Questões de Concurso Sobre cardiologia e alterações vasculares em medicina

Foram encontradas 17.273 questões

Q3495589 Medicina
Análise do desempenho cardiopulmonar é fundamental para avaliar o mecanismo da intolerância aos esforços, determinar a resposta terapêutica e definir o prognóstico em diferentes cenários clínicos.
O método padrão áureo é o(a): 
Alternativas
Q3495585 Medicina
Um paciente masculino de 77 anos vem apresentando intolerância aos esforços e relata inchaço nas pernas. Teve ruptura espontânea do bíceps há 6 meses. Exame físico: pressão arterial 90 x 60 mmHg. Pressão venosa elevada. ECG: ritmo sinusal com baixa voltagem do QRS, área inativa nas derivações de V1-V4. As dosagens dos biomarcadores cardíaco (troponina e BNP) são elevadas. Coronariografia com artérias coronárias normais. Realizado ecodopplercardiograma, observa-se aumento de espessura concêntrica do ventrículo esquerdo e leve aumento atrial esquerdo. A fração de ejeção do ventrículo esquerdo é de 65%.
Após sua avaliação, o cardiologista informa que a principal suspeita diagnóstica é de:
Alternativas
Q3495583 Medicina
Um paciente de 46 anos, com queixa de desfalecimento e sudorese profusa, foi atendido na sala de emergência. Iniciou esquema tríplice para tratamento de tuberculose pulmonar. Relatou ser hipertenso, em uso de enalapril 20 mg ao dia, via oral, há 2 anos. O exame físico observou pressão arterial de 92 x 60 mmHg, na expiração, e 70 x 50 mmHg na inspiração, pulso arterial com 102 bpm, pressão venosa jugular de 6 cm, a 45 graus. Ausculta cardíaca revelou bulhas abafadas, e a ausculta pulmonar, pulmões limpos. ECG: ritmo sinusal com variação da amplitude da onda P, do QRS e da onda T. Lactato arterial estava elevado.
A mais provável hipótese diagnóstica do quadro clínico acima é de:
Alternativas
Q3495572 Medicina
Paciente de 72 anos admitida na unidade cardiointensiva com dor torácica súbita durante o velório do filho e com ECG mostrando supradesnivelamento do segmento ST, nas derivações V1 até V6, de 4 mm e intervalo QT prolongado. Foi realizada coronariografia, sem evidência de lesões obstrutivas. As dosagens da troponina T e do peptídeo natriurético cerebral estavam elevadas. Foi também realizada ressonância cardíaca, sem achados de edema miocárdio ou realce tardio (estudo com gadolínio) e acinesia da região do ápice do ventrículo esquerdo.
A equipe multidisciplinar cardiovascular esteve reunida e definiu como diagnóstico mais provável:
Alternativas
Q3495571 Medicina
Mulher de 42 anos com queixa de dor torácica e síncope aos esforços. Exame físico: paciente obesa com pressão arterial 120 x 80 mmHg, pulso arterial 70 bpm, com morfologia digitiforme. Ausculta cardíaca: ritmo cardíaco regular com 3 tempos, bulha protodiastólica e sopro de 3+/6+, na borda esternal esquerda, que aumentava na posição ortostática e reduzia quando acocorada.
Os achados clínicos são compatíveis com a seguinte enfermidade cardiovascular:
Alternativas
Q3495519 Medicina

Um paciente, de 75 anos, ex-tabagista, diabético tipo II, dislipidêmico, hipertenso em controle adequado das comorbidades, foi operado de apendicite quando jovem e fez colecistectomia videolaparoscópica há quinze anos, endarterectomia carotídea direita há oito anos e angioplastia femoral direita e catarata bilateral há seis anos. Além disso, submeteu-se a revascularização miocárdica há quatro anos com uma ponte de safena para coronária direita e uma com mamária para coronária esquerda. Há seis meses, queixa-se de claudicação intermitente pior no membro inferior esquerdo, de início para 300 metros, agora 150 metros. Faz atividades físicas leves regulares desde que revascularizou o miocárdio, época em que também interrompeu o tabagismo. Traz claras as queixas de claudicação dos membros inferiores (mais à esquerda) e do membro superior esquerdo quando faz suas atividades com seu treinador pessoal, além de um desconforto ou dor precordiais também quando levanta os pesos de seu exercício com bíceps esquerdo ou sobe escadas na sua casa. Nega dispneia a esforços, edema ou nictúria.


Em vista do quadro desse paciente, é necessário investigar:

Alternativas
Q3495518 Medicina

Um homem de 62 anos, hipertenso em uso de losartana e hidroclorotiazida, chega a seu polo de espuma densa referenciado pela unidade básica, com dor, edema, varizes e dermatite ocre em membros inferiores, já classificado como CEAP IV, com exame de doppler venoso mostrando safenas magnas e parvas dilatadas e insuficientes. É indicado para tratamento por espuma densa ecoguiada como rege o fluxo da instituição local. Apesar da conduta já determinada, o residente plantonista hipocraticamente colhe a história do paciente e o examina, descobrindo que, além de hipertenso, ele é diabético e tabagista e que suas dores são típicas de claudicação intermitente com uma distância de marcha não maior que 100 metros. Seus pulsos poplíteos e tibiais são diminuídos e os pediosos, ausentes.


Diante do quadro clínico em questão, é esperado que o residente:

Alternativas
Q3495065 Medicina

O mesmo paciente Ricardo, em vista dos resultados de seus exames, deve ser submetido ao tratamento da hipertensão arterial. 


Em relação a esse tratamento, é correto afirmar que: 

Alternativas
Q3495064 Medicina

Em uma consulta de retorno, Ricardo, 52 anos, desempregado, traz os resultados de exames e o resultado do MRPA (PA média = 135 x 85 mmHg). 


Na consulta, PA = 150 X 90 mmHg. O exame de ECG está normal; raio X de tórax normal; colesterol total = 330; HDL = 30; LDL = 167; triglicerídeos = 290; glicemia em jejum = 109; K = 4; Cr = 0,9; EAS = sem alterações.


A partir dos exames, conclui-se que:

Alternativas
Q3495051 Medicina
Um paciente de 59 anos, diabético, tabagista, com diagnóstico de doença arterial periférica em membros inferiores, foi atendido no ambulatório para acompanhamento de rotina. Nos exames laboratoriais realizados dentro do último mês, foram observados colesterol total de 270 mg/dL, HDL de 38 mg/dL, LDL de 198 mg/dL e triglicerídeos de 170 mg/dL.
Nesse caso, a terapia hipolipemiante mais indicada é:
Alternativas
Q3493706 Medicina
Uma senhora de 76 anos quer fazer seu controle na unidade, pois acha que seu médico está ultrapassado. Totalmente assintomática. Relata revascularização miocárdica há dez anos, em controle com especialista, com quem faz um teste ergométrico anual. Vem usando nitrato e AAS regularmente, prescritos pelo seu médico. A entrevista mostra ainda dislipidemia e irmão falecido com IAM aos 59 anos de idade. O exame físico mostra PA: 170 x 92 mmHg em várias medidas e desdobramento expiratório de segunda bulha no segundo espaço intercostal esquerdo. Eletrocardiograma evidencia complexos QRS com duração maior que 0,12 s, depressão do segmento ST e inversão de onda T em DI, aVL, V5 e V6.
Nesse caso, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3493703 Medicina
Um senhor de 64 anos, diabético tipo 2, foi diagnosticado há 6 anos, quando fez a primeira consulta na unidade de saúde, mas logo depois desapareceu. Ele conta que resolveu fazer controle com especialista de um plano (“pago bem barato”), mas que pensou em retornar agora para a unidade. Totalmente assintomático. Não houve qualquer intercorrência ou fato importante nesse intervalo de tempo de 6 anos. No exame físico há cruzamentos arteriovenosos patológicos à fundoscopia e PA+ 140 x 90 mmHg. Nada mais digno de nota. ECG mostra ondas q nas derivações DII, DIII e aVF. Você, então analisa o ECG realizado na primeira consulta, cuja descrição está completa no prontuário, verificando que as ondas q não estavam presentes há 6 anos.
Em relação a esse caso, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3493688 Medicina
Uma senhora assintomática chega para o controle. Os níveis tensionais estão ótimos. Quando começamos a ausculta cardíaca, logo notamos déficit de pulso. Temos dificuldades em descrever a ausculta e definir qual é a primeira ou a segunda bulha. Partimos para o ECG e não conseguimos definir bem a onda P em todo o traçado, nem mesmo nas derivações DII e V1. Os intervalos RR estão totalmente assimétricos.
Com tudo isso, concluímos que há:
Alternativas
Q3493680 Medicina
Homem de 56 anos, sem qualquer fator de risco e sem história patológica pregressa, é diagnosticado com HAS. Discutimos a situação com ele e resolvemos juntos iniciar o tratamento medicamentoso com monoterapia.
A droga mais indicada é:
Alternativas
Q3493679 Medicina
Mulher de 42 anos, sem histórico de patologias, sem fatores de risco, recebe o diagnóstico de HAS.
Está entre os exames complementares de rotina:
Alternativas
Q3493676 Medicina
Numa visita domiciliar a uma senhora de 82 anos, a filha conta história de tonteira tipo pré-síncope pela manhã há 5 dias. A senhora é hipertensa bem controlada há anos com propranolol, que nunca foi modificado pelo sucesso terapêutico. Trata-se de uma senhora muito bem cuidada pela filha e netos, com boa saúde geral, que se alimenta bem e não tem outras queixas. O episódio foi único e ela está totalmente assintomática desde então. Foi solicitada visita domiciliar pela dificuldade de acesso da moradia. O enfermeiro da equipe tinha chegado antes, mediu a pressão arterial e anotou 130 x 80 mmHg.
Resolvemos então partir para o exame físico de abordagem, completando com o traçado de ECG e glicemia capilar, num raciocínio diagnóstico que vai buscar:
Alternativas
Q3493654 Medicina
Uma menina de nove anos com tosse, coriza e febre consulta-se na unidade de saúde. O exame físico mostra 38 °C de temperatura axilar, taquicardia e sopro cardíaco, sem demais particularidades. A mãe traz um hemograma realizado há 2 semanas, que aponta hemoglobina de 11g/dl. Você deve, então, diferenciar um sopro inocente de um patológico.
No que se refere a essa diferenciação, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3493604 Medicina

Um paciente de 83 anos, assintomático, hipertenso e diabético, em uso de diurético tiazídico, bloqueador do receptor de angiotensina II, betabloqueador, antagonista do cálcio e antagonista do receptor de mineralocorticoide, apresenta pressão arterial de 170 x 90 mmHg, em três ocasiões diferentes, e níveis confirmados pela monitoração domiciliar da pressão arterial. Fundoscopia, creatinina e hemograma estão sem anormalidades.

Diante desse quadro, o clínico diagnosticou a presença de hipertensão:

Alternativas
Q3493599 Medicina

Uma paciente de 25 anos apresentou o quadro de covid-19 há 4 meses. Vem cursando com mal-estar na posição ortostática e palpitação. Exame físico: normal. Observou-se pressão arterial de 110 x 70 mmHg, deitada, com frequência cardíaca de 65 bpm; imediatamente ao se levantar, após 10 minutos, na posição ortostática, a pressão esteve inalterada e a frequência cardíaca foi de 134 bpm. A paciente se queixava de mal-estar. Hemograma completo e bioquímica normais.

Ao consultar o cardiologista, ela foi diagnosticada com uma possível manifestação de covid denominada:

Alternativas
Q3493587 Medicina
A menopausa promove alterações hormonais e desordens imunoinflamatórias que geram aumento de alterações cardiovasculares. Essas, por sua vez, podem ocasionar anormalidades na função endotelial na circulação.
Nesse contexto fisiopatológico, mulheres na menopausa podem apresentar:
Alternativas
Respostas
4581: B
4582: C
4583: E
4584: C
4585: D
4586: B
4587: D
4588: C
4589: A
4590: E
4591: A
4592: D
4593: A
4594: E
4595: B
4596: A
4597: D
4598: A
4599: E
4600: A