Questões de Concurso Sobre sintaxe em português

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Q3622606 Português
Texto 1

No Brasil, algumas pessoas e grupos sociais que dominam a norma-padrão da língua consideram todas as outras variantes linguísticas como formas impuras e corrompidas de nosso idioma. Veja, por exemplo, o ponto de vista de Arnaldo Niskier, presidente da Academia Brasileira de Letras:

[…] pode-se registrar o fato, facilmente comprovável, de que nunca se escreveu e falou tão mal o idioma de Ruy Barbosa. […] A classe dita culta mostra-se displicente em relação à língua nacional e, assim, a indigência vocabular tomou conta da juventude e dos não tão jovens assim, quase como que aqueles se orgulhassem de sua própria ignorância e estes quisessem voltar atrás no tempo.

(Folha de São Paulo)


Texto 2

[…] não há Português certo ou errado: todas as variedades são igualmente eficazes em termos comunicacionais nas situações em que são de uso esperado e apropriado. O que há na verdade são modalidades de prestígio e modalidades desprestigiadas em função do grupo social que as utiliza.

(Luiz Carlos Travaglia)
Leia a frase abaixo retirada do texto 2:
“Todas as variedades são igualmente eficazes…”
Avalie a veracidade das afirmativas abaixo considerando a análise sintática.

1. É um período simples com uma só oração. 2. Não constitui oração, pois não apresenta verbo.
3. O predicado é nominal e “eficazes” é o termo classificado como predicativo do sujeito.
4. O sujeito é composto, pois trata-se de mais de uma variedade.
5. Se o sujeito “todas as variedades” viesse posposto ao predicado, a frase não teria seu sentido prejudicado.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas
Alternativas
Q3622541 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão.


Texto I


Anvisa recua e fecha cerco a manipulação de emagrecedores


Claudia Lucca Mano


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recuou e proibiu, no último dia 25 de agosto, a manipulação de semaglutida em farmácias de manipulação. A decisão marca uma guinada em relação à postura anterior da agência, que vinha mantendo posição favorável ao setor magistral mesmo sob pressão da indústria farmacêutica.


Não é de hoje que a Anvisa publica notas técnicas sobre a manipulação de agonistas do GLP-1, como a semaglutida e a tirzepatida, usados no tratamento do diabetes e da obesidade. A popularidade desses medicamentos, que extrapolou o ambiente médico para se tornar pauta cultural, acendeu um debate regulatório e econômico.


Ozempic, Wegovy e Rybelsus — todos à base de semaglutida e fabricados pela Novo Nordisk — se tornaram símbolos da chamada “era GLP-1”. O primeiro é frequentemente citado como responsável por impactos econômicos inusitados, como a queda no faturamento de redes de fast-food. A patente da semaglutida expira em 2026, mas a empresa tenta prorrogá-la. O Superior Tribunal de Justiça já sinalizou que não deve aceitar a tese.


O Mounjaro, da Eli Lilly, caneta injetável de tirzepatida considerada mais potente que a semaglutida, tem patente válida no Brasil ao menos até 2035.


Nos bastidores, a disputa entre farmácias magistrais e laboratórios detentores de patentes ganhou força. As farmácias vinham amparadas pelo artigo 43, inciso III, da Lei 9.279/96, que permite a manipulação de medicamentos mediante prescrição individual, sem violação de patente.


A Anvisa, porém, não tem competência legal para fiscalizar infrações patentárias — nem para proteger interesses da indústria em detrimento da saúde pública. Como a agência não pode fiscalizar violações de patente, e considerando que a manipulação sob prescrição médica é legal, a indústria conseguiu uma vitória indireta: alegou ausência de equivalência entre a semaglutida aprovada pela Anvisa e a usada em farmácias de manipulação estéreis.


O argumento prevaleceu. A agência acatou a tese de que não seria possível comparar a semaglutida biológica industrializada à manipulada, por se tratar de produtos obtidos a partir de organismos vivos. Assim, proibiu a manipulação. 


A tirzepatida continua autorizada, mas as farmácias e importadoras de IFA (Insumo Farmacêutico Ativo) terão de cumprir requisitos muito mais rigorosos: atender a padrões analíticos mais restritos, inspecionar fisicamente as fornecedoras de matéria-prima, manter condições especiais de armazenamento e adotar controles que, na prática, podem inibir o atendimento magistral, além de aumentar o preço ao consumidor final.


Além disso, chama atenção o fato de a Anvisa ter retirado o efeito suspensivo dos recursos administrativos que venham a ser manejados questionando a decisão. Pela legislação brasileira, recursos têm efeito suspensivo justamente para evitar mudanças bruscas que prejudiquem pacientes em tratamento, além de conferir segurança jurídica às empresas que operam em setores altamente regulados.


O cenário pode acabar empurrando as empresas para judicialização, principalmente para assegurar a continuidade dos tratamentos em curso e impedir que estoques já manipulados sejam descartados sem respaldo científico ou sanitário.


A decisão da Anvisa fortalece a pressão de setores da indústria que buscam manter o monopólio dos GLP1 até o fim — e talvez além — de suas patentes.


A semaglutida sintética, que está em processo de registro, pode alterar o cenário. Até lá, porém, quem perde são os pacientes que não podem arcar com os medicamentos industrializados.


Enquanto um frasco de semaglutida manipulada (4 ml a 1,3 mg/ml) custa cerca de R$ 270, uma caneta de Ozempic sai por aproximadamente R$ 999. Já o Wegovy pode variar entre R$ 999 e R$ 1.699, dependendo da dosagem. Mesmo com cortes recentes de até 20%, os preços seguem proibitivos. A economia com manipulados chega a 70%–85%.


Sem incorporação desses medicamentos ao SUS, milhões de brasileiros seguem excluídos. O governo federal já rejeitou incluir Ozempic e Wegovy na rede pública, mas o presidente Lula cobrou da Anvisa celeridade na análise da semaglutida sintética — modalidade que, em tese, poderia ser manipulada em farmácias, já que a restrição atinge apenas insumos de origem biológica.


