Questões de Concurso
Sobre sintaxe em português
Foram encontradas 57.642 questões
“Todas as variedades são igualmente eficazes…”
Avalie a veracidade das afirmativas abaixo considerando a análise sintática.
1. É um período simples com uma só oração. 2. Não constitui oração, pois não apresenta verbo.
3. O predicado é nominal e “eficazes” é o termo classificado como predicativo do sujeito.
4. O sujeito é composto, pois trata-se de mais de uma variedade.
5. Se o sujeito “todas as variedades” viesse posposto ao predicado, a frase não teria seu sentido prejudicado.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
“Como a agência não pode fiscalizar violações de patente, a indústria conseguiu uma vitória indireta.” a oração destacada é classificada como:
Sobre a pontuação usada nessa passagem, é CORRETO afirmar que:
I- A vírgula depois do termo “Sylvia” foi usada para separar um adjunto adverbial antecipado.
II- O uso do recurso expressivo paralelismo sintático pode ser observado no último período.
III- O termo “o”, nas ocorrências do último período, foi usado como pronome demonstrativo.
IV- O termo “que”, nas ocorrências do último período, foi empregado como pronome relativo.
V- A próclise do pronome “se” é obrigatória tendo em vista a presença de palavra atrativa.
Estão CORRETAS as afirmativas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por Que a Paciência É a Chave para o Seu Bem-Estar
Se você nasceu antes da avalanche digital e tecnológica − celulares, smartphones, internet, redes sociais, streamings, IA -, certamente vai se lembrar de como o mundo corria em um ritmo mais lento. A paciência era uma habilidade obrigatória: era preciso esperar uma semana para ver o novo capítulo da sua série favorita, ou buscar o orelhão mais próximo para combinar um programa. Caso contrário, poderíamos ser tomados pela ansiedade, ficando "malucos".
O problema é que o mundo digital virou tudo de cabeça para baixo, tornando-nos extremamente impacientes. Para se ter uma ideia, há quem desista de uma compra online em apenas 22 segundos, e mais da metade dos que buscam algo no Google abandonam a página encontrada se ela não carrega em 3 segundos. Três segundos! Nos acostumamos à velocidade da luz, e agora queremos que tudo aconteça no mesmo ritmo.
Mas aqui vai uma verdade que é possível que você não goste de saber: a impaciência não nos traz conforto algum. Primeiro, porque o mundo não vai acelerar só porque você deseja. Segundo, porque impõe uma dose extra e desnecessária de estresse. Se você lida com a ansiedade, manter esse senso de urgência ligado 24 horas por dia, sem uma válvula de escape, faz nosso motor interno começar a falhar: coração, respiração e mente ficam mais acelerados, e o cansaço toma conta. Em resumo: a impaciência sabota o nosso bem-estar
O Caminho para a Calma: Como Cultivar a Paciência
Como cultivar a paciência em um mundo que parece conspirar contra ela? Paciência diz respeito, essencialmente, ao controle das nossas emoções e à forma como respondemos às frustrações da vida: se de modo impulsivo, emocional e descontrolado (típico de quem é impaciente) ou de maneira mais refletida e racional.
Cultivar paciência não é algo que se faz da noite para o dia. Ao contrário, é uma competência vital que conquistamos dia após dia, incorporando pequenos (mas poderosos) gestos na nossa rotina.
1. Respire
Essa é das dicas das mais óbvias, mas com efeitos profundos. Pare por alguns minutos, feche os olhos e inspire e expire profundamente. A respiração lenta e consciente acalma a mente, permitindo que os pensamentos lógicos retornem ao primeiro plano, relegando as reações emocionais a um segundo plano.
