Questões de Concurso
Sobre cardiologia e alterações vasculares em medicina
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A melhor conduta terapêutica para a valvopatia dessa paciente é:
O eletrocardiograma da admissão mostra a seguinte imagem:
É encaminhado para a sala de hemodinâmica, onde se encontra a imagem a seguir.
O diagnóstico do paciente e a artéria acometida são, respectivamente:
A manobra semiológica que pode ajudar na diferenciação entre fenômeno de Gallavardin e insuficiência mitral é a:
Com base no quadro clínico, o provável diagnóstico relacionado ao sopro auscultado é:
A opção com melhor conduta para a crise de hipóxia dos pacientes com essa cardiopatia é:
Um possível achado que corresponderia ao chamado “coração de atleta” é:
O exame físico está dentro da normalidade. O paciente traz consigo eletrocardiograma, que evidencia ritmo sinusal, inversão de onda T de V1, V2, V3 e deflexão de baixa amplitude, de longa duração, no final do QRS dessas derivações. Holter 24 horas mostra alta incidência de TV não sustentada, com padrão de BRE e eixo para cima.
Diante do exposto, o paciente tem provável diagnóstico de:
Ao exame físico, encontra-se sudoreica, pálida, com PA de 180 x 92 mmHg, FC de 102 bpm, SpO2 a 97%. As auscultas respiratória e cardíaca estão dentro da normalidade. O eletrocardiograma apresenta taquicardia sinusal e supradesnivelamento de segmento ST de derivações da parede anterior. O ecocardiograma à beira leito mostra hipocinesia de segmentos mediais e apicais do ventrículo esquerdo, com hipercinesia basal. A paciente foi encaminhada para cineangiocoronariografia de emergência, na qual se constatou a ausência de placas obstrutivas.
Dentro do exposto, a hipótese diagnóstica mais provável é:
O próximo passo, segundo o ACLS, é:
Sobre o tema, é correto afirmar que:
A conduta imediata mais indicada é:
Com base no descrito, a hipótese mais provável é:
Há contraindicação absoluta à trombólise se o paciente:
A melhor conduta é:
Dentre as opções abaixo, a que apresenta, respectivamente, a melhor opção terapêutica e a artéria acometida no caso apresentado é:
Sinais vitais e ectoscopia: PA 180 x 120 mmHg; FC 92 bpm; pálido; sudoreico. Realiza angiotomografia de aorta, que demonstra “flap” proximal após emergência da artéria subclávia esquerda, com extensão até a linha diafragmática.
Os exames laboratoriais demonstram funções orgânicas normais. Com base no caso descrito, a conduta inicial mais adequada para esse paciente é:
Ao exame físico, ele se mostra corado, hidratado e eupneico. PA: 150 x 98 mmHg; FC: 62 bpm. Pulsos palpáveis, simétricos. Ausculta cardíaca: sopro sistólico ejetivo, rude, com pico telessistólico, panfocal, mais audível em foco aórtico acessório, com irradiação para fúrcula, reduzindo de intensidade à manobra de handgrip.
Em relação à provável doença, pode sugerir gravidade a presença de sopro: