Questões de Concurso Sobre sintaxe em português

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Q3378044 Português

Gregos



Disponível em: http://www.acaricaturadobrasil.com.br/2020/09/cartum-igualdade-de-genero.html.

Acesso em: 03 nov. 2023. 

Em “Não é uma questão de indivíduo, mas de uma estrutura social fundamentada em valores comuns e nascida das cidades-estado gregas” (Linhas 5-7), o elemento que veicula a ideia de retificação do raciocínio é  
Alternativas
Q3378043 Português

Gregos



Disponível em: http://www.acaricaturadobrasil.com.br/2020/09/cartum-igualdade-de-genero.html.

Acesso em: 03 nov. 2023. 

“Nós, homens e mulheres do mundo contemporâneo, herdamos da Grécia antiga uma estrutura de organização social regida pelo poder patriarcal.” (Linhas 4-5)


A expressão sublinhada no enunciado acima exerce a função sintática de: 

Alternativas
Q3378042 Português

Gregos



Disponível em: http://www.acaricaturadobrasil.com.br/2020/09/cartum-igualdade-de-genero.html.

Acesso em: 03 nov. 2023. 

Do ponto de vista sintático, a oração “A canção de Chico Buarque fala de patriarcado” (Linha 1) classifica-se como: 
Alternativas
Q3378040 Português

A vida invisível de Eurídice Gusmão



BATALHA, Marta. A vida invisível de Eurídice Gusmão. São Paulo: Companhia das Letras, 2016. p.46-47. Fragmento.

“... Deus lhe tomou o marido, mas deixou-lhe a pensão,...” (Linha 16)


Indique a opção em que a substituição do conector sublinhado (mas) ALTERA o sentido original do enunciado acima:

Alternativas
Q3378036 Português

A vida invisível de Eurídice Gusmão



BATALHA, Marta. A vida invisível de Eurídice Gusmão. São Paulo: Companhia das Letras, 2016. p.46-47. Fragmento.

Em “Seus lábios embicaram tanto que já não mudavam de posição, seus braços nasceram para se manter cruzados” (Linhas 6-8), as orações sublinhadas veiculam, respectivamente, ideia de: 
Alternativas
Q3378035 Português

A vida invisível de Eurídice Gusmão



BATALHA, Marta. A vida invisível de Eurídice Gusmão. São Paulo: Companhia das Letras, 2016. p.46-47. Fragmento.

O verbo “preocupava-se” em “Preocupava-se com projetos e prazos” (Linha 3) está na voz: 
Alternativas
Q3378034 Português

A vida invisível de Eurídice Gusmão



BATALHA, Marta. A vida invisível de Eurídice Gusmão. São Paulo: Companhia das Letras, 2016. p.46-47. Fragmento.

Leia o enunciado a seguir para responder a questão:


“Foi até o caixa, pagou pelos tecidos e voltou para casa pensativa.” (Linhas 2-3)


Na oração “...e voltou para casa pensativa”, o vocábulo sublinhado – “pensativa” – exerce a função sintática de:



Alternativas
Q3377834 Português
“O UNICEF e seus parceiros aproveitam os recentes avanços tecnológicos para conectar os gestores de diferentes setores públicos (Educação, Saúde, Assistência Social, entre outros), que são encorajados a criar equipes intersetoriais para analisar as causas da exclusão, encontrar soluções para superar cada uma dessas barreiras e, por fim, reintegrar essa criança ou esse adolescente à escola, garantindo a permanência e a aprendizagem.”
https://www.unicef.org

Sobre o texto, é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3377827 Português
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Está CORRETO, em relação ao texto, apenas o que se pode afirmar na alternativa:
Alternativas
Q3377706 Português

Leia e responda a questão:


Rua, espada nua


Boia no céu imensa e amarela


Tão redonda a lua, como flutua


Vem navegando o azul do firmamento


E no silêncio lento


Um trovador, cheio de estrelas


Escuta agora a canção que eu fiz


Pra te esquecer, Luiza


Eu sou apenas um pobre amador


Apaixonado, um aprendiz do teu amor


Acorda, amor


Que eu sei que embaixo desta neve mora um coração


Vem cá, Luiza, me dá a tua mão


O teu desejo é sempre o meu desejo


Vem, me exorciza


Me dá tua boca e a rosa louca


Vem me dar um beijo e um raio de sol


Nos teus cabelos


Como um brilhante que partindo a luz


Explode em sete cores


Revelando então os sete mil amores


Que eu guardei somente pra te dar, Luiza


Luiza, Luiza, Luiza



Sobre a letra da música Luiza, de Tom Jobim, pode-se afirmar que:


I. O verso “E no silêncio lento” é um exemplo de sinestesia.


II. Luiza, musa inspiradora do sujeito lírico, exerce no texto a função de vocativo.


III. O uso da primeira pessoa denota a predominância da função conativa. 

Alternativas
Q3377704 Português

Leia o texto: 



Lançado em 1928, o livro O Amante de Lady Chatterley, de D.H Lawrence, gerou polêmicas na sociedade da época, em especial pelo conteúdo sexual explícito. Recém-lançado pela Netflix, o filme baseado no romance explora bem o enredo da história. Como toda adaptação compreende alterações, sejam elas sutis ou drásticas, a produção não passa ilesa. O Metrópoles leu o livro e assistiu ao filme e garante que a história permanece bem conservada, mesmo com os ajustes. [...]


Texto adaptado. Disponível em: https://www.metropoles.com/entretenimento/cinema/netflix-o-quemudou-do-livro-para-o-filme-o-amante-de-lady-chatterley. Acesso em: 20 maio 2024. 



Os termos destacados no texto exercem, respectivamente, as seguintes funções sintáticas.

Alternativas
Q3377702 Português
Assinale a alternativa em que NÃO se verifica problema de regência verbal ou nominal.
Alternativas
Q3377701 Português
Identifique a única oração que contém sujeito elíptico.
Alternativas
Q3377612 Português
“Pensei vagamente em estudar arquitetura, como todo mundo. Acabaria como todos que eu conheço que estudaram arquitetura, fazendo outra coisa. Poupei-me daquela outra coisa, mesmo que não tenha me formado em nada e acabado fazendo esta estranha outra coisa, que é dar palpites sobre todas as coisas.” 
Luís Fernando Veríssimo

No trecho “...mesmo que não tenha me formado em nada...”, do texto acima, conectivo destacado inicia uma oração com valor semântico de:
Alternativas
Q3377611 Português
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https://manualdaseguranca.com.br

Na campanha acima, a expressão “DE TODOS”: 
Alternativas
Q3377605 Português
"Através do sonho podemos fazer a descoberta de nós mesmos. Sonhar é abrir um portal para a mudança. O que ousamos sonhar é a semente de um outro modelo de mundo, mais próximo de quem realmente somos."
Dulce Magalhães

Com base no texto, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3377536 Português
A boca, no papel


   O garoto da vizinha me pediu que o ajudasse a fazer (a fazer, não, a completar) um trabalho escolar sobre a boca. Estava preocupado porque só conseguira escrever isto: “Pra que serve a boca? A boca serve pra falar, gritar e contar. Serve também pra comer, beber, beijar e morder. Eu acho que a boca é um barato”. Queria que eu acrescentasse alguma coisa.

   – Que coisa?

   – Qualquer coisa, ué. Escrevi só quatro linhas, a professora vai bronquear.

   – Mas em quatro linhas você disse o essencial. Para mim, só faltou dizer que a boca serve também para calar. Em boca fechada não entra mosquito.

   – Isso não dá nem uma linha – e os olhos do garoto ficaram tristes.

   – Por favor, me ajude...

  Então resolvi fazer a minha redação, como aluno ausente do Colégio Esperança, e passá-la ao coleguinha, a título de assessor de emergência.

***

   A boca de que estou falando, aliás, escrevendo, pode ser alegre, amarga, ameaçadora, sensual, deprimida, fria, sei lá o quê. Uma boca pode variar muito de expressão e mesmo não ter nenhuma. Uma das bocas mais gozadas que eu já vi foi a boca- -de-chupar-ovo, uma boquinha de nada, da minha tia Zuleica. Se fosse um pouquinho mais apertada, eu queria ver ela se alimentando – por onde? Mas esta boca está fora da moda, só aparece no jornal nos retratos das melindrosas de 1928, que faziam a boca ainda menor desenhando o contorno com o batom. Os lábios ficavam de fora, de longe.

   Estou lendo escondido as poesias de Gregório de Matos. Dizem que ele tinha o apelido de Boca do Inferno por causa dos negócios que escrevia e que eram infernais. Infernais no tempo dele, pois na rua e em toda parte já escutei coisas muito mais cabeludas, xii!...

   Toquinho canta uma letra que fala em boca da noite, acho que ele queria falar no anoitecer. É bonito, mas não consigo imaginar essa boca na cara da noite. Sou mais a boca do dia, que não sei se alguém já teve ideia de falar nela, mas o amanhecer engolindo a escuridão da noite é mais legal que o anoitecer papando os restos de dia.

   Boca por boca, não ando atrás da boca-livre, que aliás nunca passou perto de mim, e só um grupo consegue, os privilegiados. Se a boca fosse livre para todos, então a vida seria melhor.

  É a tal história: quanta gente fazendo boquinha pra conseguir o quê? Nada. E com quatro ou cinco bocas em casa pra sustentar.


(DE ANDRADE, Carlos Drummond. Moça deitada na grama. Rio de Janeiro: Record, 1987. Adaptado.)
“Boca por boca, não ando atrás da boca-livre, que aliás nunca passou perto de mim, e só um grupo consegue, os privilegiados.” (11º§) É possível inferir que a expressão grifada expressa ideia de:
Alternativas
Q3377534 Português
A boca, no papel


   O garoto da vizinha me pediu que o ajudasse a fazer (a fazer, não, a completar) um trabalho escolar sobre a boca. Estava preocupado porque só conseguira escrever isto: “Pra que serve a boca? A boca serve pra falar, gritar e contar. Serve também pra comer, beber, beijar e morder. Eu acho que a boca é um barato”. Queria que eu acrescentasse alguma coisa.

   – Que coisa?

   – Qualquer coisa, ué. Escrevi só quatro linhas, a professora vai bronquear.

   – Mas em quatro linhas você disse o essencial. Para mim, só faltou dizer que a boca serve também para calar. Em boca fechada não entra mosquito.

   – Isso não dá nem uma linha – e os olhos do garoto ficaram tristes.

   – Por favor, me ajude...

  Então resolvi fazer a minha redação, como aluno ausente do Colégio Esperança, e passá-la ao coleguinha, a título de assessor de emergência.

***

   A boca de que estou falando, aliás, escrevendo, pode ser alegre, amarga, ameaçadora, sensual, deprimida, fria, sei lá o quê. Uma boca pode variar muito de expressão e mesmo não ter nenhuma. Uma das bocas mais gozadas que eu já vi foi a boca- -de-chupar-ovo, uma boquinha de nada, da minha tia Zuleica. Se fosse um pouquinho mais apertada, eu queria ver ela se alimentando – por onde? Mas esta boca está fora da moda, só aparece no jornal nos retratos das melindrosas de 1928, que faziam a boca ainda menor desenhando o contorno com o batom. Os lábios ficavam de fora, de longe.

   Estou lendo escondido as poesias de Gregório de Matos. Dizem que ele tinha o apelido de Boca do Inferno por causa dos negócios que escrevia e que eram infernais. Infernais no tempo dele, pois na rua e em toda parte já escutei coisas muito mais cabeludas, xii!...

   Toquinho canta uma letra que fala em boca da noite, acho que ele queria falar no anoitecer. É bonito, mas não consigo imaginar essa boca na cara da noite. Sou mais a boca do dia, que não sei se alguém já teve ideia de falar nela, mas o amanhecer engolindo a escuridão da noite é mais legal que o anoitecer papando os restos de dia.

   Boca por boca, não ando atrás da boca-livre, que aliás nunca passou perto de mim, e só um grupo consegue, os privilegiados. Se a boca fosse livre para todos, então a vida seria melhor.

  É a tal história: quanta gente fazendo boquinha pra conseguir o quê? Nada. E com quatro ou cinco bocas em casa pra sustentar.


(DE ANDRADE, Carlos Drummond. Moça deitada na grama. Rio de Janeiro: Record, 1987. Adaptado.)
“Então resolvi fazer a minha redação, como aluno ausente do Colégio Esperança, e passá-la ao coleguinha, a título de assessor de emergência.” (7º§) A expressão em destaque tem valor semântico de:
Alternativas
Q3377356 Português
No período: “Suas irmãs, as sombrinhas, já se entregaram aos piores desregramentos futuristas e tanto abusaram que até caíram de moda”, o termo em destaque exerce a função de:
Alternativas
Q3377353 Português
Texto para a questão.


Resumo: Na última década, o uso de dispositivos eletrônicos com acesso a mídias interativas e sociais proliferou de forma abundante. Tais equipamentos se tornaram imprescindíveis na vida das pessoas e podem proporcionar inúmeros benefícios, desde que, utilizados com cautela. No entanto, pediatras e demais profissionais de saúde têm manifestado preocupações quanto ao tempo em que crianças e adolescentes passam diante das telas, como televisores, computadores, tablets, consoles de jogos, smartphones, entre outros, e os prejuízos relacionados à exposição excessiva. O termo conhecido como Screen Time (tempo em que crianças e jovens gastam usando esses dispositivos) tem sido objeto de estudo de inúmeros pesquisadores ao redor do mundo e, para lançar luz a esta problemática, uma análise bibliométrica com a finalidade de mapear publicações científicas sobre esse tema foi conduzida. A partir dos resultados obtidos no estudo, foram construídos clusters que apontam as áreas mais investigadas neste tema. Questões relacionando o excesso de tempo de tela à obesidade, depressão e ansiedade, alterações no sono, restrição de atividade física e outros problemas que afetam o desenvolvimento infantil foram aqui discutidas.


Carvalho, Karinne Marieta; Lora Grando, Rafaela; Britto; José Augusto. Disponível em: https://observatorio.fiocruz.br/sites/default/files/observatorio_da_fiocruz_em_ctei_- _estudo_screentime.pdf. Acesso em: 5 jan. 2024.

Há complemento nominal em:



I. As crianças têm acesso a mídias interativas cada vez mais cedo.


II. Os equipamentos se tornaram imprescindíveis para as pessoas.


III. Os prejuízos relacionados à exposição excessiva preocupam especialistas.


IV. O uso de telas na infância exige controle dos pais e responsáveis.

Alternativas
Respostas
12221: D
12222: B
12223: A
12224: B
12225: C
12226: A
12227: D
12228: B
12229: C
12230: C
12231: A
12232: D
12233: C
12234: B
12235: B
12236: B
12237: C
12238: B
12239: A
12240: C