Questões de Concurso
Comentadas sobre sintaxe em português
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Ela frequentou a Academia de Alexandria e, influenciada pelo pai, estudou astronomia, religião, poesia, artes e ciências exatas. Mais tarde, foi aluna de uma escola neoplatônica em Atenas, na Grécia, na qual as doutrinas seguiam aspectos espirituais e cosmológicos do pensamento de Platão, um dos responsáveis pelo desenvolvimento da filosofia ocidental.
A expressão destacada trata-se de uma oração:
Texto para a questão.

Virginia Woolf. Três guinéus, 1938 (com adaptações).
TEXTO III
Amar
Que pode uma criatura senão, entre criaturas, amar? amar e esquecer, amar e malamar, amar, desamar, amar? sempre, e até de olhos vidrados, amar? Que pode, pergunto eu, o ser amoroso, sozinho, em rotação universal, senão rodar também, e amar? amar o que o amar traz à praia, o que ele sepulta, e o que, na brisa marinha, é sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia? Amar solenemente as palmas do deserto, o que é entrega ou adoração expectante, e amar o inóspito, o áspero, um vaso sem flor, um chão de ferro, e o peito inerte, e a rua vista em sonho, e uma ave de rapina. Este o nosso destino: amor sem conta, distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas, doação ilimitada a uma completa ingratidão, e na concha vazia do amor a procura medrosa, paciente, de mais e mais amor. Amar a nossa falta mesma de amor, e na secura nossa amar a água implícita, e o beijo tácito, e a sede infinita.
(Carlos Drummond de Andrade)
O reservatório de água líquida encontrado nas profundezas de rochas de Marte
O verbo destacado, nesta frase, comporta-se como um verbo:
Leia o Texto I e responda à questão.
Texto I
Esponja de ossos de lula pode ajudar a remover microplásticos da água
Segundo o estudo publicado na Science Advances, o produto absorveu 99% dos microplásticos em quatro amostras diferentes
Lex Harvey, da CNN
19/02/2025 às 16:08, atualizado em 24/02/2025 às 10:32
Microplásticos estão por toda parte. Eles foram encontrados no pico do Monte Everest e em criaturas que habitam as trincheiras mais profundas do mar. Eles estão na água engarrafada, placentas humanas e leite materno. Essas pequenas partículas de plástico sufocam a vida selvagem, perturbam os ecossistemas e ameaçam a saúde humana – e são notoriamente difíceis de remover.
Mas cientistas na China descobriram uma possível solução: uma esponja biodegradável feita de ossos de lula e algodão. Uma equipe de pesquisa da Universidade de Wuhan usou quitina de ossos de lula e celulose de algodão – dois compostos orgânicos conhecidos por eliminar a poluição de águas residuais – para criar uma esponja biodegradável.
Eles então testaram a esponja em quatro amostras de água diferentes, retiradas de água de irrigação, água de lagoa, água de lago e água do mar, e descobriram que ela removeu até 99,9% dos microplásticos, de acordo com um estudo publicado em dezembro de 2024 na Science Advances. “O planeta está sob grande ameaça dos microplásticos, e os ecossistemas aquáticos são os primeiros a sofrer”, escreveram os autores.
Microplásticos são pequenos fragmentos de plástico menores que 5 milímetros. Eles vêm de tudo, desde pneus, que são então quebrados em pedaços menores, até microesferas, um plástico encontrado em produtos de beleza, como esfoliantes.
Um estudo de 2020 estimou que há 14 milhões de toneladas métricas de microplásticos no fundo do oceano. Cientistas chamaram os microplásticos de “um dos principais desafios ambientais desta geração” e o problema é uma questão ambiental reconhecida internacionalmente.
O plástico é uma poluição persistente que prejudica a vida selvagem e o próprio oceano, e há uma preocupação crescente sobre os potenciais riscos à saúde humana. O problema só tende a piorar com a produção de plástico e a poluição prevista para aumentar nos próximos anos.
A esponja criada pelos pesquisadores de Wuhan foi capaz de absorver microplásticos tanto interceptando-os fisicamente quanto por atração eletromagnética, disse o estudo. Métodos estudados anteriormente para absorção de plásticos tendem a ser caros e difíceis de fazer, limitando sua escalabilidade.
O baixo custo e a ampla disponibilidade de algodão e ossos de lula significam que a esponja criada em Wuhan “tem grande potencial para ser usada na extração de microplásticos de corpos d'água complexos”, de acordo com o estudo.
No entanto, os autores do estudo não abordaram se a esponja pode remover microplásticos que afundam no sedimento, que é a maioria dos microplásticos em nossas águas, disse Ziajahromi, que não estava envolvido no estudo. Outra “questão crítica” é o descarte adequado das esponjas, disse Ziajahromi.
