Questões de Concurso
Sobre sintaxe em português
Foram encontradas 51.027 questões
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.
Inteligência, uma propriedade biológica
Atualmente, a sociedade parece assustada com a evolução da Inteligência Artificial (IA), que inunda a nossa vida através dos contatos que temos com a internet. Nessa sensação de medo e desconfiança, há um quê da era atômica das décadas de 1950 e 60. As consequências mais temidas são os efeitos sobre a educação e o direito.
No caso da IA, a discussão tem sido predominante no sentido de comparar a inteligência humana com a computacional.
BUCKERIDGE, Marcos. Inteligência, uma propriedade biológica. Jornal da USP, 2023. Disponível em: https://jornal.usp.br/ articulistas/marcos-buckeridge/inteligencia-uma-propriedadebiologica-inteligencia-artificial/. Acesso em: 25 set. 2023. [Fragmento]
Releia este trecho:
“No caso da IA, a discussão tem sido predominante no sentido de comparar a inteligência humana com a computacional.”
O uso da preposição em destaque no trecho se relaciona com a
Entenda a importância de encontrar um equilíbrio saudável entre trabalho e vida pessoal
A era digital trouxe consigo muitas vantagens, mas também desafios únicos para o equilíbrio entre trabalho e vida pessoal. Com a conectividade constante proporcionada pelos dispositivos eletrônicos, conseguir separar esses dois importantes pontos ficou mais difícil. Muitas vezes, a pressão para estar sempre disponível e responder a mensagens de trabalho fora do horário comercial aumenta a dificuldade de desconectar e relaxar.
DANTAS, Breno. Entenda a importância de encontrar um equilíbrio saudável entre trabalho e vida pessoal. Hoje em Dia, 2023. Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/entenda-a-importancia-de-encontrar-um-equilibrio-saudavel-entre-trabalho-e-vidapessoal-1.981513. Acesso em: 28 set. 2023. [Fragmento]
Releia este trecho:
“[...] responder a mensagens de trabalho fora do horário comercial [...].”
O verbo em destaque é caracterizado, nesse contexto, como
INSTRUÇÃO: Leia o artigo a seguir para responder à questão.
A arte (e o negócio) de produzir sínteses
Em pouco mais de um século, a expectativa de vida no Brasil passa de 34 para 77 anos. Em face desse salto formidável, como explicar que, quanto mais tem aumentado o nosso tempo de vida, menos tempo temos para as coisas da vida? Estamos sempre “correndo contra o tempo”!
O notável polímata Herbert Simon aponta como causa subjacente desse paradoxo o confronto entre o crescimento exponencial da informação disponível e a limitação da capacidade de concentração total ou parcial da mente em algo. Em síntese: “riqueza de informação cria pobreza de atenção”. Respostas contemporâneas massivas a esse fenômeno, apontado por Simon há mais de meio século, são os vídeos de 60 segundos no Tik Tok e o limite de 280 caracteres nas mensagens veiculadas na plataforma X (o limite era de 140 no começo do então Twitter).
No regime da “economia da atenção”, produzir sínteses se torna uma arte e um negócio.
PLONSKI, Guilherme Ary. A arte (e o negócio) de produzir sínteses. Jornal da USP, 2023. Disponível em: https://jornal. usp.br/articulistas/guilherme-ary-plonski/a-arte-e-o-negocio-deproduzir-sinteses/. Acesso em: 29 set. 2023. [Fragmento]
Releia este trecho:
No regime da “economia da atenção”, produzir sínteses se torna uma arte e um negócio.
Assinale a alternativa em que a reescrita correta do período faz com que as orações fiquem em ordem direta.
I. Ocorrem quatro orações, visto a ocorrência de quatro formas verbais
II. Ocorrem três orações, visto a ocorrência de três formas verbais.
III. Trata-se de um período composto por coordenação.
I. Embora o parágrafo apresente duas formas verbais no plural, o período não possui sujeito, o que desfaz a relação de concordância obrigatória entre o verbo e o sujeito.
II. As formas verbais enfrentarão e provarão estão flexionadas na 3ª pessoa do plural para concordar com o sujeito composto da oração.
III. As formas verbais do período estão flexionadas na 3ª pessoa do plural para manter a concordância de número e pessoa com os três núcleos do sujeito composto: Juntas, Estrelas e Asha.
