Questões de Concurso Sobre sintaxe em português

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Q3406488 Português
8 de março: a força e os desafios das mulheres no mercado de trabalho

  No Dia Internacional da Mulher, é essencial refletirmos sobre a força, a resiliência e a contribuição das mulheres em todos os setores da sociedade, especialmente no mercado de trabalho. Ao longo da história, as mulheres enfrentaram e superaram inúmeros desafios, buscando constantemente a igualdade de oportunidades e direitos. A trajetória das mulheres no mundo do trabalho é marcada por lutas incansáveis por reconhecimento, respeito e autonomia, e, mesmo diante de tantas adversidades, elas não perdem sua essência.

  As mulheres que atuam no mercado de trabalho, não raro, enfrentam uma dupla ou até tripla jornada, sendo que a responsabilidade não se limita apenas ao desempenho profissional, mas também aos cuidados com a casa, apoio e atenção familiar e, muitas vezes, a dedicação à maternidade. Elas se dividem entre as funções que exigem empenho, tempo e abnegação. A carga de trabalho acumulada, somada ao peso das responsabilidades familiares, gera um desgaste físico e emocional que, infelizmente, ainda é invisível para grande parte da sociedade. No entanto, essas mulheres, com garra e perseverança, seguem firmes em sua jornada, sem perder sua essência e capacidade de transformação.

  A legislação trabalhista tem sido uma aliada importante nessa luta pela equidade, proporcionando instrumentos legais que garantem a igualdade de direitos e a proteção das mulheres no mercado de trabalho. O avanço de políticas públicas voltadas à promoção da igualdade de gênero, como a licença-maternidade, a ampliação do acesso a creches, a proteção contra a violência doméstica no ambiente de trabalho e a igualdade salarial, são alguns exemplos de melhorias significativas. Tais medidas têm possibilitado que as mulheres se envolvam cada vez mais nas esferas profissionais, sem que precisem renunciar a suas responsabilidades familiares.

  Entretanto, é importante reconhecer que ainda existem desafios a serem enfrentados, como a persistente desigualdade salarial, o preconceito e a sub-representação das mulheres em cargos de liderança. A busca por uma verdadeira igualdade de oportunidades e direitos no mercado de trabalho continua sendo uma tarefa inacabada.

  Neste 8 de março, celebramos as conquistas das mulheres, mas também renovamos o compromisso de promover um ambiente de trabalho cada vez mais inclusivo, onde o talento, a competência e a dedicação das mulheres sejam reconhecidos e valorizados de forma plena. A luta pela igualdade não é apenas uma causa feminina, mas uma causa de toda a sociedade, pois só com a inclusão plena das mulheres no mercado de trabalho será possível construir um futuro mais justo, equilibrado e próspero para todos.

(Marília Meorim Ferreira de Lucca e Castro. Em: 08 de março de 2025.)
Os termos destacados a seguir mantêm uma relação sintática, na oração, equivalente entre si quanto à função que desempenham em relação aos outros termos, com EXCEÇÃO de:
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Q3406487 Português
8 de março: a força e os desafios das mulheres no mercado de trabalho

  No Dia Internacional da Mulher, é essencial refletirmos sobre a força, a resiliência e a contribuição das mulheres em todos os setores da sociedade, especialmente no mercado de trabalho. Ao longo da história, as mulheres enfrentaram e superaram inúmeros desafios, buscando constantemente a igualdade de oportunidades e direitos. A trajetória das mulheres no mundo do trabalho é marcada por lutas incansáveis por reconhecimento, respeito e autonomia, e, mesmo diante de tantas adversidades, elas não perdem sua essência.

  As mulheres que atuam no mercado de trabalho, não raro, enfrentam uma dupla ou até tripla jornada, sendo que a responsabilidade não se limita apenas ao desempenho profissional, mas também aos cuidados com a casa, apoio e atenção familiar e, muitas vezes, a dedicação à maternidade. Elas se dividem entre as funções que exigem empenho, tempo e abnegação. A carga de trabalho acumulada, somada ao peso das responsabilidades familiares, gera um desgaste físico e emocional que, infelizmente, ainda é invisível para grande parte da sociedade. No entanto, essas mulheres, com garra e perseverança, seguem firmes em sua jornada, sem perder sua essência e capacidade de transformação.

  A legislação trabalhista tem sido uma aliada importante nessa luta pela equidade, proporcionando instrumentos legais que garantem a igualdade de direitos e a proteção das mulheres no mercado de trabalho. O avanço de políticas públicas voltadas à promoção da igualdade de gênero, como a licença-maternidade, a ampliação do acesso a creches, a proteção contra a violência doméstica no ambiente de trabalho e a igualdade salarial, são alguns exemplos de melhorias significativas. Tais medidas têm possibilitado que as mulheres se envolvam cada vez mais nas esferas profissionais, sem que precisem renunciar a suas responsabilidades familiares.

  Entretanto, é importante reconhecer que ainda existem desafios a serem enfrentados, como a persistente desigualdade salarial, o preconceito e a sub-representação das mulheres em cargos de liderança. A busca por uma verdadeira igualdade de oportunidades e direitos no mercado de trabalho continua sendo uma tarefa inacabada.

  Neste 8 de março, celebramos as conquistas das mulheres, mas também renovamos o compromisso de promover um ambiente de trabalho cada vez mais inclusivo, onde o talento, a competência e a dedicação das mulheres sejam reconhecidos e valorizados de forma plena. A luta pela igualdade não é apenas uma causa feminina, mas uma causa de toda a sociedade, pois só com a inclusão plena das mulheres no mercado de trabalho será possível construir um futuro mais justo, equilibrado e próspero para todos.

(Marília Meorim Ferreira de Lucca e Castro. Em: 08 de março de 2025.)
Em “A trajetória das mulheres no mundo do trabalho é marcada por lutas incansáveis por reconhecimento, respeito e autonomia, e, mesmo diante de tantas adversidades, [...]” (1º§), a escolha da voz verbal empregada no trecho destacado demonstra:
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Q3406383 Português

        Para o príncipe não é coisa somenos a escolha de seus ministros, que são bons ou não, conforme a prudência daquele. E o primeiro juízo que se faz da mente de um príncipe é observar os homens que ele tem a seu lado. Quando eles são capazes e fiéis, podemos considerá-lo sábio, porque soube reconhecê-los suficientemente e mantê-los fiéis; quando, porém, não forem assim, pode-se fazer mau juízo dele, pois o primeiro erro que comete é o desta escolha. 

Nicolau Maquiavel. O príncipe: com as notas de Napoleão Bonaparte. Tradução de J. Cretella Jr. e Agnes Cretella. 2.ª ed. rev. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 1997, p. 144 (com adaptações). 

Considerando os sentidos e aspectos sintáticos do texto precedente, julgue o seguinte item. 

Nas orações “que se faz da mente de um príncipe” (segundo período) e “que comete” (último período), o vocábulo “que” desempenha a função sintática de sujeito.

Alternativas
Q3406379 Português

        Para o príncipe não é coisa somenos a escolha de seus ministros, que são bons ou não, conforme a prudência daquele. E o primeiro juízo que se faz da mente de um príncipe é observar os homens que ele tem a seu lado. Quando eles são capazes e fiéis, podemos considerá-lo sábio, porque soube reconhecê-los suficientemente e mantê-los fiéis; quando, porém, não forem assim, pode-se fazer mau juízo dele, pois o primeiro erro que comete é o desta escolha. 

Nicolau Maquiavel. O príncipe: com as notas de Napoleão Bonaparte. Tradução de J. Cretella Jr. e Agnes Cretella. 2.ª ed. rev. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 1997, p. 144 (com adaptações). 

Considerando os sentidos e aspectos sintáticos do texto precedente, julgue o seguinte item. 

