicina

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Q1910284 Medicina
Paciente 26 anos, nuligesta, refere ciclos menstruais regulares com dismenorreia, dor pélvica crônica progressiva desde menarca, além de dispareunia. Deseja engravidar mas está há dois anos sem métodos contraceptivos e não consegue. Realizou espermograma do companheiro que foi normal, Ao exame físico, encontra-se dor e espessamento bilateral em ligamentos úterossacrais e nodularidade dolorosa em fundo de saco vaginal. Fez ultrassonografia pélvica transvaginal compatível com ovários aumentados de volume bilaterais, imóveis, centralizados e posteriorizados. Qual a principal hipótese diagnóstica mais provável para o fator causal dessa infertilidade primária. 
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Q1910283 Medicina
Mulher de 30 anos, nuligesta, comparece ao setor de emergência do hospital com quadro de atraso menstrual de dois meses, dor abdominal difusa, tontura e sangramento vaginal discreto. Ao exame, nota-se palidez cutâneo-mucosa, sudorese, PA: 90 x 50 mmHg, FC: 140bpm, abdome doloroso à descompressão brusca, principalmente em fossa ilíaca direita. Toque vaginal com abaulamento e dor em fundo de saco posterior. Realizou ultrassonografia pélvica transvaginal não visualiza imagem de saco gestacional intrauterino e vê imagem anexial sugestiva de prenhez ectópica íntegra < 4 cm. Dosagem de ß-hCG = 2.500 UI/L. Hemogobina=7,0mg/dL e Hematócrito= 25%. Assinale a assertiva correta quanto à conduta mais adequada deste caso. 
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Q1910282 Medicina
Mulher 30 anos, solteira, procura atendimento devido a queixa de conteúdo vaginal abundante com odor fétido há cerca de 5 dias. Relata novo parceiro há cerca de 2 meses, em uso de contraceptivo combinado oral. Nega outras queixas clínicas, como alterações menstruais ou disúria. Ao exame: Vulva sem alterações. Ao exame especular: conteúdo fluido algo bolhoso em moderada quantidade, de odor fétido. Colpite ausente. Colo com muco opaco, sem alterações. Teste de pH= 4,8 Resultado de bacterioscopia por Gram: Células escamosas +++ Leucócitos ++ Microbiota constituída por: Bacilos curtos Gram-negativos, cocobacilos Gram variáveis e cocos Gram-positivos. Escore de Nugent= 8. Qual tratamento é mais adequado nesta situação? 
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Q1910281 Medicina
Mulher de 35 anos, casada, dois filhos de parto normal, procura atendimento na Unidade Básica de Saúde com desejo de reiniciar contraceptivo oral. Refere enxaqueca com aura, hipertensão em uso de medicação. Nega tabagismo. Informa ter ciclos menstruais regulares e nega outras queixas ou comorbidades. Ao exame: Obesa (IMC=30), PA: 130x90mmHg. Qual a melhor opção contraceptiva para esse caso? 
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Q1910280 Medicina
Menina de 16 anos vem ao posto de saúde com sua mãe com queixa de nunca ter menstruado. Refere ter tido telarca e pubarca aos 10 anos, nega dor. Ao exame físico, mamas Tunner IV, abdome, sem massas palpáveis ou pontos dolorosos, vulva com pilificação ginecoide, Tunner IV, com clítoris, pequenos e grandes lábios normais, porém o introito vaginal não permite a passagem de um cotonete. Qual o melhor exame para auxiliar no diagnóstico diferencial? 
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Q1910279 Medicina
MSS, 38 anos, G5P4A0, IG 40 semanas, apresentando polidrâmnio é admitida no centro obstétrico com feto cefálico, 3 contrações 50 segundos em 10 minutos, colo com 7 cm dilatação, bolsa das águas íntegras. Com relação às medidas de prevenção da hemorragia pós-parto (HPP), nesta paciente, qual a afirmativa correta? 
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Q1910278 Medicina
Paciente de 22 anos, G1P0A1, comparece ao seu plantão em emergência obstétrica referindo sangramento transvaginal persistente desde curetagem uterina realizada há 45 dias por abortamento espontâneo. Ao exame, você percebe colo amolecido com orifício interno entreaberto. Ela traz exames realizados hoje: beta-hCG quantitativo de 12.000 mIU/ml e ultrassom transvaginal mostrando útero de 150cm3 , endométrio de 4mm, imagem heterogênea de limites indefinidos em parede miometrial anterior, apresentando fluxo vascular de baixa resistência ao doppler. Sua principal hipótese diagnóstica e conduta são: 
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Q1910277 Medicina
Primigesta, de 27 anos, comparece à emergência de maternidade em início da fase ativa do trabalho de parto. Apresenta RT-PCR para Covid-19 positivo do dia anterior. Informa quadro gripal há 6 dias, com adinamia, odinofagia, anosmia e febre baixa. Nega dispneia. Ao exame, saturação de oxigênio de 98%. Paciente solicita direito a acompanhante e apresenta plano de parto que deseja seguir. Suas orientações, levando em consideração a pandemia do Covid-19, são: 
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Q1910276 Medicina
A.B.S., 16 anos, G1P0A0, moradora de rua, usuária de álcool, tabaco, maconha e crack é trazida ao pré-natal de adolescente pelo serviço social, para acompanhamento. Identifique a melhor opção acerca dos efeitos do uso de drogas durante a gestação e melhor maneira de abordagem dos sintomas de abstinência. 
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Q1910275 Medicina
Gestante de 34 anos, G1P0A0, realizou fertilização in vitro, comparece à segunda consulta de pré-natal com ultrassom revelando gestação gemelar dicoriônica no curso da 8ª semana. Qual das afirmativas não é verdadeira em relação a esta gestação? 
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Q1910274 Medicina
A prematuridade permanece, nos dias atuais, como sério problema perinatal, sendo responsável por cerca de 75% de toda a morbidade e mortalidade neonatais (Blencowe et al., 2013; ACOG, 2016). Com relação ao Trabalho de Parto Prematuro, é correto afirmar:
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Q1910273 Medicina
Paciente, 23 anos, G1P0A0, em seguimento pré-natal na Unidade Básica de Saúde, mostra-se preocupada acerca da dor durante o trabalho de parto e as formas mais adequadas de seu alívio e aborda seu prenatalista sobre a maneira mais indicada de se conduzir diante desta situação. Identifique a melhor orientação a ser dada. 
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Q1910272 Medicina
A residente B.M.W. chega ao plantão obstétrico em hospital terciário recebendo de seu colega médico, em passagem de plantão, a história da paciente N.A.S.A., 16 anos, primigesta com idade gestacional de 34 semanas, apresentando quadro de elevação dos níveis pressóricos, PA: 160x100mmhg, Auscuta Fetal com BCF: 180bpm, dinâmica uterina ausente, em uso de sonda vesical de demora, sem apresentar diurese nas últimas 3 horas. No momento da passagem do caso, a paciente encontrava-se em uso da 2ª fase de sulfato de magnésio (MgSO4), iniciado no momento de sua internação, motivada pelo quadro descrito em associação com cefaleia occiptal, vômitos persistentes e alterações visuais (escotomas e amaurose). A conduta adequada a ser tomada é: 
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Q1910271 Medicina
Os Centers for Disease Control and Prevention (CDC) definem cuidado pré-concepcional como “um conjunto de intervenções que visam identificar e modificar riscos biomédicos, comportamentais e sociais para a saúde ou o resultado da gestação por meio de intervenções profiláticas e terapêuticas ” (Johnson, 2006). Dentre os cuidados prestados durante o pré-natal destacam-se o rastreio para a Diabetes Mellitus e a profilaxia desta patologia. Desta maneira, é correto afirmar:  
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Q1910270 Medicina
Gestante, de 29 anos, com 34 semanas de idade gestacional, comparece à emergência preocupada por achar estar com Covid-19, referindo adinamia, congestão nasal e dispneia leve, principalmente ao deitar. Seu exame mostrou saturação de oxigênio de 96% em ar ambiente, frequência respiratória de 23 irpm, temperatura axilar de 37,2 °C e ausculta pulmonar com murmúrios vesiculares diminuídos nas bases bilateralmente. Marque o item que contém sua hipótese diagnóstica e conduta. 
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Q1910269 Medicina

