Questões de Concurso
Sobre clínica médica humana em medicina
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I - Índice de Sokolow-Lyon y S V1 ou V2 + R V5 ou V6 >/= 35 mm.
II - Índice de Lewis y (R1 + S3) – (R3 + S1) = ou > 17 mm y Amplitude de S em V1 > 24 mm y Soma de R1 + S3 > 35 mm.
III - Critérios de Hutchins y SV1 + RV5 ou V6 > 35 mm y cresicimento do átrio esquerdo y aumento da DI > 50 ms em V5 ou V6.
I - Anormalidades hídricas e do equilíbrio de eletrólitos, incluindo hiponatremia, podem resultar da produção de vasopressina e hormônios do tipo hormônio paratireoideo (PTHRP, parathyroid hormone-related peptide) decorrente de câncer de pulmão de células pequenas e não pequenas.
II - Síndrome de Cushing (excesso de cortisol, causando hiperglicemia, hipopotassemia, hipertensão, obesidade central, “face de lua”), pode resultar da produção ectópica de ACTH ou moléculas como ACTH, com mais frequência, com câncer de pulmão de células pequenas.
III - Diarreia aquosa com desidratação subsequente e desequilíbrios de eritrócitos podem resultar de secreção de prostaglandinas relacionadas ao tumor ou de peptídio intestinal vasoativo. Os tumores implicados incluem tumores de células gástricas (gastrinoma) e outros.
Os sinais e sistemas acometidos depende do órgão afetado:
I - Sinais neurológicos focais. II - Alterações visuais. III - Congestão (edema agudo de pulmão). IV - Dor torácica. V - Insuficiência renal (edema, diminuição do volume urinário). VI - Insuficiência hepática (náusea, mal-estar, fadiga, encefalopatia e icterícia).
I - Sangramento (hemorragia). II - Penetração. III - Perfuração. IV - Obstrução (bloqueio). V - Câncer.
Estão corretos os itens:
Sobre a abordagem ao paciente com sangramento e trombose, assinale a alternativa incorreta:
As principais complicações da pancreatite incluem. Assinale a alternativa que não tem uma complicação da pancreatite aguda:
I - Tipo 1: causada pela destruição das células produtoras de insulina, em decorrência de defeito do sistema imunológico em que os anticorpos atacam as células que produzem a insulina. Ocorre em cerca de 5 a 10% dos diabéticos.
II - Tipo 2: resulta da resistência à insulina e de deficiência na secreção de insulina. Ocorre em cerca de 90% dos diabéticos.
III - Diabetes Gestacional: é a diminuição da tolerância à glicose, diagnosticada pela primeira vez na gestação, podendo ou não persistir após o parto. Sua causa exata ainda não é conhecida.
IV - Outros tipos: são decorrentes de defeitos genéticos associados com outras doenças ou com o uso de medicamentos. Podem ser: defeitos genéticos da função da célula beta; defeitos genéticos na ação da insulina; doenças do pâncreas exócrino (pancreatite, neoplasia, hemocromatose, fibrose cística, etc.); induzidos por drogas ou produtos químicos (diuréticos, corticóides, betabloqueadores, contraceptivos, etc.).
Sinais de alerta – Os achados a seguir são particularmente preocupantes:
I - Sinais e sintomas neurológicos (p. ex., alteração do estado mental, fraqueza, diplopia, papiledema, deficits neurológicos focais).
II - Hipertensão grave.
III - Imunossupressão ou câncer.
IV - Meningismo.
V - Início da cefaleia após os 30 anos.
VI - Cefaleia “em trovoada” (cefaleia intensa com pico em alguns segundos).
VII - Sintomas de arterite de células gigantes (p. ex., transtornos visuais, claudicação mandibular, febre, perda ponderal, sensibilidade na artéria temporal, mialgias proximais).
VIII - Sintomas sistêmicos (p. ex., febre, perda ponderal).
IX - Cefaleia sem agravamento progressivo.
