Questões de Concurso Sobre sintaxe em português

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Q3390613 Português
A frase “Joana riu tanto que ficou sem fôlego” apresenta uma relação de: 
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Q3390504 Português

Internet: <www.meuartigo.brasilescola.uol.com.br> (com adaptações).

No que se refere à estruturação linguística do texto anterior, julgue o seguinte item.


No trecho “Em suma, torna‑se cada vez mais necessária a consolidação das posições ocupadas pelos profissionais da área, bem como a conquista de novos espaços, principalmente dentro das equipes de vigilância epidemiológica e ambiental.”, a flexão de plural da forma “necessária” – necessárias – mantém a correção gramatical do trecho que a encerra, desde que sejam suprimidas as duas vírgulas que intercalam “bem como a conquista de novos espaços”

Alternativas
Q3390503 Português

Internet: <www.meuartigo.brasilescola.uol.com.br> (com adaptações).

No que se refere à estruturação linguística do texto anterior, julgue o seguinte item.


Nos trechos “Desde que foram estabelecidos padrões de convivência coletiva, os seres humanos têm lutado contra as enfermidades” e “Nas últimas décadas, novos desafios têm surgido para a saúde pública”, o acento na forma verbal “têm” ocorre devido à obrigatoriedade de se acentuar graficamente todas as palavras tônicas de apenas uma sílaba.

Alternativas
Q3390497 Português

Internet: <www.meuartigo.brasilescola.uol.com.br> (com adaptações).

No que se refere à estruturação linguística do texto anterior, julgue o seguinte item.


A locução “começou a ser utilizada”, no trecho “Entretanto, com o passar do tempo e o surgimento da medicina veterinária preventiva, começou a ser utilizada, também, para a promoção da saúde humana.”, sem prejuízo gramatical e para o sentido original do texto, poderia ser substituída por começaram a ser utilizados.

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Q3390444 Português
Assinale a alternativa cuja frase foi redigida em conformidade com a norma-padrão de regência verbal. 
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Q3390442 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Fobia imobiliária


    A vida me poupou de uns tantos pesadelos. É nisso que penso enquanto o camarada à minha frente, com incontida excitação, vai fazendo o pormenorizado relato de sua batalha para alugar apartamento. Já esteve em duas dúzias de endereços, contabiliza, e em outros tantos pretende estar, pois em cada um achou defeito. Longe de se lamentar, está feliz. À beira da euforia, parece governado pela convicção de que o bom não é achar, é procurar, prazer que exige dele ver imperfeição onde não tem.

   Faria par, este amigo recente, com uma senhora da minha família, que, precisando de empregada, vetou consecutivamente duas alternativas que as filhas lhe arranjaram, uma por lhe faltarem alguns dentes, a outra porque, prognata, tinha “dentes demais”.

  Respeitemos o time dos que procuram na esperança de não encontrar – de certa forma aparentados com aqueles que inventam pretexto para estar o tempo todo reformando a casa. São, uns e outros, meus antípodas. A simples ideia de empreender uma reforma já me levaria a buscar um novo pouso – se também essa perspectiva não me trouxesse pânico. E, a esta altura da vida, talvez já não haja divã que dê jeito na fobia imobiliária de quem jamais – jamais – se lançou, como o citado camarada, numa peregrinação em busca de poleiro.

   Minto: ciente das minhas dificuldades nesse particular, houve um dia, meio século atrás, em que, com poucos meses de São Paulo, e pendurado ainda na generosidade do casal que me acolheu de mala e cuia, achei que era hora de providenciar cafofo próprio. Encantado com o que me parecia ser uma inédita capacidade de superar limitações, dias depois eu fechava negócio com o dono de um apartamento num predinho até simpático, na esquina de Augusta e Rua Costa. Quem disse que eu não dava conta? – gabei-me. Mas não precisei de uma semana para me dar conta de que ali simplesmente não havia água, nem disposição dos outros moradores para dar sentido à existência das torneiras. E, no entanto, tudo estava claro desde o início, pois na primeira incursão eu pudera ver o espetáculo medieval de cordas içando baldes na soturna área interna do edifício. A rapidez com que consegui anulação do contrato me trouxe a certeza de que não fui ali o otário pioneiro.