O Brasil precisa decidir se a regulação sanitária vai continuar se curvando aos interesses comerciais ou se, finalmente, vai assumir um papel técnico e independente no que diz respeito à saúde pública.


HOJE EM DIA. Disponível em: https://claudiadeluccamano.adv.br/anvisarecua-e-fecha-cerco-a-manipulacao-de-emagrecedores-veto-ao-ozempic-enovas-regras-paratirzepatida/#:~:text=O%20argumento%20prevaleceu.,Assim%2C%20proibiu% 20a%20manipula%C3%A7%C3%A3o. 
No trecho:

Como a agência não pode fiscalizar violações de patente, a indústria conseguiu uma vitória indireta.” a oração destacada é classificada como:
Alternativas
Q3622502 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Texto 01


“Joyspan”: o segredo para uma longevidade cheia de significado


    Vivemos mais hoje em dia do que há algumas décadas. Isso é fato. Antes, a expectativa de vida ficava perto dos 50 anos. Agora, chegar aos 80 ou 90 deixou de ser raro. Mas viver muitos anos não basta. O que realmente importa é construir uma longevidade saudável, em que gostamos da vida que vivemos. É daí que vem o conceito de “joyspan”, a ideia de prolongar não só a duração da vida, mas também o tempo de alegria e bem-estar.

    O conceito, que traz uma nova perspectiva sobre envelhecimento, se conecta profundamente com as reflexões da psicanalista e escritora Sylvia Loeb, cofundadora do canal “Minha Idade Não Me Define”. Segundo ela, um dos maiores desafios para gostar da vida, especialmente na maturidade, é lidar com as ausências que a existência inevitavelmente impõe: a perda da agilidade, de projetos, de entes queridos e de certezas. “Não se trata de gostar da vida ‘apesar de tudo’, mas de aprender a gostar dela com o que há – com o corpo mais lento, com a solidão, com as transformações. É um gosto mais sereno, mais escolhido.”

   Neuropsicóloga e psicóloga, Aline Graffiette também ressalta a importância de entender que lidar com os limites naturais do envelhecimento faz parte do processo de estar vivo. Embora o corpo passe por mudanças e haja perdas de vitalidade, como a capacidade física, o entendimento mais profundo da vida e das relações são ganhos. “Apesar de o Ocidente não valorizar tanto os idosos, no Oriente eles são reconhecidos como os grandes sábios da vida, alguém que traz a experiência de forma próxima ao contexto familiar”, destaca.

    Cultivar a alegria nessa fase da vida significa substituir a expectativa da euforia pela delicadeza do contentamento. “Não é negar as dores, mas conseguir perceber a beleza no que ainda nos pertence, seja um café quente pela manhã, uma lembrança afetuosa ou uma conversa inesperada”, conta Sylvia.

     A atenção ao presente é outro caminho para encontrar sentido e prazer no cotidiano, mesmo diante das limitações físicas e emocionais. “Pequenas rotinas como regar uma planta, caminhar devagar, cozinhar para alguém, escrever um bilhete e ouvir uma música inteira ajudam muito a não se isolar. O prazer pode vir do cotidiano, mas o sentido costuma vir da relação com o outro. E rir, rir do que ainda pode ser cômico. O bom humor é um tipo de inteligência emocional”, acrescenta a psicanalista.

   Nesse sentido, a aceitação tem um papel transformador fundamental. Para Aline, a aceitação radical, conceito presente em terapias como a terapia de aceitação e compromisso (ACT), ajuda a reconhecer que nem tudo pode ser mudado e que as perdas coexistem com ganhos.

   “Em vez de resistir, é mais saudável reconhecer o que se transforma e o que ainda pode ser vivido com plenitude”, explica.

   Na visão de Sylvia, o autoconhecimento se traduz mais na aceitação do que no entendimento. É reconhecer o que nos faz bem, o que nos fere e o que já não faz sentido manter. Essa aceitação liberta de cobranças externas e abre espaço para uma existência mais leve e verdadeira, sem a necessidade de provar algo para os outros. “Aceitar as limitações não significa desistir, mas escolher com clareza onde investir a energia que ainda temos.” “A segunda metade da vida pode ser menos barulhenta, mas muito mais autêntica e rica. É diferente da juventude e é justamente aí que está a beleza. Aceitar o que muda, cultivar o que ainda pulsa e encontrar alegria na serenidade do presente é a verdadeira arte de prosperar. Viver não é só contar os anos, mas fazer com que cada momento valha a pena.”

  Tudo isso também está ligado ao modo como vivemos a primeira metade da vida. “Se tivemos validação, relações saudáveis e autonomia, é natural que levemos isso para a segunda fase. O conceito “joyspan” tem muito a ver com a responsabilidade de ter colocado a vida sob nosso próprio controle, sem terceirizá-la. É como uma colheita: quanto melhor plantamos antes, melhor vivemos depois”, complementa. [...]



Fonte: Suzuki, Mariana. “Joyspan”: o segredo para uma longevidade cheia de significado. Disponível em: vidasimples.com/saude-emocional/. Acesso em: 13 ago. 2025. Adaptado. 
Considere a seguinte passagem do texto: “O conceito, que traz uma nova perspectiva sobre envelhecimento, se conecta profundamente com as reflexões da psicanalista e escritora Sylvia Loeb, cofundadora do canal ‘Minha Idade Não Me Define’.”

Sobre a pontuação usada nessa passagem, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3622501 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Texto 01


“Joyspan”: o segredo para uma longevidade cheia de significado


    Vivemos mais hoje em dia do que há algumas décadas. Isso é fato. Antes, a expectativa de vida ficava perto dos 50 anos. Agora, chegar aos 80 ou 90 deixou de ser raro. Mas viver muitos anos não basta. O que realmente importa é construir uma longevidade saudável, em que gostamos da vida que vivemos. É daí que vem o conceito de “joyspan”, a ideia de prolongar não só a duração da vida, mas também o tempo de alegria e bem-estar.

    O conceito, que traz uma nova perspectiva sobre envelhecimento, se conecta profundamente com as reflexões da psicanalista e escritora Sylvia Loeb, cofundadora do canal “Minha Idade Não Me Define”. Segundo ela, um dos maiores desafios para gostar da vida, especialmente na maturidade, é lidar com as ausências que a existência inevitavelmente impõe: a perda da agilidade, de projetos, de entes queridos e de certezas. “Não se trata de gostar da vida ‘apesar de tudo’, mas de aprender a gostar dela com o que há – com o corpo mais lento, com a solidão, com as transformações. É um gosto mais sereno, mais escolhido.”

   Neuropsicóloga e psicóloga, Aline Graffiette também ressalta a importância de entender que lidar com os limites naturais do envelhecimento faz parte do processo de estar vivo. Embora o corpo passe por mudanças e haja perdas de vitalidade, como a capacidade física, o entendimento mais profundo da vida e das relações são ganhos. “Apesar de o Ocidente não valorizar tanto os idosos, no Oriente eles são reconhecidos como os grandes sábios da vida, alguém que traz a experiência de forma próxima ao contexto familiar”, destaca.

    Cultivar a alegria nessa fase da vida significa substituir a expectativa da euforia pela delicadeza do contentamento. “Não é negar as dores, mas conseguir perceber a beleza no que ainda nos pertence, seja um café quente pela manhã, uma lembrança afetuosa ou uma conversa inesperada”, conta Sylvia.

     A atenção ao presente é outro caminho para encontrar sentido e prazer no cotidiano, mesmo diante das limitações físicas e emocionais. “Pequenas rotinas como regar uma planta, caminhar devagar, cozinhar para alguém, escrever um bilhete e ouvir uma música inteira ajudam muito a não se isolar. O prazer pode vir do cotidiano, mas o sentido costuma vir da relação com o outro. E rir, rir do que ainda pode ser cômico. O bom humor é um tipo de inteligência emocional”, acrescenta a psicanalista.

   Nesse sentido, a aceitação tem um papel transformador fundamental. Para Aline, a aceitação radical, conceito presente em terapias como a terapia de aceitação e compromisso (ACT), ajuda a reconhecer que nem tudo pode ser mudado e que as perdas coexistem com ganhos.

   “Em vez de resistir, é mais saudável reconhecer o que se transforma e o que ainda pode ser vivido com plenitude”, explica.

   Na visão de Sylvia, o autoconhecimento se traduz mais na aceitação do que no entendimento. É reconhecer o que nos faz bem, o que nos fere e o que já não faz sentido manter. Essa aceitação liberta de cobranças externas e abre espaço para uma existência mais leve e verdadeira, sem a necessidade de provar algo para os outros. “Aceitar as limitações não significa desistir, mas escolher com clareza onde investir a energia que ainda temos.” “A segunda metade da vida pode ser menos barulhenta, mas muito mais autêntica e rica. É diferente da juventude e é justamente aí que está a beleza. Aceitar o que muda, cultivar o que ainda pulsa e encontrar alegria na serenidade do presente é a verdadeira arte de prosperar. Viver não é só contar os anos, mas fazer com que cada momento valha a pena.”

  Tudo isso também está ligado ao modo como vivemos a primeira metade da vida. “Se tivemos validação, relações saudáveis e autonomia, é natural que levemos isso para a segunda fase. O conceito “joyspan” tem muito a ver com a responsabilidade de ter colocado a vida sob nosso próprio controle, sem terceirizá-la. É como uma colheita: quanto melhor plantamos antes, melhor vivemos depois”, complementa. [...]



Fonte: Suzuki, Mariana. “Joyspan”: o segredo para uma longevidade cheia de significado. Disponível em: vidasimples.com/saude-emocional/. Acesso em: 13 ago. 2025. Adaptado. 
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a estrutura de composição da passagem “Na visão de Sylvia, o autoconhecimento se traduz mais na aceitação do que no entendimento. É reconhecer o que nos faz bem, o que nos fere e o que já não faz sentido manter.”

I- A vírgula depois do termo “Sylvia” foi usada para separar um adjunto adverbial antecipado.
II- O uso do recurso expressivo paralelismo sintático pode ser observado no último período.
III- O termo “o”, nas ocorrências do último período, foi usado como pronome demonstrativo.
IV- O termo “que”, nas ocorrências do último período, foi empregado como pronome relativo.
V- A próclise do pronome “se” é obrigatória tendo em vista a presença de palavra atrativa.

Estão CORRETAS as afirmativas 
Alternativas
Q3622339 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por Que a Paciência É a Chave para o Seu Bem-Estar


Se você nasceu antes da avalanche digital e tecnológica − celulares, smartphones, internet, redes sociais, streamings, IA -, certamente vai se lembrar de como o mundo corria em um ritmo mais lento. A paciência era uma habilidade obrigatória: era preciso esperar uma semana para ver o novo capítulo da sua série favorita, ou buscar o orelhão mais próximo para combinar um programa. Caso contrário, poderíamos ser tomados pela ansiedade, ficando "malucos".


O problema é que o mundo digital virou tudo de cabeça para baixo, tornando-nos extremamente impacientes. Para se ter uma ideia, há quem desista de uma compra online em apenas 22 segundos, e mais da metade dos que buscam algo no Google abandonam a página encontrada se ela não carrega em 3 segundos. Três segundos! Nos acostumamos à velocidade da luz, e agora queremos que tudo aconteça no mesmo ritmo.