X - Olhos sem alterações e halos ao redor das luzes.
I - Os sintomas da doença intestinal inflamatória variam conforme a parte do intestino afetada e se a pessoa tem doença de Crohn ou colite ulcerativa. Pessoas com doença de Crohn normalmente têm diarreia crônica e dor abdominal. A pessoa com colite ulcerativa normalmente tem episódios intermitentes de dores abdominais e diarreia sanguinolenta. Em ambas as doenças, as pessoas com diarreia persistente podem perder peso e se tornar desnutridas.
II - A maioria das pessoas e suas famílias têm interesse em dietas e no controle do estresse. Embora algumas pessoas aleguem que certas dietas as ajudaram a melhorar sua saúde, incluindo dietas com restrições rígidas de carboidratos, essas não têm se mostrado eficazes em estudos clínicos. Às vezes, o médico recomenda técnicas de controle do estresse para ajudar a pessoa a lidar com a tensão de ter uma doença crônica.
III - A doença intestinal inflamatória afeta pessoas de todas as idades, mas, geralmente, começa após dos 30 anos, geralmente entre 34 e 54 anos. Algumas pessoas têm seu primeiro ataque entre os 14 e 24 anos. A DII é mais comum entre pessoas de ascendência norte-europeia e anglo-saxônica, e é de duas a quatro vezes mais comum entre judeus Ashkenazi do que brancos não judeus que habitam na mesma região. Os dois sexos são igualmente afetados. Parentes de primeiro grau (mãe, pai ou irmãos) de pessoas com DII têm de quatro a vinte vezes mais risco de desenvolverem tais doenças. A tendência de hereditariedade é mais elevada na doença de Crohn em relação à colite ulcerativa.
I - Diarreia aguda aquosa: diarreia que pode durar até 14 dias e determina perda de grande volume de fluidos e pode causar desidratação. Pode ser causada por bactérias e vírus, na maioria dos casos. A desnutrição persistente pode ocorrer se a alimentação não é fornecida de forma adequada e se episódios sucessivos acontecem.
II - Diarreia aguda com sangue (disenteria): é caracterizada pela presença de sangue nas fezes. Representa lesão na mucosa intestinal. Pode associar-se com infecção sistêmica e outras complicações, incluindo desidratação. Bactérias do gênero Shigella são as principais causadoras de disenteria.
III - Diarreia persistente: quando a diarreia aguda se estende por 14 dias ou mais. Pode provocar desnutrição e desidratação. Pacientes que evoluem para diarreia persistente constituem um grupo com alto risco de complicações e elevada letalidade.
I - Estágio A: Redução dos fatores de risco; Tratar HAS, Diabetes, dislipidemia; IECA ou Bloqueadores de At2 para alguns pacientes.
II - Estágio B: IECA ou bloqueadores At2 para todos.
III - Estágio C: IECA e beta bloqueadores para todos; Restrição de sódio, diuréticos e digoxina; Ressincronização cardíaca se há bloqueio de ramo; Cirurgia de valva Mitral, se necessidade; Equipe multidisciplinar; Aldosterona.
IV - Estágio D: Inotrópicos e transplante.
Estão corretas:
O termo “diabetes mellitus” (DM) refere-se a um transtorno metabólico de etiologias heterogêneas, caracterizado por ___________ e distúrbios no metabolismo de carboidratos, proteínas e gorduras, resultantes de defeitos da secreção e/ou da ação da insulina (WORLD HEALTH ORGANIZATION, 1999).
I - O vírus A é a causa mais freqüente de hepatite viral aguda no mundo. A transmissão é mais comum quando há contato pessoal íntimo e prolongado dos doentes com indivíduos suscetíveis à infecção. Observa-se a presença do vírus A no sangue e nas fezes dos indivíduos infectados duas a três semanas antes do início dos sintomas e, nas fezes, por cerca de duas semanas após a infecção.
II - A vacinação contra o VHB é a maneira mais eficaz na prevenção de infecção aguda ou crônica, e também na eliminação da transmissão do vírus em todas as faixas etárias.