(Humberto Werneck, “Fobia Imobiliária”, 02.10.20. Disponível em: https://www.estadao.com.br/cultura/ humberto-werneck/fobia-imobiliaria. Adaptado)
No trecho do 1o parágrafo “É nisso que penso enquanto o camarada à minha frente, com incontida excitação, vai fazendo o pormenorizado relato de sua batalha para alugar apartamento”, a expressão em destaque apresenta circunstância de modo, assim como a destacada em: 
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Q3390438 Português
Leia o excerto a seguir para responder à questão:


Sobre zona de conforto, meritocracia e Trump


     Dia desses, assistindo a uma entrevista, vi um capitalista dizer que, para ganhar mais dinheiro, precisa sair de sua “zona de conforto”. Oh, chavão. Pelo que pude entender, a “zona de conforto” representaria para ele um convite à acomodação e à preguiça improdutiva. Logo, um estado de relaxamento e de calma seria um vício moral; o homem de negócios sem ócios precisa contar com uma dose de aflição, de nervosismo e até de medo, ou não terá disposição para correr riscos, mesmo que calculados. Moral da história: o conforto não é bom para o tilintar das caixas registradoras.

    Outro capitalista, esse mais velho, nos tempos em que tinha um banco de investimentos na Avenida Faria Lima, comentava com seus diretos que não gostava de “gato gordo”. Ele não se referia a felinos, óbvio. Ele falava de homens. O “gato gordo”, em seu dicionário, era aquele ex-jovem promissor que rapidamente se refestelava numa posição remediada e se dava por satisfeito com ganhos de adiposidade, não mais de cifrões. A partir daí, o “gato gordo”, indolente, comprava uma casa de campo num condomínio fechado com heliporto e não queria mais saber de aventuras perigosas. Segundo os ensinamentos do lendário banqueiro, o “gato gordo” era uma praga. Quando identificava um, demitia correndo.

    A expressão “gato gordo” não se popularizou. A outra, “zona de conforto”, esta caiu na boca do povaréu e virou clichê no mundo corporativo. A toda hora, alguém aparece na sua frente para falar mal da “zona de conforto”, um signo universal de morosidade, procrastinação, inoperância e falta de iniciativa (pública ou privada).

    A ideologia funciona exatamente assim: as implicâncias idiossincráticas do patrão são alçadas a cânones inabaláveis de virtude para o empregado. De pé, oh, vítimas da fome! Fujam da sua zona de conforto!

    Sim, estou sendo irônico. Se for para falar sério, digo que “zona de conforto” é piada de mau gosto. Na vida de um bilionário, que não precisa saber quanto custa a anuidade da escola dos filhos e troca de jatinho todo ano, pode até ser divertido quebrar a rotina de vez em quando e desafiar o sossego, um pouquinho só. Mas, na vida do resto da humanidade, uma pitada de estabilidade tranquila é tudo de bom. Deveria ser festejada, nunca repudiada.


(Eugênio Bucci, “Sobre zona de conforto, meritocracia e Trump”, 02.04.2025. Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao/eugenio-bucci/ sobre-zona-de-conforto-meritocracia-e-trump/. Adaptado)
Assinale a alternativa cuja frase foi redigida em conformidade com a norma-padrão de concordância verbal e de pontuação.
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Q3390207 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Uma corrida épica nos seus ouvidos


Você provavelmente faz bom uso dos seus fones de ouvido com cancelamento de ruído. Mas como eles realmente cancelam o ruído indesejado?

Os seus fones, por menores que sejam, incluem mais de um microfone.

Um deles coleta a onda sonora do ruído que entra, gerando uma corrida entre a velocidade do som.