Considere o caso clínico abaixo e os personagens nele ilustrados, para responder à questão.


Após ser aprovado e ingressar no Programa de Residência Médica em Medicina de Família e Comunidade, você é direcionado para uma Unidade de Atenção Primária à Saúde (UAPS) para ser recebido pelo médico preceptor da Unidade. Em sua primeira participação de reunião de equipe, uma das agentes comunitárias de saúde (ACS) da equipe do médico preceptor traz o relato de uma gestante de sua microárea que não procurou a Unidade de Saúde para começar o pré-natal. A gestante era Vanessa e ela era antiga conhecida da equipe, porque seu finado pai, Seu Odair, fora uma liderança comunitária e era muito querido por todos. Vanessa tinha a primeira consulta de pré-natal agendada para o primeiro horário depois da reunião de equipe. Dr. Marcos Júlio, seu preceptor, relata que Vanessa nunca teve boa relação com os pais e saiu de casa cedo, passando a morar, aos 14 anos, na casa de Ubiratan, seu primeiro parceiro. Após alguns anos morando juntos, Vanessa engravidou e chegou a ser acompanhada pela UAPS no pré-natal, mas teve perda gravídica com aproximadamente 12 semanas de seguimento. Durante esse acompanhamento pré-natal, a equipe ficou ciente de que Vanessa vivia em contexto de violência doméstica, mas continuava vivendo com Ubiratan, porque não aceitava voltar para a casa dos pais. Por volta de seus 24 anos, Vanessa teve episódio de hemiplegia desproporcional em dimídio esquerdo, desvio de rima labial e disartria, enquanto trabalhava em uma casa como diarista. Foi levada à urgência e hospitalizada. Durante hospitalização, confirmou-se um infarto cerebral. A família de Vanessa possui histórico de AVCs em idades precoces: Vanusa apresentou episódio de AVC durante uma de suas gestações e dona Benzarina teria apresentado o primeiro AVC antes da menopausa. Segundo a Assistente Social do hospital em que Vanessa ficou internada por quase dois meses, Ubiratan nunca teria realizado uma visita, mas Edberto, um ex-namorado, foi companhia assídua. Após a alta hospitalar, Vanessa descobriu que Ubiratan estava vivendo com outra mulher e se mudou para casa de Edberto, que a acolheu, a despeito da não-aceitação do pai de Edberto, Seu Eduardo. Depois de seis anos morando juntos, Vanessa engravidou novamente, mas não procurou a UAPS. A ACS fazia visitas domiciliares na mesma rua em que Edberto e Vanessa moram, quando viu Vanessa, já com barriga gravídica, varrendo a calçada. Após breve conversa, a ACS agenda atendimento para Vanessa na UAPS.

Após o atendimento de dona Benzarina, Vanusa pergunta se você poderia fazer “uma consulta rapidinha” dela. Por Vanusa ser a cuidadora principal de sua mãe, quase não podendo vir à UAPS, e pela própria história clínica de AVC precoce de Vanusa, você acolhe a solicitação dela. Vanusa vem com queixa de sangramento regular, mas intenso, desde menarca, que se intensificou nos últimos 10 anos e passou a ser irregular. Consultando o prontuário, você vê que a USG pélvica transvaginal realizada há seis meses não evidenciou nenhuma alteração estrutural. Você realiza exame ginecológico, sem evidenciar nenhuma lesão vaginal e sem nenhuma alteração em exame especular.


Qual opção terapêutica seria adequada para a queixa de sangramento uterino de Vanusa? 

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Q1910262 Medicina

Considere o caso clínico abaixo e os personagens nele ilustrados, para responder à questão.


