Questões de Concurso
Comentadas sobre sintaxe em português
Foram encontradas 41.919 questões
O verbo destacado, nesta frase, comporta-se como um verbo:
Sintaticamente, é correto afirmar que, nesta frase,
O amor bate à porta e tudo é festa. O amor bate a porta e nada resta.
Nada Além. Disponível em http://www.jornaldepoesia.jor.br/cin01.html. Acesso em 15 de nov de 2024.
Considere o poema de Cineas Santos e as frases abaixo.
I. O amor bate à porta e tudo é festa. II. O amor bate a porta e nada resta. III. Pintou à máquina. IV. Pintou a máquina.
Sobre as funções sintáticas e os sentidos expressos em cada contexto, é CORRETO afirmar:
I. Aqui se mata a fome. II. Aqui se mata à fome.
III. Pintou a mão hoje cedo. IV. Pintou à mão hoje cedo.
V. Ele cheirava a gasolina. VI. Ele cheirava à gasolina.
Com base nas implicações semânticas e sintáticas das construções acima, assinale a alternativa CORRETA.
Leia o trecho da obra “A Insustentável Leveza do Ser” do escritor tcheco Milan Kundera e responda a questão a seguir.
“Aquele que deseja continuamente ‘elevar-se’ deve esperar um dia pela vertigem. O que é a vertigem? O medo de cair? Mas porque sentimos vertigem num mirante cercado por uma balaustrada? A vertigem não é o medo de cair, é outra coisa. É a voz do vazio embaixo de nós, que nos atrai e nos envolve, é o desejo da queda do qual logo nos defendemos aterrorizados.”
KUNDERA, Milan. A insustentável leveza do ser. 1ª ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2017.
Aquele apetrecho que nos acompanhava com sua borracha sempre pronta para apagar qualquer erro era, de fato, infantil demais para o nosso novo status de "alunos mais velhos".
A oração "que nos acompanhava com sua borracha sempre pronta para apagar qualquer erro" é classificada como:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A descoberta suíça e a produção de chocolate com cacau inteiro e sem açúcar
Imagine pegar uma maçã suculenta, mas em vez de comê-la, você guarda as sementes e joga o resto fora.
É o que os produtores de chocolate tradicionalmente fazem com o cacau: usam as sementes e descartam o resto.
Agora, cientistas de alimentos na Suíça descobriram uma maneira de fazer chocolate usando todo o fruto do cacaueiro, em vez de apenas as sementes, e sem usar açúcar.
O chocolate, desenvolvido no renomado Instituto Federal de Tecnologia de Zurique pelo cientista Kim Mishra e sua equipe, inclui a polpa do cacau, o sumo e a casca, ou endocarpo.
O processo já chamou a atenção de empresas de alimentos sustentáveis.
Elas dizem que a produção tradicional de chocolate, usando apenas as sementes, também chamadas de amêndoas, envolve deixar o restante da fruta — do tamanho de um mamão papaia e repleto de valor nutritivo — apodrecendo nos campos.
O segredo para o novo chocolate está em seu sumo bastante doce, tendo um gosto "bem frutado, um pouco como o abacaxi", explica Mishra.
Esse sumo, que tem 14% de açúcar, é destilado para formar um xarope altamente concentrado, combinado com a polpa e, na sequência, misturado com a casca seca, ou endocarpo, para formar um gel de cacau bem doce, levando a sustentabilidade a um novo patamar. Este gel, quando adicionado às amêndoas de cacau para fazer o chocolate, elimina a necessidade de açúcar.
Mishra vê sua invenção como a mais recente de uma longa linha de inovações dos fabricantes de chocolate suíços.
No século 19, Rudolf Lindt, da família que fundou os chocolates Lindt, acidentalmente inventou a etapa crucial da conchagem do chocolate — processo de mistura, agitação e arejamento da massa de cacau aquecida para torná-la suave e reduzir sua acidez —, deixando a máquina de mixagem de cacau funcionando durante a noite. O resultado pela manhã? Um chocolate doce e deliciosamente suave.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjw3y59g66vo.adaptado.
Sintaticamente, o termo destacado nesta frase trata-se de:
Aquele apetrecho que nos acompanhava com sua borracha sempre pronta para apagar qualquer erro era, de fato, infantil demais para o nosso novo status de "alunos mais velhos".
A oração "que nos acompanhava com sua borracha sempre pronta para apagar qualquer erro" é classificada como:
A expressão destacada trata-se de uma oração:
O verbo destacado, nesta frase, comporta-se como um verbo
Sintaticamente, é correto afirmar que, nesta frase, o
O verbo destacado, nesta frase, comporta-se como um verbo
A expressão destacada trata-se de uma oração
O trecho apresenta erro de:
"A Enel também costuma culpar as árvores. A empresa já havia sido multada neste ano pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) em R$ 165,8 milhões em fevereiro de 2024 por causa de outro apagão, em novembro de 2023."
I.'Pela Aneel' é agente da passiva.
II.'as árvores' é objeto direto.
III.'em novembro de 2013' é adjunto adverbial de tempo.
IV.A oração "A empresa já havia sido multada neste ano..." é uma oração sem sujeito, uma vez que o verbo 'haver', nesse caso, é impessoal.
V.O verbo 'culpar' está como transitivo indireto.
As afirmativas corretas são:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Viajar com casal de amigos
Eu não viajo com outros casais. É minha regra inviolável de turismo. Há grandes chances de causarem incômodo.
Sempre que viajei com par de amigos, eles brigaram e boicotaram o luxo das minhas férias.
Decidi ser egoísta. O que você economiza no rateio de gasolina e divisão de gastos será pulverizado pelos prejuízos na saúde emocional.
Estou com Beatriz em uma praia paradisíaca, ansioso para me deitar numa cadeira em frente ao mar, e precisamos, de repente, intervir como escudo contra ofensas. Perdemos uma diária astronômica do hotel com aborrecimentos alheios.
Não há como abandoná-los enquanto nos divertimos. Existe um senso de solidariedade de equipe, já que viemos juntos.
Os arrulhos dos pombinhos na ida se transformam em crocitos de urubus durante a hospedagem.
O que deveria ser leve, com drinks e mergulhos, vira martírio. Eu falo com o marido litigante, Beatriz com a esposa emburrada, e ainda precisamos juntar versões e atuar como cupidos. É como liberar dois reféns confinados nas almas dos próprios sequestradores.
Não há maior chatice do que insistir para que perdoem os desentendimentos. Em vez de resolverem em privado, fazem questão de espalhar o ódio.
Ao encontrar plateia, demoram mais para resolver. Tiram proveito da nossa atenção para lavar roupas sujas e revisitar crises do passado.
O café da manhã costuma ser o palco preferido das dissidências. Chegamos animados, e um deles não responde, não diz nada. É o sinal da tempestade de nervos que estragará a temporada.
Não me arrisco mais. Esse erro não cometemos. Beatriz e eu jamais discutimos em viagem. Sabemos o quanto nossa paz é cara.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/2024/11/1/viajarcom-casal-de-amigos
"Há grandes chances de causarem incômodo."
Sobre a concordância verbal na oração destacada, assinale a alternativa correta:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Viajar com casal de amigos
Eu não viajo com outros casais. É minha regra inviolável de turismo. Há grandes chances de causarem incômodo.
Sempre que viajei com par de amigos, eles brigaram e boicotaram o luxo das minhas férias.
Decidi ser egoísta. O que você economiza no rateio de gasolina e divisão de gastos será pulverizado pelos prejuízos na saúde emocional.
Estou com Beatriz em uma praia paradisíaca, ansioso para me deitar numa cadeira em frente ao mar, e precisamos, de repente, intervir como escudo contra ofensas. Perdemos uma diária astronômica do hotel com aborrecimentos alheios.
Não há como abandoná-los enquanto nos divertimos. Existe um senso de solidariedade de equipe, já que viemos juntos.
Os arrulhos dos pombinhos na ida se transformam em crocitos de urubus durante a hospedagem.
O que deveria ser leve, com drinks e mergulhos, vira martírio. Eu falo com o marido litigante, Beatriz com a esposa emburrada, e ainda precisamos juntar versões e atuar como cupidos. É como liberar dois reféns confinados nas almas dos próprios sequestradores.
Não há maior chatice do que insistir para que perdoem os desentendimentos. Em vez de resolverem em privado, fazem questão de espalhar o ódio.
Ao encontrar plateia, demoram mais para resolver. Tiram proveito da nossa atenção para lavar roupas sujas e revisitar crises do passado.
O café da manhã costuma ser o palco preferido das dissidências. Chegamos animados, e um deles não responde, não diz nada. É o sinal da tempestade de nervos que estragará a temporada.
Não me arrisco mais. Esse erro não cometemos. Beatriz e eu jamais discutimos em viagem. Sabemos o quanto nossa paz é cara.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/2024/11/1/viajarcom-casal-de-amigos