Questões de Concurso
Sobre sintaxe em português
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De acordo com o texto base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
“Concluiu o relatório a tempo, porque havia organizado previamente os dados, embora estivesse exausto e, caso não entregasse no prazo, sofreria sanção”.
Assinale a alternativa que indica corretamente os valores lógicos das conjunções destacadas, na ordem em que aparecem.
“Os alunos compareceram ao seminário e apresentaram trabalhos que discutiam a crise energética, enquanto aguardavam o momento em que o professor abriria o debate, mas alguns saíram antes que a última fala terminasse.”
Assinale a alternativa que classifica corretamente, na ordem em que aparecem, as orações subordinadas:
– que discutiam a crise energética
– em que o professor abriria o debate
– antes que a última fala terminasse
“Revisou-se o currículo do ciclo. Isso exigiu ajustes nos instrumentos. Por isso, etapas anteriores ganharam prazo. Essa mudança, entretanto, preservou os objetivos.”
Assinale a alternativa que identifica o referente de “Isso” e substitui “Por isso” por conector equivalente, nessa ordem.
“Embora o orçamento tenha encolhido, o projeto avançou e os relatórios foram publicados”.
De acordo com o texto base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Os animais minúsculos que estão ajudando a reduzir o aquecimento global
Um animal minúsculo e pouco conhecido, que costuma ser vendido como alimento para aquários, vem protegendo silenciosamente o nosso planeta do aquecimento global ao realizar sua migração.
Uma nova pesquisa mostra que esses "heróis anônimos", chamados de zooplâncton, se alimentam intensamente e engordam na primavera antes de mergulharem centenas de metros nas profundezas do Oceano Antártico, onde queimam gordura.
Isso faz com que eles retenham o carbono que aquece o planeta — o equivalente às emissões anuais de cerca de 55 milhões de carros a gasolina — e impeçam que esse gás continue aquecendo a nossa atmosfera.
É muito mais do que os cientistas imaginavam.
Segundo Guang Yang, autor principal do estudo e membro da Academia Chinesa de Ciências, os resultados são "extraordinários" e nos obrigam a repensar a quantidade de carbono que é armazenada no Oceano Antártico.
"Esses animais são heróis anônimos porque têm um modo de vida muito interessante", afirma a coautora do estudo, Jennifer Freer, do British Antarctic Survey.
Mas, à medida que os pesquisadores descobrem esse serviço prestado pelo zooplâncton ao nosso planeta, aumentam também as ameaças a esse animal
Animais pouco valorizados
Em comparação com os animais antárticos mais populares, como a baleia ou o pinguim, o pequeno, mas poderoso zooplâncton passa despercebido e é pouco valorizado.
Se alguém já ouviu falar dele, provavelmente foi como um tipo de alimento para peixes, que pode ser comprado pela internet.
Mas o ciclo da vida deles é estranho e fascinante. Pegue como exemplo os copépodes, um tipo de zooplâncton parente distante dos caranguejos e das lagostas.
Com um tamanho entre 1 e 10 milímetros, eles passam a maior parte da vida dormindo no oceano a 500 metros e 2 quilômetros de profundidade.
Nas imagens feitas com microscópio, é possível ver longas "salsichas" de gordura no interior de seus corpos e bolhas de gordura nas cabeças, explica o professor Daniel Mayor, que os fotografou na Antártida.
Sem esses animais, a atmosfera do nosso planeta seria muito mais quente.
Em escala global, os oceanos têm absorvido 90% do excesso de calor gerado pelo homem em atividades como a queima de combustíveis fósseis. Desse total, o Oceano Antártico é responsável por cerca de 40%, e grande parte se deve ao zooplâncton.
Milhões de dólares estão sendo investidos em todo o mundo para entender exatamente como eles armazenam o carbono.
Os cientistas já sabiam que o zooplâncton contribuía para esse armazenamento em um processo diário no qual resíduos ricos em carbono dos animais afundam nas profundezas do oceano.
Mas ainda não sabiam quantificar o que acontecia quando eles migravam para o Oceano Antártico.
As últimas pesquisas se concentraram nos copépodes, assim como em outros tipos de zooplâncton chamados krill e salpas.
Essas criaturas se alimentam do fitoplâncton da superfície oceânica, que cresce transformando o dióxido de carbono em matéria viva por meio da fotossíntese. O zooplâncton transforma essa matéria em gordura.
"A gordura deles é como uma bactéria. Quando passam o inverno nas profundezas do oceano, eles ficam ali e vão queimando lentamente essa gordura — ou carbono", explica Mayor, professor na Universidade de Exeter.
"Isso libera dióxido de carbono. Pela forma como os oceanos funcionam, quando o carbono é levado para grandes profundidades, o CO? leva décadas ou até séculos para voltar à superfície e contribuir para o aquecimento da atmosfera", diz.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx243kplw4po fragmento
A concordância entre verbos e núcleos do sujeito foi estabelecida corretamente. O mesmo ocorre nos enunciados a seguir, EXCETO:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Os animais minúsculos que estão ajudando a reduzir o aquecimento global
Um animal minúsculo e pouco conhecido, que costuma ser vendido como alimento para aquários, vem protegendo silenciosamente o nosso planeta do aquecimento global ao realizar sua migração.
Uma nova pesquisa mostra que esses "heróis anônimos", chamados de zooplâncton, se alimentam intensamente e engordam na primavera antes de mergulharem centenas de metros nas profundezas do Oceano Antártico, onde queimam gordura.
Isso faz com que eles retenham o carbono que aquece o planeta — o equivalente às emissões anuais de cerca de 55 milhões de carros a gasolina — e impeçam que esse gás continue aquecendo a nossa atmosfera.
É muito mais do que os cientistas imaginavam.
Segundo Guang Yang, autor principal do estudo e membro da Academia Chinesa de Ciências, os resultados são "extraordinários" e nos obrigam a repensar a quantidade de carbono que é armazenada no Oceano Antártico.
"Esses animais são heróis anônimos porque têm um modo de vida muito interessante", afirma a coautora do estudo, Jennifer Freer, do British Antarctic Survey.
Mas, à medida que os pesquisadores descobrem esse serviço prestado pelo zooplâncton ao nosso planeta, aumentam também as ameaças a esse animal
Animais pouco valorizados
Em comparação com os animais antárticos mais populares, como a baleia ou o pinguim, o pequeno, mas poderoso zooplâncton passa despercebido e é pouco valorizado.
Se alguém já ouviu falar dele, provavelmente foi como um tipo de alimento para peixes, que pode ser comprado pela internet.
Mas o ciclo da vida deles é estranho e fascinante. Pegue como exemplo os copépodes, um tipo de zooplâncton parente distante dos caranguejos e das lagostas.
Com um tamanho entre 1 e 10 milímetros, eles passam a maior parte da vida dormindo no oceano a 500 metros e 2 quilômetros de profundidade.
Nas imagens feitas com microscópio, é possível ver longas "salsichas" de gordura no interior de seus corpos e bolhas de gordura nas cabeças, explica o professor Daniel Mayor, que os fotografou na Antártida.
Sem esses animais, a atmosfera do nosso planeta seria muito mais quente.
Em escala global, os oceanos têm absorvido 90% do excesso de calor gerado pelo homem em atividades como a queima de combustíveis fósseis. Desse total, o Oceano Antártico é responsável por cerca de 40%, e grande parte se deve ao zooplâncton.
Milhões de dólares estão sendo investidos em todo o mundo para entender exatamente como eles armazenam o carbono.
Os cientistas já sabiam que o zooplâncton contribuía para esse armazenamento em um processo diário no qual resíduos ricos em carbono dos animais afundam nas profundezas do oceano.
Mas ainda não sabiam quantificar o que acontecia quando eles migravam para o Oceano Antártico.
As últimas pesquisas se concentraram nos copépodes, assim como em outros tipos de zooplâncton chamados krill e salpas.
Essas criaturas se alimentam do fitoplâncton da superfície oceânica, que cresce transformando o dióxido de carbono em matéria viva por meio da fotossíntese. O zooplâncton transforma essa matéria em gordura.