Após ser aprovado e ingressar no Programa de Residência Médica em Medicina de Família e Comunidade, você é direcionado para uma Unidade de Atenção Primária à Saúde (UAPS) para ser recebido pelo médico preceptor da Unidade. Em sua primeira participação de reunião de equipe, uma das agentes comunitárias de saúde (ACS) da equipe do médico preceptor traz o relato de uma gestante de sua microárea que não procurou a Unidade de Saúde para começar o pré-natal. A gestante era Vanessa e ela era antiga conhecida da equipe, porque seu finado pai, Seu Odair, fora uma liderança comunitária e era muito querido por todos. Vanessa tinha a primeira consulta de pré-natal agendada para o primeiro horário depois da reunião de equipe. Dr. Marcos Júlio, seu preceptor, relata que Vanessa nunca teve boa relação com os pais e saiu de casa cedo, passando a morar, aos 14 anos, na casa de Ubiratan, seu primeiro parceiro. Após alguns anos morando juntos, Vanessa engravidou e chegou a ser acompanhada pela UAPS no pré-natal, mas teve perda gravídica com aproximadamente 12 semanas de seguimento. Durante esse acompanhamento pré-natal, a equipe ficou ciente de que Vanessa vivia em contexto de violência doméstica, mas continuava vivendo com Ubiratan, porque não aceitava voltar para a casa dos pais. Por volta de seus 24 anos, Vanessa teve episódio de hemiplegia desproporcional em dimídio esquerdo, desvio de rima labial e disartria, enquanto trabalhava em uma casa como diarista. Foi levada à urgência e hospitalizada. Durante hospitalização, confirmou-se um infarto cerebral. A família de Vanessa possui histórico de AVCs em idades precoces: Vanusa apresentou episódio de AVC durante uma de suas gestações e dona Benzarina teria apresentado o primeiro AVC antes da menopausa. Segundo a Assistente Social do hospital em que Vanessa ficou internada por quase dois meses, Ubiratan nunca teria realizado uma visita, mas Edberto, um ex-namorado, foi companhia assídua. Após a alta hospitalar, Vanessa descobriu que Ubiratan estava vivendo com outra mulher e se mudou para casa de Edberto, que a acolheu, a despeito da não-aceitação do pai de Edberto, Seu Eduardo. Depois de seis anos morando juntos, Vanessa engravidou novamente, mas não procurou a UAPS. A ACS fazia visitas domiciliares na mesma rua em que Edberto e Vanessa moram, quando viu Vanessa, já com barriga gravídica, varrendo a calçada. Após breve conversa, a ACS agenda atendimento para Vanessa na UAPS.

Durante a consulta de pré-natal, Vanessa informa que fuma tabaco, ocasionalmente, e que pretende parar de fumar durante a gestação, mas que vai voltar a fumar após o nascimento da criança.

Considerando a redução de riscos, como orientar uma mulher que amamenta e que faz uso de tabaco?

Alternativas
Q1910261 Medicina

Considere o caso clínico abaixo e os personagens nele ilustrados, para responder à questão.


Após ser aprovado e ingressar no Programa de Residência Médica em Medicina de Família e Comunidade, você é direcionado para uma Unidade de Atenção Primária à Saúde (UAPS) para ser recebido pelo médico preceptor da Unidade. Em sua primeira participação de reunião de equipe, uma das agentes comunitárias de saúde (ACS) da equipe do médico preceptor traz o relato de uma gestante de sua microárea que não procurou a Unidade de Saúde para começar o pré-natal. A gestante era Vanessa e ela era antiga conhecida da equipe, porque seu finado pai, Seu Odair, fora uma liderança comunitária e era muito querido por todos. Vanessa tinha a primeira consulta de pré-natal agendada para o primeiro horário depois da reunião de equipe. Dr. Marcos Júlio, seu preceptor, relata que Vanessa nunca teve boa relação com os pais e saiu de casa cedo, passando a morar, aos 14 anos, na casa de Ubiratan, seu primeiro parceiro. Após alguns anos morando juntos, Vanessa engravidou e chegou a ser acompanhada pela UAPS no pré-natal, mas teve perda gravídica com aproximadamente 12 semanas de seguimento. Durante esse acompanhamento pré-natal, a equipe ficou ciente de que Vanessa vivia em contexto de violência doméstica, mas continuava vivendo com Ubiratan, porque não aceitava voltar para a casa dos pais. Por volta de seus 24 anos, Vanessa teve episódio de hemiplegia desproporcional em dimídio esquerdo, desvio de rima labial e disartria, enquanto trabalhava em uma casa como diarista. Foi levada à urgência e hospitalizada. Durante hospitalização, confirmou-se um infarto cerebral. A família de Vanessa possui histórico de AVCs em idades precoces: Vanusa apresentou episódio de AVC durante uma de suas gestações e dona Benzarina teria apresentado o primeiro AVC antes da menopausa. Segundo a Assistente Social do hospital em que Vanessa ficou internada por quase dois meses, Ubiratan nunca teria realizado uma visita, mas Edberto, um ex-namorado, foi companhia assídua. Após a alta hospitalar, Vanessa descobriu que Ubiratan estava vivendo com outra mulher e se mudou para casa de Edberto, que a acolheu, a despeito da não-aceitação do pai de Edberto, Seu Eduardo. Depois de seis anos morando juntos, Vanessa engravidou novamente, mas não procurou a UAPS. A ACS fazia visitas domiciliares na mesma rua em que Edberto e Vanessa moram, quando viu Vanessa, já com barriga gravídica, varrendo a calçada. Após breve conversa, a ACS agenda atendimento para Vanessa na UAPS.