O termo “sábio” (terceiro período) exerce no texto a função sintática de adjunto adverbial, expressando o modo como se pode considerar o príncipe que escolhe bem os seus ministros. 

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Q3406375 Português
        Desde que não seja um satélite natural, como a Lua, um corpo celeste do sistema solar merece o status de planeta apenas se obedecer a três condições: estar em órbita em torno do Sol; ter massa suficiente para que sua gravidade o leve a apresentar uma forma quase redonda; e ter a vizinhança de sua órbita livre de objetos significativos que possam entrar no seu caminho. Foi com esse trio de regras objetivas que a União Astronômica Internacional (IAU) aposentou, em 26/8/2006, o conceito antigo e vago de planeta, associado à ideia de um corpo errante e luminoso que podia ser visto no céu. 
        Os oito primeiros planetas do sistema solar (Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno) se encaixavam na nova caracterização. O então ainda considerado nono planeta, o caçulinha da turma, descoberto apenas em 1930, não. “Plutão é um ‘planeta anão’ segundo a definição acima e é reconhecido como o protótipo de uma nova categoria de objetos transnetunianos [situados depois de Netuno]”, escreveu a direção da IAU na resolução B6, divulgada naquela data.
        No mesmo documento, a entidade determina que um planeta anão, além de não ser um satélite, deve obedecer às duas primeiras condições impostas aos planetas, mas não é necessário que sua órbita seja livre de outros corpos celestes.    
        As decisões da resolução resguardaram o conceito de planeta dentro do sistema solar para apenas oito objetos conhecidos. Se a mudança não tivesse sido adotada, outros objetos do cinturão de Kuiper, muito parecidos com Plutão, também teriam de ser considerados planetas. Descoberto em 2005, o objeto transnetuniano denominado Éris era um desses casos. Com massa maior que a de Plutão, chegou a ser anunciado como um novo planeta — até que a resolução da IAU barrou sua entrada no clube planetário, expulsou Plutão da turma e reduziu seus membros a oito.

        Marcos Pivetta. Na órbita do Planeta 9. In: Revista Pesquisa FAPESP, n.º 351, maio/2025. Internet: (com adaptações).

Considerando a organização do texto anterior, seus aspectos linguísticos e as informações nele veiculadas, julgue o item a seguir. 

No segmento “mas não é necessário que sua órbita seja livre de outros corpos celestes” (terceiro parágrafo), a conjunção “mas” está empregada com sentido aditivo, podendo, portanto, ser substituída, sem alteração do sentido original do texto, pela conjunção e. 

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Q3406374 Português
        Desde que não seja um satélite natural, como a Lua, um corpo celeste do sistema solar merece o status de planeta apenas se obedecer a três condições: estar em órbita em torno do Sol; ter massa suficiente para que sua gravidade o leve a apresentar uma forma quase redonda; e ter a vizinhança de sua órbita livre de objetos significativos que possam entrar no seu caminho. Foi com esse trio de regras objetivas que a União Astronômica Internacional (IAU) aposentou, em 26/8/2006, o conceito antigo e vago de planeta, associado à ideia de um corpo errante e luminoso que podia ser visto no céu. 
        Os oito primeiros planetas do sistema solar (Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno) se encaixavam na nova caracterização. O então ainda considerado nono planeta, o caçulinha da turma, descoberto apenas em 1930, não. “Plutão é um ‘planeta anão’ segundo a definição acima e é reconhecido como o protótipo de uma nova categoria de objetos transnetunianos [situados depois de Netuno]”, escreveu a direção da IAU na resolução B6, divulgada naquela data.
        No mesmo documento, a entidade determina que um planeta anão, além de não ser um satélite, deve obedecer às duas primeiras condições impostas aos planetas, mas não é necessário que sua órbita seja livre de outros corpos celestes.    
        As decisões da resolução resguardaram o conceito de planeta dentro do sistema solar para apenas oito objetos conhecidos. Se a mudança não tivesse sido adotada, outros objetos do cinturão de Kuiper, muito parecidos com Plutão, também teriam de ser considerados planetas. Descoberto em 2005, o objeto transnetuniano denominado Éris era um desses casos. Com massa maior que a de Plutão, chegou a ser anunciado como um novo planeta — até que a resolução da IAU barrou sua entrada no clube planetário, expulsou Plutão da turma e reduziu seus membros a oito.

