Questões de Concurso Sobre sintaxe em português

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Q3796176 Português

Coisa de outro mundo


Por Pedro Guerra







(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2025/11/coisa-deoutro-mundo-cmhz55u0d023g016043t7phbg.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que indica quantas outras alterações seriam obrigatoriamente necessárias caso as duas expressões sublinhadas fossem substituídas por “todos” no trecho a seguir, retirado do texto:

“Agora, todo mundo é comerciante de si mesmo, todo mundo se obriga a gravar o que faz”. 
Alternativas
Q3796175 Português

Coisa de outro mundo


Por Pedro Guerra







(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2025/11/coisa-deoutro-mundo-cmhz55u0d023g016043t7phbg.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o trecho a seguir, retirado do texto, assinale a alternativa que apresenta uma palavra ou expressão que poderia substituir corretamente o vocábulo sublinhado.

“[...] nós, adultos, permitimos um mundo onde a internet é ilimitada”. 
Alternativas
Q3796174 Português

Coisa de outro mundo


Por Pedro Guerra







(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2025/11/coisa-deoutro-mundo-cmhz55u0d023g016043t7phbg.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando cada significado à respectiva palavra sublinhada, considerando seu contexto no trecho em que ocorre.

Coluna 1 1. Condição. 2. Conclusão. 3. Oposição.
Coluna 2 ( ) “Contudo, tenho pensado que, cada vez mais, este “outro mundo” tenha se tornado aqui mesmo”. ( ) “Se o planeta pede socorro, respondemos com selfies na praia”. ( ) “Afinal, não vivemos mais no tempo do homem das cavernas”.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3796106 Português

Coisa de outro mundo


Por Pedro Guerra







(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2025/11/coisa-deoutro-mundo-cmhz55u0d023g016043t7phbg.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que indica quantas outras alterações seriam obrigatoriamente necessárias caso as duas expressões sublinhadas fossem substituídas por “todos” no trecho a seguir, retirado do texto:
“Agora, todo mundo é comerciante de si mesmo, todo mundo se obriga a gravar o que faz”.
Alternativas
Q3796105 Português

Coisa de outro mundo


Por Pedro Guerra







(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2025/11/coisa-deoutro-mundo-cmhz55u0d023g016043t7phbg.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o trecho a seguir, retirado do texto, assinale a alternativa que apresenta uma palavra ou expressão que poderia substituir corretamente o vocábulo sublinhado.

“[...] nós, adultos, permitimos um mundo onde a internet é ilimitada”.
Alternativas
Q3796104 Português

Coisa de outro mundo


Por Pedro Guerra







(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2025/11/coisa-deoutro-mundo-cmhz55u0d023g016043t7phbg.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando cada significado à respectiva palavra sublinhada, considerando seu contexto no trecho em que ocorre.

Coluna 1 1. Condição. 2. Conclusão. 3. Oposição.
Coluna 2 ( ) “Contudo, tenho pensado que, cada vez mais, este “outro mundo” tenha se tornado aqui mesmo”. ( ) “Se o planeta pede socorro, respondemos com selfies na praia”. ( ) “Afinal, não vivemos mais no tempo do homem das cavernas”.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3796037 Português
“Nossa felicidade depende da educação da vontade, pois a felicidade consiste em fazer com que as ideias e os sentimentos agradáveis deem tudo o que podem dar de alegria, e em impedir aos pensamentos e às emoções dolorosas o acesso à consciência, ou pelo menos em não deixá-los preponderar.”
Jules Payot
O conectivo “pois”, no texto acima, introduz uma oração que: 
Alternativas
Q3796033 Português
“Você é capaz. Acredite em si mesmo. Nas suas próprias forças. Nas possibilidades que tem. Tudo em você é feito para agir e vencer. Por isso, não tema. Não vacile. Não descreia de si mesmo. Olhe para dentro de si. Você é forte.”
Lorival Lopes
O autor do texto acima empregou uma oração com palor semântico de finalidade. Assinale-a. 
Alternativas
Q3796032 Português
“Por mais que todas as terapias do mundo, todas as autoajudas do universo e todos os amigos experientes do planeta me digam que preciso definitivamente não precisar de você, minha alma grita aqui dentro que, por mais feliz que eu seja, a festa é sempre pela metade.”
Tati Bernard
No texto acima, a oração “...por mais feliz que eu seja...” expressa valor semântico de: 
Alternativas
Q3796030 Português
Imagem associada para resolução da questão
Na imagem do painel publicitário acima, há um desvio da norma culta no que se refere à: 
Alternativas
Q3795993 Português

Assinale a alternativa INCORRETA, que apresenta erro de concordância verbal.