III - O vírus C (VHC) seja transmitido por contato direto, percutâneo ou através de sangue contaminado, em percentual significativo de casos não se identifica a via de infecção. Pertence ao gênero Hepacivirus da família Flaviridae, e seu genoma é constituído por uma fita simples de RNA.
I - A colite fulminante ou tóxica ocorre quando ulcerações transmurais causam íleo e peritonite localizados. Dentro de horas ou dias, o cólon perde seu tônus muscular e começa a dilatar-se.
II - Os termos megacólon tóxico e dilatação tóxica são desencorajados porque o estado inflamatório tóxico e suas complicações podem ocorrer sem um megacólon evidente (definido quando o diâmetro do cólon transverso > 6 cm durante uma exacerbação).
III - A colite tóxica é uma emergência médica que costuma aparecer de modo espontâneo durante o curso da colite muito grave, mas pode ser precipitada por opioides ou fármacos antidiarreicos e anticolinérgicos. A perfuração do cólon aumenta a mortalidade de maneira significativa.
IV - Em geral, uma crise começa discretamente, com urgência evacuatória crescente, discretas cólicas em hipogástrio e sangue e muco nas fezes. Alguns casos aparecem após uma infecção (p. ex., amebíase, disenteria bacilar).
I - O hiato aniônico sempre deve ser calculado; seu aumento quase sempre indica acidose metabólica. Um hiato aniônico normal com HCO3− baixo (p. ex., < 24 mEq/L [< 24 mmol/L]) com cloro (Cl−) sérico elevado indica acidose metabólica sem intervalo de ânions (hiperclorêmica). Em caso de acidose metabólica, calcular a variação da diferença (delta gap) para identificar alcalose metabólica concomitante e usar a fórmula de Winters para determinar se a compensação respiratória está adequada ou se reflete um 2º desequilíbrio ácido-base (PCO2 prevista = 1,5 (HCO3−) + 8 ± 2; se a PCO2 estiver mais elevada, significa acidose respiratória concomitante — se estiver mais baixa, alcalose respiratória).
II - A acidose respiratória é sugerida por uma Pco2> 40 mmHg; o HCO3− deve compensar de maneira precisa, aumentando de 3 a 4 mEq/L (3 a 4 mmol/L) para cada 10 mmHg de elevação da Pco2 sustentada por 4 a 12 h [pode não ocorrer aumento ou elevação de apenas 1 a 2 mEq/L, que aumenta lentamente até 3 a 4 mEq/L (3 to 4 mmol/L) ao longo de dias]. Elevações maiores de HCO3− implicam em alcalose metabólica primária; aumentos menores sugerem que não houve tempo para compensação ou que há acidose metabólica primária coexistente.
III - Alcalose respiratória é sugerida por Pco2< 38 mmHg. O HCO3− deve compensar ao longo de 4 a 12 h reduzindo 4 a 5 mEq/L (4 a 5 mmol/L) para cada diminuição de 10 mmHg na Pco2. Diminuições menores significam que não houve tempo para compensação ou que uma alcalose metabólica primária coexiste. Diminuições mais acentuadas implicam em acidose metabólica primária.
I - Definição do QRS anorma: O complexo QRS é dito normal quando a duração for inferior a 120 ms e a amplitude estiver entre 5 mm e 20 mm nas derivações do plano frontal e entre 10 mm e 30 mm nas derivações precordiais, com orientação normal do eixo elétrico.
II - Eixo elétrico normal no plano horizontal: Os limites normais do eixo elétrico do coração no plano frontal situam-se entre –30° e +90°.
III - Ativação ventricular normal no plano frontal: Tem como característica a transição da morfologia rS, característico de V1, para o padrão qR típico do V6, com o r aumentando progressivamente de tamanho até o máximo em V5 e o S progressivamente se reduzindo até V6. Os padrões intermediários de RS (zona de transição) habitualmente ocorrem em V3 e V4.