O fone recebe a onda sonora barulhenta e a inverte, agrega e faz com que ela chegue ao seu tímpano exatamente com a mesma velocidade do som indesejado original.

A onda sonora que você não quer ouvir é cancelada pela própria onda sonora invertida. Por isso, você não a escuta e continua apreciando o som que realmente aprecia.

Isso parece uma inovação recente, mas sua origem remonta a setenta anos atrás, durante a Guerra da Coreia (1950-1953).

Os Estados Unidos enviavam helicópteros para recolher soldados feridos ou imobilizados, que pediam ajuda pelo rádio. Mas as pás dos helicópteros impediam que os sinais fossem ouvidos.

Nem o piloto, nem os passageiros dos helicópteros conseguiam se comunicar verbalmente entre si, impossibilitados pelo ruído. O engenheiro Lawrence J. Fogel comprovou esta situação e fez diversas viagens de helicóptero em busca de uma solução.

A teoria sobre a forma de cancelamento das ondas sonoras entre si havia sido descoberta mais de cento e cinquenta anos antes. Mas Fogel foi o primeiro a fazer uso prático dela, na década de 1950.

Ele criou os primeiros fones de ouvido com cancelamento de som. Com isso, Fogel transformou completamente as comunicações durante o voo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cg7289kg822o.adaptado. 
Os seus fones, por menores que sejam, incluem mais de um microfone.

Considerando o emprego da vírgula na frase citada, assinale a alternativa correta.
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Q3390075 Português
Qual das frases está correta?
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Q3389539 Português
Considerando as regras de regência nominal, assinalar a alternativa INCORRETA.
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Q3389537 Português
De acordo com as classificações de sujeito, relacionar as colunas e assinalar a sequência correspondente.

(1) Sujeito composto.
(2) Sujeito indeterminado.
(3) Sujeito inexistente.

( ) Precisa-se de vendedores.
( ) Religião, política e dinheiro são temas sensíveis.
( ) Ontem choveu demais.
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Q3389040 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão


Cabos de cobre para evitar acidentes


As telas sensíveis ao toque são cada vez mais populares e já não nos assombramos com elas.


O celular levou este tipo de telas ao público em 2007, mas a tecnologia já era empregada nas torres de controle de tráfego aéreo desde a década de 1960.


A missão dos controladores de tráfego aéreo em terra é proteger a vida humana nos céus. Cada voo é identificado com um prefixo e, naquela época, era preciso escrever este código único para que os computadores processassem as informações de voo.


Com as dimensões do tráfego aéreo, a precisão era indispensável. E havia muita coisa em jogo: cada voo tinha um código grande de caracteres e, quando se escreve sob pressão, é muito fácil cometer erros.


Até que o engenheiro britânico Eric Arthur Johnson teve uma ideia engenhosa para se desfazer do teclado: uma tela sensível aos dedos.


Ele sabia que as cargas elétricas se armazenam nos nossos corpos. E, quando dois campos elétricos se aproximam, eles perturbam um ao outro.


Mas o que acontece se você esticar um pedaço de cabo de cobre e o conectar a um computador?


Se, nos centros de controle de tráfego aéreo, houvesse telas com uma série de cabos de cobre e cada um deles pudesse ser detectado e etiquetado com os códigos de voo separadamente, o controlador só precisaria tocar no indicativo, em vez de escrevê-lo.


Aquela foi a primeira tela sensível ao toque do mundo. E permitiu ajustar rapidamente os planos de voo dos aviões, evitando a ocorrência de tragédias.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cg7289kg822o.adaptado.



E havia muita coisa em jogo: cada voo tinha um código grande de caracteres e, quando se escreve sob pressão, é muito fácil cometer erros.

A respeito das classes gramaticais presentes no trecho analisado, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3389039 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão


Cabos de cobre para evitar acidentes


As telas sensíveis ao toque são cada vez mais populares e já não nos assombramos com elas.