        Marcos Pivetta. Na órbita do Planeta 9. In: Revista Pesquisa FAPESP, n.º 351, maio/2025. Internet: (com adaptações).

Considerando a organização do texto anterior, seus aspectos linguísticos e as informações nele veiculadas, julgue o item a seguir. 

As quatro orações que compõem o último período do texto compartilham o mesmo sujeito referencial. 

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Q3406373 Português
        Desde que não seja um satélite natural, como a Lua, um corpo celeste do sistema solar merece o status de planeta apenas se obedecer a três condições: estar em órbita em torno do Sol; ter massa suficiente para que sua gravidade o leve a apresentar uma forma quase redonda; e ter a vizinhança de sua órbita livre de objetos significativos que possam entrar no seu caminho. Foi com esse trio de regras objetivas que a União Astronômica Internacional (IAU) aposentou, em 26/8/2006, o conceito antigo e vago de planeta, associado à ideia de um corpo errante e luminoso que podia ser visto no céu. 
        Os oito primeiros planetas do sistema solar (Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno) se encaixavam na nova caracterização. O então ainda considerado nono planeta, o caçulinha da turma, descoberto apenas em 1930, não. “Plutão é um ‘planeta anão’ segundo a definição acima e é reconhecido como o protótipo de uma nova categoria de objetos transnetunianos [situados depois de Netuno]”, escreveu a direção da IAU na resolução B6, divulgada naquela data.
        No mesmo documento, a entidade determina que um planeta anão, além de não ser um satélite, deve obedecer às duas primeiras condições impostas aos planetas, mas não é necessário que sua órbita seja livre de outros corpos celestes.    
        As decisões da resolução resguardaram o conceito de planeta dentro do sistema solar para apenas oito objetos conhecidos. Se a mudança não tivesse sido adotada, outros objetos do cinturão de Kuiper, muito parecidos com Plutão, também teriam de ser considerados planetas. Descoberto em 2005, o objeto transnetuniano denominado Éris era um desses casos. Com massa maior que a de Plutão, chegou a ser anunciado como um novo planeta — até que a resolução da IAU barrou sua entrada no clube planetário, expulsou Plutão da turma e reduziu seus membros a oito.

        Marcos Pivetta. Na órbita do Planeta 9. In: Revista Pesquisa FAPESP, n.º 351, maio/2025. Internet: (com adaptações).

Considerando a organização do texto anterior, seus aspectos linguísticos e as informações nele veiculadas, julgue o item a seguir. 

No primeiro período do texto, o trecho “obedecer a três condições” poderia ser reescrito, mantendo-se a coerência do texto e sua correção gramatical, da seguinte forma: obedecer às três condições a seguir. 

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Q3406371 Português
        Desde que não seja um satélite natural, como a Lua, um corpo celeste do sistema solar merece o status de planeta apenas se obedecer a três condições: estar em órbita em torno do Sol; ter massa suficiente para que sua gravidade o leve a apresentar uma forma quase redonda; e ter a vizinhança de sua órbita livre de objetos significativos que possam entrar no seu caminho. Foi com esse trio de regras objetivas que a União Astronômica Internacional (IAU) aposentou, em 26/8/2006, o conceito antigo e vago de planeta, associado à ideia de um corpo errante e luminoso que podia ser visto no céu. 
        Os oito primeiros planetas do sistema solar (Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno) se encaixavam na nova caracterização. O então ainda considerado nono planeta, o caçulinha da turma, descoberto apenas em 1930, não. “Plutão é um ‘planeta anão’ segundo a definição acima e é reconhecido como o protótipo de uma nova categoria de objetos transnetunianos [situados depois de Netuno]”, escreveu a direção da IAU na resolução B6, divulgada naquela data.
        No mesmo documento, a entidade determina que um planeta anão, além de não ser um satélite, deve obedecer às duas primeiras condições impostas aos planetas, mas não é necessário que sua órbita seja livre de outros corpos celestes.    
        As decisões da resolução resguardaram o conceito de planeta dentro do sistema solar para apenas oito objetos conhecidos. Se a mudança não tivesse sido adotada, outros objetos do cinturão de Kuiper, muito parecidos com Plutão, também teriam de ser considerados planetas. Descoberto em 2005, o objeto transnetuniano denominado Éris era um desses casos. Com massa maior que a de Plutão, chegou a ser anunciado como um novo planeta — até que a resolução da IAU barrou sua entrada no clube planetário, expulsou Plutão da turma e reduziu seus membros a oito.