IV. Embora não seja exigência básica da gramática normativa que o verbo concorde com o sujeito, essa concordância ocorre neste parágrafo apenas na oração “...pode realmente produzir milagres”.
https://amppe.com.br
O emprego da preposição “CONTRA”, no contexto da campanha acima, significa:
Não aconselho envelhecer
Aos moços dou um conselho: não fiquem velhos. Verdade que as opções são poucas – ou morrer, ou lutar contra a velhice. E morrer não seria opção, mas entrega; e a luta? Bem, a luta resulta sempre numa batalha perdida e inglória.
Entre os processos cruéis da natureza, é a velhice o mais cruel. Implacável, insidiosa, ataca por todos os lados, abre a porta a todas as moléstias mortais. Pensando bem, é uma espécie de HIV a longo prazo. Te ataca o coração, o pulmão, todas as demais vísceras – a tripa, o fígado, o que nos abatedouros se chama o arrasto. E mais a fiação arterial e venosa, e a coluna! E não falei na atividade cerebral. E também esqueci os ossos, a infame osteoporose, que te rói os ossos pelo tutano, deixando-os como frágeis cascas de ovos. E então basta um pequeno escorregão na banheira para deixar um fêmur fraturado.
Os moços compadecidos, os quarentões assustados e os próprios velhos, apelando para tudo, inventaram ultimamente essas bobagens de “terceira idade”, clubes e associações que trabalham contra o isolamento e as tristezas da velhice. Mas não se iluda, velho, meu amigo e colega. Ninguém está acreditando naquilo. Você já viu na TV um quadro de propaganda dessa falsa recuperação de terceira idade? Um velho e uma velha, vestidos à moda dos anos trinta, tentando dançar um tango argentino? É patético, embora a maioria dos moços apenas o considere docemente ridículo.
Diz-se que já se consegue muito na luta contra a velhice. Ginástica, dieta, malhação, corrida etc. Cirurgia plástica. Ah, já pensaram no tormento de uma bela mulher, atriz, dama do soçaite, cortesã, que viva da e para a sua beleza, ao descobrir as primeiras rugas, a flacidez do mento, daquela sutil rede de outras pequenas rugas que rodeiam os lábios? O Dr. Pitanguy opera e os seus colegas de mérito variável também operam. Mas, por mais famosos, competentes e mágicos que sejam os cirurgiões plásticos, só fazem mágicas, não fazem milagres. Esticam a pele sobre os músculos flácidos, fazem um peeling, que é uma espécie de raladura na cútis, fica lindo a princípio, mas, como toda mágica, não dura muito. E aí têm que começar tudo outra vez, as cicatrizes já não se escondem tão bem atrás das orelhas ou no couro cabeludo que, aparado, vai encurtando, deixando as pacientes com testas enormes, quase uma calvície. E nem falei em calvície que, mercê de Deus, ataca mais os homens que as mulheres!
Você contempla no espelho, vê as rugas do seu rosto, do seu pescoço, como se olhasse uma máscara que se desfaz. Vê bem, sabe como está velho, embora não sinta que está velho. Sua alma, seus sentimentos, sua cabeça, nada disso confirma a palavra ou a imagem do espelho. Mas os outros só veem de você o que o espelho vê.
E ao par disso as cãs, quer dizer, os cabelos brancos? Bem, os cabelos, pintam-se. Mas vocês já descobriram que, por mais excelentes sejam o cabeleireiro e as tinturas, o cabelo pintado fica sempre gritantemente diverso do natural? Pensei sobre isso e acabei descobrindo: o cabelo nosso, a natureza lhe dá cor de fio em fio, cada fio na sua tonalidade, uns mais claros, outros mais escuros: o conjunto toma esse colorido inimitável, que profissional nenhum pode obter, já que lhe é impossível tingir fio por fio. E, daí, essas senhoras de comas tão louras, tão ruivas, tão castanhas e negras, não iludirem nunca, darem mesmo a impressão de que usam perucas.
E, no final de tudo, vem o envelhecimento da cabeça, da inteligência, das ideias, da alma – da chamada psiquê. O velho tenta se equiparar às audácias dos jovens, até mesmo excedê-las – mas a si próprio não se convence. Sabe que as suas ideias são as do seu tempo, fruto do que leu, viu e acumulou; e isso pode ser camuflado, mas não pode ser modificado. Dizem que as células cerebrais não se renovam, como as demais células do corpo – será verdade? Até mesmo as ideias dos gênios mortos envelhecem; e diante das ideias de um Nietzsche, de um Freud, tem que se dar o desconto do tempo e das mudanças. Contudo, o pior mesmo é quando você, com honesta sinceridade, lamenta diante de alguém os estragos que lhe traz a velhice, e isso alguém protesta com veemência: “Eu queria, quando chegar à sua idade, ter essa sua lucidez!”