O celular levou este tipo de telas ao público em 2007, mas a tecnologia já era empregada nas torres de controle de tráfego aéreo desde a década de 1960.


A missão dos controladores de tráfego aéreo em terra é proteger a vida humana nos céus. Cada voo é identificado com um prefixo e, naquela época, era preciso escrever este código único para que os computadores processassem as informações de voo.


Com as dimensões do tráfego aéreo, a precisão era indispensável. E havia muita coisa em jogo: cada voo tinha um código grande de caracteres e, quando se escreve sob pressão, é muito fácil cometer erros.


Até que o engenheiro britânico Eric Arthur Johnson teve uma ideia engenhosa para se desfazer do teclado: uma tela sensível aos dedos.


Ele sabia que as cargas elétricas se armazenam nos nossos corpos. E, quando dois campos elétricos se aproximam, eles perturbam um ao outro.


Mas o que acontece se você esticar um pedaço de cabo de cobre e o conectar a um computador?


Se, nos centros de controle de tráfego aéreo, houvesse telas com uma série de cabos de cobre e cada um deles pudesse ser detectado e etiquetado com os códigos de voo separadamente, o controlador só precisaria tocar no indicativo, em vez de escrevê-lo.


Aquela foi a primeira tela sensível ao toque do mundo. E permitiu ajustar rapidamente os planos de voo dos aviões, evitando a ocorrência de tragédias.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cg7289kg822o.adaptado.



 O celular levou este tipo de telas ao público em 2007, "todavia a tecnologia já era empregada nas torres de controle de tráfego aéreo desde a década de 1960".

A expressão destacada trata-se de uma oração:
Alternativas
Q3389038 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão


Cabos de cobre para evitar acidentes


As telas sensíveis ao toque são cada vez mais populares e já não nos assombramos com elas.


O celular levou este tipo de telas ao público em 2007, mas a tecnologia já era empregada nas torres de controle de tráfego aéreo desde a década de 1960.


A missão dos controladores de tráfego aéreo em terra é proteger a vida humana nos céus. Cada voo é identificado com um prefixo e, naquela época, era preciso escrever este código único para que os computadores processassem as informações de voo.


Com as dimensões do tráfego aéreo, a precisão era indispensável. E havia muita coisa em jogo: cada voo tinha um código grande de caracteres e, quando se escreve sob pressão, é muito fácil cometer erros.


Até que o engenheiro britânico Eric Arthur Johnson teve uma ideia engenhosa para se desfazer do teclado: uma tela sensível aos dedos.


Ele sabia que as cargas elétricas se armazenam nos nossos corpos. E, quando dois campos elétricos se aproximam, eles perturbam um ao outro.


Mas o que acontece se você esticar um pedaço de cabo de cobre e o conectar a um computador?


Se, nos centros de controle de tráfego aéreo, houvesse telas com uma série de cabos de cobre e cada um deles pudesse ser detectado e etiquetado com os códigos de voo separadamente, o controlador só precisaria tocar no indicativo, em vez de escrevê-lo.


Aquela foi a primeira tela sensível ao toque do mundo. E permitiu ajustar rapidamente os planos de voo dos aviões, evitando a ocorrência de tragédias.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cg7289kg822o.adaptado.



[...] era preciso escrever este código único "para que os computadores processassem" as informações de voo.

A expressão destacada trata-se de uma oração:
Alternativas
Q3389036 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão


Cabos de cobre para evitar acidentes


As telas sensíveis ao toque são cada vez mais populares e já não nos assombramos com elas.


O celular levou este tipo de telas ao público em 2007, mas a tecnologia já era empregada nas torres de controle de tráfego aéreo desde a década de 1960.


A missão dos controladores de tráfego aéreo em terra é proteger a vida humana nos céus. Cada voo é identificado com um prefixo e, naquela época, era preciso escrever este código único para que os computadores processassem as informações de voo.


Com as dimensões do tráfego aéreo, a precisão era indispensável. E havia muita coisa em jogo: cada voo tinha um código grande de caracteres e, quando se escreve sob pressão, é muito fácil cometer erros.


Até que o engenheiro britânico Eric Arthur Johnson teve uma ideia engenhosa para se desfazer do teclado: uma tela sensível aos dedos.


Ele sabia que as cargas elétricas se armazenam nos nossos corpos. E, quando dois campos elétricos se aproximam, eles perturbam um ao outro.


Mas o que acontece se você esticar um pedaço de cabo de cobre e o conectar a um computador?


Se, nos centros de controle de tráfego aéreo, houvesse telas com uma série de cabos de cobre e cada um deles pudesse ser detectado e etiquetado com os códigos de voo separadamente, o controlador só precisaria tocar no indicativo, em vez de escrevê-lo.


Aquela foi a primeira tela sensível ao toque do mundo. E permitiu ajustar rapidamente os planos de voo dos aviões, evitando a ocorrência de tragédias.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cg7289kg822o.adaptado.



E, quando dois campos elétricos se aproximam, eles "perturbam" um ao outro.

O verbo destacado, nesta frase, comporta-se como um verbo:
Alternativas
Q3388920 Português
No Brasil onde faltam padres, quem são os jovens que atendem o 'chamado' ao sacerdócio: 'Celibato acontece com naturalidade' 



    Junior Henrique da Silva, de 31 anos, seguia uma carreira sólida em uma escola da rede particular de Belo Horizonte (MG), como professor e coordenador. Em 2022, porém, o mineiro de Raposos (MG) largou o emprego e terminou um noivado. Depois de duas desistências, ele enfim compreendeu o "chamado". Tinha sido admitido como seminarista para realizar o sonho de se tornar padre.


     Kaik Ribas, de 28 anos, estudava jornalismo na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG), mas sentia que algo não caminhava como planejado. No fim da graduação, resolveu tentar o caminho que o atraía desde a infância. Após três anos de encontros vocacionais — uma espécie de "classificatória" para os candidatos ao seminário, normalmente com duração de um ano —, ele foi aceito para a formação eclesiástica. 

    Hoje, ambos são colegas no Seminário Coração Eucarístico de Jesus, da Arquidiocese de Belo Horizonte, atualmente com 60 estudantes, residentes no edifício inaugurado em 1923, na região noroeste da capital mineira.


    O período que antecede a batina dura um total de oito anos, incluindo a fase introdutória, chamada de propedêutico, e graduações em filosofia e teologia. Além disso, é composto por uma rígida rotina e pelas renúncias, entre as quais a mais famosa é o celibato.


    Os dados mais recentes sobre os seminaristas, publicados em 2021 pela Regional Oeste 1 da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), indicavam um universo de 8 mil candidatos a padres no Brasil. Destes, 5,3 mil eram diocesanos (formados nas dioceses, as administrações regionais da Igreja, como as arquidioceses, responsáveis por paróquias locais — atualmente, são 278 as dioceses espalhadas pelo Brasil) e 2,7 mil, religiosos (ligados a congregações como franciscanos e jesuítas). A CNBB afirma que os números estão defasados, mas não informou qual a contagem atual.


    Ao menos no âmbito global, a Igreja Católica tem registrado uma queda constante nessa estatística. De acordo com o Anuário Pontifício 2025, publicado em março e que atualiza os dados gerais do mundo católico, o total de seminaristas no mundo passou de 108,4 mil para 106,4 mil de 2022 para 2023, último ano registrado no documento. Mas a tendência já vem de mais tempo — segundo o anuário, há uma "diminuição ininterrupta desde 2012". Para se ter uma ideia, em 2019, eram 114 mil.


    Segundo a publicação, o Brasil continuaria sendo o maior país católico do mundo, responsável por cerca de 13% dos fiéis do planeta, um contingente aproximado de 182 milhões de pessoas. Outros levantamentos, porém, colocam em xeque esse número. De acordo com uma pesquisa do Instituto Datafolha, divulgada em 2020, 50% dos brasileiros se declaravam católicos (cerca de 106 milhões na contagem populacional do Censo 2022) e 31% se diziam evangélicos.


    Já uma projeção da consultoria Mar Asset Management, feita a partir de dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e da Receita Federal e publicada em fevereiro deste ano, aponta que, em outubro de 2026, 36% dos brasileiros serão evangélicos. Esse quadro, porém, não indica uma crise na formação católica, ressalta o padre Evandro Campos, reitor do seminário da Arquidiocese de Belo Horizonte.

    A entidade responde atualmente por cerca de 650 padres, em 300 paróquias distribuídas por 28 municípios da região metropolitana. Os dados mais recentes da CNBB, de 2023, apontam para um total de 22,1 mil padres no Brasil. É um número que também está em queda, de acordo com um estudo divulgado em 2018 pelo Centro de Estatísticas Religiosas e Investigações Sociais (Ceris), fundação hoje extinta que era vinculada à CNBB. Havia então 27,3 mil padres no país — o que correspondia à época a um padre para 7,8 mil habitantes. Na Itália, em comparação, havia um para cada mil.


     "A Igreja vem conseguindo responder acolhendo novos jovens", diz Campos. Segundo ele, há um trabalho feito diretamente com os párocos, no sentido de identificar possíveis candidatos ao sacerdócio. "A partir daí, vamos fazendo um acompanhamento individual e de grupo, durante um ano — e, nesse processo, temos tido uma presença grande de jovens", afirma Campos. Em alguns locais, onde a situação é crítica, como a região da Amazônia, a Igreja tem trazido sacerdotes até mesmo da Índia para tentar acabar com os "desertos de padres" na floresta.


Fonte: Novos padres: no Brasil onde faltam sacerdotes, quem são os jovens que atendem o 'chamado' da Igreja Católica - BBC News Brasil

Assinale a alternativa que apresente a função sintática exercida pelos termos em destaque no período: A entidade responde atualmente por cerca de 650 padres, em 300 paróquias distribuídas por 28 municípios da região metropolitana.
Alternativas
Q3388919 Português
No Brasil onde faltam padres, quem são os jovens que atendem o 'chamado' ao sacerdócio: 'Celibato acontece com naturalidade' 



    Junior Henrique da Silva, de 31 anos, seguia uma carreira sólida em uma escola da rede particular de Belo Horizonte (MG), como professor e coordenador. Em 2022, porém, o mineiro de Raposos (MG) largou o emprego e terminou um noivado. Depois de duas desistências, ele enfim compreendeu o "chamado". Tinha sido admitido como seminarista para realizar o sonho de se tornar padre.


     Kaik Ribas, de 28 anos, estudava jornalismo na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG), mas sentia que algo não caminhava como planejado. No fim da graduação, resolveu tentar o caminho que o atraía desde a infância. Após três anos de encontros vocacionais — uma espécie de "classificatória" para os candidatos ao seminário, normalmente com duração de um ano —, ele foi aceito para a formação eclesiástica. 

    Hoje, ambos são colegas no Seminário Coração Eucarístico de Jesus, da Arquidiocese de Belo Horizonte, atualmente com 60 estudantes, residentes no edifício inaugurado em 1923, na região noroeste da capital mineira.


    O período que antecede a batina dura um total de oito anos, incluindo a fase introdutória, chamada de propedêutico, e graduações em filosofia e teologia. Além disso, é composto por uma rígida rotina e pelas renúncias, entre as quais a mais famosa é o celibato.


    Os dados mais recentes sobre os seminaristas, publicados em 2021 pela Regional Oeste 1 da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), indicavam um universo de 8 mil candidatos a padres no Brasil. Destes, 5,3 mil eram diocesanos (formados nas dioceses, as administrações regionais da Igreja, como as arquidioceses, responsáveis por paróquias locais — atualmente, são 278 as dioceses espalhadas pelo Brasil) e 2,7 mil, religiosos (ligados a congregações como franciscanos e jesuítas). A CNBB afirma que os números estão defasados, mas não informou qual a contagem atual.


    Ao menos no âmbito global, a Igreja Católica tem registrado uma queda constante nessa estatística. De acordo com o Anuário Pontifício 2025, publicado em março e que atualiza os dados gerais do mundo católico, o total de seminaristas no mundo passou de 108,4 mil para 106,4 mil de 2022 para 2023, último ano registrado no documento. Mas a tendência já vem de mais tempo — segundo o anuário, há uma "diminuição ininterrupta desde 2012". Para se ter uma ideia, em 2019, eram 114 mil.


    Segundo a publicação, o Brasil continuaria sendo o maior país católico do mundo, responsável por cerca de 13% dos fiéis do planeta, um contingente aproximado de 182 milhões de pessoas. Outros levantamentos, porém, colocam em xeque esse número. De acordo com uma pesquisa do Instituto Datafolha, divulgada em 2020, 50% dos brasileiros se declaravam católicos (cerca de 106 milhões na contagem populacional do Censo 2022) e 31% se diziam evangélicos.


    Já uma projeção da consultoria Mar Asset Management, feita a partir de dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e da Receita Federal e publicada em fevereiro deste ano, aponta que, em outubro de 2026, 36% dos brasileiros serão evangélicos. Esse quadro, porém, não indica uma crise na formação católica, ressalta o padre Evandro Campos, reitor do seminário da Arquidiocese de Belo Horizonte.

    A entidade responde atualmente por cerca de 650 padres, em 300 paróquias distribuídas por 28 municípios da região metropolitana. Os dados mais recentes da CNBB, de 2023, apontam para um total de 22,1 mil padres no Brasil. É um número que também está em queda, de acordo com um estudo divulgado em 2018 pelo Centro de Estatísticas Religiosas e Investigações Sociais (Ceris), fundação hoje extinta que era vinculada à CNBB. Havia então 27,3 mil padres no país — o que correspondia à época a um padre para 7,8 mil habitantes. Na Itália, em comparação, havia um para cada mil.


     "A Igreja vem conseguindo responder acolhendo novos jovens", diz Campos. Segundo ele, há um trabalho feito diretamente com os párocos, no sentido de identificar possíveis candidatos ao sacerdócio. "A partir daí, vamos fazendo um acompanhamento individual e de grupo, durante um ano — e, nesse processo, temos tido uma presença grande de jovens", afirma Campos. Em alguns locais, onde a situação é crítica, como a região da Amazônia, a Igreja tem trazido sacerdotes até mesmo da Índia para tentar acabar com os "desertos de padres" na floresta.


Fonte: Novos padres: no Brasil onde faltam sacerdotes, quem são os jovens que atendem o 'chamado' da Igreja Católica - BBC News Brasil

Assinale a alternativa que apresente a justificativa adequada para o emprego da vírgula no período: A CNBB afirma que os números estão defasados, mas não informou qual a contagem atual.
Alternativas
Q3388662 Português

O estresse aciona a resposta "de luta ou fuga", liberando adrenalina e cortisol.


(Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c7vner4l96eo.adaptado)


Sintaticamente, nesta frase, o termo destacado exerce a função de: 

Alternativas
Q3388562 Português

O estresse é uma resposta natural que prepara o corpo para reagir a desafios e demandas.


(Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c7vner4l96eo.adaptado)


Assinale a alternativa correta em relação ao sentido sintático e morfológico dos termos mencionados.

Alternativas
Respostas
12361: D
12362: E
12363: E
12364: E
12365: C
12366: B
12367: D
12368: B
12369: A
12370: B
12371: B
12372: D
12373: E
12374: C
12375: C
12376: A
12377: A
12378: B
12379: D
12380: B