“Embora o material seja biodegradável, os microplásticos que ele absorve precisam ser descartados adequadamente”, ela disse. “Sem um gerenciamento cuidadoso, esse processo corre o risco de transferir microplásticos de um ecossistema para outro.” Em última análise, acrescentou Ziajahromi, minimizar a poluição plástica deve permanecer, em primeiro lugar, uma “prioridade máxima”.
Fonte: HARVEY, Lex. Esponja de ossos de lula pode ajudar a remover microplásticos da água. CNN Brasil, 19 fev. 2025. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/esponja-de-ossos-de-lula-podem-ajudar-a-remover-microplasticos-da-agua/. Acesso em: 07 mar. 2025. (Texto adaptado).
Sobre a reescrita do fragmento “Um estudo de 2020 estimou que há 14 milhões de toneladas métricas de microplásticos no fundo do oceano” (5º§), assinale a alternativa cuja redação está gramaticalmente CORRETA.
Leia o Texto I e responda à questão.
Texto I
Esponja de ossos de lula pode ajudar a remover microplásticos da água
Segundo o estudo publicado na Science Advances, o produto absorveu 99% dos microplásticos em quatro amostras diferentes
Lex Harvey, da CNN
19/02/2025 às 16:08, atualizado em 24/02/2025 às 10:32
Microplásticos estão por toda parte. Eles foram encontrados no pico do Monte Everest e em criaturas que habitam as trincheiras mais profundas do mar. Eles estão na água engarrafada, placentas humanas e leite materno. Essas pequenas partículas de plástico sufocam a vida selvagem, perturbam os ecossistemas e ameaçam a saúde humana – e são notoriamente difíceis de remover.
Mas cientistas na China descobriram uma possível solução: uma esponja biodegradável feita de ossos de lula e algodão. Uma equipe de pesquisa da Universidade de Wuhan usou quitina de ossos de lula e celulose de algodão – dois compostos orgânicos conhecidos por eliminar a poluição de águas residuais – para criar uma esponja biodegradável.
Eles então testaram a esponja em quatro amostras de água diferentes, retiradas de água de irrigação, água de lagoa, água de lago e água do mar, e descobriram que ela removeu até 99,9% dos microplásticos, de acordo com um estudo publicado em dezembro de 2024 na Science Advances. “O planeta está sob grande ameaça dos microplásticos, e os ecossistemas aquáticos são os primeiros a sofrer”, escreveram os autores.
Microplásticos são pequenos fragmentos de plástico menores que 5 milímetros. Eles vêm de tudo, desde pneus, que são então quebrados em pedaços menores, até microesferas, um plástico encontrado em produtos de beleza, como esfoliantes.
Um estudo de 2020 estimou que há 14 milhões de toneladas métricas de microplásticos no fundo do oceano. Cientistas chamaram os microplásticos de “um dos principais desafios ambientais desta geração” e o problema é uma questão ambiental reconhecida internacionalmente.
O plástico é uma poluição persistente que prejudica a vida selvagem e o próprio oceano, e há uma preocupação crescente sobre os potenciais riscos à saúde humana. O problema só tende a piorar com a produção de plástico e a poluição prevista para aumentar nos próximos anos.
A esponja criada pelos pesquisadores de Wuhan foi capaz de absorver microplásticos tanto interceptando-os fisicamente quanto por atração eletromagnética, disse o estudo. Métodos estudados anteriormente para absorção de plásticos tendem a ser caros e difíceis de fazer, limitando sua escalabilidade.
O baixo custo e a ampla disponibilidade de algodão e ossos de lula significam que a esponja criada em Wuhan “tem grande potencial para ser usada na extração de microplásticos de corpos d'água complexos”, de acordo com o estudo.
No entanto, os autores do estudo não abordaram se a esponja pode remover microplásticos que afundam no sedimento, que é a maioria dos microplásticos em nossas águas, disse Ziajahromi, que não estava envolvido no estudo. Outra “questão crítica” é o descarte adequado das esponjas, disse Ziajahromi.
“Embora o material seja biodegradável, os microplásticos que ele absorve precisam ser descartados adequadamente”, ela disse. “Sem um gerenciamento cuidadoso, esse processo corre o risco de transferir microplásticos de um ecossistema para outro.” Em última análise, acrescentou Ziajahromi, minimizar a poluição plástica deve permanecer, em primeiro lugar, uma “prioridade máxima”.
Fonte: HARVEY, Lex. Esponja de ossos de lula pode ajudar a remover microplásticos da água. CNN Brasil, 19 fev. 2025. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/esponja-de-ossos-de-lula-podem-ajudar-a-remover-microplasticos-da-agua/. Acesso em: 07 mar. 2025. (Texto adaptado).
Analise o fragmento que segue e assinale a alternativa que apresenta a afirmação CORRETA em relação ao conteúdo concordância nominal e verbal.
“Microplásticos são pequenos fragmentos de plástico menores que 5 milímetros. Eles vêm de tudo, desde pneus, que são então quebrados em pedaços menores, até microesferas, um plástico encontrado em produtos de beleza” (4º§).
Leia o Texto I e responda à questão.
Texto I
Esponja de ossos de lula pode ajudar a remover microplásticos da água
Segundo o estudo publicado na Science Advances, o produto absorveu 99% dos microplásticos em quatro amostras diferentes
Lex Harvey, da CNN
19/02/2025 às 16:08, atualizado em 24/02/2025 às 10:32
Microplásticos estão por toda parte. Eles foram encontrados no pico do Monte Everest e em criaturas que habitam as trincheiras mais profundas do mar. Eles estão na água engarrafada, placentas humanas e leite materno. Essas pequenas partículas de plástico sufocam a vida selvagem, perturbam os ecossistemas e ameaçam a saúde humana – e são notoriamente difíceis de remover.
Mas cientistas na China descobriram uma possível solução: uma esponja biodegradável feita de ossos de lula e algodão. Uma equipe de pesquisa da Universidade de Wuhan usou quitina de ossos de lula e celulose de algodão – dois compostos orgânicos conhecidos por eliminar a poluição de águas residuais – para criar uma esponja biodegradável.
Eles então testaram a esponja em quatro amostras de água diferentes, retiradas de água de irrigação, água de lagoa, água de lago e água do mar, e descobriram que ela removeu até 99,9% dos microplásticos, de acordo com um estudo publicado em dezembro de 2024 na Science Advances. “O planeta está sob grande ameaça dos microplásticos, e os ecossistemas aquáticos são os primeiros a sofrer”, escreveram os autores.
Microplásticos são pequenos fragmentos de plástico menores que 5 milímetros. Eles vêm de tudo, desde pneus, que são então quebrados em pedaços menores, até microesferas, um plástico encontrado em produtos de beleza, como esfoliantes.
Um estudo de 2020 estimou que há 14 milhões de toneladas métricas de microplásticos no fundo do oceano. Cientistas chamaram os microplásticos de “um dos principais desafios ambientais desta geração” e o problema é uma questão ambiental reconhecida internacionalmente.
O plástico é uma poluição persistente que prejudica a vida selvagem e o próprio oceano, e há uma preocupação crescente sobre os potenciais riscos à saúde humana. O problema só tende a piorar com a produção de plástico e a poluição prevista para aumentar nos próximos anos.
A esponja criada pelos pesquisadores de Wuhan foi capaz de absorver microplásticos tanto interceptando-os fisicamente quanto por atração eletromagnética, disse o estudo. Métodos estudados anteriormente para absorção de plásticos tendem a ser caros e difíceis de fazer, limitando sua escalabilidade.
O baixo custo e a ampla disponibilidade de algodão e ossos de lula significam que a esponja criada em Wuhan “tem grande potencial para ser usada na extração de microplásticos de corpos d'água complexos”, de acordo com o estudo.
No entanto, os autores do estudo não abordaram se a esponja pode remover microplásticos que afundam no sedimento, que é a maioria dos microplásticos em nossas águas, disse Ziajahromi, que não estava envolvido no estudo. Outra “questão crítica” é o descarte adequado das esponjas, disse Ziajahromi.
“Embora o material seja biodegradável, os microplásticos que ele absorve precisam ser descartados adequadamente”, ela disse. “Sem um gerenciamento cuidadoso, esse processo corre o risco de transferir microplásticos de um ecossistema para outro.” Em última análise, acrescentou Ziajahromi, minimizar a poluição plástica deve permanecer, em primeiro lugar, uma “prioridade máxima”.
Fonte: HARVEY, Lex. Esponja de ossos de lula pode ajudar a remover microplásticos da água. CNN Brasil, 19 fev. 2025. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/esponja-de-ossos-de-lula-podem-ajudar-a-remover-microplasticos-da-agua/. Acesso em: 07 mar. 2025. (Texto adaptado).
Considere o fragmento “Um estudo de 2020 estimou que há 14 milhões de toneladas métricas de microplásticos no fundo do oceano” (5º§) e analise as assertivas que seguem.
I- O fragmento “que há 14 milhões de toneladas métricas de microplásticos no fundo do oceano” corresponde a uma oração coordenada.
II- O núcleo do sujeito da oração principal é “estudo”.
III- O termo “estimou” é classificado morfologicamente como advérbio.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Leia o Texto I e responda à questão.
Texto I
Esponja de ossos de lula pode ajudar a remover microplásticos da água
Segundo o estudo publicado na Science Advances, o produto absorveu 99% dos microplásticos em quatro amostras diferentes
Lex Harvey, da CNN
19/02/2025 às 16:08, atualizado em 24/02/2025 às 10:32
Microplásticos estão por toda parte. Eles foram encontrados no pico do Monte Everest e em criaturas que habitam as trincheiras mais profundas do mar. Eles estão na água engarrafada, placentas humanas e leite materno. Essas pequenas partículas de plástico sufocam a vida selvagem, perturbam os ecossistemas e ameaçam a saúde humana – e são notoriamente difíceis de remover.
Mas cientistas na China descobriram uma possível solução: uma esponja biodegradável feita de ossos de lula e algodão. Uma equipe de pesquisa da Universidade de Wuhan usou quitina de ossos de lula e celulose de algodão – dois compostos orgânicos conhecidos por eliminar a poluição de águas residuais – para criar uma esponja biodegradável.
Eles então testaram a esponja em quatro amostras de água diferentes, retiradas de água de irrigação, água de lagoa, água de lago e água do mar, e descobriram que ela removeu até 99,9% dos microplásticos, de acordo com um estudo publicado em dezembro de 2024 na Science Advances. “O planeta está sob grande ameaça dos microplásticos, e os ecossistemas aquáticos são os primeiros a sofrer”, escreveram os autores.
Microplásticos são pequenos fragmentos de plástico menores que 5 milímetros. Eles vêm de tudo, desde pneus, que são então quebrados em pedaços menores, até microesferas, um plástico encontrado em produtos de beleza, como esfoliantes.
Um estudo de 2020 estimou que há 14 milhões de toneladas métricas de microplásticos no fundo do oceano. Cientistas chamaram os microplásticos de “um dos principais desafios ambientais desta geração” e o problema é uma questão ambiental reconhecida internacionalmente.
O plástico é uma poluição persistente que prejudica a vida selvagem e o próprio oceano, e há uma preocupação crescente sobre os potenciais riscos à saúde humana. O problema só tende a piorar com a produção de plástico e a poluição prevista para aumentar nos próximos anos.
A esponja criada pelos pesquisadores de Wuhan foi capaz de absorver microplásticos tanto interceptando-os fisicamente quanto por atração eletromagnética, disse o estudo. Métodos estudados anteriormente para absorção de plásticos tendem a ser caros e difíceis de fazer, limitando sua escalabilidade.
O baixo custo e a ampla disponibilidade de algodão e ossos de lula significam que a esponja criada em Wuhan “tem grande potencial para ser usada na extração de microplásticos de corpos d'água complexos”, de acordo com o estudo.
No entanto, os autores do estudo não abordaram se a esponja pode remover microplásticos que afundam no sedimento, que é a maioria dos microplásticos em nossas águas, disse Ziajahromi, que não estava envolvido no estudo. Outra “questão crítica” é o descarte adequado das esponjas, disse Ziajahromi.
“Embora o material seja biodegradável, os microplásticos que ele absorve precisam ser descartados adequadamente”, ela disse. “Sem um gerenciamento cuidadoso, esse processo corre o risco de transferir microplásticos de um ecossistema para outro.” Em última análise, acrescentou Ziajahromi, minimizar a poluição plástica deve permanecer, em primeiro lugar, uma “prioridade máxima”.
Fonte: HARVEY, Lex. Esponja de ossos de lula pode ajudar a remover microplásticos da água. CNN Brasil, 19 fev. 2025. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/esponja-de-ossos-de-lula-podem-ajudar-a-remover-microplasticos-da-agua/. Acesso em: 07 mar. 2025. (Texto adaptado).
No fragmento “Mas cientistas na China descobriram uma possível solução: uma esponja biodegradável feita de ossos de lula e algodão” (2º§), o conectivo “mas” pode ser substituído por:
Ele comprou aquele carro velho, mas é porque cismou com o calhambeque.
Sobre a significação ou a estruturação dessa frase, assinale a afirmativa incorreta.
Tenho-me impressionado sempre de ver quão pouco os adultos compreendem as crianças e de como os próprios pais não compreendem os seus filhos. Nada deve ser escondido das crianças com o pretexto de que são pequenas e de que ainda é cedo demais para compreenderem. (Dostoievski)
Sobre esse fragmento, assinale a afirmativa correta.
Sintaticamente, é correto afirmar que, nesta frase, o predicado é a expressão:
No Sul e Sudeste do Brasil, o açaí é consumido na forma de um creme doce e gelado.
Sintaticamente, é correto afirmar que, nesta frase, o sujeito é:
O verbo destacado, nesta frase, comporta-se como um verbo:
A partir do trecho fornecido, identifique a alternativa cuja construção respeita plenamente as normas de concordância nominal exigidas pela linguagem culta da língua portuguesa.
Assinale a alternativa cuja utilização da crase está de acordo com a norma culta da língua portuguesa, considerando-se a estrutura sintática e a regência verbal e nominal.