Questões de Concurso Sobre sintaxe em português

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Q3888219 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Texto 2





Disponível em: https://cartum.folha.uol.com.br/quadrinhos/2025/11/19/niquel-nausea-fernando-gonsales.shtml. Acesso em: 23 dez. 2025.

Assinale a alternativa que apresenta uma reescrita gramatical e/ou semanticamente INCORRETA para o excerto “Essa coxinha me embrulhou o estômago!”.
Alternativas
Q3888217 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Texto 2





Disponível em: https://cartum.folha.uol.com.br/quadrinhos/2025/11/19/niquel-nausea-fernando-gonsales.shtml. Acesso em: 23 dez. 2025.

Assinale a alternativa que analisa corretamente o excerto “Vai comer agora ou quer que embrulhe?”.
Alternativas
Q3888212 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Texto 1



Bons motivos para não se levar tão a sério e fazer sua criança interior aflorar



   Jogos de mesa, mímica, queimada, palavras-cruzadas: brincar pode ser qualquer atividade de lazer sem compromisso com a performance, só pela diversão. Na infância, a gente se sente livre para explorar esse lado lúdico sem medo do julgamento.


    À medida que a vida adulta se aproxima, cresce a pressão para abandonar esse tipo de prazer e adotar uma postura mais séria. Além disso, em meio a rotinas aceleradas, reservar um tempo para a brincadeira não só é difícil, como muitas vezes parece uma perda de tempo.


   Estudos recentes indicam que esse hábito pode trazer vários benefícios para a saúde, além de tornar a vida mais leve e plena.


Raiz do problema


   Segundo o psiquiatra norte-americano Stuart Brown, autor de “Play: How it Shapes the Brain, Opens the Imagination, and Invigorates the Soul” (Como brincar molda o cérebro, abre a imaginação e revigora a alma), os altos índices de melancolia de hoje — refletidos no aumento de transtornos como depressão e ansiedade — estão ligados à supressão do instinto natural de brincar.


    “O oposto de brincar não é o trabalho, é a depressão. O déficit de brincadeiras entre adultos está se tornando uma crise de saúde pública”, disse em entrevista à revista National Geographic.


     De acordo com um relatório publicado pela Lego em 2022, 93% dos adultos afirmam se sentir estressados regularmente. Entre eles, 86% dizem que brincar ou interagir com brinquedos ajuda a aliviar a tensão. Durante esses momentos, as preocupações do trabalho e da rotina ficam em segundo plano, e exercitamos algo cada vez mais raro: a atenção plena. Ao nos conectarmos com o presente, também conseguimos escutar melhor nós mesmos — com mais calma, leveza e presença.


    Quando feito em grupo, o ato de brincar pode ser um antídoto contra a solidão. E mais: fortalece os laços sociais. Afinal, muitas vezes, durante essas atividades lúdicas, aprendemos a compartilhar, negociar, lidar com regras, respeitar o espaço do outro e mediar conflitos — habilidades sociais essenciais para a convivência.


  Segundo Brown, brincar ainda é uma forma eficiente de desenvolver a adaptabilidade, a inteligência, a criatividade e a capacidade de resolução de problemas. Para ele, em tempos difíceis, precisamos disso mais do que nunca, pois reforça nossa aptidão de lidar com o inesperado.


Os ‘kidults’


    Junção das palavras “kid” (criança) e “adult” (adulto), o termo “kidult” é usado hoje para definir os adultos que compram, colecionam e se envolvem com brinquedos, personagens e itens que normalmente seriam voltados para o público infantil.


    Esse universo está cada vez mais longe de ser um nicho pequeno. De acordo com dados da empresa de pesquisa WGSN, o mercado dos brinquedos colecionáveis foi estimado em US$ 12,5 bilhões em 2021 (R$ 6,6 bilhões, sem correção da inflação) e pode chegar a US$ 35,3 bilhões até 2032 (R$ 18,8 bilhões).


   Só nos Estados Unidos, pessoas entre 19 e 99 anos representaram 17,3% das vendas de brinquedos em 2023, segundo a Business Insider.


    Mais do que passatempo, os brinquedos oferecem refúgio. Em tempos de burnout e sobrecarga emocional, funcionam como uma ponte de volta aos momentos leves da infância — e, por isso, têm ganhado espaço em um mercado cada vez mais guiado pela nostalgia. Filmes como Barbie e Lilo & Stitch são apenas alguns exemplos dessa tendência.


    Entre os favoritos dos kidults, estão clássicos como os bonecos Funko, as peças de Lego e as famosas action figures. E também os hypados monstrinhos Labubu e os bebês reborn.


Hora de brincar


   Em entrevista ao The New York Times, a professora Meredith Sinclair, autora do livro “Well Played: The Ultimate Guide to Awakening Your Family’s Playful Spirit” (Bem jogado: o guia para acordar o espírito brincalhão da sua família), sugere um jeito simples de reencontrar o prazer de brincar: lembrar do que fazia você feliz na infância. Pode ser algo tão simples quanto massinha de modelar, jogar stop com amigos ou correr atrás de uma bola no parque. O importante é deixar de lado a preocupação com o olhar alheio.


    Brincar também passa por fazer algo sem a intenção de postar ou de gerar engajamento — algo que, convenhamos, anda cada vez mais raro. Embora compartilhar nas redes o que tem feito você se divertir seja legal, inclusive para inspirar outras pessoas, viver uma experiência só para si pode ser um exercício bem poderoso.


   Na vida adulta, brincar raramente acontece por acaso. Por isso, vale reservar um tempo na agenda. Dedicar alguns minutos do dia a algo leve, só por prazer, pode ser justamente o que falta para sua rotina ficar um pouco mais solar.



Adaptado de: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2025/11/bons-motivospara-nao-se-levar-tao-a-serio-e-fazer-sua-crianca-interioraflorar.shtml. Acesso em: 23 dez. 2025.

Assinale a alternativa em que a função do “que” no excerto é introduzir uma oração que serve de complemento sintático para um verbo.
Alternativas
Q3888211 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Texto 1



Bons motivos para não se levar tão a sério e fazer sua criança interior aflorar



   Jogos de mesa, mímica, queimada, palavras-cruzadas: brincar pode ser qualquer atividade de lazer sem compromisso com a performance, só pela diversão. Na infância, a gente se sente livre para explorar esse lado lúdico sem medo do julgamento.


    À medida que a vida adulta se aproxima, cresce a pressão para abandonar esse tipo de prazer e adotar uma postura mais séria. Além disso, em meio a rotinas aceleradas, reservar um tempo para a brincadeira não só é difícil, como muitas vezes parece uma perda de tempo.


   Estudos recentes indicam que esse hábito pode trazer vários benefícios para a saúde, além de tornar a vida mais leve e plena.


Raiz do problema


   Segundo o psiquiatra norte-americano Stuart Brown, autor de “Play: How it Shapes the Brain, Opens the Imagination, and Invigorates the Soul” (Como brincar molda o cérebro, abre a imaginação e revigora a alma), os altos índices de melancolia de hoje — refletidos no aumento de transtornos como depressão e ansiedade — estão ligados à supressão do instinto natural de brincar.


    “O oposto de brincar não é o trabalho, é a depressão. O déficit de brincadeiras entre adultos está se tornando uma crise de saúde pública”, disse em entrevista à revista National Geographic.


     De acordo com um relatório publicado pela Lego em 2022, 93% dos adultos afirmam se sentir estressados regularmente. Entre eles, 86% dizem que brincar ou interagir com brinquedos ajuda a aliviar a tensão. Durante esses momentos, as preocupações do trabalho e da rotina ficam em segundo plano, e exercitamos algo cada vez mais raro: a atenção plena. Ao nos conectarmos com o presente, também conseguimos escutar melhor nós mesmos — com mais calma, leveza e presença.


    Quando feito em grupo, o ato de brincar pode ser um antídoto contra a solidão. E mais: fortalece os laços sociais. Afinal, muitas vezes, durante essas atividades lúdicas, aprendemos a compartilhar, negociar, lidar com regras, respeitar o espaço do outro e mediar conflitos — habilidades sociais essenciais para a convivência.


  Segundo Brown, brincar ainda é uma forma eficiente de desenvolver a adaptabilidade, a inteligência, a criatividade e a capacidade de resolução de problemas. Para ele, em tempos difíceis, precisamos disso mais do que nunca, pois reforça nossa aptidão de lidar com o inesperado.


Os ‘kidults’


    Junção das palavras “kid” (criança) e “adult” (adulto), o termo “kidult” é usado hoje para definir os adultos que compram, colecionam e se envolvem com brinquedos, personagens e itens que normalmente seriam voltados para o público infantil.


    Esse universo está cada vez mais longe de ser um nicho pequeno. De acordo com dados da empresa de pesquisa WGSN, o mercado dos brinquedos colecionáveis foi estimado em US$ 12,5 bilhões em 2021 (R$ 6,6 bilhões, sem correção da inflação) e pode chegar a US$ 35,3 bilhões até 2032 (R$ 18,8 bilhões).


   Só nos Estados Unidos, pessoas entre 19 e 99 anos representaram 17,3% das vendas de brinquedos em 2023, segundo a Business Insider.


    Mais do que passatempo, os brinquedos oferecem refúgio. Em tempos de burnout e sobrecarga emocional, funcionam como uma ponte de volta aos momentos leves da infância — e, por isso, têm ganhado espaço em um mercado cada vez mais guiado pela nostalgia. Filmes como Barbie e Lilo & Stitch são apenas alguns exemplos dessa tendência.


    Entre os favoritos dos kidults, estão clássicos como os bonecos Funko, as peças de Lego e as famosas action figures. E também os hypados monstrinhos Labubu e os bebês reborn.


Hora de brincar


   Em entrevista ao The New York Times, a professora Meredith Sinclair, autora do livro “Well Played: The Ultimate Guide to Awakening Your Family’s Playful Spirit” (Bem jogado: o guia para acordar o espírito brincalhão da sua família), sugere um jeito simples de reencontrar o prazer de brincar: lembrar do que fazia você feliz na infância. Pode ser algo tão simples quanto massinha de modelar, jogar stop com amigos ou correr atrás de uma bola no parque. O importante é deixar de lado a preocupação com o olhar alheio.


    Brincar também passa por fazer algo sem a intenção de postar ou de gerar engajamento — algo que, convenhamos, anda cada vez mais raro. Embora compartilhar nas redes o que tem feito você se divertir seja legal, inclusive para inspirar outras pessoas, viver uma experiência só para si pode ser um exercício bem poderoso.


   Na vida adulta, brincar raramente acontece por acaso. Por isso, vale reservar um tempo na agenda. Dedicar alguns minutos do dia a algo leve, só por prazer, pode ser justamente o que falta para sua rotina ficar um pouco mais solar.



Adaptado de: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2025/11/bons-motivospara-nao-se-levar-tao-a-serio-e-fazer-sua-crianca-interioraflorar.shtml. Acesso em: 23 dez. 2025.

Considere o seguinte excerto: “Só nos Estados Unidos, pessoas entre 19 e 99 anos representaram 17,3% das vendas de brinquedos em 2023 [...]”. Assinale a alternativa em que a mudança de posição do advérbio “só” cria o sentido de que a porcentagem de vendas de brinquedos em 2023 foi baixa.
Alternativas
Q3888205 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Texto 1



Bons motivos para não se levar tão a sério e fazer sua criança interior aflorar



   Jogos de mesa, mímica, queimada, palavras-cruzadas: brincar pode ser qualquer atividade de lazer sem compromisso com a performance, só pela diversão. Na infância, a gente se sente livre para explorar esse lado lúdico sem medo do julgamento.


    À medida que a vida adulta se aproxima, cresce a pressão para abandonar esse tipo de prazer e adotar uma postura mais séria. Além disso, em meio a rotinas aceleradas, reservar um tempo para a brincadeira não só é difícil, como muitas vezes parece uma perda de tempo.


   Estudos recentes indicam que esse hábito pode trazer vários benefícios para a saúde, além de tornar a vida mais leve e plena.


Raiz do problema


   Segundo o psiquiatra norte-americano Stuart Brown, autor de “Play: How it Shapes the Brain, Opens the Imagination, and Invigorates the Soul” (Como brincar molda o cérebro, abre a imaginação e revigora a alma), os altos índices de melancolia de hoje — refletidos no aumento de transtornos como depressão e ansiedade — estão ligados à supressão do instinto natural de brincar.


    “O oposto de brincar não é o trabalho, é a depressão. O déficit de brincadeiras entre adultos está se tornando uma crise de saúde pública”, disse em entrevista à revista National Geographic.


     De acordo com um relatório publicado pela Lego em 2022, 93% dos adultos afirmam se sentir estressados regularmente. Entre eles, 86% dizem que brincar ou interagir com brinquedos ajuda a aliviar a tensão. Durante esses momentos, as preocupações do trabalho e da rotina ficam em segundo plano, e exercitamos algo cada vez mais raro: a atenção plena. Ao nos conectarmos com o presente, também conseguimos escutar melhor nós mesmos — com mais calma, leveza e presença.


    Quando feito em grupo, o ato de brincar pode ser um antídoto contra a solidão. E mais: fortalece os laços sociais. Afinal, muitas vezes, durante essas atividades lúdicas, aprendemos a compartilhar, negociar, lidar com regras, respeitar o espaço do outro e mediar conflitos — habilidades sociais essenciais para a convivência.


  Segundo Brown, brincar ainda é uma forma eficiente de desenvolver a adaptabilidade, a inteligência, a criatividade e a capacidade de resolução de problemas. Para ele, em tempos difíceis, precisamos disso mais do que nunca, pois reforça nossa aptidão de lidar com o inesperado.


Os ‘kidults’


    Junção das palavras “kid” (criança) e “adult” (adulto), o termo “kidult” é usado hoje para definir os adultos que compram, colecionam e se envolvem com brinquedos, personagens e itens que normalmente seriam voltados para o público infantil.


    Esse universo está cada vez mais longe de ser um nicho pequeno. De acordo com dados da empresa de pesquisa WGSN, o mercado dos brinquedos colecionáveis foi estimado em US$ 12,5 bilhões em 2021 (R$ 6,6 bilhões, sem correção da inflação) e pode chegar a US$ 35,3 bilhões até 2032 (R$ 18,8 bilhões).


   Só nos Estados Unidos, pessoas entre 19 e 99 anos representaram 17,3% das vendas de brinquedos em 2023, segundo a Business Insider.


    Mais do que passatempo, os brinquedos oferecem refúgio. Em tempos de burnout e sobrecarga emocional, funcionam como uma ponte de volta aos momentos leves da infância — e, por isso, têm ganhado espaço em um mercado cada vez mais guiado pela nostalgia. Filmes como Barbie e Lilo & Stitch são apenas alguns exemplos dessa tendência.


    Entre os favoritos dos kidults, estão clássicos como os bonecos Funko, as peças de Lego e as famosas action figures. E também os hypados monstrinhos Labubu e os bebês reborn.


Hora de brincar


   Em entrevista ao The New York Times, a professora Meredith Sinclair, autora do livro “Well Played: The Ultimate Guide to Awakening Your Family’s Playful Spirit” (Bem jogado: o guia para acordar o espírito brincalhão da sua família), sugere um jeito simples de reencontrar o prazer de brincar: lembrar do que fazia você feliz na infância. Pode ser algo tão simples quanto massinha de modelar, jogar stop com amigos ou correr atrás de uma bola no parque. O importante é deixar de lado a preocupação com o olhar alheio.


    Brincar também passa por fazer algo sem a intenção de postar ou de gerar engajamento — algo que, convenhamos, anda cada vez mais raro. Embora compartilhar nas redes o que tem feito você se divertir seja legal, inclusive para inspirar outras pessoas, viver uma experiência só para si pode ser um exercício bem poderoso.


   Na vida adulta, brincar raramente acontece por acaso. Por isso, vale reservar um tempo na agenda. Dedicar alguns minutos do dia a algo leve, só por prazer, pode ser justamente o que falta para sua rotina ficar um pouco mais solar.



Adaptado de: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2025/11/bons-motivospara-nao-se-levar-tao-a-serio-e-fazer-sua-crianca-interioraflorar.shtml. Acesso em: 23 dez. 2025.

Assinale a alternativa que analisa corretamente o termo destacado em “Na infância, a gente se sente livre para explorar esse lado lúdico [...]”.
Alternativas
Q3888204 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Texto 1



Bons motivos para não se levar tão a sério e fazer sua criança interior aflorar



   Jogos de mesa, mímica, queimada, palavras-cruzadas: brincar pode ser qualquer atividade de lazer sem compromisso com a performance, só pela diversão. Na infância, a gente se sente livre para explorar esse lado lúdico sem medo do julgamento.


    À medida que a vida adulta se aproxima, cresce a pressão para abandonar esse tipo de prazer e adotar uma postura mais séria. Além disso, em meio a rotinas aceleradas, reservar um tempo para a brincadeira não só é difícil, como muitas vezes parece uma perda de tempo.


   Estudos recentes indicam que esse hábito pode trazer vários benefícios para a saúde, além de tornar a vida mais leve e plena.


Raiz do problema


   Segundo o psiquiatra norte-americano Stuart Brown, autor de “Play: How it Shapes the Brain, Opens the Imagination, and Invigorates the Soul” (Como brincar molda o cérebro, abre a imaginação e revigora a alma), os altos índices de melancolia de hoje — refletidos no aumento de transtornos como depressão e ansiedade — estão ligados à supressão do instinto natural de brincar.


    “O oposto de brincar não é o trabalho, é a depressão. O déficit de brincadeiras entre adultos está se tornando uma crise de saúde pública”, disse em entrevista à revista National Geographic.


     De acordo com um relatório publicado pela Lego em 2022, 93% dos adultos afirmam se sentir estressados regularmente. Entre eles, 86% dizem que brincar ou interagir com brinquedos ajuda a aliviar a tensão. Durante esses momentos, as preocupações do trabalho e da rotina ficam em segundo plano, e exercitamos algo cada vez mais raro: a atenção plena. Ao nos conectarmos com o presente, também conseguimos escutar melhor nós mesmos — com mais calma, leveza e presença.


    Quando feito em grupo, o ato de brincar pode ser um antídoto contra a solidão. E mais: fortalece os laços sociais. Afinal, muitas vezes, durante essas atividades lúdicas, aprendemos a compartilhar, negociar, lidar com regras, respeitar o espaço do outro e mediar conflitos — habilidades sociais essenciais para a convivência.


  Segundo Brown, brincar ainda é uma forma eficiente de desenvolver a adaptabilidade, a inteligência, a criatividade e a capacidade de resolução de problemas. Para ele, em tempos difíceis, precisamos disso mais do que nunca, pois reforça nossa aptidão de lidar com o inesperado.


Os ‘kidults’


    Junção das palavras “kid” (criança) e “adult” (adulto), o termo “kidult” é usado hoje para definir os adultos que compram, colecionam e se envolvem com brinquedos, personagens e itens que normalmente seriam voltados para o público infantil.


    Esse universo está cada vez mais longe de ser um nicho pequeno. De acordo com dados da empresa de pesquisa WGSN, o mercado dos brinquedos colecionáveis foi estimado em US$ 12,5 bilhões em 2021 (R$ 6,6 bilhões, sem correção da inflação) e pode chegar a US$ 35,3 bilhões até 2032 (R$ 18,8 bilhões).


   Só nos Estados Unidos, pessoas entre 19 e 99 anos representaram 17,3% das vendas de brinquedos em 2023, segundo a Business Insider.


    Mais do que passatempo, os brinquedos oferecem refúgio. Em tempos de burnout e sobrecarga emocional, funcionam como uma ponte de volta aos momentos leves da infância — e, por isso, têm ganhado espaço em um mercado cada vez mais guiado pela nostalgia. Filmes como Barbie e Lilo & Stitch são apenas alguns exemplos dessa tendência.


    Entre os favoritos dos kidults, estão clássicos como os bonecos Funko, as peças de Lego e as famosas action figures. E também os hypados monstrinhos Labubu e os bebês reborn.


Hora de brincar


   Em entrevista ao The New York Times, a professora Meredith Sinclair, autora do livro “Well Played: The Ultimate Guide to Awakening Your Family’s Playful Spirit” (Bem jogado: o guia para acordar o espírito brincalhão da sua família), sugere um jeito simples de reencontrar o prazer de brincar: lembrar do que fazia você feliz na infância. Pode ser algo tão simples quanto massinha de modelar, jogar stop com amigos ou correr atrás de uma bola no parque. O importante é deixar de lado a preocupação com o olhar alheio.


    Brincar também passa por fazer algo sem a intenção de postar ou de gerar engajamento — algo que, convenhamos, anda cada vez mais raro. Embora compartilhar nas redes o que tem feito você se divertir seja legal, inclusive para inspirar outras pessoas, viver uma experiência só para si pode ser um exercício bem poderoso.


   Na vida adulta, brincar raramente acontece por acaso. Por isso, vale reservar um tempo na agenda. Dedicar alguns minutos do dia a algo leve, só por prazer, pode ser justamente o que falta para sua rotina ficar um pouco mais solar.



Adaptado de: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2025/11/bons-motivospara-nao-se-levar-tao-a-serio-e-fazer-sua-crianca-interioraflorar.shtml. Acesso em: 23 dez. 2025.

Assinale a alternativa que fornece uma reescrita gramatical e semanticamente adequada para o excerto “À medida que a vida adulta se aproxima, cresce a pressão [...]”.
Alternativas
Q3888202 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Texto 1



Bons motivos para não se levar tão a sério e fazer sua criança interior aflorar



   Jogos de mesa, mímica, queimada, palavras-cruzadas: brincar pode ser qualquer atividade de lazer sem compromisso com a performance, só pela diversão. Na infância, a gente se sente livre para explorar esse lado lúdico sem medo do julgamento.


    À medida que a vida adulta se aproxima, cresce a pressão para abandonar esse tipo de prazer e adotar uma postura mais séria. Além disso, em meio a rotinas aceleradas, reservar um tempo para a brincadeira não só é difícil, como muitas vezes parece uma perda de tempo.


   Estudos recentes indicam que esse hábito pode trazer vários benefícios para a saúde, além de tornar a vida mais leve e plena.


Raiz do problema


   Segundo o psiquiatra norte-americano Stuart Brown, autor de “Play: How it Shapes the Brain, Opens the Imagination, and Invigorates the Soul” (Como brincar molda o cérebro, abre a imaginação e revigora a alma), os altos índices de melancolia de hoje — refletidos no aumento de transtornos como depressão e ansiedade — estão ligados à supressão do instinto natural de brincar.


    “O oposto de brincar não é o trabalho, é a depressão. O déficit de brincadeiras entre adultos está se tornando uma crise de saúde pública”, disse em entrevista à revista National Geographic.


     De acordo com um relatório publicado pela Lego em 2022, 93% dos adultos afirmam se sentir estressados regularmente. Entre eles, 86% dizem que brincar ou interagir com brinquedos ajuda a aliviar a tensão. Durante esses momentos, as preocupações do trabalho e da rotina ficam em segundo plano, e exercitamos algo cada vez mais raro: a atenção plena. Ao nos conectarmos com o presente, também conseguimos escutar melhor nós mesmos — com mais calma, leveza e presença.


    Quando feito em grupo, o ato de brincar pode ser um antídoto contra a solidão. E mais: fortalece os laços sociais. Afinal, muitas vezes, durante essas atividades lúdicas, aprendemos a compartilhar, negociar, lidar com regras, respeitar o espaço do outro e mediar conflitos — habilidades sociais essenciais para a convivência.


  Segundo Brown, brincar ainda é uma forma eficiente de desenvolver a adaptabilidade, a inteligência, a criatividade e a capacidade de resolução de problemas. Para ele, em tempos difíceis, precisamos disso mais do que nunca, pois reforça nossa aptidão de lidar com o inesperado.


Os ‘kidults’


    Junção das palavras “kid” (criança) e “adult” (adulto), o termo “kidult” é usado hoje para definir os adultos que compram, colecionam e se envolvem com brinquedos, personagens e itens que normalmente seriam voltados para o público infantil.


    Esse universo está cada vez mais longe de ser um nicho pequeno. De acordo com dados da empresa de pesquisa WGSN, o mercado dos brinquedos colecionáveis foi estimado em US$ 12,5 bilhões em 2021 (R$ 6,6 bilhões, sem correção da inflação) e pode chegar a US$ 35,3 bilhões até 2032 (R$ 18,8 bilhões).


   Só nos Estados Unidos, pessoas entre 19 e 99 anos representaram 17,3% das vendas de brinquedos em 2023, segundo a Business Insider.


    Mais do que passatempo, os brinquedos oferecem refúgio. Em tempos de burnout e sobrecarga emocional, funcionam como uma ponte de volta aos momentos leves da infância — e, por isso, têm ganhado espaço em um mercado cada vez mais guiado pela nostalgia. Filmes como Barbie e Lilo & Stitch são apenas alguns exemplos dessa tendência.


    Entre os favoritos dos kidults, estão clássicos como os bonecos Funko, as peças de Lego e as famosas action figures. E também os hypados monstrinhos Labubu e os bebês reborn.


Hora de brincar


   Em entrevista ao The New York Times, a professora Meredith Sinclair, autora do livro “Well Played: The Ultimate Guide to Awakening Your Family’s Playful Spirit” (Bem jogado: o guia para acordar o espírito brincalhão da sua família), sugere um jeito simples de reencontrar o prazer de brincar: lembrar do que fazia você feliz na infância. Pode ser algo tão simples quanto massinha de modelar, jogar stop com amigos ou correr atrás de uma bola no parque. O importante é deixar de lado a preocupação com o olhar alheio.


    Brincar também passa por fazer algo sem a intenção de postar ou de gerar engajamento — algo que, convenhamos, anda cada vez mais raro. Embora compartilhar nas redes o que tem feito você se divertir seja legal, inclusive para inspirar outras pessoas, viver uma experiência só para si pode ser um exercício bem poderoso.


   Na vida adulta, brincar raramente acontece por acaso. Por isso, vale reservar um tempo na agenda. Dedicar alguns minutos do dia a algo leve, só por prazer, pode ser justamente o que falta para sua rotina ficar um pouco mais solar.



Adaptado de: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2025/11/bons-motivospara-nao-se-levar-tao-a-serio-e-fazer-sua-crianca-interioraflorar.shtml. Acesso em: 23 dez. 2025.

Assinale a alternativa que apresenta corretamente entre parênteses a relação sintático-semântica estabelecida entre as orações e sinalizada pelo termo em destaque.
Alternativas
Q3888085 Português
No futuro, atendimento digital deverá se restringir a processos repetitivos


    Comprar ingresso de cinema, fazer check-in em viagens, pagar contas ou pedir comida em restaurantes são atividades cada vez mais mediadas por telas e algoritmos. O que antes exigia contato direto entre funcionários e consumidores agora pode ser resolvido em segundos por aplicativos, terminais de autoatendimento ou chatbots. Essa transformação, que promete rapidez e redução de custos para empresas, também abre debates sobre exclusão digital, segurança de dados, perda de empregos e, sobretudo, sobre a experiência humana no atendimento.

    Para o professor José Eduardo Santarém, doutor e professor da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP, especialista em Tecnologia da Informação, é preciso compreender que a digitalização tem diferentes dimensões. “Um dos significados é a conversão de documentos analógicos para o digital. Mas, no sentido estratégico, a digitalização está relacionada à transformação digital, que hoje faz parte do cotidiano das pessoas graças a equipamentos, sensores, algoritmos de IA e, principalmente, à mobilidade da internet”, explica.

    Esse avanço, segundo ele, traz ganhos claros em produtividade e precisão, além de eliminar barreiras de tempo e distância. No entanto, não significa o fim da participação humana. “Muitas atividades ainda exigem interação humana, como tarefas que dependem de raciocínio, empatia, criatividade e julgamentos éticos. Liderança, cuidados com a saúde e negociações complexas, por exemplo, ainda vão depender muito do ser humano”, avalia.

    Apesar disso, Santarém acredita que a inteligência artificial deve ocupar um espaço cada vez maior em atividades repetitivas. “Algumas tarefas podem até ser mais seguras quando executadas por máquinas. Um exemplo é o trânsito: a maior parte dos acidentes ocorre por falha humana. Não consigo imaginar que em 20 ou 25 anos ainda tenhamos pessoas dirigindo carros. Os veículos autônomos devem assumir esse papel por serem mais eficientes e seguros”, projeta.

    O professor também chama atenção para as contradições desse processo. De um lado, a tecnologia facilita a vida de pessoas com limitações, oferecendo ferramentas de acessibilidade e inclusão. De outro, pode ser excludente para quem não tem acesso a dispositivos e conectividade. “A digitalização traz benefícios e dificuldades. Mas há um esforço mundial para democratizar esse acesso, como o consórcio W3C, que defende internet para todos em todos os lugares”, observa.

    Na prática, o atendimento digital ainda está longe de ser perfeito. “Basta pensar nos bots de e-commerce. Raramente alguém sai satisfeito, porque eles resolvem apenas problemas básicos. Quando a demanda exige personalização, o atendimento humano ainda é insubstituível”, afirma Santarém. Para ele, esse é um dos grandes desafios da era da IA: encontrar o equilíbrio entre automação e sensibilidade. 

    Outro ponto crítico é a privacidade. “Há falhas diárias de acesso e roubo de dados. Apesar de termos legislações como a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) no Brasil e o Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (GDPR) na Europa, ainda precisamos evoluir. Custos e interesses muitas vezes deixam a proteção da privacidade fora da pauta, e isso é um problema sério”, alerta.

    Ainda assim, Santarém não acredita que o futuro será marcado por um atendimento totalmente automatizado. Ao contrário, projeta uma retomada do contato humano como diferencial. “Sou otimista em relação ao atendimento humano. Acho que haverá um momento em que vamos regredir no atendimento automatizado. Muitas pessoas ainda preferem abrir um cardápio físico em um restaurante em vez de usar QR Code. Esse contato pessoal pode voltar a ser o preferido”, reflete.

    Para ele, a saída está na fusão entre o digital e o humano, aproveitando o que cada um faz de melhor. “O ser humano não é apto para tarefas repetitivas, mas é insubstituível em inteligência, criatividade e sensibilidade. Já a automação pode dar agilidade e precisão a processos. O futuro do atendimento não será substituir um pelo outro, mas combinar os dois para oferecer experiências mais completas e humanas”, conclui.


(Disponível em: https://jornal.usp.br/campus-ribeirao-preto/. Acesso em: janeiro de 2025).
No período “Essa transformação, que promete rapidez e redução de custos para empresas, também abre debates sobre exclusão digital, segurança de dados, [...]” (1º§), a oração subordinada destacada é classificada como:
Alternativas
Q3887599 Português
Atenção: Leia o poema de Cecilia Meirelles, extraído do livro Viagem, para responder à questão.


Serenata

Permite que feche os meus olhos,
pois é muito longe e tão tarde!
Pensei que era apenas demora,
e cantando pus-me a esperar-te.

Permite que agora emudeça:
que me conforme em ser sozinha.
Há uma doce luz no siléncio
e a dor é de origem divina.

Permite que volte o meu rosto
para um céu maior que este mundo,
e aprenda a ser dócil no sonho
como as estrelas no seu rumo.
No verso pois é muito longe e tão tarde!, o termo sublinhado expressa uma
Alternativas
Q3887597 Português
Atenção: Leia o trecho do romance Eles eram muitos cavalos, de Luiz Ruffato, para responder å questão.


    Nós poderíamos ter sido grandes amigos.

    Eu o convidaria para um jantar sábado à noite, aqui em nosso apartamento, serviriamos um magnifico pernil de cordeiro acomodado em ramos de alecrim, um honesto Quinta da Bacalhoa, e ouviríamos, encantados, o último disco do Chico Buarque, uma соletânea da Dinah Washington, uma outra cantora que agora me foge o nome, adquirida na Tower Records, em Londres.

    Seríamos apresentados à sua esposa, já vislumbrada rapidamente na piscina, e, uma ou duas taças, deixariamos o sofá de veludo espanhol amarelo pelas duras e ásperas cadeiras de palha da cozinha, não tão grande quanto era nosso desejo, para ajudar a Célia, avental motivos-surrealistas, cuidando do assado e da salada. Eu lavaria a louça, ele e a mulher arrumariam a mesa, toalha, talheres, copos, descansos. Após o jantar, de novo esparramados no conforto da sala, nos perderíamos no torvelinho das conversas e, madrugada, quando já nem mais ânimo tivéssemos para trocar o cedé,a rua ausente de carros, uma leve culpa por as crianças estarem na casa de algum coleguinha ou de parentes, se imiscuiria em nosso último assunto, e nos despediriamos, prometendo nos frequentar com alguma assiduidade.

    O tempo solidificaria a relação.

  Trocaríamos e-mails e encheríamos o computador de spams, correntes-da-felicidade, abaixo-assinados, alertas sobrea descoberta de novos vírus, as mais recentes modalidades de crimes, fotos indecentes, charges e até mesmo endereços interessantes, lojas virtuais de cedés e de livros, e descobriríamos afinidades que insuspeitávamos, e toda sexta-feira nos encontraríamos para o happy hour num barzinho da Lapa, "o melhor tira-gosto de São Paulo", e revelariamos quea escola das crianças não é tão boa quanto imaginávamos, e confessaríamos que ambos mentiamos para os amigos sobre aventuras extraconjugais, e que, embora a colega assistente da diretoria existisse, a única vez que falei com ela foi para me desculpar por ter derrubado sua sobremesa no chão do refeitório, e chegaríamos em casa recendendo a álcool, e as mulheres reclamariam e diriam que "Homem é tudo igual", e no dia seguinte, sábado, acordaríamos cedo para comprar peixe e verduras no Mercado Municipal. Mas nós não nos conhecíamos. Nos vimos algumas vezes no elevador de serviço, a caminho da garagem do prédio, uma ou outra vez na piscina, ele lendo a Veja, eu nadando com a Joana e o Afonsinho. 

(Adaptado de: RUFFATO, Luiz. Eles eram muitos cavalos. São Paulo: Companhia das Letras, 2013) 
Sem que seja feita nenhuma outra alteração, o segmento sublinhado no trecho o último disco do Chico Buarque, uma coletânea da Dinah Washington, uma outra cantora que agora me foge o nome, adquirida na Tower Records pode ser substituído por:
Alternativas
Q3887596 Português
Atenção: Leia o trecho do romance Eles eram muitos cavalos, de Luiz Ruffato, para responder å questão.


    Nós poderíamos ter sido grandes amigos.

    Eu o convidaria para um jantar sábado à noite, aqui em nosso apartamento, serviriamos um magnifico pernil de cordeiro acomodado em ramos de alecrim, um honesto Quinta da Bacalhoa, e ouviríamos, encantados, o último disco do Chico Buarque, uma соletânea da Dinah Washington, uma outra cantora que agora me foge o nome, adquirida na Tower Records, em Londres.

    Seríamos apresentados à sua esposa, já vislumbrada rapidamente na piscina, e, uma ou duas taças, deixariamos o sofá de veludo espanhol amarelo pelas duras e ásperas cadeiras de palha da cozinha, não tão grande quanto era nosso desejo, para ajudar a Célia, avental motivos-surrealistas, cuidando do assado e da salada. Eu lavaria a louça, ele e a mulher arrumariam a mesa, toalha, talheres, copos, descansos. Após o jantar, de novo esparramados no conforto da sala, nos perderíamos no torvelinho das conversas e, madrugada, quando já nem mais ânimo tivéssemos para trocar o cedé,a rua ausente de carros, uma leve culpa por as crianças estarem na casa de algum coleguinha ou de parentes, se imiscuiria em nosso último assunto, e nos despediriamos, prometendo nos frequentar com alguma assiduidade.

    O tempo solidificaria a relação.

  Trocaríamos e-mails e encheríamos o computador de spams, correntes-da-felicidade, abaixo-assinados, alertas sobrea descoberta de novos vírus, as mais recentes modalidades de crimes, fotos indecentes, charges e até mesmo endereços interessantes, lojas virtuais de cedés e de livros, e descobriríamos afinidades que insuspeitávamos, e toda sexta-feira nos encontraríamos para o happy hour num barzinho da Lapa, "o melhor tira-gosto de São Paulo", e revelariamos quea escola das crianças não é tão boa quanto imaginávamos, e confessaríamos que ambos mentiamos para os amigos sobre aventuras extraconjugais, e que, embora a colega assistente da diretoria existisse, a única vez que falei com ela foi para me desculpar por ter derrubado sua sobremesa no chão do refeitório, e chegaríamos em casa recendendo a álcool, e as mulheres reclamariam e diriam que "Homem é tudo igual", e no dia seguinte, sábado, acordaríamos cedo para comprar peixe e verduras no Mercado Municipal. Mas nós não nos conhecíamos. Nos vimos algumas vezes no elevador de serviço, a caminho da garagem do prédio, uma ou outra vez na piscina, ele lendo a Veja, eu nadando com a Joana e o Afonsinho. 

(Adaptado de: RUFFATO, Luiz. Eles eram muitos cavalos. São Paulo: Companhia das Letras, 2013) 
No trecho embora a colega assistente da diretoria existisse, a conjunção introduz a idela de
Alternativas
Ano: 2026 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: Telebras Provas: CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Advogado | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Analista de Tecnologia da Informação | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Analista Superior - Subatividade: Administrativo | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Analista Superior - Subatividade: Auditoria | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Analista Superior - Subatividade: Comercial | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Analista Superior - Subatividade: Estatística | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Analista Superior - Subatividade: Finanças | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Analista Superior - Subatividade: Marketing | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Analista Superior - Subatividade: Psicologia | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Contador | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Engenheiro - Subatividade: Engenheiro Aeroespacial | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Engenheiro - Subatividade: Engenheiro Civil | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Engenheiro - Subatividade: Engenheiro de Rede | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Engenheiro - Subatividade: Engenheiro Eletricista | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Engenheiro - Subatividade: Engenheiro de Telecomunicações |
Q3886717 Português
        O streaming hoje não é apenas um canal de distribuição. Ele se tornou um modelo de consumo cultural, baseado na personalização, na conveniência e na acessibilidade.

        Os algoritmos ajudam a moldar a experiência de cada usuário, enquanto o conteúdo pode ser acessado a qualquer hora e em qualquer dispositivo. Além disso, o streaming reduziu as barreiras entre criadores, marcas e audiência.

        Com a explosão das plataformas sob demanda, a lógica da programação linear perdeu força. Hoje, a audiência se dispersa por uma infinidade de opções, e o grande público foi substituído por múltiplas comunidades de interesse.

Internet:<https://midia.market>  (com adaptações).

Considerando a organização do texto precedente, seus sentidos e sua estrutura gramatical, julgue o item que se segue.


A expressão “por múltiplas comunidades de interesse” (último período do texto) funciona sintaticamente como adjunto adverbial de meio. 

Alternativas
Q3886657 Português

No Grupo C da Copa, Brasil estreia mais cedo e não consegue fugir do forte calor, mas rivais são boa notícia

 

Seleção terá estreia difícil contra Marrocos, mas depois enfrentará Haiti e Escócia

 

O Brasil já conhece seus primeiros adversários na Copa do Mundo de 2026. No Grupo C, a seleção de Carlo Ancelotti irá brigar por uma vaga na segunda fase com Marrocos, Escócia e Haiti. Uma missão não tão difícil, já que podem ser até três classificados por chave. Mas que deverá ser marcada por obstáculos extracampo.

Por estar num dos primeiros grupos, o Brasil já estreará no terceiro dia da Copa, 13 de junho. Logo, terá menos tempo de preparação do que outras seleções. Para completar, fará seus primeiros jogos na costa Leste dos Estados Unidos (a Fifa distribuirá os confrontos entre Boston, Nova Jersey, Filadélfia, Atlanta e Miami). Com isso, já sabe que terá que realizar uma viagem mais longa na terceira rodada, quando sairá da ponta Nordeste para o Sul do país.

Este não é o pior dos cenários. Há outros grupos que demandarão deslocamentos mais complexos. Mas a pior notícia é que os brasileiros terão que encarar as altas temperaturas da região (que ainda por cima é mais sujeita aos fenômenos climáticos que interrompem as partidas).

O calor era uma forte preocupação do técnico Carlo Ancelotti antes do sorteio. Presente na comissão técnica da Itália em 1994, ele lembra do quanto sua seleção sofreu com as altas temperaturas do verão americano. Sem sorte nas bolinhas, terá que passar por este desafio de novo.

Por outro lado, a composição do grupo aparentemente representa um “refresco” para Ancelotti. Se o Brasil estreará diante da forte seleção marroquina, depois terá pela frente adversários menos tradicionais: o Haiti, em 19 de junho; e a Escócia, no dia 24. Mas é importante não subestimá-los, já que todos se classificaram em primeiro de seus grupos desbancando concorrentes mais badalados.

 

Fonte: https://oglobo.globo.com/esportes/futebol/noticia/2025/12/05/no-grupo-c-da-copa-brasil-estreia-mais-cedo-enao-consegue-fugir-do-forte-calor-mas-rivais-sao-boanoticia-analise.ghtml. Excerto adaptado. Acesso em 05/12/2025

“Por estar num dos primeiros grupos, o Brasil já estreará no terceiro dia da Copa, 13 de junho. Logo, terá menos tempo de preparação do que outras seleções” (2º parágrafo). Nesse trecho, o conector em destaque expressa:
Alternativas
Q3886654 Português

No Grupo C da Copa, Brasil estreia mais cedo e não consegue fugir do forte calor, mas rivais são boa notícia

 

Seleção terá estreia difícil contra Marrocos, mas depois enfrentará Haiti e Escócia

 

O Brasil já conhece seus primeiros adversários na Copa do Mundo de 2026. No Grupo C, a seleção de Carlo Ancelotti irá brigar por uma vaga na segunda fase com Marrocos, Escócia e Haiti. Uma missão não tão difícil, já que podem ser até três classificados por chave. Mas que deverá ser marcada por obstáculos extracampo.

Por estar num dos primeiros grupos, o Brasil já estreará no terceiro dia da Copa, 13 de junho. Logo, terá menos tempo de preparação do que outras seleções. Para completar, fará seus primeiros jogos na costa Leste dos Estados Unidos (a Fifa distribuirá os confrontos entre Boston, Nova Jersey, Filadélfia, Atlanta e Miami). Com isso, já sabe que terá que realizar uma viagem mais longa na terceira rodada, quando sairá da ponta Nordeste para o Sul do país.

Este não é o pior dos cenários. Há outros grupos que demandarão deslocamentos mais complexos. Mas a pior notícia é que os brasileiros terão que encarar as altas temperaturas da região (que ainda por cima é mais sujeita aos fenômenos climáticos que interrompem as partidas).

O calor era uma forte preocupação do técnico Carlo Ancelotti antes do sorteio. Presente na comissão técnica da Itália em 1994, ele lembra do quanto sua seleção sofreu com as altas temperaturas do verão americano. Sem sorte nas bolinhas, terá que passar por este desafio de novo.

Por outro lado, a composição do grupo aparentemente representa um “refresco” para Ancelotti. Se o Brasil estreará diante da forte seleção marroquina, depois terá pela frente adversários menos tradicionais: o Haiti, em 19 de junho; e a Escócia, no dia 24. Mas é importante não subestimá-los, já que todos se classificaram em primeiro de seus grupos desbancando concorrentes mais badalados.

 

Fonte: https://oglobo.globo.com/esportes/futebol/noticia/2025/12/05/no-grupo-c-da-copa-brasil-estreia-mais-cedo-enao-consegue-fugir-do-forte-calor-mas-rivais-sao-boanoticia-analise.ghtml. Excerto adaptado. Acesso em 05/12/2025

A expressão “por outro lado”, que introduz o 5º parágrafo do texto, estabelece:
Alternativas
Q3886600 Português
Leia o texto a seguir:

Quando amigas de Charlotte vão _________ aulas de ioga, proporcionam ________ ela a companhia de que precisa. Alentada por isso, ela ministra suas aulas de segunda _________ sexta-feira, sempre _________ 10h.

De acordo com a norma-padrão de regência e emprego do sinal de crase, as lacunas são preenchidas respectivamente por:
Alternativas
Q3886599 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Professora de ioga de 102 anos ensina sua abordagem simples para envelhecer bem


    Desde 1982, Charlotte, agora com 102 anos, ensina ioga em Léré, uma vila francesa na região do Loire. Suas ruas sinuosas são ladeadas por casas precárias e pequenos comércios, muitos aparentemente abandonados. Pode-se encontrar uma ovelha ou um burro pelo caminho, mas pouco mais do que isso.

    Nesse cenário, está localizado seu estúdio – uma pequena sala quadrada, de paredes pintadas em tom pêssego, instalada no prédio de uma antiga delegacia. Os vestiários já foram celas de prisão.

    Encontrei Charlotte em sua casa, um chalé construído em algum momento do século 19 e que está em sua família há pelo menos cem anos. Seu filho Claude, de 69 anos, nos acompanhou para traduzir (Charlotte fala francês e alemão).

    Reunimo-nos na sala de estar, decorada com paisagens naturais, fotos da família e estatuetas em diferentes posições de ioga. Sobre um móvel, uma placa dizia, em francês: “A felicidade não está em ter tudo o que você quer, mas em amar o que você tem”.

    Charlotte só experimentou a ioga aos 50 anos, incentivada por uma amiga, como forma de descansar das tarefas domésticas. Começou a dar aulas uma década depois, para não se entediar quando se mudou para a pequena cidade. Quando perguntei o que a ioga lhe oferecia, ela respondeu, simplesmente:

    – Serenidade.

    Esse é o tom mais filosófico que Charlotte adota, seja sobre sua prática, seja sobre sua idade avançada. Ela atribui esta última à boa sorte. “Não tenho muitos problemas”, comentou. “Tenho uma atividade de que gosto.”

    Segundo Charlotte, o que mais a sustenta, tanto na prática de ioga quanto na vida, são suas alunas e o apoio social que elas oferecem. Isso coincide com pesquisas que mostram que pessoas que desafiam os padrões do envelhecimento valorizam muito os relacionamentos sociais.

    Para Claude, ver a mãe se manter tão sociável na velhice influenciou mais sua própria visão sobre envelhecer do que qualquer outra coisa. “Ela gosta de pessoas”, disse ele, “e tem facilidade no contato com os outros”. Ele deseja o mesmo para si.


(Danielle Friedman, “Professora de ioga de 102 anos ensina sua abordagem simples para envelhecer bem”, O Estado de S.Paulo. Disponível em: https://www.estadao.com.br/saude/ professora-de-ioga-de-102-anos-ensina-sua-abordagem- -simples-para-envelhecer-bem/. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o enunciado, adaptado do texto, está redigido de acordo com a norma-padrão de concordância verbal e nominal.
Alternativas
Q3886597 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Professora de ioga de 102 anos ensina sua abordagem simples para envelhecer bem


    Desde 1982, Charlotte, agora com 102 anos, ensina ioga em Léré, uma vila francesa na região do Loire. Suas ruas sinuosas são ladeadas por casas precárias e pequenos comércios, muitos aparentemente abandonados. Pode-se encontrar uma ovelha ou um burro pelo caminho, mas pouco mais do que isso.

    Nesse cenário, está localizado seu estúdio – uma pequena sala quadrada, de paredes pintadas em tom pêssego, instalada no prédio de uma antiga delegacia. Os vestiários já foram celas de prisão.

    Encontrei Charlotte em sua casa, um chalé construído em algum momento do século 19 e que está em sua família há pelo menos cem anos. Seu filho Claude, de 69 anos, nos acompanhou para traduzir (Charlotte fala francês e alemão).

    Reunimo-nos na sala de estar, decorada com paisagens naturais, fotos da família e estatuetas em diferentes posições de ioga. Sobre um móvel, uma placa dizia, em francês: “A felicidade não está em ter tudo o que você quer, mas em amar o que você tem”.

    Charlotte só experimentou a ioga aos 50 anos, incentivada por uma amiga, como forma de descansar das tarefas domésticas. Começou a dar aulas uma década depois, para não se entediar quando se mudou para a pequena cidade. Quando perguntei o que a ioga lhe oferecia, ela respondeu, simplesmente:

    – Serenidade.

    Esse é o tom mais filosófico que Charlotte adota, seja sobre sua prática, seja sobre sua idade avançada. Ela atribui esta última à boa sorte. “Não tenho muitos problemas”, comentou. “Tenho uma atividade de que gosto.”

    Segundo Charlotte, o que mais a sustenta, tanto na prática de ioga quanto na vida, são suas alunas e o apoio social que elas oferecem. Isso coincide com pesquisas que mostram que pessoas que desafiam os padrões do envelhecimento valorizam muito os relacionamentos sociais.

    Para Claude, ver a mãe se manter tão sociável na velhice influenciou mais sua própria visão sobre envelhecer do que qualquer outra coisa. “Ela gosta de pessoas”, disse ele, “e tem facilidade no contato com os outros”. Ele deseja o mesmo para si.


(Danielle Friedman, “Professora de ioga de 102 anos ensina sua abordagem simples para envelhecer bem”, O Estado de S.Paulo. Disponível em: https://www.estadao.com.br/saude/ professora-de-ioga-de-102-anos-ensina-sua-abordagem- -simples-para-envelhecer-bem/. Adaptado)
Considere as passagens a seguir:

•  “‘A felicidade não está em ter tudo o que você quer, mas em amar o que você tem’.” (4° parágrafo)
•  “Começou a dar aulas uma década depois, para não se entediar quando mudou para a pequena cidade.” (5° parágrafo)

Nos contextos em que foram empregados, os termos destacados introduzem, correta e respectivamente, relações de sentido de
Alternativas
Q3885894 Português
Leia o texto para responder a questão.



Documentário “Meu Ayrton por Adriane Galisteu” estreia na
HBO Max

Por Rafael Saturnino - Colunista do UOL Play



           "Meu Ayrton Por Adriane Galisteu” chega ao catálogo da HBO Max nesta quinta-feira, 6 de novembro, com os dois episódios já disponíveis também on demand no UOL Play. A série documental promete emocionar quem viveu os anos 90 e provocar quem só ouviu falar do casal mais falado do país naquela época. É a chance de conhecer um lado pouco explorado de Ayrton Senna e, principalmente, ouvir tudo da própria Adriane, 31 anos depois.


            Ayrton Senna sempre foi um grande ídolo nacional. Mas por trás do capacete, havia um homem que viveu uma história de amor intensa, e muitas vezes polêmica, com Adriane Galisteu. O tempo passou, muitas versões foram contadas, algumas pessoas se calaram, e agora é ela quem decide falar.

             Se você quer entender melhor a relação entre Adriane Galisteu e Ayrton Senna, ou está só curioso com os bastidores de Meu Ayrton, siga aqui com a gente. Vamos te contar o que esperar dessa produção e por que ela vale o play!

             O que é Meu Ayrton Por Adriane Galisteu?

          Meu Ayrton Por Adriane Galisteu é uma série documental dividida em dois episódios de 45 minutos, sobre a história de amor vivida por Adriane e Ayrton entre 1993 e 1994. Tudo é contado por ela mesma, com depoimentos sinceros, registros pessoais e visitas a lugares marcantes. É um convite para enxergar o ídolo fora das pistas, pelos olhos de quem o amou longe dos holofotes.


           O objetivo é dar voz a uma narrativa que por muito tempo ficou abafada. Desde a morte de Senna, a presença de Galisteu em produções sobre a vida do piloto sempre foi tímida. Agora, ela toma as rédeas da própria história, com maturidade e liberdade para dizer o que nunca foi dito.

        Além da apresentadora, a produção traz depoimentos inéditos de pessoas que conviveram com o casal e presenciaram os bastidores dessa relação. É um retrato intimo e emocional, sem pretensão de ser definitivo, mas com o compromisso de ser verdadeiro para quem viveu cada detalhe.

             O amor interrompido: o conto de fadas e a tragédia

         Adriane tinha só 19 anos quando conheceu Ayrton Senna. Ele já era um dos maiores nomes do esporte mundial. Ela, uma modelo em ascensão. O encontro virou noticia, o namoro virou uma obsessão nacional. E, como a própria Galisteu define, foi um conto de fadas as avessas: intenso, inesperado e, infelizmente, com um fim trágico.

         Durante pouco mais de um ano, o casal viveu sob os flashes. Para o publico, eles estavam em mundos diferentes. Para os dois, havia uma conexão real, feita de afeto, admiração e companheirismo. Em Meu Ayrton, esse lado da relação vem a tona com detalhes inéditos, sem romantizações, mas com sentimentos genuínos.


         O fim chegou no dia 1° de maio de 1994, com o acidente fatal de Senna em Ímola, na Itália. Galisteu estava esperando por ele em Portugal, onde iriam se encontrar após a corrida. Em vez de reencontro, veio o luto, e a jovem precisou lidar, sozinha, com a dor e com a reação publica. É essa virada brutal que marca o tom da primeira parte da série. Prepare-se para se emocionar.

           Depois da chuva: o luto, as criticas e o isolamento

          A morte de Ayrton Senna abalou o mundo, mas para Adriane Galisteu, aos 21 anos, trouxe também um turbilhão de julgamentos, boatos e exclusões. Em vez de acolhimento, ela enfrentou desconfiança da imprensa, da opinião publica e até da família do piloto.


            Nos episódios de Meu Ayrton Por Adriane Galisteu, ela relembra esse período com coragem. Fala da solidão, das portas que se fecharam, da dificuldade de voltar a trabalhar, e de como viveu “de favor” por um ano na casa de amigos, depois de ser rejeitada até pelo mercado da moda.


            A produção traz depoimentos inéditos de pessoas que ajudaram Adriane a atravessar esse momento. Gente que nunca apareceu em outras versões da história, mas que foi fundamental nos bastidores. O documentário da espago para essas vozes, e mostra que, mesmo longe das câmeras, ela teve quem segurasse sua mão.

            Só quem viveu pode contar: o que esperar de inédito?

            O maior atrativo de Meu Ayrton Por Adriane Galisteu está justamente ai: o que ainda não foi contado. São memórias guardadas por mais de 30 anos, bastidores que nunca vieram a tona e sentimentos que, segundo Adriane, ela mesma só conseguiu entender com o tempo. Agora, com mais maturidade e distanciada da dor mais crua, ela se sente pronta para abrir essas gavetas.


            Não espere uma série sobre Formula 1. Aqui, Adriane revela o Ayrton que poucos conheceram, com suas fragilidades, generosidade, conflitos e inseguranças. Ela também compartilha momentos simples que viveram juntos, como viagens, conversas e planos que nunca se realizaram. Tudo isso costurado por cenas emocionantes, que misturam reconstituições com registros reais.

            E tem mais: depoimentos de pessoas próximas ao casal, como amigos, empresários e figuras que conviveram com Senna fora dos circuitos, ajudam a montar um quebra-cabeça afetivo. Alguns nomes nunca haviam falado publicamente sobre essa fase da vida do piloto.

            Meu Ayrton Por Adriane Galisteu estreia nesta quinta-feira, 6 de novembro, com exclusividade na HBO Max. São dois episódios de 45 minutos, lançados de uma vez só. Ou seja, dá para maratonar tudo em uma noite.


Disponível em https://www.uol.com.br/play/colunas/uol- play/2025/11/12/assista-meu-ayrton-por-adriane-galisteu-no-uol-play/2025/11/12/assista-meu-ayrton-por-adriane-galisteu-no-uol-play.htm

O texto informa que: “Galisteu estava esperando por ele em Portugal, onde iriam se encontrar após a corrida”.


Na segunda oração (“onde iriam se encontrar após a corrida”), a palavra “onde” introduz uma oração subordinada, que a classifica como:


Alternativas
Q3885893 Português
Leia o texto para responder a questão.



Documentário “Meu Ayrton por Adriane Galisteu” estreia na
HBO Max

Por Rafael Saturnino - Colunista do UOL Play



           "Meu Ayrton Por Adriane Galisteu” chega ao catálogo da HBO Max nesta quinta-feira, 6 de novembro, com os dois episódios já disponíveis também on demand no UOL Play. A série documental promete emocionar quem viveu os anos 90 e provocar quem só ouviu falar do casal mais falado do país naquela época. É a chance de conhecer um lado pouco explorado de Ayrton Senna e, principalmente, ouvir tudo da própria Adriane, 31 anos depois.


            Ayrton Senna sempre foi um grande ídolo nacional. Mas por trás do capacete, havia um homem que viveu uma história de amor intensa, e muitas vezes polêmica, com Adriane Galisteu. O tempo passou, muitas versões foram contadas, algumas pessoas se calaram, e agora é ela quem decide falar.

             Se você quer entender melhor a relação entre Adriane Galisteu e Ayrton Senna, ou está só curioso com os bastidores de Meu Ayrton, siga aqui com a gente. Vamos te contar o que esperar dessa produção e por que ela vale o play!

             O que é Meu Ayrton Por Adriane Galisteu?

          Meu Ayrton Por Adriane Galisteu é uma série documental dividida em dois episódios de 45 minutos, sobre a história de amor vivida por Adriane e Ayrton entre 1993 e 1994. Tudo é contado por ela mesma, com depoimentos sinceros, registros pessoais e visitas a lugares marcantes. É um convite para enxergar o ídolo fora das pistas, pelos olhos de quem o amou longe dos holofotes.


           O objetivo é dar voz a uma narrativa que por muito tempo ficou abafada. Desde a morte de Senna, a presença de Galisteu em produções sobre a vida do piloto sempre foi tímida. Agora, ela toma as rédeas da própria história, com maturidade e liberdade para dizer o que nunca foi dito.

        Além da apresentadora, a produção traz depoimentos inéditos de pessoas que conviveram com o casal e presenciaram os bastidores dessa relação. É um retrato intimo e emocional, sem pretensão de ser definitivo, mas com o compromisso de ser verdadeiro para quem viveu cada detalhe.

             O amor interrompido: o conto de fadas e a tragédia

         Adriane tinha só 19 anos quando conheceu Ayrton Senna. Ele já era um dos maiores nomes do esporte mundial. Ela, uma modelo em ascensão. O encontro virou noticia, o namoro virou uma obsessão nacional. E, como a própria Galisteu define, foi um conto de fadas as avessas: intenso, inesperado e, infelizmente, com um fim trágico.

         Durante pouco mais de um ano, o casal viveu sob os flashes. Para o publico, eles estavam em mundos diferentes. Para os dois, havia uma conexão real, feita de afeto, admiração e companheirismo. Em Meu Ayrton, esse lado da relação vem a tona com detalhes inéditos, sem romantizações, mas com sentimentos genuínos.


         O fim chegou no dia 1° de maio de 1994, com o acidente fatal de Senna em Ímola, na Itália. Galisteu estava esperando por ele em Portugal, onde iriam se encontrar após a corrida. Em vez de reencontro, veio o luto, e a jovem precisou lidar, sozinha, com a dor e com a reação publica. É essa virada brutal que marca o tom da primeira parte da série. Prepare-se para se emocionar.

           Depois da chuva: o luto, as criticas e o isolamento

          A morte de Ayrton Senna abalou o mundo, mas para Adriane Galisteu, aos 21 anos, trouxe também um turbilhão de julgamentos, boatos e exclusões. Em vez de acolhimento, ela enfrentou desconfiança da imprensa, da opinião publica e até da família do piloto.


            Nos episódios de Meu Ayrton Por Adriane Galisteu, ela relembra esse período com coragem. Fala da solidão, das portas que se fecharam, da dificuldade de voltar a trabalhar, e de como viveu “de favor” por um ano na casa de amigos, depois de ser rejeitada até pelo mercado da moda.


            A produção traz depoimentos inéditos de pessoas que ajudaram Adriane a atravessar esse momento. Gente que nunca apareceu em outras versões da história, mas que foi fundamental nos bastidores. O documentário da espago para essas vozes, e mostra que, mesmo longe das câmeras, ela teve quem segurasse sua mão.

            Só quem viveu pode contar: o que esperar de inédito?

            O maior atrativo de Meu Ayrton Por Adriane Galisteu está justamente ai: o que ainda não foi contado. São memórias guardadas por mais de 30 anos, bastidores que nunca vieram a tona e sentimentos que, segundo Adriane, ela mesma só conseguiu entender com o tempo. Agora, com mais maturidade e distanciada da dor mais crua, ela se sente pronta para abrir essas gavetas.


            Não espere uma série sobre Formula 1. Aqui, Adriane revela o Ayrton que poucos conheceram, com suas fragilidades, generosidade, conflitos e inseguranças. Ela também compartilha momentos simples que viveram juntos, como viagens, conversas e planos que nunca se realizaram. Tudo isso costurado por cenas emocionantes, que misturam reconstituições com registros reais.

            E tem mais: depoimentos de pessoas próximas ao casal, como amigos, empresários e figuras que conviveram com Senna fora dos circuitos, ajudam a montar um quebra-cabeça afetivo. Alguns nomes nunca haviam falado publicamente sobre essa fase da vida do piloto.

            Meu Ayrton Por Adriane Galisteu estreia nesta quinta-feira, 6 de novembro, com exclusividade na HBO Max. São dois episódios de 45 minutos, lançados de uma vez só. Ou seja, dá para maratonar tudo em uma noite.


Disponível em https://www.uol.com.br/play/colunas/uol- play/2025/11/12/assista-meu-ayrton-por-adriane-galisteu-no-uol-play/2025/11/12/assista-meu-ayrton-por-adriane-galisteu-no-uol-play.htm

Na oração: “O maior atrativo de Meu Ayrton Por Adriane Galisteu está justamente aí”, a classificação sintática do sujeito e do predicado são, respectivamente:


Alternativas
Q3885892 Português
Leia o texto para responder a questão.



Documentário “Meu Ayrton por Adriane Galisteu” estreia na
HBO Max

Por Rafael Saturnino - Colunista do UOL Play



           "Meu Ayrton Por Adriane Galisteu” chega ao catálogo da HBO Max nesta quinta-feira, 6 de novembro, com os dois episódios já disponíveis também on demand no UOL Play. A série documental promete emocionar quem viveu os anos 90 e provocar quem só ouviu falar do casal mais falado do país naquela época. É a chance de conhecer um lado pouco explorado de Ayrton Senna e, principalmente, ouvir tudo da própria Adriane, 31 anos depois.


            Ayrton Senna sempre foi um grande ídolo nacional. Mas por trás do capacete, havia um homem que viveu uma história de amor intensa, e muitas vezes polêmica, com Adriane Galisteu. O tempo passou, muitas versões foram contadas, algumas pessoas se calaram, e agora é ela quem decide falar.

             Se você quer entender melhor a relação entre Adriane Galisteu e Ayrton Senna, ou está só curioso com os bastidores de Meu Ayrton, siga aqui com a gente. Vamos te contar o que esperar dessa produção e por que ela vale o play!

             O que é Meu Ayrton Por Adriane Galisteu?

          Meu Ayrton Por Adriane Galisteu é uma série documental dividida em dois episódios de 45 minutos, sobre a história de amor vivida por Adriane e Ayrton entre 1993 e 1994. Tudo é contado por ela mesma, com depoimentos sinceros, registros pessoais e visitas a lugares marcantes. É um convite para enxergar o ídolo fora das pistas, pelos olhos de quem o amou longe dos holofotes.


           O objetivo é dar voz a uma narrativa que por muito tempo ficou abafada. Desde a morte de Senna, a presença de Galisteu em produções sobre a vida do piloto sempre foi tímida. Agora, ela toma as rédeas da própria história, com maturidade e liberdade para dizer o que nunca foi dito.

        Além da apresentadora, a produção traz depoimentos inéditos de pessoas que conviveram com o casal e presenciaram os bastidores dessa relação. É um retrato intimo e emocional, sem pretensão de ser definitivo, mas com o compromisso de ser verdadeiro para quem viveu cada detalhe.

             O amor interrompido: o conto de fadas e a tragédia

         Adriane tinha só 19 anos quando conheceu Ayrton Senna. Ele já era um dos maiores nomes do esporte mundial. Ela, uma modelo em ascensão. O encontro virou noticia, o namoro virou uma obsessão nacional. E, como a própria Galisteu define, foi um conto de fadas as avessas: intenso, inesperado e, infelizmente, com um fim trágico.

         Durante pouco mais de um ano, o casal viveu sob os flashes. Para o publico, eles estavam em mundos diferentes. Para os dois, havia uma conexão real, feita de afeto, admiração e companheirismo. Em Meu Ayrton, esse lado da relação vem a tona com detalhes inéditos, sem romantizações, mas com sentimentos genuínos.


         O fim chegou no dia 1° de maio de 1994, com o acidente fatal de Senna em Ímola, na Itália. Galisteu estava esperando por ele em Portugal, onde iriam se encontrar após a corrida. Em vez de reencontro, veio o luto, e a jovem precisou lidar, sozinha, com a dor e com a reação publica. É essa virada brutal que marca o tom da primeira parte da série. Prepare-se para se emocionar.

           Depois da chuva: o luto, as criticas e o isolamento

          A morte de Ayrton Senna abalou o mundo, mas para Adriane Galisteu, aos 21 anos, trouxe também um turbilhão de julgamentos, boatos e exclusões. Em vez de acolhimento, ela enfrentou desconfiança da imprensa, da opinião publica e até da família do piloto.


            Nos episódios de Meu Ayrton Por Adriane Galisteu, ela relembra esse período com coragem. Fala da solidão, das portas que se fecharam, da dificuldade de voltar a trabalhar, e de como viveu “de favor” por um ano na casa de amigos, depois de ser rejeitada até pelo mercado da moda.


            A produção traz depoimentos inéditos de pessoas que ajudaram Adriane a atravessar esse momento. Gente que nunca apareceu em outras versões da história, mas que foi fundamental nos bastidores. O documentário da espago para essas vozes, e mostra que, mesmo longe das câmeras, ela teve quem segurasse sua mão.

            Só quem viveu pode contar: o que esperar de inédito?

            O maior atrativo de Meu Ayrton Por Adriane Galisteu está justamente ai: o que ainda não foi contado. São memórias guardadas por mais de 30 anos, bastidores que nunca vieram a tona e sentimentos que, segundo Adriane, ela mesma só conseguiu entender com o tempo. Agora, com mais maturidade e distanciada da dor mais crua, ela se sente pronta para abrir essas gavetas.


            Não espere uma série sobre Formula 1. Aqui, Adriane revela o Ayrton que poucos conheceram, com suas fragilidades, generosidade, conflitos e inseguranças. Ela também compartilha momentos simples que viveram juntos, como viagens, conversas e planos que nunca se realizaram. Tudo isso costurado por cenas emocionantes, que misturam reconstituições com registros reais.

            E tem mais: depoimentos de pessoas próximas ao casal, como amigos, empresários e figuras que conviveram com Senna fora dos circuitos, ajudam a montar um quebra-cabeça afetivo. Alguns nomes nunca haviam falado publicamente sobre essa fase da vida do piloto.

            Meu Ayrton Por Adriane Galisteu estreia nesta quinta-feira, 6 de novembro, com exclusividade na HBO Max. São dois episódios de 45 minutos, lançados de uma vez só. Ou seja, dá para maratonar tudo em uma noite.


Disponível em https://www.uol.com.br/play/colunas/uol- play/2025/11/12/assista-meu-ayrton-por-adriane-galisteu-no-uol-play/2025/11/12/assista-meu-ayrton-por-adriane-galisteu-no-uol-play.htm
De acordo com as regras de concordância verbal, se a frase “depoimentos inéditos de pessoas que conviveram com o casal e presenciaram os bastidores dessa relação” fosse reescrita no singular, qual alternativa apresentaria a concordância correta?
Alternativas
Respostas
5161: C
5162: E
5163: E
5164: B
5165: B
5166: E
5167: C
5168: B
5169: B
5170: A
5171: B
5172: E
5173: D
5174: A
5175: A
5176: C
5177: C
5178: C
5179: B
5180: A