Supondo que o paciente descrito seja refratário ao tratament...

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Q3607931 Medicina

Caso clínico para responder à questão.


Um paciente de 35 anos de idade, natural e residente em Brasília-DF, apresentou-se no ambulatório de cardiologia queixando-se de dispneia aos pequenos esforços classe funcional III NYHA, palpitações e fadiga há cerca de 6 meses. Não fazia uso de nenhum tratamento específico. Ao exame físico apresentou FC = 90 bpm; FR = 28 irpm, SatO2 = 97%, além de ritmo cardíaco irregular, bulhas hipofonéticas, sopro sistólico regurgitativo em foco mitral de +3/+6, hepatomegalia e estertores pulmonares em bases bilateralmente. Trouxe exames laboratoriais com sorologia positiva para Trypanosoma cruzi. Possui história familiar de mãe com morte súbita cardíaca por doença de Chagas aos 60 anos. 

Supondo que o paciente descrito seja refratário ao tratamento medicamentoso e, assim, necessitasse e tivesse realizado transplante cardíaco, uma das possíveis causas de disfunção do enxerto é a reativação da doença de Chagas. Qual é o tratamento de primeira linha em caso de reativação da doença de Chagas após transplante cardíaco com disfunção sistólica grave?
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