2. Identifique a Raiz da Sua Impaciência
Pare por alguns segundos e faça a si mesmo essa pergunta: será que é realmente o trânsito parado que o está levando ao limite, a buzinar sem parar e a gritar pela janela? Ou, ao contrário, é possível que você tenha tantas entregas importantes a fazer que apenas alguns minutos parados na rua já foram suficientes para descontrolá-lo? Se a segunda opção for a resposta, que tal conversar com sua liderança para evitar que tantas tarefas não fiquem acumuladas em um único? dia
3. Aceite o Que Não Está em Suas Mãos
O trânsito é um exemplo clássico, assim como o atraso inevitável em uma consulta médica. Que tal virar o jogo e aproveitar esse momento em seu benefício? Escute um podcast, leia algo ou até adiante trabalho. Transforme o que seria uma fonte de estresse em uma oportunidade de relaxamento ou de produtividade.
Leia mais em: https://forbes.com.br/coluna/2025/07/por-que-a-paciencia-e-a-chave-para-o-seu-bem-estar
A função que o pronome relativo 'que' exerce sintaticamente na frase acima é identificada através do termo destacado em:
Leia o texto a seguir e responda à questão.
TEXTO II
A Canoa
Em um largo rio, de difícil travessia, havia um
barqueiro que atravessava
as pessoas de um lado para o outro.
Em uma das viagens, iam um advogado e uma
professora. Como quem gosta de
falar muito, o advogado pergunta ao barqueiro:
- Companheiro, você entende de leis?
- Não, respondeu o barqueiro.
E o advogado, compadecido: – É uma pena, você
perdeu metade da vida.
- A professora, muito social, entra na conversa:
- Seu barqueiro, você sabe ler e escrever?
- Também não, respondeu o barqueiro.
- Que pena! Condói-se a mesma – Você perdeu
metade de sua vida!
Nisso chega uma onda bastante forte e vira o barco.
O barqueiro, preocupado, pergunta :
- Vocês sabem nadar?
- Não !!!! Responderam o advogado e a professora,
rapidamente.
- Então…disse o barqueiro… é uma pena – Vocês perderam toda a vida !!!!!
moral da história:
” Não há saber maior ou menor “.
” Há saberes diferentes”.
- Pense nisso e valorize todas as pessoas com as quais
tenha contato -
cada uma delas tem algo de diferente a nos ensinar.
Texto atribuído à Paulo Freire
Disponível em: https://atividadesparaeja.blogspot.com/2013/11/atividadereflexiva-canoa-paulo-freire.html
No trecho do texto:
“Seu barqueiro, você sabe ler e escrever?”
A vírgula foi empregada para:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
TEXTO I
A Eficácia do Riso
Ao escutar uma piada, daquelas que nos fazem disparar a rir, são produzidos na boca uma série de sons vocálicos que duram de 1/16 segundos e repetem a cada 1/15 segundo. Enquanto os sons são emitidos, o ar sai dos pulmões a mais de 100 Km/h.
Uma gargalhada provoca aceleração dos batimentos cardíacos, elevação da pressão arterial e dilatação das pupilas.
Os adultos riem em média 20 vezes por dia, e as crianças até dez vezes mais. Rir é um aspecto tão inerente à existência humana que esquecemos como são interessantes esses ataques repentinos de alegria.
Por que as pessoas riem quando escutam uma piada? Segundo o escritor húngaro Arthur Kostler (1905- 1983), o riso é um reflexo de luxo, que não possui utilidade biológica.
Entretanto a Natureza não investe em algo inútil, acredita-se que o impulso de rir possa ter contribuído para a sobrevivência no decurso da evolução.
A gelotologia que pesquisa sobre o riso, aponta que esta é a mais antiga forma de comunicação.
Os centros da linguagem estão situados no córtex mais recente, e o riso origina-se de uma parte mais antiga do cérebro, responsável pelas emoções como o medo e a alegria. Razão pela qual o riso escapa ao controle consciente. Não se pode dar uma boa gargalhada atendendo a um comando, muito menos é possível reprimi-la.
O riso pode apresentar um aspecto físico, cognitivo e emocional. Acontecimento este que não reduz o senso de humor a uma única região do cérebro.