Lucidez? O que é que eu esperava? Que você já estivesse caduco?
(QUEIROZ, Raquel (1995) Não aconselho envelhecer. In Falso mar, falso mundo. São Paulo: Arx, 2002.)
Não aconselho envelhecer
Aos moços dou um conselho: não fiquem velhos. Verdade que as opções são poucas – ou morrer, ou lutar contra a velhice. E morrer não seria opção, mas entrega; e a luta? Bem, a luta resulta sempre numa batalha perdida e inglória.
Entre os processos cruéis da natureza, é a velhice o mais cruel. Implacável, insidiosa, ataca por todos os lados, abre a porta a todas as moléstias mortais. Pensando bem, é uma espécie de HIV a longo prazo. Te ataca o coração, o pulmão, todas as demais vísceras – a tripa, o fígado, o que nos abatedouros se chama o arrasto. E mais a fiação arterial e venosa, e a coluna! E não falei na atividade cerebral. E também esqueci os ossos, a infame osteoporose, que te rói os ossos pelo tutano, deixando-os como frágeis cascas de ovos. E então basta um pequeno escorregão na banheira para deixar um fêmur fraturado.
Os moços compadecidos, os quarentões assustados e os próprios velhos, apelando para tudo, inventaram ultimamente essas bobagens de “terceira idade”, clubes e associações que trabalham contra o isolamento e as tristezas da velhice. Mas não se iluda, velho, meu amigo e colega. Ninguém está acreditando naquilo. Você já viu na TV um quadro de propaganda dessa falsa recuperação de terceira idade? Um velho e uma velha, vestidos à moda dos anos trinta, tentando dançar um tango argentino? É patético, embora a maioria dos moços apenas o considere docemente ridículo.
Diz-se que já se consegue muito na luta contra a velhice. Ginástica, dieta, malhação, corrida etc. Cirurgia plástica. Ah, já pensaram no tormento de uma bela mulher, atriz, dama do soçaite, cortesã, que viva da e para a sua beleza, ao descobrir as primeiras rugas, a flacidez do mento, daquela sutil rede de outras pequenas rugas que rodeiam os lábios? O Dr. Pitanguy opera e os seus colegas de mérito variável também operam. Mas, por mais famosos, competentes e mágicos que sejam os cirurgiões plásticos, só fazem mágicas, não fazem milagres. Esticam a pele sobre os músculos flácidos, fazem um peeling, que é uma espécie de raladura na cútis, fica lindo a princípio, mas, como toda mágica, não dura muito. E aí têm que começar tudo outra vez, as cicatrizes já não se escondem tão bem atrás das orelhas ou no couro cabeludo que, aparado, vai encurtando, deixando as pacientes com testas enormes, quase uma calvície. E nem falei em calvície que, mercê de Deus, ataca mais os homens que as mulheres!
Você contempla no espelho, vê as rugas do seu rosto, do seu pescoço, como se olhasse uma máscara que se desfaz. Vê bem, sabe como está velho, embora não sinta que está velho. Sua alma, seus sentimentos, sua cabeça, nada disso confirma a palavra ou a imagem do espelho. Mas os outros só veem de você o que o espelho vê.
E ao par disso as cãs, quer dizer, os cabelos brancos? Bem, os cabelos, pintam-se. Mas vocês já descobriram que, por mais excelentes sejam o cabeleireiro e as tinturas, o cabelo pintado fica sempre gritantemente diverso do natural? Pensei sobre isso e acabei descobrindo: o cabelo nosso, a natureza lhe dá cor de fio em fio, cada fio na sua tonalidade, uns mais claros, outros mais escuros: o conjunto toma esse colorido inimitável, que profissional nenhum pode obter, já que lhe é impossível tingir fio por fio. E, daí, essas senhoras de comas tão louras, tão ruivas, tão castanhas e negras, não iludirem nunca, darem mesmo a impressão de que usam perucas.
