Questões de Concurso
Sobre sintaxe em português
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Quanto à regência das formas nominais e verbais empregadas no trecho, julgue as afirmativas:
I.A regência de 'buscar' está incorreta, pois esse verbo exige complemento regido pela preposição 'por', sendo o correto 'busca por evitar riscos'.
II.O verbo 'buscar' é transitivo direto, motivo pelo qual 'evitar riscos e complicações' funciona como objeto direto.
III.A preposição 'a' na expressão 'ao transporte' relaciona-se ao termo 'associados', que exige complemento preposicionado.
IV.O verbo 'buscar' quando empregado no sentido de 'recorrer a si próprio', pode ser pronominal, como em 'Buscou-se, tentando encontrar uma saída para sua vida'.
É correto o que se afirma em:
Quanto à regência das formas nominais e verbais empregadas no trecho, julgue as afirmativas:
I.A regência de 'buscar' está incorreta, pois esse verbo exige complemento regido pela preposição 'por', sendo o correto 'busca por evitar riscos'.
II.O verbo 'buscar' é transitivo direto, motivo pelo qual 'evitar riscos e complicações' funciona como objeto direto.
III.A preposição 'a' na expressão 'ao transporte' relaciona-se ao termo 'associados', que exige complemento preposicionado.
IV.O verbo 'buscar' quando empregado no sentido de 'recorrer a si próprio', pode ser pronominal, como em 'Buscou-se, tentando encontrar uma saída para sua vida'.
É correto o que se afirma em:
Quanto à regência das formas nominais e verbais empregadas no trecho, julgue as afirmativas:
I.A regência de 'buscar' está incorreta, pois esse verbo exige complemento regido pela preposição 'por', sendo o correto 'busca por evitar riscos'.
II.O verbo 'buscar' é transitivo direto, motivo pelo qual 'evitar riscos e complicações' funciona como objeto direto.
III.A preposição 'a' na expressão 'ao transporte' relaciona-se ao termo 'associados', que exige complemento preposicionado.
IV.O verbo 'buscar' quando empregado no sentido de 'recorrer a si próprio', pode ser pronominal, como em 'Buscou-se, tentando encontrar uma saída para sua vida'.
É correto o que se afirma em:
I - “Assistiremos o espetáculo amanhã, que deverá ocorrer no teatro municipal.”
II - “Foi entregue as alunas dedicadas todas às orientações necessárias para a prova final.”
III - “O professor mostrou-se apto a resolver à questões mais complexas.”
IV - “Nunca se me esqueceu a generosidade daquela aluna.”
Assinale a alternativa correta:
Analise as assertivas a respeito da concordância observada no fragmento:
“Todos os alunos estavam atentos às explicações claras e objetivas dadas pela professora.”
I. O adjetivo “claras” está no plural para concordar com “explicações”.
II. O termo “objetivas” concorda em gênero e número com o substantivo “explicações”.
III. O adjetivo “atentos” concorda em gênero e número com “professora”.
É correto o que se afirmar em:

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/mario-corso/noticia/2025/11/recessao-derelacionamentos-cmhtir1vh008u013jx873msoe.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
I. O trecho é formado por quatro orações. II. A primeira oração é uma oração principal. III. “Porém” é uma conjunção adversativa.
Quais estão corretas?
I. O trecho é formado por quatro orações.
II. A primeira oração é uma oração principal.
III. “Porém” é uma conjunção adversativa.
Quais estão corretas?
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
De acordo com as regras de concordância verbal, é CORRETO afirmar que:
De acordo com as regras de concordância nominal, é CORRETO afirmar que:
De acordo com as regras de concordância verbal, é CORRETO afirmar que:
De acordo com as regras de concordância nominal, é correto afirmar que:
“A enfermeira aplicou o medicamento no paciente.”
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
O sagrado da mesa
Quando sentamos para comer, existe algo de reverência nesse gesto. Aqui, em nossa região de colonização italiana, esse costume está enraizado no coração das pessoas. As famílias se juntam não só para saciar a fome, mas para partilhar o tempo, o riso, as preces, as histórias e o pão. A mesa torna-se um altar do cotidiano, onde se celebra a vida.
Muitas vezes minha mãe dizia para nunca jogar comida fora, _____ o alimento é sagrado. Pela casa, repetia com voz mansa e presença firme: “Cuidado para não desperdiçar, ______ um dia pode faltar.” Eram pequenas lições temperadas com afeto e sabedoria que servia entre o fogão e a mesa, ensinando-nos a valorizar e a respeitar o que nos sustenta.
Mas o que tem acontecido é que muitas famílias estão entregando esse momento ao automatismo. As conversas cederam às telas; o barulho dos talheres se mistura ao som da televisão, e o silêncio foi substituído pelas distrações. Cada um come apressado, sozinho, no seu canto. E assim, o alimento perde o sentido que tinha: o de reunir. Nesse mesmo descuido, revela-se outra contradição dolorosa: enquanto sobra comida em algumas mesas, falta em tantas outras. No Brasil, cerca de 30% de tudo o que se produz é jogado fora, o que representa mais de 46 milhões de toneladas de alimentos por ano. Um verdadeiro absurdo diante da fome e da desigualdade.
Em 2022, o país voltou ao mapa da fome, com 33 milhões de pessoas em insegurança alimentar grave. Três anos depois, segundo a FAO (Food and Agriculture Organization), o Brasil deixou novamente esse mapa, mas a realidade permanece alarmante. O que os números revelam vai além das estatísticas: somos uma nação que, apesar de sua imensa capacidade de produção, ainda não consegue garantir alimento para todos. A fome não é um destino inevitável e, sim, o resultado das escolhas e prioridades que fazemos ao distribuir e consumir alimentos. Grande parte do desperdício nasce do cotidiano: nas feiras, nos restaurantes, nas casas, onde o olhar se acostumou a descartar o que ainda poderia ser aproveitado. E enquanto o lixo se enche de comida, o prato de muita gente segue vazio. A abundância não redime a fome se não houver partilha.
Talvez o problema esteja justamente no que esquecemos de celebrar. A refeição deixou de ser encontro, deixou de ser consciência. Quando se perde o sentido do alimento, de onde vem, o que custou, quem plantou, perde-se também o vínculo com o outro. E esse vínculo que, se refeito, pode transformar de novo a mesa em espaço de cuidado. Porque o sagrado de comer juntos está menos no prato e mais na presença. E, no fim das contas, é dela que a humanidade ainda tem fome.
Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado).
Leia o anúncio a seguir para responder à questão.

Após leitura do anúncio, analise as afirmativas a seguir, julgando-as como verdadeiras (V) ou falsas (F).
I. ( ) Os verbos estudar e fazer estão conjugados no modo indicativo.
II. ( ) Na frase “Quem sabe você não tira um zero”, a palavra em destaque trata-se de um numeral cardinal.
III. ( ) O período “Faça sua matrícula no UEC e concorra a um corsa Hatch de Frutosdias” é composto por coordenação assindética.
IV. ( ) Na oração “Concorra a um corsa hatch da frutosdias”, o verbo em destaque é transitivo indireto.
Após análise das afirmativas, conclui-se que a sequência correta é:
Leia o texto III a seguir e responda à questão.
Texto III
Realização pessoal ou tormento?
Autor anônimo
A palavra trabalho originou-se do termo latino tripalium (ou trepalium), que nomeava um instrumento utilizado para torturar os escravos, no século VI. Naquela época, o “trabalhador” não era uma vítima, como hoje em dia, em que ele é “escravizado”, mas, sim, um torturador que castigava os prisioneiros. Antes de significar “atividade ou exercício profissional”, trabalho tinha o sentido abstrato de “tormento, agonia, sofrimento”, sentido este que permanece para muitas pessoas atualmente.
Após ter recebido o novo sentido, o trabalho passou a ser exaltado por comemorações, como no dia 1 de maio, “Dia do trabalho”, ou até por frases como: “O trabalho dignifica o homem”. Mas, será mesmo que o trabalho perdeu a velha “sombra” da aflição? Como será que a sociedade lida com este exercício nos nossos dias? Será que ele é tratado de forma justa?
Mesmo depois da abolição da escravidão no Brasil, em 1888, cidadãos ainda têm seu trabalho explorado, isto é, algumas pessoas são sujeitadas a certos tipos de empregos por não poderem obter um melhor. Um exemplo clássico são os trabalhadores rurais que, na maioria das vezes, não possuem carteira assinada e que por não terem uma formação escolar ou acadêmica ou por morarem muito longe do centro urbano terminam aceitando ganhar menos de um salário mínimo (direito de todo profissional com a carteira assinada). Assim, podemos ver que em determinados lugares os trabalhadores não são tratados com justiça, pois não recebem o salário adequado ao seu serviço, ou então, em alguns casos, embora os patrões tentem ser mais justos, estes empregados rurais não obtêm uma contribuição digna, pois recebem uma remuneração mais baixa do que o salário determinado pela Lei do TRT (Tribunal Regional do Trabalho).
Para alguns cidadãos, o trabalho ainda é um tormento, pois não é fonte de realização, ou seja, estes cidadãos não escolhem a profissão que revela o seu talento, o que termina gerando insatisfações pessoais, dores de cabeça, aborrecimentos, ao contrário de outras pessoas, que se realizam em sua profissão, tornando-a valorizada. A profissão não deve ser escolhida apenas pelo benefício financeiro, mas, sim, pelo benefício espiritual. Se trabalharmos naquilo que gostamos, estaremos sempre realizados, dispostos, sem dores de cabeça, caso contrário, teremos sempre o trabalho como uma “sombra” em nossas vidas, consequência das más escolhas.
