Questões de Concurso
Sobre sintaxe em português
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TEXTO:



Disponível em:
https://repositorio.enap.gov.br/bitstream/1/6181/1/Apostila%20do%20curso%20Linguagem%20Simples%20no%20Setor%20Pu% CC%81blico.pdf. Acesso em: 18 fevereiro de 2025 (adaptado)
TEXTO:



Disponível em:
https://repositorio.enap.gov.br/bitstream/1/6181/1/Apostila%20do%20curso%20Linguagem%20Simples%20no%20Setor%20Pu% CC%81blico.pdf. Acesso em: 18 fevereiro de 2025 (adaptado)
(1) Oração subordinada.
(2) Oração coordenada.
( ) É importante que saiba as suas falas da peça de teatro.
( ) Nem vimos o filme, nem jantamos.
( ) Correu muito rápido porque tinha medo.
( ) Falou tanto que até ficou rouca.
Ela frequentou a Academia de Alexandria e, influenciada pelo pai, estudou astronomia, religião, poesia, artes e ciências exatas. Mais tarde, foi aluna de uma escola neoplatônica em Atenas, na Grécia, na qual as doutrinas seguiam aspectos espirituais e cosmológicos do pensamento de Platão, um dos responsáveis pelo desenvolvimento da filosofia ocidental.

Internet: <www.mundoeducacao.uol.com.br> (com adaptações).
A expressão destacada trata-se de uma oração:

Internet: <www.repositorio.ipea.gov.br> (com adaptações).
No segundo período do segundo parágrafo, o elemento
“Embora” poderia ser corretamente substituído por
Texto para a questão.

Virginia Woolf. Três guinéus, 1938 (com adaptações).
Texto para a questão.

Virginia Woolf. Três guinéus, 1938 (com adaptações).
Texto para a questão.

Virginia Woolf. Três guinéus, 1938 (com adaptações).

Internet: <www.sebrae.com.br> (com adaptações).

Internet: <www.sebrae.com.br> (com adaptações).
TEXTO III
Amar
Que pode uma criatura senão, entre criaturas, amar? amar e esquecer, amar e malamar, amar, desamar, amar? sempre, e até de olhos vidrados, amar? Que pode, pergunto eu, o ser amoroso, sozinho, em rotação universal, senão rodar também, e amar? amar o que o amar traz à praia, o que ele sepulta, e o que, na brisa marinha, é sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia? Amar solenemente as palmas do deserto, o que é entrega ou adoração expectante, e amar o inóspito, o áspero, um vaso sem flor, um chão de ferro, e o peito inerte, e a rua vista em sonho, e uma ave de rapina. Este o nosso destino: amor sem conta, distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas, doação ilimitada a uma completa ingratidão, e na concha vazia do amor a procura medrosa, paciente, de mais e mais amor. Amar a nossa falta mesma de amor, e na secura nossa amar a água implícita, e o beijo tácito, e a sede infinita.
(Carlos Drummond de Andrade)