E, no final de tudo, vem o envelhecimento da cabeça, da inteligência, das ideias, da alma – da chamada psiquê. O velho tenta se equiparar às audácias dos jovens, até mesmo excedê-las – mas a si próprio não se convence. Sabe que as suas ideias são as do seu tempo, fruto do que leu, viu e acumulou; e isso pode ser camuflado, mas não pode ser modificado. Dizem que as células cerebrais não se renovam, como as demais células do corpo – será verdade? Até mesmo as ideias dos gênios mortos envelhecem; e diante das ideias de um Nietzsche, de um Freud, tem que se dar o desconto do tempo e das mudanças. Contudo, o pior mesmo é quando você, com honesta sinceridade, lamenta diante de alguém os estragos que lhe traz a velhice, e isso alguém protesta com veemência: “Eu queria, quando chegar à sua idade, ter essa sua lucidez!”
Lucidez? O que é que eu esperava? Que você já estivesse caduco?
(QUEIROZ, Raquel (1995) Não aconselho envelhecer. In Falso mar, falso mundo. São Paulo: Arx, 2002.)
Não aconselho envelhecer
Aos moços dou um conselho: não fiquem velhos. Verdade que as opções são poucas – ou morrer, ou lutar contra a velhice. E morrer não seria opção, mas entrega; e a luta? Bem, a luta resulta sempre numa batalha perdida e inglória.
Entre os processos cruéis da natureza, é a velhice o mais cruel. Implacável, insidiosa, ataca por todos os lados, abre a porta a todas as moléstias mortais. Pensando bem, é uma espécie de HIV a longo prazo. Te ataca o coração, o pulmão, todas as demais vísceras – a tripa, o fígado, o que nos abatedouros se chama o arrasto. E mais a fiação arterial e venosa, e a coluna! E não falei na atividade cerebral. E também esqueci os ossos, a infame osteoporose, que te rói os ossos pelo tutano, deixando-os como frágeis cascas de ovos. E então basta um pequeno escorregão na banheira para deixar um fêmur fraturado.
Os moços compadecidos, os quarentões assustados e os próprios velhos, apelando para tudo, inventaram ultimamente essas bobagens de “terceira idade”, clubes e associações que trabalham contra o isolamento e as tristezas da velhice. Mas não se iluda, velho, meu amigo e colega. Ninguém está acreditando naquilo. Você já viu na TV um quadro de propaganda dessa falsa recuperação de terceira idade? Um velho e uma velha, vestidos à moda dos anos trinta, tentando dançar um tango argentino? É patético, embora a maioria dos moços apenas o considere docemente ridículo.
Diz-se que já se consegue muito na luta contra a velhice. Ginástica, dieta, malhação, corrida etc. Cirurgia plástica. Ah, já pensaram no tormento de uma bela mulher, atriz, dama do soçaite, cortesã, que viva da e para a sua beleza, ao descobrir as primeiras rugas, a flacidez do mento, daquela sutil rede de outras pequenas rugas que rodeiam os lábios? O Dr. Pitanguy opera e os seus colegas de mérito variável também operam. Mas, por mais famosos, competentes e mágicos que sejam os cirurgiões plásticos, só fazem mágicas, não fazem milagres. Esticam a pele sobre os músculos flácidos, fazem um peeling, que é uma espécie de raladura na cútis, fica lindo a princípio, mas, como toda mágica, não dura muito. E aí têm que começar tudo outra vez, as cicatrizes já não se escondem tão bem atrás das orelhas ou no couro cabeludo que, aparado, vai encurtando, deixando as pacientes com testas enormes, quase uma calvície. E nem falei em calvície que, mercê de Deus, ataca mais os homens que as mulheres!
Você contempla no espelho, vê as rugas do seu rosto, do seu pescoço, como se olhasse uma máscara que se desfaz. Vê bem, sabe como está velho, embora não sinta que está velho. Sua alma, seus sentimentos, sua cabeça, nada disso confirma a palavra ou a imagem do espelho. Mas os outros só veem de você o que o espelho vê.
E ao par disso as cãs, quer dizer, os cabelos brancos? Bem, os cabelos, pintam-se. Mas vocês já descobriram que, por mais excelentes sejam o cabeleireiro e as tinturas, o cabelo pintado fica sempre gritantemente diverso do natural? Pensei sobre isso e acabei descobrindo: o cabelo nosso, a natureza lhe dá cor de fio em fio, cada fio na sua tonalidade, uns mais claros, outros mais escuros: o conjunto toma esse colorido inimitável, que profissional nenhum pode obter, já que lhe é impossível tingir fio por fio. E, daí, essas senhoras de comas tão louras, tão ruivas, tão castanhas e negras, não iludirem nunca, darem mesmo a impressão de que usam perucas.