Rir, achar algo engraçado, é um processo complexo, que requer várias etapas do pensamento.
Por Patrícia Lopes
Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/curiosidades/a-eficacia-riso.htm.
No trecho do texto:
“Entretanto a Natureza não investe em algo inútil, acredita-se que o impulso de rir possa ter contribuído para a sobrevivência no decurso da evolução.”
A palavra destacada é classificada como uma conjunção:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
TEXTO I
A Eficácia do Riso
Ao escutar uma piada, daquelas que nos fazem disparar a rir, são produzidos na boca uma série de sons vocálicos que duram de 1/16 segundos e repetem a cada 1/15 segundo. Enquanto os sons são emitidos, o ar sai dos pulmões a mais de 100 Km/h.
Uma gargalhada provoca aceleração dos batimentos cardíacos, elevação da pressão arterial e dilatação das pupilas.
Os adultos riem em média 20 vezes por dia, e as crianças até dez vezes mais. Rir é um aspecto tão inerente à existência humana que esquecemos como são interessantes esses ataques repentinos de alegria.
Por que as pessoas riem quando escutam uma piada? Segundo o escritor húngaro Arthur Kostler (1905- 1983), o riso é um reflexo de luxo, que não possui utilidade biológica.
Entretanto a Natureza não investe em algo inútil, acredita-se que o impulso de rir possa ter contribuído para a sobrevivência no decurso da evolução.
A gelotologia que pesquisa sobre o riso, aponta que esta é a mais antiga forma de comunicação.
Os centros da linguagem estão situados no córtex mais recente, e o riso origina-se de uma parte mais antiga do cérebro, responsável pelas emoções como o medo e a alegria. Razão pela qual o riso escapa ao controle consciente. Não se pode dar uma boa gargalhada atendendo a um comando, muito menos é possível reprimi-la.
O riso pode apresentar um aspecto físico, cognitivo e emocional. Acontecimento este que não reduz o senso de humor a uma única região do cérebro.
Rir, achar algo engraçado, é um processo complexo, que requer várias etapas do pensamento.
Por Patrícia Lopes
Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/curiosidades/a-eficacia-riso.htm.
Leia:
“Segundo o escritor húngaro Arthur Kostler (1905- 1983), o riso é um reflexo de luxo, que não possui utilidade biológica.”
Quanto ao emprego do pronome destacado no trecho acima, podemos afirmar que:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
TEXTO I
A Eficácia do Riso
Ao escutar uma piada, daquelas que nos fazem disparar a rir, são produzidos na boca uma série de sons vocálicos que duram de 1/16 segundos e repetem a cada 1/15 segundo. Enquanto os sons são emitidos, o ar sai dos pulmões a mais de 100 Km/h.
Uma gargalhada provoca aceleração dos batimentos cardíacos, elevação da pressão arterial e dilatação das pupilas.
Os adultos riem em média 20 vezes por dia, e as crianças até dez vezes mais. Rir é um aspecto tão inerente à existência humana que esquecemos como são interessantes esses ataques repentinos de alegria.
Por que as pessoas riem quando escutam uma piada? Segundo o escritor húngaro Arthur Kostler (1905- 1983), o riso é um reflexo de luxo, que não possui utilidade biológica.
Entretanto a Natureza não investe em algo inútil, acredita-se que o impulso de rir possa ter contribuído para a sobrevivência no decurso da evolução.
A gelotologia que pesquisa sobre o riso, aponta que esta é a mais antiga forma de comunicação.
Os centros da linguagem estão situados no córtex mais recente, e o riso origina-se de uma parte mais antiga do cérebro, responsável pelas emoções como o medo e a alegria. Razão pela qual o riso escapa ao controle consciente. Não se pode dar uma boa gargalhada atendendo a um comando, muito menos é possível reprimi-la.
O riso pode apresentar um aspecto físico, cognitivo e emocional. Acontecimento este que não reduz o senso de humor a uma única região do cérebro.