        Marcos Pivetta. Na órbita do Planeta 9. In: Revista Pesquisa FAPESP, n.º 351, maio/2025. Internet: (com adaptações).

Considerando a organização do texto anterior, seus aspectos linguísticos e as informações nele veiculadas, julgue o item a seguir. 

No trecho subsequente aos dois-pontos no primeiro período do texto, as formas verbais “estar” e “ter” introduzem as condições obrigatórias para a classificação de um corpo celeste como planeta, por isso estão empregadas no modo imperativo.

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Q3406368 Português
        Desde que não seja um satélite natural, como a Lua, um corpo celeste do sistema solar merece o status de planeta apenas se obedecer a três condições: estar em órbita em torno do Sol; ter massa suficiente para que sua gravidade o leve a apresentar uma forma quase redonda; e ter a vizinhança de sua órbita livre de objetos significativos que possam entrar no seu caminho. Foi com esse trio de regras objetivas que a União Astronômica Internacional (IAU) aposentou, em 26/8/2006, o conceito antigo e vago de planeta, associado à ideia de um corpo errante e luminoso que podia ser visto no céu. 
        Os oito primeiros planetas do sistema solar (Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno) se encaixavam na nova caracterização. O então ainda considerado nono planeta, o caçulinha da turma, descoberto apenas em 1930, não. “Plutão é um ‘planeta anão’ segundo a definição acima e é reconhecido como o protótipo de uma nova categoria de objetos transnetunianos [situados depois de Netuno]”, escreveu a direção da IAU na resolução B6, divulgada naquela data.
        No mesmo documento, a entidade determina que um planeta anão, além de não ser um satélite, deve obedecer às duas primeiras condições impostas aos planetas, mas não é necessário que sua órbita seja livre de outros corpos celestes.    
        As decisões da resolução resguardaram o conceito de planeta dentro do sistema solar para apenas oito objetos conhecidos. Se a mudança não tivesse sido adotada, outros objetos do cinturão de Kuiper, muito parecidos com Plutão, também teriam de ser considerados planetas. Descoberto em 2005, o objeto transnetuniano denominado Éris era um desses casos. Com massa maior que a de Plutão, chegou a ser anunciado como um novo planeta — até que a resolução da IAU barrou sua entrada no clube planetário, expulsou Plutão da turma e reduziu seus membros a oito.

        Marcos Pivetta. Na órbita do Planeta 9. In: Revista Pesquisa FAPESP, n.º 351, maio/2025. Internet: (com adaptações).

Considerando a organização do texto anterior, seus aspectos linguísticos e as informações nele veiculadas, julgue o item a seguir. 

A oração “Se a mudança não tivesse sido adotada” (segundo período do último parágrafo) expressa uma hipótese.

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Q3406114 Português
Leia o texto abaixo em que foram sublinhados alguns termos.