Assim sendo, se quisermos nos realizar tanto profissional como espiritualmente, devemos escolher nosso trabalho, com base no que gostamos de fazer, desconsiderando os preconceitos presentes na sociedade os quais desvalorizam as profissões sem as quais a população não vive como, por exemplo, o trabalho de um professor, de um gari, de um faxineiro, de um cozinheiro, entre outros tão descriminados. Enfim, para acabarmos de vez com o antigo conceito do termo “trabalho”, precisamos, primeiramente, extinguir todos os preconceitos para com o mesmo, pois, desta forma, ninguém terá vergonha de exercer qualquer profissão, seja esta de faxineiro, gari, professor, entre outros, da mesma maneira que nenhum cidadão envergonha-se de ser um médico, advogado ou engenheiro. (Profissões mais valorizadas socialmente)
Fonte: arquivo pessoal do elaborador
Leia os textos I e II a seguir e responda à questão.
Texto I
A violência conjugal contra a mulher a partir da ótica do homem autor da violência
Antonio Gomes da Rosa
Antonio Fernando Boing
Fátima Büchele
Walter Ferreira de Oliveira
Elza Berger Salema Coelho
Resumo: Este artigo objetiva investigar as causas da agressão conjugal contra a mulher a partir da ótica do homem autor de violência. Para tanto, foi desenvolvida uma pesquisa descritiva exploratória com abordagem qualitativa. Os dados foram coletados por meio da técnica de grupos focais com homens que se envolveram em violência conjugal e participavam voluntariamente do Programa de Atenção à Violência Doméstica e Intrafamiliar de um município de médio porte de Santa Catarina. Na análise das informações, evidenciaram-se três categorias: “Ela”, “Eu” e “Outros”. Nossos resultados apontam comportamentos e atitudes que permitem identificar as causas da agressão contra a companheira evidenciada a partir da interferência de pessoas estranhas à relação conjugal; presença de ações inadequadas da companheira; domínio da mulher sobre o companheiro; resposta à agressão física, verbal ou psicológica da companheira; dependência química e situação financeira. Os resultados mostram também que essas causas se mesclam no dia-a-dia, acumulam-se sob a forma de conflitos e eclodem em atos que configuram a violência conjugal do homem contra a companheira. Os sujeitos da pesquisa não demonstram compreensão ativa de que são agressores, ou seja, reconhecem os atos de violência que relatam, no entanto, não identificam que essas ações os caracterizam como autores de violência.
Palavras-chave: Violência contra a mulher; Violência doméstica; Saúde da mulher.
Texto II
ROSA, Antônio Gomes da et al. A violência conjugal contra a mulher a partir da ótica do homem autor da violência. Revista Saúde, São Paulo, v.17, n.3, p.152-160, 2008.
No artigo A violência conjugal contra a mulher a partir da ótica do homem autor da violência, Antônio Rosa, Antônio Boing, Fátima Büchele e Walter de Oliveira tematizam a respeito da violência conjugal, considerando ser esse um problema de saúde pública, como comprovam, segundo eles, diversos estudos realizados em âmbito nacional e internacional.
Nesse contexto, os estudiosos realizam uma pesquisa descritiva exploratória com o objetivo de investigar os motivos que justificam a agressão à mulher na visão do homem agressor. Para tal, os pesquisadores entrevistam, por meio da técnica de grupos focais, homens que se envolveram em violência conjugal e participavam voluntariamente do Programa de Atenção à Violência Doméstica e Intrafamiliar de um município de Santa Catarina.
Ao analisarem as entrevistas concedidas pelos participantes da pesquisa, os autores categorizam as informações obtidas em três categorias: “Ela”, “Eu” e “Outros”. Na primeira categoria, os professores mostram que a causa da agressão é atribuída à mulher por esta demonstrar atitudes inadequadas em relação ao parceiro, ao tentarem dominar a vida conjugal e às vezes agredir seu companheiro. Na segunda categoria, os pesquisadores evidenciam que a violência foi ocasionada por problemas financeiros ou dependência química sofridos pelo agressor. Na terceira e última categoria, Rosa et al. sinalizam que os homens entrevistados justificam seu ato violento culpabilizando a influência de terceiros no seu relacionamento.
Ao término da investigação, os autores chegam à conclusão de que os sujeitos, embora reconheçam os atos de agressão cometidos, não acreditam que esses atos os caracterizem como responsáveis pela violência.
Fonte: SILVA, Elizabeth Maria da. Professora, como é que se faz?. Campina Grande: Bagagem, 2012, p.49-50. [edit]