A revisão do prontuário de atendimentos prévios da Vanessa mostra que exames de pesquisa de anticoagulante lúpico e anticorpo anticardiolipina foram solicitados duas vezes, em intervalo maior que 12 semanas, com resultados persistentemente elevados.


A partir das informações coletadas, assinale a alternativa com risco gestacional de Vanessa.

Alternativas
Q1910260 Medicina

Considere o caso clínico abaixo e os personagens nele ilustrados, para responder à questão.


Após ser aprovado e ingressar no Programa de Residência Médica em Medicina de Família e Comunidade, você é direcionado para uma Unidade de Atenção Primária à Saúde (UAPS) para ser recebido pelo médico preceptor da Unidade. Em sua primeira participação de reunião de equipe, uma das agentes comunitárias de saúde (ACS) da equipe do médico preceptor traz o relato de uma gestante de sua microárea que não procurou a Unidade de Saúde para começar o pré-natal. A gestante era Vanessa e ela era antiga conhecida da equipe, porque seu finado pai, Seu Odair, fora uma liderança comunitária e era muito querido por todos. Vanessa tinha a primeira consulta de pré-natal agendada para o primeiro horário depois da reunião de equipe. Dr. Marcos Júlio, seu preceptor, relata que Vanessa nunca teve boa relação com os pais e saiu de casa cedo, passando a morar, aos 14 anos, na casa de Ubiratan, seu primeiro parceiro. Após alguns anos morando juntos, Vanessa engravidou e chegou a ser acompanhada pela UAPS no pré-natal, mas teve perda gravídica com aproximadamente 12 semanas de seguimento. Durante esse acompanhamento pré-natal, a equipe ficou ciente de que Vanessa vivia em contexto de violência doméstica, mas continuava vivendo com Ubiratan, porque não aceitava voltar para a casa dos pais. Por volta de seus 24 anos, Vanessa teve episódio de hemiplegia desproporcional em dimídio esquerdo, desvio de rima labial e disartria, enquanto trabalhava em uma casa como diarista. Foi levada à urgência e hospitalizada. Durante hospitalização, confirmou-se um infarto cerebral. A família de Vanessa possui histórico de AVCs em idades precoces: Vanusa apresentou episódio de AVC durante uma de suas gestações e dona Benzarina teria apresentado o primeiro AVC antes da menopausa. Segundo a Assistente Social do hospital em que Vanessa ficou internada por quase dois meses, Ubiratan nunca teria realizado uma visita, mas Edberto, um ex-namorado, foi companhia assídua. Após a alta hospitalar, Vanessa descobriu que Ubiratan estava vivendo com outra mulher e se mudou para casa de Edberto, que a acolheu, a despeito da não-aceitação do pai de Edberto, Seu Eduardo. Depois de seis anos morando juntos, Vanessa engravidou novamente, mas não procurou a UAPS. A ACS fazia visitas domiciliares na mesma rua em que Edberto e Vanessa moram, quando viu Vanessa, já com barriga gravídica, varrendo a calçada. Após breve conversa, a ACS agenda atendimento para Vanessa na UAPS.

Em seu atendimento com Vanessa, com a finalidade de estabelecer um vínculo com uma paciente com contexto familiar e social tão complexo, você resolve confeccionar um Genograma de Vanessa. 


Imagem associada para resolução da questão


Considerando que o relato da Vanessa trouxe as mesmas informações previamente já passadas pelo Dr. Marcos Júlio, assinale a alternativa que traz uma informação não contemplada pelo Genograma ilustrado na Figura 1. 

Alternativas
Q1896434 Medicina
Juliana, 31 anos, possui vida sexual ativa há 1 ano. Ela foi à Unidade da Estratégia de Saude da Família (ESF), tendo realizado o exame Citológico, o qual teve como conclusão: Citologia Convencional, satisfatória para fins de diagnóstico. Citologia Inflamatória. Negativo para células neoplásicas. Qual a conduta para a paciente: 
Alternativas
Respostas
8661: A
8662: A
8663: B
8664: C
8665: A
8666: A
8667: D
8668: D
8669: C
8670: C
8671: D
8672: C
8673: B
8674: D
8675: B
8676: C
8677: B
8678: A
8679: B
8680: E