Tenho a grande vantagem de haver nascido numa época em que os maiores eventos mundiais passavam à ordem do dia e continuavam durante a minha longa existência, de modo que fui testemunha viva da Guerra dos Sete Anos, depois da separação da América da Inglaterra, em seguida da Revolução Francesa, e, por fim, de toda a época napoleônica até a queda do herói e dos acontecimentos que se lhe seguiram. Assim cheguei a resultados e conclusões bem diferentes daqueles a que poderão chegar quantos nascerem de agora em diante, devendo familiarizar-se com esses grandes eventos através de livros que não entendem.

Assinale a opção em que o antecedente textual de um desses termos está corretamente indicado.
Alternativas
Q3404816 Português
A facilidade __________ se escrever poemas quando se é jovem contrasta ____ incapacidade de ser criativo quando envelhecemos, levando-nos __________ cumprir apenas as responsabilidades cotidianas da vida, sob o risco de deixarmos de lado ___________ que nos faz feliz.

As lacunas do texto devem ser prenchidas, correta e respectivamente, por:
Alternativas
Q3404814 Português
Leia o texto para responder à questão.

        Paulo Leminski estava certo quando disse que escrever poesia aos 17 anos é fácil, e o difícil é continuar acreditando na poesia com o passar dos anos, com a idade, com os deveres, as contas, os desejos de consumo.

        Deve haver um pedacinho do cérebro em que a criança e a jovem que fomos estão intactas, com nossos sonhos, certezas e poesias escritas em cadernos. No meu caso, a palavra tem um poder inestimável, e as páginas do conto A moça tecelã, de Marina Colasanti, me lembram nitidamente de quando as li.

        Arrependo-me um tanto de não ter escrito este texto antes, quando Marina Colasanti ainda estava viva. Eu queria contar que conheci uma história sua aos 14 anos no meu livro da 8ª série e, naquela época, os livros didáticos eram também os meus livros literários. Juro que guardei este livro por muitos anos e acho que só me desfiz dele quando mudei para Luanda. Era uma relíquia para mim, assim como quase tudo que li naquela época.

        Eu me lembro da emoção da sala de aula e depois das releituras em casa, e depois de contar o próprio conto como contadora de história. Eu era uma menina que sabia tão pouco e aquela história me deu pistas importantes sobre o que esperar da vida de uma mulher.

        A moça tinha o superpoder de criar a própria vida e influenciar o mundo ao redor com o trabalho dela e, mais importante, “nada lhe faltava”. Segundo Marina, era possível ser mulher e nada lhe faltar, e ela escrevia isso para jovens como eu. “Mas tecendo e tecendo, ela própria trouxe o tempo em que se sentiu sozinha, e pela primeira vez pensou como seria bom ter um marido ao lado.” 

        Foi com Marina e a moça, aos 14 anos, no livro didático da escola, que aprendi que eu poderia tecer a vida que quisesse e que poderia inclusive desistir dessa vida inventada, se ela deixasse de me agradar.

        Um dos textos sobre a morte da escritora a chamava de autora de livros infantojuvenis e, apesar de eu ter conhecido seus contos quando era adolescente, sempre achei que aquilo não era para a minha idade. Eu me sentia uma mulher adulta lendo e contando os contos de Marina Colasanti.

(Ana Paula Lisboa. A moça tecelã. https://oglobo.globo.com, 05.02.2025. Adaptado)
A frase reescrita a partir de informações do texto está em conformidade com a norma-padrão de concordância nominal e verbal em:
Alternativas
Q3404813 Português
Leia o texto para responder à questão.

        Paulo Leminski estava certo quando disse que escrever poesia aos 17 anos é fácil, e o difícil é continuar acreditando na poesia com o passar dos anos, com a idade, com os deveres, as contas, os desejos de consumo.

        Deve haver um pedacinho do cérebro em que a criança e a jovem que fomos estão intactas, com nossos sonhos, certezas e poesias escritas em cadernos. No meu caso, a palavra tem um poder inestimável, e as páginas do conto A moça tecelã, de Marina Colasanti, me lembram nitidamente de quando as li.

        Arrependo-me um tanto de não ter escrito este texto antes, quando Marina Colasanti ainda estava viva. Eu queria contar que conheci uma história sua aos 14 anos no meu livro da 8ª série e, naquela época, os livros didáticos eram também os meus livros literários. Juro que guardei este livro por muitos anos e acho que só me desfiz dele quando mudei para Luanda. Era uma relíquia para mim, assim como quase tudo que li naquela época.

        Eu me lembro da emoção da sala de aula e depois das releituras em casa, e depois de contar o próprio conto como contadora de história. Eu era uma menina que sabia tão pouco e aquela história me deu pistas importantes sobre o que esperar da vida de uma mulher.

        A moça tinha o superpoder de criar a própria vida e influenciar o mundo ao redor com o trabalho dela e, mais importante, “nada lhe faltava”. Segundo Marina, era possível ser mulher e nada lhe faltar, e ela escrevia isso para jovens como eu. “Mas tecendo e tecendo, ela própria trouxe o tempo em que se sentiu sozinha, e pela primeira vez pensou como seria bom ter um marido ao lado.” 

        Foi com Marina e a moça, aos 14 anos, no livro didático da escola, que aprendi que eu poderia tecer a vida que quisesse e que poderia inclusive desistir dessa vida inventada, se ela deixasse de me agradar.

        Um dos textos sobre a morte da escritora a chamava de autora de livros infantojuvenis e, apesar de eu ter conhecido seus contos quando era adolescente, sempre achei que aquilo não era para a minha idade. Eu me sentia uma mulher adulta lendo e contando os contos de Marina Colasanti.

(Ana Paula Lisboa. A moça tecelã. https://oglobo.globo.com, 05.02.2025. Adaptado)
O trecho “… apesar de eu ter conhecido seus contos quando era adolescente…” (7o parágrafo), pode ser assim reescrito, preservando-se o sentido e a norma-padrão: 
Alternativas
Q3404810 Português
(Bill Waterson. O melhor de Calvin. www.estadao.com.br, 01.04.2025)
Considere os trechos:
•  Agir assim é negar nossa própria humanidade! (1o quadro) •  … não há prazer em criar e ter as coisas! (2o quadro) •  Você teve dois dias para fazer a redação. (4o quadro)

Assinale a alternativa em que as expressões destacadas estão, correta e respectivamente, reescritas em conformidade com a norma-padrão de emprego de pronomes. 
Alternativas
Q3401482 Português
Uma das normas de uso da voz passiva recomenda que, quando se tem um sujeito representado por um nome de coisa, é mais conveniente o emprego da passiva pronominal, como ocorre no seguinte caso:
Alternativas
Q3401481 Português
Assinale a frase abaixo em que o emprego do gerúndio está inadequado.
Alternativas
Q3401480 Português

Assinale a opção que indica o seu parecer sobre as seguintes frases:


1. Dar-lhe-ei o prêmio quando o vir de novo.

2. Ele não proveu a casa de todo o necessário.

3. Nem todos requiseram o prêmio merecido.

Alternativas
Q3401477 Português

Observe a seguinte frase: “Preciso fazer algo” resolverá mais problemas do que “Algo precisa ser feito”!


Entre as duas frases há algumas diferenças, mas a mais importante para o significado da frase é:

Alternativas
Q3401473 Português

Nosso poeta Gregório de Matos escreveu: “Quem de dinheiro dispuser pode fazer o que quiser”.

Nesse pensamento há uma oração substantiva que pode ser substituída por um substantivo de significado equivalente: o endinheirado. O mesmo processo foi feito nas frases a seguir. Assinale a opção em que isso foi realizado de forma adequada.

Alternativas
Q3401468 Português
Assinale a opção abaixo que não mostra paralelismo na estruturação.
Alternativas
Respostas
12301: D
12302: C
12303: E
12304: E
12305: E
12306: E
12307: C
12308: E
12309: C
12310: D
12311: C
12312: B
12313: B
12314: D
12315: B
12316: B
12317: D
12318: B
12319: E
12320: E