Alternativas
Q3795965 Português
“O professor de Português tem função primordial e colaborativa na ampliação das potencialidades comunicativas dos alunos, é necessário que este educador se empenhe no processo de mudança, investindo em verdadeiras práticas políticas e planejamento para que estes sejam ferramentas colaborativas no exercício consciente e pleno da verdadeira cidadania. O professor deve ter iniciativa para que a aprendizagem se concretize verdadeiramente. Adotar uma atividade pedagógica que implique nas mudanças de atitudes, na reflexão da situação real, tanto do aluno quanto de sua posição social, já é um grande passo para a formação integral do mesmo. Segundo o PCN (1998) de Língua Portuguesa o ensino do Português deve pautar-se em um ensino crítico, em que o professor possa abordar com liberdade as variantes linguísticas e dessa forma, o aluno possa adquirir a competência linguística, no qual defenderá seu ponto de vista, e apresentará críticas, além de compartilhar seus conhecimentos no meio social onde vive.”
Disponível em: https://edoc.ufam.edu.br (adaptado)
Sobre o texto, acima, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3795964 Português
“Ao refletirmos sobre a função do professor na atualidade, deparamo-nos com a dificuldade de combinar diferentes fatores que dizem respeito à formação humana. Há vários desafios, dentro e fora da sala de aula, que dificultam o trabalho docente, além da constante transformação de diversos campos da sociedade; por meio da tecnologia, as informações são disseminadas com extrema rapidez e em grandes proporções. Em vários aspectos, esses desafios e transformações, que também incluem valores e condutas, têm ocasionado a desvalorização do profissional da educação pela sociedade.”
Disponível em: https://educacaopublica.cecier j.edu.br (adaptado)
A respeito do texto acima, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3795963 Português
“Provavelmente, uma das maiores dificuldades compartilhadas pelos professores e profissionais da educação em geral, é a de que os estudantes não conseguem decodificar bem um texto, ou seja, não conseguem interpretá-lo corretamente. E esse desafio passa pela leitura. Não só pela possibilidade de saber o que está escrito, mas pelo hábito de ler, de identificar o que está sendo lido e o que aquilo quer dizer. Mesmo com diferentes objetivos, seja por prazer, para se informar ou memorizar um conteúdo, a prática da leitura é essencial para ampliar o vocabulário, melhorar a escrita, fortalecer o raciocínio e principalmente desenvolver a habilidade para interpretação de texto. Independentemente do formato utilizado, seja físico ou impresso, o incentivo à prática é essencial para a formação de cidadãos mais críticos e mais conhecedores.”
Disponível em: https://www.educamaisbrasil.com.br (adaptado)
Leia o texto e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3795962 Português
“A língua culta, aquela que obedece às regras da gramática normativa, é uma variedade linguística. No entanto, essa variedade é prestigiada, considerada por alguns como superior a outras variedades. Mas a linguística, que é uma ciência, não considera nenhuma variedade superior ou inferior, todas têm o seu valor. Assim, o preconceito linguístico está associado ao desprezo por variedades linguísticas distintas da variedade padrão. Desse modo, alguém que utilize a língua padrão (comumente associada a pessoas de classe alta) não sofre preconceito linguístico. Tal preconceito é direcionado a falantes de variedades linguísticas de menos prestígio.”
Disponível em: https://www.portugues.com.br (adaptado)
Com fragmentos extraídos do texto acima, assinale a alternativa em que os termos sublinhados estabelecem uma relação de regência nominal. 
Alternativas
Q3795959 Português
“A Academia Brasileira de Letras apresenta palavras ou expressões que passaram a ter uso corrente na língua portuguesa, podendo ser neologismos, empréstimos linguísticos ou mesmo vocábulos que, apesar de já existirem há algum tempo na língua, têm sido usados com mais frequência ou com um novo sentido nos dias de hoje. A criação, o uso e a difusão de uma nova palavra ou expressão vêm da necessidade que temos de nomear algo que faz parte da nossa realidade ou que nossa inteligência e percepção foram capazes de identificar com mais intensidade. Conhecer o significado de novas palavras enriquece nosso vocabulário e nos faz mergulhar na atmosfera intelectual em que vivemos. Mais do que isso, contribui para o pleno desenvolvimento de nossa capacidade de comunicação, amplia a compreensão que temos do mundo e nos torna aptos a identificar problemas, buscar soluções e sermos agentes de mudança em prol de uma sociedade mais humana, ética e justa.”
Disponível em: https://www.academia.org.br
Com base no texto acima, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3795891 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo. 



Ricos demais



    Ela tinha uma expressão preocupada, mostrando-se distante. Depois de quase meia hora e na certeza de que o assunto ficaria entre nós, confessou-me sentir-se bastante preocupada com o marido. Pouco dormia e apresentava crises constantes de ansiedade. Passava o dia somando valores e consultando seu advogado. Pensou estar com problemas financeiros, tentando se reorganizar, pois sua mente era um caos. Para minha surpresa, era exatamente o contrário. Ele tinha excesso de dinheiro, veja só. O problema é que passava as horas livres administrando quase uma centena de imóveis de sua propriedade, além de aplicações na bolsa. Esse era o seu dilema: via ao redor pessoas tentando enganá-lo e não descuidava um minuto do patrimônio. Além disso, buscava outras aquisições, e escolher as melhores consumia parte significativa do tempo. É, enfim, alguém que só conseguiu acumular escrituras e dinheiro. As relações familiares e as amizades nunca foram prioritárias. Agora, aos 82 anos de idade, encontra-se perdido.



    A escritora Marina Colassanti disse, em uma entrevista, ser importante ponderar acerca de um dos maiores mitos sobre a velhice: acreditar que venha sempre acompanhada da sabedoria. Na maioria das vezes, só representa o desgaste do corpo e a proximidade da morte. Se nos descuidarmos, atravessaremos a existência como um mero organismo biológico, nada mais. A natureza cria e descarta, eis tudo. Refletindo sobre o relato acima, dei-me conta do quanto podemos nos desviar dos grandes propósitos. A cobiça se alimenta de si mesma. E, pior, quem a nutre ao longo dos anos, mal percebe as coisas boas acontecendo no entorno. Atenção: não estou fazendo a apologia da pobreza. Ter dinheiro é muito bom. Escasso, nos leva a uma situação de carência, traduzida em dificuldades de toda ordem. Eu nem me importaria de, por exemplo, ter dúvidas de como e onde gastá-lo. O problema surge quando nos desviamos do foco principal, que é o seu usufruto pleno. Somar é bom, porém, precisa ter o mesmo valor de dividir. Caso contrário, nos candidataremos a repetir o modelo acima. 



    Se você já leu o livro Coisa de Rico, do escritor Michel Alcoforado, sabe a que me refiro. O excesso nos leva a ignorar a noção de realidade, extrapolando o bom senso e nos tornando vulneráveis às pequenas perdas. Como somos criaturas desejantes, a privação também pode causar sérios problemas. Sem contar, claro, que parece melhor resolver os dramas de qualquer ordem ancorados no conforto e na ausência de preocupações financeiras. Soaria bem simpático dizer o contrário, mas os exemplos o desmentem. Enfim, surpreendo-me recordando este homem afogado em números e tão distraído a ponto de não perceber que em breve nossos pertencimentos serão entregues a outros. 



    O pobre senhor tão aflito deixou de aprender a lição proposta pelo filósofo Michel Onfray: “Sair por aí, desenfreadamente, usando a vida até furar a sola.” 


Autor: Gilmar Marcílio - GZH (adaptado). 


No trecho “Somar é bom, porém, precisa ter o mesmo valor de dividir”, o conectivo “porém” atua como elemento articulador do enunciado, introduzindo uma relação que modifica a orientação argumentativa e reorganiza o sentido da frase. Considerando o valor discursivo dessa conjunção no contexto do texto, assinale a alternativa que identifica corretamente a circunstância expressa por esse termo. 
Alternativas
Q3795805 Português
Assinale a alternativa em que o termo destacado exerce a mesma função sintática que o termo destacado na frase abaixo: 

“A enfermeira aplicou o medicamento no paciente.”  
Alternativas
Q3795799 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.  



O sagrado da mesa



    Quando sentamos para comer, existe algo de reverência nesse gesto. Aqui, em nossa região de colonização italiana, esse costume está enraizado no coração das pessoas. As famílias se juntam não só para saciar a fome, mas para partilhar o tempo, o riso, as preces, as histórias e o pão. A mesa torna-se um altar do cotidiano, onde se celebra a vida.



    Muitas vezes minha mãe dizia para nunca jogar comida fora, _____ o alimento é sagrado. Pela casa, repetia com voz mansa e presença firme: “Cuidado para não desperdiçar, ______ um dia pode faltar.” Eram pequenas lições temperadas com afeto e sabedoria que servia entre o fogão e a mesa, ensinando-nos a valorizar e a respeitar o que nos sustenta.



    Mas o que tem acontecido é que muitas famílias estão entregando esse momento ao automatismo. As conversas cederam às telas; o barulho dos talheres se mistura ao som da televisão, e o silêncio foi substituído pelas distrações. Cada um come apressado, sozinho, no seu canto. E assim, o alimento perde o sentido que tinha: o de reunir. Nesse mesmo descuido, revela-se outra contradição dolorosa: enquanto sobra comida em algumas mesas, falta em tantas outras. No Brasil, cerca de 30% de tudo o que se produz é jogado fora, o que representa mais de 46 milhões de toneladas de alimentos por ano. Um verdadeiro absurdo diante da fome e da desigualdade.



    Em 2022, o país voltou ao mapa da fome, com 33 milhões de pessoas em insegurança alimentar grave. Três anos depois, segundo a FAO (Food and Agriculture Organization), o Brasil deixou novamente esse mapa, mas a realidade permanece alarmante. O que os números revelam vai além das estatísticas: somos uma nação que, apesar de sua imensa capacidade de produção, ainda não consegue garantir alimento para todos. A fome não é um destino inevitável e, sim, o resultado das escolhas e prioridades que fazemos ao distribuir e consumir alimentos. Grande parte do desperdício nasce do cotidiano: nas feiras, nos restaurantes, nas casas, onde o olhar se acostumou a descartar o que ainda poderia ser aproveitado. E enquanto o lixo se enche de comida, o prato de muita gente segue vazio. A abundância não redime a fome se não houver partilha.



    Talvez o problema esteja justamente no que esquecemos de celebrar. A refeição deixou de ser encontro, deixou de ser consciência. Quando se perde o sentido do alimento, de onde vem, o que custou, quem plantou, perde-se também o vínculo com o outro. E esse vínculo que, se refeito, pode transformar de novo a mesa em espaço de cuidado. Porque o sagrado de comer juntos está menos no prato e mais na presença. E, no fim das contas, é dela que a humanidade ainda tem fome.



Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado). 

No período “As famílias se juntam não só para saciar a fome, mas para partilhar o tempo”, a autora articula ideias por meio de conectores que ampliam ou contrastam informações, produzindo efeitos semânticos específicos. Nesse contexto, a conjunção “mas” estabelece uma circunstância de: 
Alternativas
Q3795772 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

No Pará, Ministério da Saúde reforça assistência na Terra Indígena Zo'é com atendimentos especializados, vacinação e acordo de cooperação

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou neste sábado (29) das ações do programa Agora Tem Especialistas no território da etnia Zo'é, no município de Óbidos, no Pará. Durante a visita, foi assinado um termo de cooperação com a Fundação Dieter Morszeck para ampliar iniciativas conjuntas com o DSEI Guamá-Tocantins, voltadas à promoção, prevenção e assistência à saúde das populações indígenas do Baixo Amazonas.

A parceria prevê o uso de aeronaves especializadas e equipes médicas e técnicas qualificadas para transporte de pacientes em situações de urgência e emergência, além de apoio logístico ao envio de insumos, medicamentos, vacinas e profissionais de saúde. Também inclui suporte às ações em territórios de difícil acesso. Para fortalecer a assistência, o Ministério da Saúde doará equipamentos como raio-X portátil, eletrocardiógrafo portátil e analisador POC para hemograma.

No território, o ministro também acompanhou a segunda etapa da ação para realizar colecistectomias por videolaparoscopia dentro da própria comunidade indígena, iniciada em agosto. A estratégia busca evitar riscos e complicações associados ao transporte dos pacientes para centros urbanos. A iniciativa reúne esforços técnicos da Secretaria de Saúde Indígena (Sesai), da Fundação Dieter Morszeck e da ONG Zo'é.

A etapa atual ocorre entre 29 de novembro e 1º de dezembro de 2025, beneficiando cinco pacientes da etnia. Ao menos dez profissionais participam da atividade, entre enfermeiros, médicos, anestesiologistas, cirurgiões, pneumologista e outros especialistas.

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2025/novembro/no-para-ministerio-da-saude-reforca-assistencia-na-terra-indigena-zoe-com-atendimentos-especializado-vacinacao-e-acordo-de-cooperacao-fragmento-adaptado 
"A estratégia busca evitar riscos e complicações associados ao transporte dos pacientes para centros urbanos." Quanto à regência das formas nominais e verbais empregadas no trecho, julgue as afirmativas:
I.A regência de 'buscar' está incorreta, pois esse verbo exige complemento regido pela preposição 'por', sendo o correto 'busca por evitar riscos'.
II.O verbo 'buscar' é transitivo direto, motivo pelo qual 'evitar riscos e complicações' funciona como objeto direto.
III.A preposição 'a' na expressão 'ao transporte' relaciona-se ao termo 'associados', que exige complemento preposicionado.
IV.O verbo 'buscar' quando empregado no sentido de 'recorrer a si próprio', pode ser pronominal, como em 'Buscou-se, tentando encontrar uma saída para sua vida'.
É correto o que se afirma em: 
Alternativas
Respostas
8481: C
8482: A
8483: D
8484: C
8485: A
8486: D
8487: E
8488: C
8489: B
8490: B
8491: E
8492: E
8493: C
8494: D
8495: B
8496: B
8497: C
8498: A
8499: D
8500: C