Rir, achar algo engraçado, é um processo complexo, que requer várias etapas do pensamento.
Por Patrícia Lopes
Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/curiosidades/a-eficacia-riso.htm.
Leia a frase a seguir:
“Por que as pessoas riem quando escutam uma piada?”
De acordo com sua função no texto, a palavra destacada pertence a qual classe gramatical?

I.A locução verbal 'pode haver' tem como sujeito explícito a expressão 'muitas interações complicadas'.
II.O verbo 'haver', empregado no sentido de existir, é impessoal e, por isso é intransitivo, não exigindo complementos verbais.
III.O pronome 'este' exerce a mesma função do termo destacado em: "Os 'socorristas' ajudaram o menino que estava ferido."
IV.A expressão 'o primeiro passo' tem função de predicativo do sujeito, enquanto os vocábulos 'o' e 'primeiro' exercem a função de adjuntos adnominais.
É correto o que se afirma em:
Texto para a questão.
Nova lei do luto parental passa a vigorar em agosto de 2025
Casos recentes vividos pela cantora Lexa e pela apresentadora Tati Machado deram visibilidade a esse tema tão delicado: o luto parental. A realidade é que várias famílias brasileiras já enfrentaram essa dor sem o acolhimento adequado, em meio a estruturas hospitalares despreparadas para tratar tamanha fragilidade emocional. Mas esse contexto está prestes a mudar, pois entrará em vigor a Lei do Luto Parental (Lei nº 15.139/2025), a qual estabelece uma política nacional de atendimento digno e humanizado a pais e mães que passam por esse difícil momento.
A partir de agosto de 2025, a Lei nº 15.139/25 garantirá maior acolhimento, dignidade e respeito às famílias acometidas pela dor da perda gestacional, fetal ou neonatal.
Principais pontos da nova lei
Acomodação separada para mães enlutadas: as maternidades deverão garantir um espaço físico separado para as mães que perderam seus bebês, evitando o contato com outras puérperas e recém‑nascidos. O objetivo é minimizar o sofrimento emocional e proporcionar um ambiente mais acolhedor e respeitoso.
Direito ao momento de despedida: o hospital providenciará local apropriado e um tempo suficiente para se despedir do bebê, com a presença de pessoas previamente autorizadas pelos pais.
Registro simbólico do bebê: os pais poderão registrar simbolicamente o nome escolhido para o bebê natimorto, além de solicitar itens como impressões digitais e plantares, fotos e outros elementos que preservem a memória da criança.
Acompanhante no parto, mesmo em caso de perda: a presença de um acompanhante durante o parto será garantida, inclusive nos casos de natimorto ou quando a perda for identificada no momento do parto.
Encaminhamento para apoio psicológico pós‑alta: os profissionais de saúde encaminharão a família para acompanhamento psicológico contínuo, preferencialmente realizado em domicílio ou na unidade de saúde mais próxima da residência.
Investigação da causa da perda: a equipe médica realizará, sempre que possível, exames para investigar a causa da perda gestacional, fetal ou neonatal.
Apoio nos trâmites de sepultamento ou cremação: a assistência social dos hospitais prestará apoio às famílias nos procedimentos relacionados ao sepultamento ou cremação do bebê, considerando as crenças e necessidades da família.
Internet:
Texto para a questão.
Nova lei do luto parental passa a vigorar em agosto de 2025
Casos recentes vividos pela cantora Lexa e pela apresentadora Tati Machado deram visibilidade a esse tema tão delicado: o luto parental. A realidade é que várias famílias brasileiras já enfrentaram essa dor sem o acolhimento adequado, em meio a estruturas hospitalares despreparadas para tratar tamanha fragilidade emocional. Mas esse contexto está prestes a mudar, pois entrará em vigor a Lei do Luto Parental (Lei nº 15.139/2025), a qual estabelece uma política nacional de atendimento digno e humanizado a pais e mães que passam por esse difícil momento.
A partir de agosto de 2025, a Lei nº 15.139/25 garantirá maior acolhimento, dignidade e respeito às famílias acometidas pela dor da perda gestacional, fetal ou neonatal.
Principais pontos da nova lei
Acomodação separada para mães enlutadas: as maternidades deverão garantir um espaço físico separado para as mães que perderam seus bebês, evitando o contato com outras puérperas e recém‑nascidos. O objetivo é minimizar o sofrimento emocional e proporcionar um ambiente mais acolhedor e respeitoso.
Direito ao momento de despedida: o hospital providenciará local apropriado e um tempo suficiente para se despedir do bebê, com a presença de pessoas previamente autorizadas pelos pais.
Registro simbólico do bebê: os pais poderão registrar simbolicamente o nome escolhido para o bebê natimorto, além de solicitar itens como impressões digitais e plantares, fotos e outros elementos que preservem a memória da criança.
Acompanhante no parto, mesmo em caso de perda: a presença de um acompanhante durante o parto será garantida, inclusive nos casos de natimorto ou quando a perda for identificada no momento do parto.
Encaminhamento para apoio psicológico pós‑alta: os profissionais de saúde encaminharão a família para acompanhamento psicológico contínuo, preferencialmente realizado em domicílio ou na unidade de saúde mais próxima da residência.
Investigação da causa da perda: a equipe médica realizará, sempre que possível, exames para investigar a causa da perda gestacional, fetal ou neonatal.
Apoio nos trâmites de sepultamento ou cremação: a assistência social dos hospitais prestará apoio às famílias nos procedimentos relacionados ao sepultamento ou cremação do bebê, considerando as crenças e necessidades da família.
Internet:
Texto para a questão.
Nova lei do luto parental passa a vigorar em agosto de 2025
Casos recentes vividos pela cantora Lexa e pela apresentadora Tati Machado deram visibilidade a esse tema tão delicado: o luto parental. A realidade é que várias famílias brasileiras já enfrentaram essa dor sem o acolhimento adequado, em meio a estruturas hospitalares despreparadas para tratar tamanha fragilidade emocional. Mas esse contexto está prestes a mudar, pois entrará em vigor a Lei do Luto Parental (Lei nº 15.139/2025), a qual estabelece uma política nacional de atendimento digno e humanizado a pais e mães que passam por esse difícil momento.
A partir de agosto de 2025, a Lei nº 15.139/25 garantirá maior acolhimento, dignidade e respeito às famílias acometidas pela dor da perda gestacional, fetal ou neonatal.
Principais pontos da nova lei
Acomodação separada para mães enlutadas: as maternidades deverão garantir um espaço físico separado para as mães que perderam seus bebês, evitando o contato com outras puérperas e recém‑nascidos. O objetivo é minimizar o sofrimento emocional e proporcionar um ambiente mais acolhedor e respeitoso.
Direito ao momento de despedida: o hospital providenciará local apropriado e um tempo suficiente para se despedir do bebê, com a presença de pessoas previamente autorizadas pelos pais.
Registro simbólico do bebê: os pais poderão registrar simbolicamente o nome escolhido para o bebê natimorto, além de solicitar itens como impressões digitais e plantares, fotos e outros elementos que preservem a memória da criança.
Acompanhante no parto, mesmo em caso de perda: a presença de um acompanhante durante o parto será garantida, inclusive nos casos de natimorto ou quando a perda for identificada no momento do parto.
Encaminhamento para apoio psicológico pós‑alta: os profissionais de saúde encaminharão a família para acompanhamento psicológico contínuo, preferencialmente realizado em domicílio ou na unidade de saúde mais próxima da residência.
Investigação da causa da perda: a equipe médica realizará, sempre que possível, exames para investigar a causa da perda gestacional, fetal ou neonatal.
Apoio nos trâmites de sepultamento ou cremação: a assistência social dos hospitais prestará apoio às famílias nos procedimentos relacionados ao sepultamento ou cremação do bebê, considerando as crenças e necessidades da família.
Internet:
Texto para a questão.
Nova lei do luto parental passa a vigorar em agosto de 2025
Casos recentes vividos pela cantora Lexa e pela apresentadora Tati Machado deram visibilidade a esse tema tão delicado: o luto parental. A realidade é que várias famílias brasileiras já enfrentaram essa dor sem o acolhimento adequado, em meio a estruturas hospitalares despreparadas para tratar tamanha fragilidade emocional. Mas esse contexto está prestes a mudar, pois entrará em vigor a Lei do Luto Parental (Lei nº 15.139/2025), a qual estabelece uma política nacional de atendimento digno e humanizado a pais e mães que passam por esse difícil momento.
A partir de agosto de 2025, a Lei nº 15.139/25 garantirá maior acolhimento, dignidade e respeito às famílias acometidas pela dor da perda gestacional, fetal ou neonatal.
Principais pontos da nova lei
Acomodação separada para mães enlutadas: as maternidades deverão garantir um espaço físico separado para as mães que perderam seus bebês, evitando o contato com outras puérperas e recém‑nascidos. O objetivo é minimizar o sofrimento emocional e proporcionar um ambiente mais acolhedor e respeitoso.
Direito ao momento de despedida: o hospital providenciará local apropriado e um tempo suficiente para se despedir do bebê, com a presença de pessoas previamente autorizadas pelos pais.
Registro simbólico do bebê: os pais poderão registrar simbolicamente o nome escolhido para o bebê natimorto, além de solicitar itens como impressões digitais e plantares, fotos e outros elementos que preservem a memória da criança.
Acompanhante no parto, mesmo em caso de perda: a presença de um acompanhante durante o parto será garantida, inclusive nos casos de natimorto ou quando a perda for identificada no momento do parto.
Encaminhamento para apoio psicológico pós‑alta: os profissionais de saúde encaminharão a família para acompanhamento psicológico contínuo, preferencialmente realizado em domicílio ou na unidade de saúde mais próxima da residência.
Investigação da causa da perda: a equipe médica realizará, sempre que possível, exames para investigar a causa da perda gestacional, fetal ou neonatal.
Apoio nos trâmites de sepultamento ou cremação: a assistência social dos hospitais prestará apoio às famílias nos procedimentos relacionados ao sepultamento ou cremação do bebê, considerando as crenças e necessidades da família.
Internet:
A maioria das coisas com que me preocupei nunca aconteceram
Por Martha Medeiros

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros/noticia/2025/07/amaioria-das-coisas-com-que-me-preocupei-nunca-aconteceu – texto adaptado especialmente para esta prova).
“inclusive a metade de roupas que não vou usar”.
I. A oração “que não vou usar” é adjetiva e qualifica o substantivo “roupas”.
II. A forma do trecho, reescrito na voz passiva, sem alteração de seu sentido original, é: “inclusive a metade de roupas que não seriam usadas por mim”.
III. O advérbio “inclusive”, nesta situação de ocorrência, equivale, em sentido, a “também”.
Quais estão corretas?
A maioria das coisas com que me preocupei nunca aconteceram
Por Martha Medeiros

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros/noticia/2025/07/amaioria-das-coisas-com-que-me-preocupei-nunca-aconteceu – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que indica a classificação correta do sujeito da forma verbal sublinhada no trecho a seguir:
“hoje se diz comissária de bordo” (l. 13-14).
A maioria das coisas com que me preocupei nunca aconteceram
Por Martha Medeiros

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros/noticia/2025/07/amaioria-das-coisas-com-que-me-preocupei-nunca-aconteceu – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que indica a correta função sintática da oração sublinhada no trecho a seguir:
“É natural considerar que as coisas possam dar errado” (l. 21-22).
A maioria das coisas com que me preocupei nunca aconteceram
Por Martha Medeiros

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros/noticia/2025/07/amaioria-das-coisas-com-que-me-preocupei-nunca-aconteceu – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.