Questões de Concurso
Sobre estatística em matemática
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O coeficiente de variação é uma medida de dispersão que expressa a diferença entre a média e o desvio padrão de um conjunto de dados, diminuindo o quão homogêneo é o conjunto.
A média harmônica é uma medida de tendência central que é especialmente útil para dados que envolvem taxas e proporções, sendo calculada pela soma dos inversos dos valores dos dados divididos pelo número total de valores.
Uma pesquisa coletou as seguintes informações sobre as variáveis salário e hora extra:

Considerando-se essas informações, no que diz respeito à variação das variáveis salário e hora extra, conclui-se que:

De acordo com a leitura dos dados da Tabela, é possível concluir que:
Contribuições para o crescimento anual do PIB global 1970-2020 (em pontos percentuais)

A análise comparativa das informações contidas no gráfico conduz à seguinte conclusão:

Com base dos dados apresentados na tabela, podemos afirmar que o peso médio e o peso mediano desses atletas é, respectivamente:
Analisar os dados dispostos abaixo e assinalar a alternativa que corresponde à moda.
1, 2, 3, 2, 1, 3, 4, 3, 1, 2, 1
Com base nestas informações, é correto afirmar que a moda dos dados é a cor:
TEXTO: Quanto custa um sonho?
Quanto custa um sonho?
Alguma coisa ele sempre custa.
Muitas vezes muitas coisas ele custa, outras vezes outros sonhos ele custa.
Não importam os percalços, os sacrifícios, os espinhosos enredos.
Não importa.
Uma vez vivido, o sonho está sempre num ótimo preço!
Elisa Lucinda – A Conta do Sonho
Considero lindo e verdadeiro esse poema! E adoro quando ela diz “Uma vez vivido, o sonho está sempre num ótimo preço!”, o que me faz lembrar a alegria que sente uma mulher quando recebe em seus braços o filho que acaba de nascer. Naquele momento, passam para o esquecimento eventuais dificuldades para engravidar, sustos, medos, inseguranças, problemas durante a gestação, as dores do parto1. Tudo isso cede espaço ao sonho realizado.
E sempre admiramos quem corre atrás dos seus sonhos, quem tem persistência, resiliência, fé, quem cai, levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima. Porque todos temos sonhos, mas, na maioria das vezes, pouco fazemos para realizá-los, gastando mais tempo e energia buscando desculpas para a nossa INÉRSIA/INÉRCIA, a nossa ineficácia.
Só que pode acontecer de, ao conseguirmos realizar nosso sonho, descobrirmos que tudo o que mais queríamos não passava de um pesadelo DISFARÇADO/DISFARSADO que nos traz sofrimento, desencanto, tristeza e raiva de nós mesmos por não termos considerado os ventos, as nuvens carregadas, os conselhos que prenunciavam a terrível tempestade que se formava.
De qualquer forma, o que encontramos pelo caminho2, de bom e de mau, nos prepara melhor para viver o sonho, assim como nos prepara para enfrentar o pesadelo que pode estar a nossa espera após tantas lutas. E até na hipótese ruim, podemos, uns com mais, outros com menos facilidade, reorganizarmo-nos na tentativa de, no mínimo, conseguirmos nos proteger da dor do que costumamos chamar fracasso.
Mas também pode ocorrer de nos depararmos com um vazio que em nada se parece nem com a realização de um sonho nem mesmo com um pesadelo DISCIMULADO/DISSIMULADO. Para mim, esse é o pior cenário. Não nos preparamos para o nada. Não sabemos lidar com o nada. E ficamos ali estarrecidos, com a sensação de que até o instinto de sobrevivência nos abandonou.
E eu acredito que isso pode acontecer quando, como diz Elisa Lucinda, aquele sonho custou outros sonhos, quando ainda não entendemos que somos muito mais do que aquele ANSEIO/ANCEIO e nele apostamos todas as nossas fichas, como se nada mais existisse.
Sonhos precisam ser sempre reavaliados, e não há nada de errado em desistirmos de um ou mais deles. Até porque estamos sempre em evolução, e alguns podem perder totalmente o sentido com o passar do tempo, com o nosso amadurecimento.
Dizem que a felicidade está mais na jornada do que no destino. Então, é preciso que tenhamos olhos para ver e ouvidos para ouvir tudo e todos ao longo do processo. Somente se nos permitirmos ponderar, sopesar nossos sonhos e nos abrirmos para a beleza do percurso, estaremos protegidos do paralisante, do assustador vazio que pode nos devorar emocionalmente e nos embotar3 a ponto de não mais voltarmos a sonhar.
Nós nunca perdemos. Mesmo quando o sonho exigiu de nós um enorme investimento e não se realizou como desejávamos, todo o aprendizado, toda a VIVÊNSIA/VIVÊNCIA do percurso continuará a nosso dispor4 para novos sonhos. Isso jamais se perderá. Serão sempre como tesouros que nem a traça nem a ferrugem conseguirão corroer, que nem ladrões poderão escavar e roubar. E é neles que estará também o nosso coração, ainda mais preparado para a próxima jornada.
SANT’ANA, Maraci. Quanto custa um sonho? Correio Braziliense, 20 de julho de 2023. Opinião. Disponível em:
https://blogs.correiobraziliense.com.br/consultoriosentimental/quanto-custa-um-sonho/. Acesso em: 25 jan. 2024. Adaptado.
Em um grupo de cinco amigos, as idades são 17, 19, 22, 20 e 18 anos. Qual é a soma entre a média e mediana das idades?
Um epidemiologista está analisando dados de uma recente pesquisa de saúde para determinar a média de idade dos participantes. Se as idades coletadas são 22, 28, 35, 42 e 23 anos, qual é a média aritmética das idades dos participantes?
8, 13, 29, 32, 49, 51, 67, 74, 85, 96

Marque a alternativa que mostra a moda, a média aritmética e a mediana respectivamente das horas trabalhadas.