"A gordura deles é como uma bactéria. Quando passam o inverno nas profundezas do oceano, eles ficam ali e vão queimando lentamente essa gordura — ou carbono", explica Mayor, professor na Universidade de Exeter.
"Isso libera dióxido de carbono. Pela forma como os oceanos funcionam, quando o carbono é levado para grandes profundidades, o CO? leva décadas ou até séculos para voltar à superfície e contribuir para o aquecimento da atmosfera", diz.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx243kplw4po fragmento
Com base na análise sintática do período acima, assinale a alternativa CORRETA.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Os animais minúsculos que estão ajudando a reduzir o aquecimento global
Um animal minúsculo e pouco conhecido, que costuma ser vendido como alimento para aquários, vem protegendo silenciosamente o nosso planeta do aquecimento global ao realizar sua migração.
Uma nova pesquisa mostra que esses "heróis anônimos", chamados de zooplâncton, se alimentam intensamente e engordam na primavera antes de mergulharem centenas de metros nas profundezas do Oceano Antártico, onde queimam gordura.
Isso faz com que eles retenham o carbono que aquece o planeta — o equivalente às emissões anuais de cerca de 55 milhões de carros a gasolina — e impeçam que esse gás continue aquecendo a nossa atmosfera.
É muito mais do que os cientistas imaginavam.
Segundo Guang Yang, autor principal do estudo e membro da Academia Chinesa de Ciências, os resultados são "extraordinários" e nos obrigam a repensar a quantidade de carbono que é armazenada no Oceano Antártico.
"Esses animais são heróis anônimos porque têm um modo de vida muito interessante", afirma a coautora do estudo, Jennifer Freer, do British Antarctic Survey.
Mas, à medida que os pesquisadores descobrem esse serviço prestado pelo zooplâncton ao nosso planeta, aumentam também as ameaças a esse animal
Animais pouco valorizados
Em comparação com os animais antárticos mais populares, como a baleia ou o pinguim, o pequeno, mas poderoso zooplâncton passa despercebido e é pouco valorizado.
Se alguém já ouviu falar dele, provavelmente foi como um tipo de alimento para peixes, que pode ser comprado pela internet.
Mas o ciclo da vida deles é estranho e fascinante. Pegue como exemplo os copépodes, um tipo de zooplâncton parente distante dos caranguejos e das lagostas.
Com um tamanho entre 1 e 10 milímetros, eles passam a maior parte da vida dormindo no oceano a 500 metros e 2 quilômetros de profundidade.
Nas imagens feitas com microscópio, é possível ver longas "salsichas" de gordura no interior de seus corpos e bolhas de gordura nas cabeças, explica o professor Daniel Mayor, que os fotografou na Antártida.
Sem esses animais, a atmosfera do nosso planeta seria muito mais quente.
Em escala global, os oceanos têm absorvido 90% do excesso de calor gerado pelo homem em atividades como a queima de combustíveis fósseis. Desse total, o Oceano Antártico é responsável por cerca de 40%, e grande parte se deve ao zooplâncton.
Milhões de dólares estão sendo investidos em todo o mundo para entender exatamente como eles armazenam o carbono.
Os cientistas já sabiam que o zooplâncton contribuía para esse armazenamento em um processo diário no qual resíduos ricos em carbono dos animais afundam nas profundezas do oceano.
Mas ainda não sabiam quantificar o que acontecia quando eles migravam para o Oceano Antártico.
As últimas pesquisas se concentraram nos copépodes, assim como em outros tipos de zooplâncton chamados krill e salpas.
Essas criaturas se alimentam do fitoplâncton da superfície oceânica, que cresce transformando o dióxido de carbono em matéria viva por meio da fotossíntese. O zooplâncton transforma essa matéria em gordura.
"A gordura deles é como uma bactéria. Quando passam o inverno nas profundezas do oceano, eles ficam ali e vão queimando lentamente essa gordura — ou carbono", explica Mayor, professor na Universidade de Exeter.
"Isso libera dióxido de carbono. Pela forma como os oceanos funcionam, quando o carbono é levado para grandes profundidades, o CO? leva décadas ou até séculos para voltar à superfície e contribuir para o aquecimento da atmosfera", diz.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx243kplw4po fragmento
Analise as classificações das orações que formam o período acima:
I.A oração 'Pela forma como os oceanos funcionam' é subordinada adverbial comparativa que estabelece uma comparação sobre a funcionalidade do oceano em relação às grandes profundidades.
II.A oração 'quando o carbono é levado para grandes profundidades' é subordinada adverbial temporal que indica o momento em que algo acontece.
III.A oração 'e contribuir para o aquecimento da atmosfera' é uma oração coordenada aditiva que indica uma ideia de adição à oração anterior.
Quanto à classificação, é correto o que se afirma em:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Os animais minúsculos que estão ajudando a reduzir o aquecimento global
Um animal minúsculo e pouco conhecido, que costuma ser vendido como alimento para aquários, vem protegendo silenciosamente o nosso planeta do aquecimento global ao realizar sua migração.
Uma nova pesquisa mostra que esses "heróis anônimos", chamados de zooplâncton, se alimentam intensamente e engordam na primavera antes de mergulharem centenas de metros nas profundezas do Oceano Antártico, onde queimam gordura.
Isso faz com que eles retenham o carbono que aquece o planeta — o equivalente às emissões anuais de cerca de 55 milhões de carros a gasolina — e impeçam que esse gás continue aquecendo a nossa atmosfera.
É muito mais do que os cientistas imaginavam.
Segundo Guang Yang, autor principal do estudo e membro da Academia Chinesa de Ciências, os resultados são "extraordinários" e nos obrigam a repensar a quantidade de carbono que é armazenada no Oceano Antártico.
"Esses animais são heróis anônimos porque têm um modo de vida muito interessante", afirma a coautora do estudo, Jennifer Freer, do British Antarctic Survey.
Mas, à medida que os pesquisadores descobrem esse serviço prestado pelo zooplâncton ao nosso planeta, aumentam também as ameaças a esse animal
Animais pouco valorizados
Em comparação com os animais antárticos mais populares, como a baleia ou o pinguim, o pequeno, mas poderoso zooplâncton passa despercebido e é pouco valorizado.
Se alguém já ouviu falar dele, provavelmente foi como um tipo de alimento para peixes, que pode ser comprado pela internet.
Mas o ciclo da vida deles é estranho e fascinante. Pegue como exemplo os copépodes, um tipo de zooplâncton parente distante dos caranguejos e das lagostas.
Com um tamanho entre 1 e 10 milímetros, eles passam a maior parte da vida dormindo no oceano a 500 metros e 2 quilômetros de profundidade.
Nas imagens feitas com microscópio, é possível ver longas "salsichas" de gordura no interior de seus corpos e bolhas de gordura nas cabeças, explica o professor Daniel Mayor, que os fotografou na Antártida.
Sem esses animais, a atmosfera do nosso planeta seria muito mais quente.
Em escala global, os oceanos têm absorvido 90% do excesso de calor gerado pelo homem em atividades como a queima de combustíveis fósseis. Desse total, o Oceano Antártico é responsável por cerca de 40%, e grande parte se deve ao zooplâncton.
Milhões de dólares estão sendo investidos em todo o mundo para entender exatamente como eles armazenam o carbono.
Os cientistas já sabiam que o zooplâncton contribuía para esse armazenamento em um processo diário no qual resíduos ricos em carbono dos animais afundam nas profundezas do oceano.
Mas ainda não sabiam quantificar o que acontecia quando eles migravam para o Oceano Antártico.
As últimas pesquisas se concentraram nos copépodes, assim como em outros tipos de zooplâncton chamados krill e salpas.
Essas criaturas se alimentam do fitoplâncton da superfície oceânica, que cresce transformando o dióxido de carbono em matéria viva por meio da fotossíntese. O zooplâncton transforma essa matéria em gordura.
"A gordura deles é como uma bactéria. Quando passam o inverno nas profundezas do oceano, eles ficam ali e vão queimando lentamente essa gordura — ou carbono", explica Mayor, professor na Universidade de Exeter.
"Isso libera dióxido de carbono. Pela forma como os oceanos funcionam, quando o carbono é levado para grandes profundidades, o CO? leva décadas ou até séculos para voltar à superfície e contribuir para o aquecimento da atmosfera", diz.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx243kplw4po fragmento
Com base na oração destacada no trecho é correto o que se afirma em:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Os animais minúsculos que estão ajudando a reduzir o aquecimento global
Um animal minúsculo e pouco conhecido, que costuma ser vendido como alimento para aquários, vem protegendo silenciosamente o nosso planeta do aquecimento global ao realizar sua migração.
Uma nova pesquisa mostra que esses "heróis anônimos", chamados de zooplâncton, se alimentam intensamente e engordam na primavera antes de mergulharem centenas de metros nas profundezas do Oceano Antártico, onde queimam gordura.
Isso faz com que eles retenham o carbono que aquece o planeta — o equivalente às emissões anuais de cerca de 55 milhões de carros a gasolina — e impeçam que esse gás continue aquecendo a nossa atmosfera.
É muito mais do que os cientistas imaginavam.
Segundo Guang Yang, autor principal do estudo e membro da Academia Chinesa de Ciências, os resultados são "extraordinários" e nos obrigam a repensar a quantidade de carbono que é armazenada no Oceano Antártico.
"Esses animais são heróis anônimos porque têm um modo de vida muito interessante", afirma a coautora do estudo, Jennifer Freer, do British Antarctic Survey.
Mas, à medida que os pesquisadores descobrem esse serviço prestado pelo zooplâncton ao nosso planeta, aumentam também as ameaças a esse animal
Animais pouco valorizados
Em comparação com os animais antárticos mais populares, como a baleia ou o pinguim, o pequeno, mas poderoso zooplâncton passa despercebido e é pouco valorizado.
Se alguém já ouviu falar dele, provavelmente foi como um tipo de alimento para peixes, que pode ser comprado pela internet.
Mas o ciclo da vida deles é estranho e fascinante. Pegue como exemplo os copépodes, um tipo de zooplâncton parente distante dos caranguejos e das lagostas.
Com um tamanho entre 1 e 10 milímetros, eles passam a maior parte da vida dormindo no oceano a 500 metros e 2 quilômetros de profundidade.
Nas imagens feitas com microscópio, é possível ver longas "salsichas" de gordura no interior de seus corpos e bolhas de gordura nas cabeças, explica o professor Daniel Mayor, que os fotografou na Antártida.
Sem esses animais, a atmosfera do nosso planeta seria muito mais quente.
Em escala global, os oceanos têm absorvido 90% do excesso de calor gerado pelo homem em atividades como a queima de combustíveis fósseis. Desse total, o Oceano Antártico é responsável por cerca de 40%, e grande parte se deve ao zooplâncton.
Milhões de dólares estão sendo investidos em todo o mundo para entender exatamente como eles armazenam o carbono.
Os cientistas já sabiam que o zooplâncton contribuía para esse armazenamento em um processo diário no qual resíduos ricos em carbono dos animais afundam nas profundezas do oceano.
Mas ainda não sabiam quantificar o que acontecia quando eles migravam para o Oceano Antártico.
As últimas pesquisas se concentraram nos copépodes, assim como em outros tipos de zooplâncton chamados krill e salpas.
Essas criaturas se alimentam do fitoplâncton da superfície oceânica, que cresce transformando o dióxido de carbono em matéria viva por meio da fotossíntese. O zooplâncton transforma essa matéria em gordura.
"A gordura deles é como uma bactéria. Quando passam o inverno nas profundezas do oceano, eles ficam ali e vão queimando lentamente essa gordura — ou carbono", explica Mayor, professor na Universidade de Exeter.
"Isso libera dióxido de carbono. Pela forma como os oceanos funcionam, quando o carbono é levado para grandes profundidades, o CO? leva décadas ou até séculos para voltar à superfície e contribuir para o aquecimento da atmosfera", diz.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx243kplw4po fragmento
Analise o emprego da vírgula no trecho acima e identifique a alternativa CORRETA.