Questões de Concurso
Sobre sintaxe em português
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Leia o texto para responder à questão.
A história da dengue vem de longe. As primeiras descrições de epidemias de uma doença semelhante à que hoje nos _________ datam do século 18. O vírus só foi isolado em 1943.
Sempre _________ quatro vírus causadores de dengue: DENV-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4, os quais compartilham entre si dois terços do genoma. São chamados de sorotipos, em função de suas interações com os anticorpos produzidos contra eles, no sangue da pessoa que foi infectada, a qual apresenta fase febril por dois a sete dias. As lesões da pele permanecem por mais três a seis dias depois que a febre cedeu. _________ pequenos sangramentos nasais, vaginais ou nas gengivas ao escovar os dentes.
A mortalidade varia de 0,01% a 5%, dependendo do acesso aos cuidados médicos. Se o paciente _________ o volume de líquido extravasado no adoecimento, a morte pode ser evitável.
O Ministério da Saúde recomenda a ingestão de 60 mililitros de líquido por quilograma de peso, por dia, assim que a febre se instala. Portanto, um adulto de 70 quilos deve tomar cerca de quatro litros por dia, volume quase proibitivo para os que têm náuseas e vômitos. Esses casos exigem hidratação por veia, nem sempre acessível a todos.
É impossível acabar com a dengue no Brasil, mas é vergonhoso convivermos até hoje com as mortes pela doença.
(Drauzio Varella. Dengue, a doença.
www1.folha.uol.com.br, 13.03.2024. Adaptado)
Leia o texto para responder à questão.
Houve um tempo em que a velhice parecia vir mais cedo. Mal saídos da juventude, homens e mulheres (eles, em especial) se rendiam, quase sempre sem muita resistência, a costumes – em mais de um sentido da palavra – severos e engravatados. De “moço” e “moça”, passavam, bruscamente, a irremediáveis “senhor” e “senhora”. Desse processo, ninguém escapava. Mas Rubem Braga, convenhamos, exagerava, ao assumir-se como “o velho Braga” antes de lhe vir o primeiro fio de cabelo branco.
Menos conformada é Rachel de Queiroz, que, aos 85 anos, esperneia contra piedosos eufemismos do tipo “terceira idade”. Sem meias palavras, ela diz tudo no título de uma crônica “Não aconselho envelhecer”: “Para que o velho não se sinta tão velho, deixem-no sentir-se livre”, sustenta a octogenária Rachel com veemência de moça.
Ao contrário de Rachel de Queiroz, Otto Lara Resende não esperneia ante o processo de envelhecimento. “Se não é desejável, a velhice é fatal”, rende-se ele em “Vigor e sabedoria” – e, com graça, lembra que “a única alternativa é sinistra”. Para o cronista mineiro, “achar interesse e graça na vida ajuda”, porque “velhice azeda ou ressentida é de amargar”
Com igual leveza, volta ao assunto em “A velhice do bebê”, e lança um olhar para o que nos espera a todos no extremo do percurso, seja ele longo seja ele breve. “Soou a hora, ninguém escapa”, diz Otto. A vida, registrou ele nessa crônica de 17 de outubro de 1992, “é uma sucessão de ciladas”. No seu caso, a maior delas o espreitava pouco mais de dois meses depois, quando um suposto erro médico levou, aos 70, quem irradiava pique para emplacar o dobro disso.
(Humberto Werneck. Senhores & senhoras. https://cronicabrasileira.org.br,
15.03.2019. Adaptado)
• … exagerava, ao assumir-se como “o velho Braga” antes de lhe vir o primeiro fio de cabelo branco. (1o parágrafo)
• … “Para que o velho não se sinta tão velho, deixem-no sentir-se livre”… (2o parágrafo)
• …a maior delas o espreitava pouco mais de dois meses depois… (4o parágrafo)
As expressões destacadas podem ser substituídas, sem prejuízo da norma-padrão de emprego e colocação pronominal, respectivamente, por:
Leia o texto para responder à questão.
Houve um tempo em que a velhice parecia vir mais cedo. Mal saídos da juventude, homens e mulheres (eles, em especial) se rendiam, quase sempre sem muita resistência, a costumes – em mais de um sentido da palavra – severos e engravatados. De “moço” e “moça”, passavam, bruscamente, a irremediáveis “senhor” e “senhora”. Desse processo, ninguém escapava. Mas Rubem Braga, convenhamos, exagerava, ao assumir-se como “o velho Braga” antes de lhe vir o primeiro fio de cabelo branco.
Menos conformada é Rachel de Queiroz, que, aos 85 anos, esperneia contra piedosos eufemismos do tipo “terceira idade”. Sem meias palavras, ela diz tudo no título de uma crônica “Não aconselho envelhecer”: “Para que o velho não se sinta tão velho, deixem-no sentir-se livre”, sustenta a octogenária Rachel com veemência de moça.
Ao contrário de Rachel de Queiroz, Otto Lara Resende não esperneia ante o processo de envelhecimento. “Se não é desejável, a velhice é fatal”, rende-se ele em “Vigor e sabedoria” – e, com graça, lembra que “a única alternativa é sinistra”. Para o cronista mineiro, “achar interesse e graça na vida ajuda”, porque “velhice azeda ou ressentida é de amargar”
Com igual leveza, volta ao assunto em “A velhice do bebê”, e lança um olhar para o que nos espera a todos no extremo do percurso, seja ele longo seja ele breve. “Soou a hora, ninguém escapa”, diz Otto. A vida, registrou ele nessa crônica de 17 de outubro de 1992, “é uma sucessão de ciladas”. No seu caso, a maior delas o espreitava pouco mais de dois meses depois, quando um suposto erro médico levou, aos 70, quem irradiava pique para emplacar o dobro disso.
(Humberto Werneck. Senhores & senhoras. https://cronicabrasileira.org.br,
15.03.2019. Adaptado)
Leia a tira para responder à questão.

(Bill Watterson. O melhor de Calvin. www.estadao.com.br, 06.04.2024)
( ) Anexa à decisão final, foi expedida a justificativa da sentença: a justiça declarou culpados o diretor e seus assessores.
( ) Vossa Excelência está enganado, senhor Ministro, pois foi encaminhada, inclusa, uma cópia do contrato.
( ) As cordas do violão eram bastantes fortes, de modo que a sabotagem do instrumento ocorreu a olhos vistos.
( ) Os rapazes corriam perigo, pois estavam sós, na rua, em uma parte do dia com menas luminosidade.
— Pai, posso sair com minhas amigas?
Assinale a alternativa que indica a função sintática da palavra sublinhada no trecho retirado do texto a seguir:
“...se a pedra empurrada morro acima, repetidamente, vai um dia virar poesia...”
“A (1) menina passa por mim na Rua Borges de Medeiros toda vestida de preto, com cabelos esvoaçantes (2) na cor lilás (3) e coturnos adornados (4) por asas (5) de morcego”.
Analise as assertivas abaixo a respeito da palavra sublinhada no trecho a seguir, retirado do texto, e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
“...tinha o tom grave do interlocutor ao escrevê-la como pareceu”.
( ) Trata-se de pronome pessoal que deve ser grafado com “l” e ligado à forma verbal por hífen, uma vez que a forma verbal apresenta terminação em “r”.
( ) O pronome pessoal exerce a função sintática de objeto direto da forma verbal que o antecede.
( ) O referente do pronome pessoal é a palavra “mensagem” (l. 09).
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
“Não dá para saber o que as pessoas mais ousadas pensam sobre __ opinião alheia: não se importam ou se importam muito?”
Disponível em: https://contee.org.br.
Acesso em: 30 maio 2024.
Considerando o texto apresentado, pode-se observar que o indicador de linguagem neutra ou inclusiva é