Mas aqui vai uma verdade que é possível que você não goste de saber: a impaciência não nos traz conforto algum. Primeiro, porque o mundo não vai acelerar só porque você deseja. Segundo, porque impõe uma dose extra e desnecessária de estresse. Se você lida com a ansiedade, manter esse senso de urgência ligado 24 horas por dia, sem uma válvula de escape, faz nosso motor interno começar a falhar: coração, respiração e mente ficam mais acelerados, e o cansaço toma conta. Em resumo: a impaciência sabota o nosso bem-estar


O Caminho para a Calma: Como Cultivar a Paciência


Como cultivar a paciência em um mundo que parece conspirar contra ela? Paciência diz respeito, essencialmente, ao controle das nossas emoções e à forma como respondemos às frustrações da vida: se de modo impulsivo, emocional e descontrolado (típico de quem é impaciente) ou de maneira mais refletida e racional.


Cultivar paciência não é algo que se faz da noite para o dia. Ao contrário, é uma competência vital que conquistamos dia após dia, incorporando pequenos (mas poderosos) gestos na nossa rotina.


1. Respire


Essa é das dicas das mais óbvias, mas com efeitos profundos. Pare por alguns minutos, feche os olhos e inspire e expire profundamente. A respiração lenta e consciente acalma a mente, permitindo que os pensamentos lógicos retornem ao primeiro plano, relegando as reações emocionais a um segundo plano.


2. Identifique a Raiz da Sua Impaciência


Pare por alguns segundos e faça a si mesmo essa pergunta: será que é realmente o trânsito parado que o está levando ao limite, a buzinar sem parar e a gritar pela janela? Ou, ao contrário, é possível que você tenha tantas entregas importantes a fazer que apenas alguns minutos parados na rua já foram suficientes para descontrolá-lo? Se a segunda opção for a resposta, que tal conversar com sua liderança para evitar que tantas tarefas não fiquem acumuladas em um único? dia


3. Aceite o Que Não Está em Suas Mãos


O trânsito é um exemplo clássico, assim como o atraso inevitável em uma consulta médica. Que tal virar o jogo e aproveitar esse momento em seu benefício? Escute um podcast, leia algo ou até adiante trabalho. Transforme o que seria uma fonte de estresse em uma oportunidade de relaxamento ou de produtividade.


Leia mais em: https://forbes.com.br/coluna/2025/07/por-que-a-paciencia-e-a-chave-para-o-seu-bem-estar

"como cultivar a paciência em um mundo que parece conspirar contra ela?"
A função que o pronome relativo 'que' exerce sintaticamente na frase acima é identificada através do termo destacado em: 
Alternativas
Q3622127 Português

Leia o texto a seguir e responda à questão.


TEXTO II


A Canoa


Em um largo rio, de difícil travessia, havia um

barqueiro que atravessava

as pessoas de um lado para o outro.

Em uma das viagens, iam um advogado e uma

professora. Como quem gosta de

falar muito, o advogado pergunta ao barqueiro:

- Companheiro, você entende de leis?

- Não, respondeu o barqueiro.

E o advogado, compadecido: – É uma pena, você

perdeu metade da vida.

- A professora, muito social, entra na conversa:

- Seu barqueiro, você sabe ler e escrever?

- Também não, respondeu o barqueiro.

- Que pena! Condói-se a mesma – Você perdeu

metade de sua vida!

Nisso chega uma onda bastante forte e vira o barco. 

O barqueiro, preocupado, pergunta :

- Vocês sabem nadar?

- Não !!!! Responderam o advogado e a professora,

rapidamente.

- Então…disse o barqueiro… é uma pena – Vocês perderam toda a vida !!!!!

moral da história:

” Não há saber maior ou menor “.

” Há saberes diferentes”.

- Pense nisso e valorize todas as pessoas com as quais

tenha contato -

cada uma delas tem algo de diferente a nos ensinar.


Texto atribuído à Paulo Freire

Disponível em: https://atividadesparaeja.blogspot.com/2013/11/atividadereflexiva-canoa-paulo-freire.html


No trecho do texto:


“Seu barqueiro, você sabe ler e escrever?”


A vírgula foi empregada para:

Alternativas
Q3622126 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


TEXTO I


A Eficácia do Riso


Ao escutar uma piada, daquelas que nos fazem disparar a rir, são produzidos na boca uma série de sons vocálicos que duram de 1/16 segundos e repetem a cada 1/15 segundo. Enquanto os sons são emitidos, o ar sai dos pulmões a mais de 100 Km/h.


Uma gargalhada provoca aceleração dos batimentos cardíacos, elevação da pressão arterial e dilatação das pupilas.


Os adultos riem em média 20 vezes por dia, e as crianças até dez vezes mais. Rir é um aspecto tão inerente à existência humana que esquecemos como são interessantes esses ataques repentinos de alegria.


Por que as pessoas riem quando escutam uma piada? Segundo o escritor húngaro Arthur Kostler (1905- 1983), o riso é um reflexo de luxo, que não possui utilidade biológica.


Entretanto a Natureza não investe em algo inútil, acredita-se que o impulso de rir possa ter contribuído para a sobrevivência no decurso da evolução.


A gelotologia que pesquisa sobre o riso, aponta que esta é a mais antiga forma de comunicação.


Os centros da linguagem estão situados no córtex mais recente, e o riso origina-se de uma parte mais antiga do cérebro, responsável pelas emoções como o medo e a alegria. Razão pela qual o riso escapa ao controle consciente. Não se pode dar uma boa gargalhada atendendo a um comando, muito menos é possível reprimi-la. 


O riso pode apresentar um aspecto físico, cognitivo e emocional. Acontecimento este que não reduz o senso de humor a uma única região do cérebro.


Rir, achar algo engraçado, é um processo complexo, que requer várias etapas do pensamento.



Por Patrícia Lopes

Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/curiosidades/a-eficacia-riso.htm. 

No trecho do texto:


Entretanto a Natureza não investe em algo inútil, acredita-se que o impulso de rir possa ter contribuído para a sobrevivência no decurso da evolução.”


A palavra destacada é classificada como uma conjunção: 

Alternativas
Q3622124 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


TEXTO I


A Eficácia do Riso


Ao escutar uma piada, daquelas que nos fazem disparar a rir, são produzidos na boca uma série de sons vocálicos que duram de 1/16 segundos e repetem a cada 1/15 segundo. Enquanto os sons são emitidos, o ar sai dos pulmões a mais de 100 Km/h.


Uma gargalhada provoca aceleração dos batimentos cardíacos, elevação da pressão arterial e dilatação das pupilas.


Os adultos riem em média 20 vezes por dia, e as crianças até dez vezes mais. Rir é um aspecto tão inerente à existência humana que esquecemos como são interessantes esses ataques repentinos de alegria.


Por que as pessoas riem quando escutam uma piada? Segundo o escritor húngaro Arthur Kostler (1905- 1983), o riso é um reflexo de luxo, que não possui utilidade biológica.


Entretanto a Natureza não investe em algo inútil, acredita-se que o impulso de rir possa ter contribuído para a sobrevivência no decurso da evolução.


A gelotologia que pesquisa sobre o riso, aponta que esta é a mais antiga forma de comunicação.


Os centros da linguagem estão situados no córtex mais recente, e o riso origina-se de uma parte mais antiga do cérebro, responsável pelas emoções como o medo e a alegria. Razão pela qual o riso escapa ao controle consciente. Não se pode dar uma boa gargalhada atendendo a um comando, muito menos é possível reprimi-la. 


O riso pode apresentar um aspecto físico, cognitivo e emocional. Acontecimento este que não reduz o senso de humor a uma única região do cérebro.


Rir, achar algo engraçado, é um processo complexo, que requer várias etapas do pensamento.



Por Patrícia Lopes

Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/curiosidades/a-eficacia-riso.htm. 

Leia:


“Segundo o escritor húngaro Arthur Kostler (1905- 1983), o riso é um reflexo de luxo, que não possui utilidade biológica.”


Quanto ao emprego do pronome destacado no trecho acima, podemos afirmar que:

Alternativas
Q3622123 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


TEXTO I


A Eficácia do Riso


Ao escutar uma piada, daquelas que nos fazem disparar a rir, são produzidos na boca uma série de sons vocálicos que duram de 1/16 segundos e repetem a cada 1/15 segundo. Enquanto os sons são emitidos, o ar sai dos pulmões a mais de 100 Km/h.


Uma gargalhada provoca aceleração dos batimentos cardíacos, elevação da pressão arterial e dilatação das pupilas.


Os adultos riem em média 20 vezes por dia, e as crianças até dez vezes mais. Rir é um aspecto tão inerente à existência humana que esquecemos como são interessantes esses ataques repentinos de alegria.


Por que as pessoas riem quando escutam uma piada? Segundo o escritor húngaro Arthur Kostler (1905- 1983), o riso é um reflexo de luxo, que não possui utilidade biológica.


Entretanto a Natureza não investe em algo inútil, acredita-se que o impulso de rir possa ter contribuído para a sobrevivência no decurso da evolução.


A gelotologia que pesquisa sobre o riso, aponta que esta é a mais antiga forma de comunicação.


Os centros da linguagem estão situados no córtex mais recente, e o riso origina-se de uma parte mais antiga do cérebro, responsável pelas emoções como o medo e a alegria. Razão pela qual o riso escapa ao controle consciente. Não se pode dar uma boa gargalhada atendendo a um comando, muito menos é possível reprimi-la. 


O riso pode apresentar um aspecto físico, cognitivo e emocional. Acontecimento este que não reduz o senso de humor a uma única região do cérebro.


Rir, achar algo engraçado, é um processo complexo, que requer várias etapas do pensamento.



Por Patrícia Lopes

Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/curiosidades/a-eficacia-riso.htm. 

Leia a frase a seguir:


“Por que as pessoas riem quando escutam uma piada?”


De acordo com sua função no texto, a palavra destacada pertence a qual classe gramatical?

Alternativas
Q3622097 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 01


O paraíso é um estado de espírito 


    Quando penso em paraíso, a imagem que me vem à cabeça é de uma praia de mar azulinho, céu de brigadeiro, silêncio, alegria e eu no modo desligadona. E você?

    Na vida que acontece fora da nossa imaginação, mesmo diante do mar mais azul, muitas vezes estamos acinzentados de medo, raiva, tédio ou tristeza. O corpo tira férias, mas a mente não. Porque mesmo que a gente desconecte logo do trabalho, as danadas das emoções reprimidas acham espaço pra emergir. 

    Escrevo essa coluna da Tailândia, mais precisamente de um dos hotéis usados para as gravações da terceira temporada da série “The White Lotus” e resolvi te contar isso porque é extremo e irônico. Vim para essas férias idealizando leveza, certa de que seria uma pausa divertida, sem grandes lições. Afinal, essa coisa de caos psicológico e drama da série é pura ficção. Rá! 

    Já na primeira massagem percebi que o silêncio impecável do lugar despertava uma melancolia guardada, e logo me vi frustrada por não estar flutuando pela praia com meus gêmeos fofos, nem aceitando bem as frustrações da minha família. Afinal, como não estamos todos morrendo de felicidade só por estar no paraíso? Resolvi voltar para mim mesma com mais atenção, ajustar meus pedidos e expectativas, e me lembrei que tudo estava bem viver férias deliciosas, mesmo que diferentes da minha imaginação. 

    Nossa inabilidade de lidar com frustrações acompanha a bagagem. Isso é tão verdade que tem até nome: o paradoxo do lazer. Quanto mais expectativa colocamos no tempo livre, mais ele vira fonte de pressão. Queremos que cada momento seja inesquecível. Sem perceber, levamos para as férias a mesma lógica de produtividade que nos exaure no trabalho. [...]

    Além do que sentimos, os incômodos também aparecem no outro, que nem sempre entende o que está vindo à tona. Lidar com isso exige flexibilidade. Ninguém vira uma versão perfeita só porque mudou de cenário. Crianças se entediam, casais se desentendem, amigos se desencontram. Ver essas dinâmicas menos como falhas e mais como parte do pacote ajuda a sair do modo controle e entrar no modo conexão. [...] 

    Quando vivemos as férias como exercício de presença, não como projeto de perfeição, a volta ao trabalho também muda. Não voltamos esperando que as férias tenham sido mágicas, nem carregando a frustração de não termos descansado direito. Voltamos um pouco mais íntimos de nós mesmos. Com um olhar menos rígido para o trabalho, menos idealizado para o descanso, mais conscientes dos próprios limites. 

    No fim, o verdadeiro paraíso talvez não seja um lugar nem um estado fixo, mas a capacidade de atravessar o que surge com humanidade. Um paraíso imperfeito, mas verdadeiro, que vai com a gente da praia para o escritório, do silêncio para o Zoom, do descanso para a ação. [...]


Fonte: PROENÇA, Marina. O paraíso é um estado de espírito. Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/o-paraiso-e-um-estado-de-espirito/. Acesso em: 9 ago. 2025. Adaptado. 
No trecho “Quanto mais expectativa colocamos no tempo livre, mais ele vira fonte de pressão.”, a locução conjuntiva “quanto mais [...] mais” insere, nessa passagem, uma ideia de  
Alternativas
Q3622071 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 02 


TEXTO_2.png (536×424)

Disponível em: https://www.culturagenial.com/. Acesso em: 13 ago. 2025. 
Em “O passado foi duro/ mas deixou o seu legado”, a conjunção “mas” expressa uma ideia de 
Alternativas
Q3621934 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Animais reagem a sons 'secretos' de plantas, revela pesquisa


Uma nova pesquisa sugere que os animais reagem aos sons emitidos pelas plantas, abrindo a possibilidade de que exista um ecossistema invisível entre eles.

Na primeira evidência desse tipo, uma equipe da Universidade de Tel Aviv, em Israel, descobriu que mariposas fêmeas evitavam botar ovos em pés de tomate se eles emitissem ruídos que elas associavam ao estresse, indicando que poderiam não estar saudáveis.

A equipe foi a primeira a mostrar, há dois anos, que as plantas gritam quando estão sob estresse ou não estão saudáveis.

Os sons estão fora do alcance da audição humana, mas podem ser percebidos por muitos insetos, morcegos e alguns mamíferos.

"É especulação nesta fase, mas pode ser que todos os tipos de animais tomem decisões com base nos sons que ouvem das plantas, como se devem polinizar, se esconder dentro delas ou comer a planta."

Os pesquisadores realizaram uma série de experimentos cuidadosamente controlados para garantir que as mariposas estavam respondendo ao som, e não à aparência das plantas.

Eles agora vão investigar os sons que diferentes plantas emitem, e se outras espécies tomam decisões com base neles.

"É possível pensar que pode haver muitas interações complicadas, e este é o primeiro passo", diz Yovel.

Outra área de pesquisa é se as plantas podem transmitir informações umas às outras por meio do som e agir em resposta — conservando água, por exemplo, em condições de seca, de acordo com Lilach Hadany, também professora da Universidade de Tel Aviv.

"Essa é uma questão interessante", diz ela à BBC News.

"Se uma planta está estressada, o organismo mais preocupado com isso são outras plantas, e elas podem responder de várias maneiras."

Os pesquisadores enfatizam que as plantas não são sencientes. Os sons são produzidos por meio de efeitos físicos causados por uma mudança em suas condições locais. O que a descoberta de hoje mostra é que esses sons podem ser úteis para outros animais, e possivelmente outras plantas, capazes de perceber esses sons.

Se for este o caso, então plantas e animais desenvolveram a capacidade de produzir e ouvir os sons para benefício mútuo, de acordo com Hadany.

"As plantas poderiam evoluir para produzir mais sons ou sons mais altos se isso fosse benéfico para elas, e a audição dos animais poderia evoluir de acordo para que eles pudessem captar essa enorme quantidade de informações."

"Esse é um campo vasto e inexplorado um mundo inteiro à espera de ser descoberto."

No experimento, os pesquisadores se concentraram nas mariposas fêmeas, que normalmente botam seus ovos em tomateiros para que as larvas possam se alimentar deles assim que saírem da casca.

O pressuposto era que as mariposas procuram o melhor local possível para botar seus ovos — uma planta saudável que possa nutrir adequadamente as larvas. Então, quando a planta sinaliza que está desidratada e sob estresse, a questão era: será que as mariposas dariam atenção ao aviso, e evitariam colocar ovos nela?

A resposta foi que elas não botaram ovos, devido ao som que as plantas estavam produzindo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c77v50515lro
"É possível pensar que pode haver muitas interações complicadas, e este é o primeiro passo", diz Yovel. De acordo com os elementos linguísticos empregados no texto, analise as afirmativas:

I.A locução verbal 'pode haver' tem como sujeito explícito a expressão 'muitas interações complicadas'.
II.O verbo 'haver', empregado no sentido de existir, é impessoal e, por isso é intransitivo, não exigindo complementos verbais.
III.O pronome 'este' exerce a mesma função do termo destacado em: "Os 'socorristas' ajudaram o menino que estava ferido."
IV.A expressão 'o primeiro passo' tem função de predicativo do sujeito, enquanto os vocábulos 'o' e 'primeiro' exercem a função de adjuntos adnominais.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3621668 Português

Texto para a questão.


Nova lei do luto parental passa a vigorar em agosto de 2025


Casos recentes vividos pela cantora Lexa e pela apresentadora Tati Machado deram visibilidade a esse tema tão delicado: o luto parental. A realidade é que várias famílias brasileiras já enfrentaram essa dor sem o acolhimento adequado, em meio a estruturas hospitalares despreparadas para tratar tamanha fragilidade emocional. Mas esse contexto está prestes a mudar, pois entrará em vigor a Lei do Luto Parental (Lei nº 15.139/2025), a qual estabelece uma política nacional de atendimento digno e humanizado a pais e mães que passam por esse difícil momento.