E, no final de tudo, vem o envelhecimento da cabeça, da inteligência, das ideias, da alma – da chamada psiquê. O velho tenta se equiparar às audácias dos jovens, até mesmo excedê-las – mas a si próprio não se convence. Sabe que as suas ideias são as do seu tempo, fruto do que leu, viu e acumulou; e isso pode ser camuflado, mas não pode ser modificado. Dizem que as células cerebrais não se renovam, como as demais células do corpo – será verdade? Até mesmo as ideias dos gênios mortos envelhecem; e diante das ideias de um Nietzsche, de um Freud, tem que se dar o desconto do tempo e das mudanças. Contudo, o pior mesmo é quando você, com honesta sinceridade, lamenta diante de alguém os estragos que lhe traz a velhice, e isso alguém protesta com veemência: “Eu queria, quando chegar à sua idade, ter essa sua lucidez!”
Lucidez? O que é que eu esperava? Que você já estivesse caduco?
(QUEIROZ, Raquel (1995) Não aconselho envelhecer. In Falso mar, falso mundo. São Paulo: Arx, 2002.)
Leia o texto:
Historicamente causadores de inúmeras vítimas, os acidentes de trânsito vêm ocorrendo com frequência cada vez menor no Brasil. Essa redução se deve, principalmente, à implantação da Lei Seca ao longo de todo o território nacional, diminuindo a quantidade de motoristas que dirigem após terem ingerido bebida alcoólica. A maior fiscalização, aliada à imposição de rígidos limites e à conscientização da população, permitiu que tal alteração fosse possível. Nota-se que grande parte dos motoristas respeita as novas normas legalmente estabelecidas. [...]
(Texto adaptado). Disponível em: https://oglobo.globo.com/brasil/educacao/enem-e-vestibular/enem-leia-redacoes-nota1000-de-2013-23653677
Quanto às relações de concordância verbal estabelecidas no texto, julgue os itens seguintes:
I. No primeiro período do texto, a forma verbal “vêm ocorrendo” concorda com “os acidentes de trânsito”.
II. No terceiro período do texto, a forma verbal “permitiu” está no singular concordando com o núcleo do sujeito mais próximo.
III. No último período do texto, a forma verbal “respeita” está no singular para concordar com a expressão partitiva.
Preencha corretamente as lacunas com as preposições adequadas e assinale a alternativa correspondente.
Voltei ____ Londres ontem. Mas ainda não tive tempo de ligar _____ ela.
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.
Regenerabilidade como caminho possível
Nos últimos anos o termo sustentabilidade tem adquirido força. Diferentes personalidades e instituições têm trazido à tona a preocupação com o planeta. Um mundo sustentável é aquele em equilíbrio nos eixos social, ambiental e econômico. Há décadas essa tríade é estudada, em função dos indicadores sociais e ambientais preocupantes para a vida humana e, apesar dos bons resultados na jornada pela sustentabilidade, a urgência do tema mudou.
Os prejuízos ambientais não são mais passíveis de sustentação, e é necessário pensar em sua regeneração. Com isso, a palavra “sustentabilidade” está sendo substituída por “regenerabilidade”. Regenerar é dar nova vida, é reconstituir e recomeçar e, para que isso ocorra, precisamos nos regenerar de dentro para fora. Essa é a proposta dos três Cs da regenerabilidade. Uma metodologia que favorece a mudança individual, influenciando a mudança coletiva, por meio da consciência, do cuidado e da coragem que devemos, mais do que nunca, cultivar.
[...]
O primeiro passo no método dos 3 Cs da Regenerabilidade é ter consciência – consciência de si, do outro e do mundo – e entender que nosso modelo de vida tem valores distorcidos que estimulam a competição, a incessante produção e consumo e o desperdício. Ter consciência é perceber onde estamos e buscar escolhas que correspondam à nossa essência humana, de forma mais autêntica e saudável. Assim, saberemos agir, corajosamente, como protagonistas do cuidado por um mundo melhor.
FERREIRA, Luana. Regenerabilidade como caminho possível. Hoje em Dia. Disponível em: https://www.hojeemdia. com.br/opiniao/opiniao/regenerabilidade-como-caminhopossivel-1.986715. Acesso em: 15 nov. 2023. [Fragmento]
Releia este trecho:
“Nos últimos anos o termo sustentabilidade tem adquirido força.”
Considerando-se a expressão em destaque no trecho apresentado, é correto afirmar: