Questões de Concurso
Sobre doenças infecto-parasitárias em medicina
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Caso clínico para responder à questão.
Uma paciente de 61 anos de idade, sem comorbidades e sem uso de medicações contínuas, procurou o pronto-socorro com queixa de febre, tosse, odinofagia e mialgia, iniciados no dia anterior. Fez uso de dipirona com alívio parcial e transitório da febre e mialgia. Ao exame físico, encontrava-se em bom estado geral, com temperatura axilar = 38,7 ºC; FC = 92 bpm; PA = 120 mmHg x 75 mmHg; FR = 18 irpm, sem sinais de desconforto e SatO2 = 95% em ar ambiente. Foram solicitados radiografia de tórax, hemograma e painel de detecção de vírus respiratórios. Imagem evidenciou infiltrado intersticial em bases pulmonares. Verificou-se também hemograma com discreta leucopenia e painel viral positivo para influenza A.
Caso clínico para responder à questão.
Um paciente de 35 anos de idade, natural e residente em Brasília-DF, apresentou-se no ambulatório de cardiologia queixando-se de dispneia aos pequenos esforços classe funcional III NYHA, palpitações e fadiga há cerca de 6 meses. Não fazia uso de nenhum tratamento específico. Ao exame físico apresentou FC = 90 bpm; FR = 28 irpm, SatO2 = 97%, além de ritmo cardíaco irregular, bulhas hipofonéticas, sopro sistólico regurgitativo em foco mitral de +3/+6, hepatomegalia e estertores pulmonares em bases bilateralmente. Trouxe exames laboratoriais com sorologia positiva para Trypanosoma cruzi. Possui história familiar de mãe com morte súbita cardíaca por doença de Chagas aos 60 anos.
Caso clínico para responder à questão.
Um paciente de 35 anos de idade, natural e residente em Brasília-DF, apresentou-se no ambulatório de cardiologia queixando-se de dispneia aos pequenos esforços classe funcional III NYHA, palpitações e fadiga há cerca de 6 meses. Não fazia uso de nenhum tratamento específico. Ao exame físico apresentou FC = 90 bpm; FR = 28 irpm, SatO2 = 97%, além de ritmo cardíaco irregular, bulhas hipofonéticas, sopro sistólico regurgitativo em foco mitral de +3/+6, hepatomegalia e estertores pulmonares em bases bilateralmente. Trouxe exames laboratoriais com sorologia positiva para Trypanosoma cruzi. Possui história familiar de mãe com morte súbita cardíaca por doença de Chagas aos 60 anos.
I - O HPV é uma família de vírus de DNA, tipificados de acordo com sua sequência genética e divididos em subgrupos de acordo com seu potencial oncogênico.
II - Os HPV’s de elevado risco oncogênico foram detectados não só no Câncer de Colo de Útero, mas também em carcinomas de células escamosas vaginais, alguns subgrupos de cânceres vulvais, perianais e perineais.
III - Atualmente são computados 15 tipos de HPV com alto potencial oncogênico, sendo o tipo 16 e o 18, os mais importantes, gerando respectivamente 60% e 10% dos cânceres cervicais.
IV - Para que o vírus se instale, obviamente são necessários alguns fatores-extra para desencadear o quadro infeccioso, dentre eles podemos destacar: exposição ao vírus, capacidade imunológica do indivíduo e a presença de fatores cocarcinógeno.