 A partir de agosto de 2025, a Lei nº 15.139/25 garantirá maior acolhimento, dignidade e respeito às famílias acometidas pela dor da perda gestacional, fetal ou neonatal.


Principais pontos da nova lei


Acomodação separada para mães enlutadas: as maternidades deverão garantir um espaço físico separado para as mães que perderam seus bebês, evitando o contato com outras puérperas e recém‑nascidos. O objetivo é minimizar o sofrimento emocional e proporcionar um ambiente mais acolhedor e respeitoso.


Direito ao momento de despedida: o hospital providenciará local apropriado e um tempo suficiente para se despedir do bebê, com a presença de pessoas previamente autorizadas pelos pais.


Registro simbólico do bebê: os pais poderão registrar simbolicamente o nome escolhido para o bebê natimorto, além de solicitar itens como impressões digitais e plantares, fotos e outros elementos que preservem a memória da criança.


Acompanhante no parto, mesmo em caso de perda: a presença de um acompanhante durante o parto será garantida, inclusive nos casos de natimorto ou quando a perda for identificada no momento do parto.


Encaminhamento para apoio psicológico pós‑alta: os profissionais de saúde encaminharão a família para acompanhamento psicológico contínuo, preferencialmente realizado em domicílio ou na unidade de saúde mais próxima da residência.


Investigação da causa da perda: a equipe médica realizará, sempre que possível, exames para investigar a causa da perda gestacional, fetal ou neonatal. 


Apoio nos trâmites de sepultamento ou cremação: a assistência social dos hospitais prestará apoio às famílias nos procedimentos relacionados ao sepultamento ou cremação do bebê, considerando as crenças e necessidades da família.


Internet: (com adaptações).

Considerando o período “O medo da perda de um filho se deve ao desespero antecipado de dor e, também, às sensações de frustração, de desalento, de sofrimento individual e coletivo, dos amigos, da família, daqueles com os quais se convive.”, é correto afirmar que o emprego da crase em “às sensações” está diretamente relacionado à participação
Alternativas
Q3621667 Português

Texto para a questão.


Nova lei do luto parental passa a vigorar em agosto de 2025


Casos recentes vividos pela cantora Lexa e pela apresentadora Tati Machado deram visibilidade a esse tema tão delicado: o luto parental. A realidade é que várias famílias brasileiras já enfrentaram essa dor sem o acolhimento adequado, em meio a estruturas hospitalares despreparadas para tratar tamanha fragilidade emocional. Mas esse contexto está prestes a mudar, pois entrará em vigor a Lei do Luto Parental (Lei nº 15.139/2025), a qual estabelece uma política nacional de atendimento digno e humanizado a pais e mães que passam por esse difícil momento.


 A partir de agosto de 2025, a Lei nº 15.139/25 garantirá maior acolhimento, dignidade e respeito às famílias acometidas pela dor da perda gestacional, fetal ou neonatal.


Principais pontos da nova lei


Acomodação separada para mães enlutadas: as maternidades deverão garantir um espaço físico separado para as mães que perderam seus bebês, evitando o contato com outras puérperas e recém‑nascidos. O objetivo é minimizar o sofrimento emocional e proporcionar um ambiente mais acolhedor e respeitoso.


Direito ao momento de despedida: o hospital providenciará local apropriado e um tempo suficiente para se despedir do bebê, com a presença de pessoas previamente autorizadas pelos pais.


Registro simbólico do bebê: os pais poderão registrar simbolicamente o nome escolhido para o bebê natimorto, além de solicitar itens como impressões digitais e plantares, fotos e outros elementos que preservem a memória da criança.


Acompanhante no parto, mesmo em caso de perda: a presença de um acompanhante durante o parto será garantida, inclusive nos casos de natimorto ou quando a perda for identificada no momento do parto.


Encaminhamento para apoio psicológico pós‑alta: os profissionais de saúde encaminharão a família para acompanhamento psicológico contínuo, preferencialmente realizado em domicílio ou na unidade de saúde mais próxima da residência.


Investigação da causa da perda: a equipe médica realizará, sempre que possível, exames para investigar a causa da perda gestacional, fetal ou neonatal. 


Apoio nos trâmites de sepultamento ou cremação: a assistência social dos hospitais prestará apoio às famílias nos procedimentos relacionados ao sepultamento ou cremação do bebê, considerando as crenças e necessidades da família.


Internet: (com adaptações).

Assinale a opção correta em relação aos usos gramaticais referentes aos princípios de regência verbal.
Alternativas
Q3621666 Português

Texto para a questão.


Nova lei do luto parental passa a vigorar em agosto de 2025


Casos recentes vividos pela cantora Lexa e pela apresentadora Tati Machado deram visibilidade a esse tema tão delicado: o luto parental. A realidade é que várias famílias brasileiras já enfrentaram essa dor sem o acolhimento adequado, em meio a estruturas hospitalares despreparadas para tratar tamanha fragilidade emocional. Mas esse contexto está prestes a mudar, pois entrará em vigor a Lei do Luto Parental (Lei nº 15.139/2025), a qual estabelece uma política nacional de atendimento digno e humanizado a pais e mães que passam por esse difícil momento.


 A partir de agosto de 2025, a Lei nº 15.139/25 garantirá maior acolhimento, dignidade e respeito às famílias acometidas pela dor da perda gestacional, fetal ou neonatal.


Principais pontos da nova lei


Acomodação separada para mães enlutadas: as maternidades deverão garantir um espaço físico separado para as mães que perderam seus bebês, evitando o contato com outras puérperas e recém‑nascidos. O objetivo é minimizar o sofrimento emocional e proporcionar um ambiente mais acolhedor e respeitoso.


Direito ao momento de despedida: o hospital providenciará local apropriado e um tempo suficiente para se despedir do bebê, com a presença de pessoas previamente autorizadas pelos pais.


Registro simbólico do bebê: os pais poderão registrar simbolicamente o nome escolhido para o bebê natimorto, além de solicitar itens como impressões digitais e plantares, fotos e outros elementos que preservem a memória da criança.


Acompanhante no parto, mesmo em caso de perda: a presença de um acompanhante durante o parto será garantida, inclusive nos casos de natimorto ou quando a perda for identificada no momento do parto.


Encaminhamento para apoio psicológico pós‑alta: os profissionais de saúde encaminharão a família para acompanhamento psicológico contínuo, preferencialmente realizado em domicílio ou na unidade de saúde mais próxima da residência.


Investigação da causa da perda: a equipe médica realizará, sempre que possível, exames para investigar a causa da perda gestacional, fetal ou neonatal. 


Apoio nos trâmites de sepultamento ou cremação: a assistência social dos hospitais prestará apoio às famílias nos procedimentos relacionados ao sepultamento ou cremação do bebê, considerando as crenças e necessidades da família.


Internet: (com adaptações).

Assinale a opção em que são respeitados os princípios de concordância verbal. 
Alternativas
Q3621662 Português

Texto para a questão.


Nova lei do luto parental passa a vigorar em agosto de 2025


Casos recentes vividos pela cantora Lexa e pela apresentadora Tati Machado deram visibilidade a esse tema tão delicado: o luto parental. A realidade é que várias famílias brasileiras já enfrentaram essa dor sem o acolhimento adequado, em meio a estruturas hospitalares despreparadas para tratar tamanha fragilidade emocional. Mas esse contexto está prestes a mudar, pois entrará em vigor a Lei do Luto Parental (Lei nº 15.139/2025), a qual estabelece uma política nacional de atendimento digno e humanizado a pais e mães que passam por esse difícil momento.


 A partir de agosto de 2025, a Lei nº 15.139/25 garantirá maior acolhimento, dignidade e respeito às famílias acometidas pela dor da perda gestacional, fetal ou neonatal.


Principais pontos da nova lei


Acomodação separada para mães enlutadas: as maternidades deverão garantir um espaço físico separado para as mães que perderam seus bebês, evitando o contato com outras puérperas e recém‑nascidos. O objetivo é minimizar o sofrimento emocional e proporcionar um ambiente mais acolhedor e respeitoso.


Direito ao momento de despedida: o hospital providenciará local apropriado e um tempo suficiente para se despedir do bebê, com a presença de pessoas previamente autorizadas pelos pais.


Registro simbólico do bebê: os pais poderão registrar simbolicamente o nome escolhido para o bebê natimorto, além de solicitar itens como impressões digitais e plantares, fotos e outros elementos que preservem a memória da criança.


Acompanhante no parto, mesmo em caso de perda: a presença de um acompanhante durante o parto será garantida, inclusive nos casos de natimorto ou quando a perda for identificada no momento do parto.


Encaminhamento para apoio psicológico pós‑alta: os profissionais de saúde encaminharão a família para acompanhamento psicológico contínuo, preferencialmente realizado em domicílio ou na unidade de saúde mais próxima da residência.


Investigação da causa da perda: a equipe médica realizará, sempre que possível, exames para investigar a causa da perda gestacional, fetal ou neonatal. 


Apoio nos trâmites de sepultamento ou cremação: a assistência social dos hospitais prestará apoio às famílias nos procedimentos relacionados ao sepultamento ou cremação do bebê, considerando as crenças e necessidades da família.


Internet: (com adaptações).

No trecho “Mas esse contexto está prestes a mudar, pois entrará em vigor a Lei do Luto Parental (Lei nº 15.139/2025), que estabelece uma política nacional de atendimento digno e humanizado a pais e mães que passam por esse difícil momento.”, a oração “que passam por esse difícil momento” apresenta valor de
Alternativas
Q3621315 Português

A maioria das coisas com que me preocupei nunca aconteceram


Por Martha Medeiros






(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros/noticia/2025/07/amaioria-das-coisas-com-que-me-preocupei-nunca-aconteceu – texto adaptado especialmente para esta prova).

Em relação ao trecho abaixo, retirado do texto-base, analise as assertivas a seguir:

“inclusive a metade de roupas que não vou usar”.

I. A oração “que não vou usar” é adjetiva e qualifica o substantivo “roupas”.
II. A forma do trecho, reescrito na voz passiva, sem alteração de seu sentido original, é: “inclusive a metade de roupas que não seriam usadas por mim”.
III. O advérbio “inclusive”, nesta situação de ocorrência, equivale, em sentido, a “também”.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q3621312 Português

A maioria das coisas com que me preocupei nunca aconteceram


Por Martha Medeiros






(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros/noticia/2025/07/amaioria-das-coisas-com-que-me-preocupei-nunca-aconteceu – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que indica a classificação correta do sujeito da forma verbal sublinhada no trecho a seguir:


“hoje se diz comissária de bordo” (l. 13-14).

Alternativas
Q3621311 Português

A maioria das coisas com que me preocupei nunca aconteceram


Por Martha Medeiros






(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros/noticia/2025/07/amaioria-das-coisas-com-que-me-preocupei-nunca-aconteceu – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que indica a correta função sintática da oração sublinhada no trecho a seguir: 


“É natural considerar que as coisas possam dar errado” (l. 21-22).

Alternativas
Q3621310 Português

A maioria das coisas com que me preocupei nunca aconteceram


Por Martha Medeiros






(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros/noticia/2025/07/amaioria-das-coisas-com-que-me-preocupei-nunca-aconteceu – texto adaptado especialmente para esta prova).

Na linha 17, a expressão “tão ... que” introduz uma ideia de _________________ e poderia ser substituída por ___________________, __________________ necessárias alterações à estrutura do período, além de uma vírgula após a referida expressão.

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
Alternativas
Respostas
10861: D
10862: B
10863: D
10864: B
10865: D
10866: C
10867: D
10868: D
10869: A
10870: E
10871: D
10872: B
10873: B
10874: E
10875: C
10876: E
10877: C
10878: D
10879: E
10880: C