Questões de Concurso
Sobre sintaxe em português
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Do ponto de vista do tipo de verbo e dos objetos, é CORRETO afirmar que:
No trecho "Desde a Grécia Antiga, o diálogo ocupa lugar central na construção das ideias", a vírgula após "Grécia Antiga" desempenha uma função sintática e discursiva específica. Considerando as regras de pontuação e os efeitos de sentido produzidos no enunciado, assinale a alternativa mais precisa quanto ao papel dessa vírgula no período.
Por que crianças não quebram mais o braço?

Por Pedro Guerra
(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2025/12/por-que-criancas-nao-quebram-mais-o-braco-cmj2y6ojc01y8014o699c5t7b.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
“Talvez as quedas de hoje doam mais justamente porque não deixam marcas aparentes”.
Considerando as relações estabelecidas pelas orações no período acima, analise as assertivas a seguir:
I. O termo “de hoje” é um complemento nominal.
II. É possível identificar quatro advérbios no trecho.
III. O trecho é formado por três orações.
Quais estão corretas?
Assinale a alternativa cuja expressão preenche corretamente a lacuna do enunciado acima.
(i) Estamos falando de astronomia.
(ii) Estava morrendo de rir.
(iii) Vim para cá de patinete.
(iv) Meus primos virão de uma bela fazenda.
(a) instrumento
(b) assunto
(c) origem (d) causa
“_______ ela tenha estudado muito para o exame, não obteve rendimento satisfatório.”
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Amizades definitivas
Amizade vai além do momento.
É comum ser amigo de contextos idênticos e se distanciar com os hábitos diferentes.
Quando você está solteiro, o normal é fazer cumplicidade com quem frequenta festas e não se apega a uma relação. Quando está casado, o normal é criar laços com outros casais e privilegiar jantares e viagens. Quando está com filhos, o normal é sair com quem também está conhecendo as manhas e as longas manhãs dos bebês.
Amizade verdadeira ultrapassa a normalidade e o oportunismo do convívio.
Estas nem são amizades verdadeiras, mas afinidades circunstanciais. São colegas de uma época, de uma fase, de um estilo. Acabam unidos provisoriamente por um gosto, circunscritos a uma vizinhança etária. Desaparecem diante de nossa primeira mudança, de nossa primeira transformação de personalidade.
Permanecem quando há um interesse imediato, um arranjo benéfico do cotidiano, e somem quando não existe mais uma desculpa para se ver e se ouvir. Dependem de um pretexto para se manter próximos.
Os conhecidos da academia ficarão no passado dos halteres assim que cansarmos dos treinos. Os conhecidos da faculdade ficarão na lembrança do quadro negro assim que nos formarmos. Os conhecidos dos cursos de idiomas ficarão nos livros de exercícios assim que dominarmos uma nova língua.
Amigo mesmo é (...) aquele que se separou e não amaldiçoa nossa paixão recente. É aquele que não tem emprego fixo e não inveja o nosso sucesso. É aquele que não tem nenhum problema grave e escuta com paciência e atenção as nossas lamúrias.
Não é o de empatia fácil, feita de experiências semelhantes: só porque atravessa a fossa entende a nossa fossa, só porque transborda de alegria festeja a nossa alegria. Amigo não dá nem para contar nos dedos, pois sempre estará segurando nossa mão.
CARPINEJAR, Fabrício. Amizades definitivas. 4 crônicas
sobre amizade. Disponível em
<https://www.refletirpararefletir.com.br/4-cronicas-sobreamizade-fabricio-carpinejar>.
“Os conhecidos da academia ficarão no passado dos halteres assim que cansarmos dos treinos.”
A locução destacada no trecho acima tem o sentido de: