Questões de Concurso Sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português

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Q3104518 Português
Leia e interprete os textos a seguir, para responder à questão:

TEXTO 1:

Os bombardeamentos de Israel à Faixa de Gaza já custaram a vida de 1.524 crianças e mais de 600 ainda estão sob os escombros. Muitas delas morreram durante o ataque ao hospital de Gaza, esta terça-feira, no qual um total de 500 palestinos perderam a vida. Para compreender a magnitude do massacre: são 117 crianças assassinadas por dia ou uma criança palestina assassinada a cada 12 minutos. No total, pelo menos 3.785 palestinos foram mortos e mais de 12.493 ficaram feridos pelos bombardeios israelenses na Faixa de Gaza, segundo o Ministério da Saúde da Palestina. O cenário piora considerando que Israel também bombardeia centros de refugiados, escolas da organização de refugiados da ONU, hospitais, mesquitas, casas e edifícios residenciais. Em todos eles há civis palestinos e muitas crianças. Esta política criminosa e genocida é apoiada pelos EUA e pelas principais potências europeias, que também procuram proibir e reprimir manifestações de apoio ao povo palestino nos seus próprios países.

(Trecho adaptado do artigo "As crianças e o genocídio na Palestina", de 21/10/2023. Fonte: jornalistaslivres.org)


TEXTO 2:

De acordo com profissionais humanitários da ONU, bombardeios israelenses em Gaza continuaram na segunda-feira, bem como o lançamento de foguetes contra Israel por grupos armados palestinos. Dados das autoridades de saúde de Gaza indicam que mais de 25 mil pessoas morreram no enclave desde o início da guerra, em 7 de outubro. A quantidade de palestinos feridos é de 62.681; desde o início do conflito, 193 soldados israelenses morreram e 1.203 ficaram feridos; ministros de ambos os lados realizam encontros separados com a União Europeia nesta segunda-feira. Durante o fim de semana, o secretário-geral da ONU, António Guterres, reiterou o seu apoio a uma solução de dois Estados para israelenses e palestinos, afirmando que "a negação do direito à condição de Estado ao povo palestino prolongaria indefinidamente um conflito que se tornou uma grande ameaça à paz e à segurança globais, exacerbaria a polarização e encorajaria extremistas em todos os lugares".

(Trecho adaptado da reportagem "Número de civis mortos em Gaza passa de 25 mil", de 22/01/2024. Fonte: news.un.org)
Indique a alternativa correta a que remete a palavra "países", no Texto 1:
Alternativas
Q3104517 Português
Leia e interprete os textos a seguir, para responder à questão:

TEXTO 1:

Os bombardeamentos de Israel à Faixa de Gaza já custaram a vida de 1.524 crianças e mais de 600 ainda estão sob os escombros. Muitas delas morreram durante o ataque ao hospital de Gaza, esta terça-feira, no qual um total de 500 palestinos perderam a vida. Para compreender a magnitude do massacre: são 117 crianças assassinadas por dia ou uma criança palestina assassinada a cada 12 minutos. No total, pelo menos 3.785 palestinos foram mortos e mais de 12.493 ficaram feridos pelos bombardeios israelenses na Faixa de Gaza, segundo o Ministério da Saúde da Palestina. O cenário piora considerando que Israel também bombardeia centros de refugiados, escolas da organização de refugiados da ONU, hospitais, mesquitas, casas e edifícios residenciais. Em todos eles há civis palestinos e muitas crianças. Esta política criminosa e genocida é apoiada pelos EUA e pelas principais potências europeias, que também procuram proibir e reprimir manifestações de apoio ao povo palestino nos seus próprios países.

(Trecho adaptado do artigo "As crianças e o genocídio na Palestina", de 21/10/2023. Fonte: jornalistaslivres.org)


TEXTO 2:

De acordo com profissionais humanitários da ONU, bombardeios israelenses em Gaza continuaram na segunda-feira, bem como o lançamento de foguetes contra Israel por grupos armados palestinos. Dados das autoridades de saúde de Gaza indicam que mais de 25 mil pessoas morreram no enclave desde o início da guerra, em 7 de outubro. A quantidade de palestinos feridos é de 62.681; desde o início do conflito, 193 soldados israelenses morreram e 1.203 ficaram feridos; ministros de ambos os lados realizam encontros separados com a União Europeia nesta segunda-feira. Durante o fim de semana, o secretário-geral da ONU, António Guterres, reiterou o seu apoio a uma solução de dois Estados para israelenses e palestinos, afirmando que "a negação do direito à condição de Estado ao povo palestino prolongaria indefinidamente um conflito que se tornou uma grande ameaça à paz e à segurança globais, exacerbaria a polarização e encorajaria extremistas em todos os lugares".

(Trecho adaptado da reportagem "Número de civis mortos em Gaza passa de 25 mil", de 22/01/2024. Fonte: news.un.org)
Aponte o sinônimo correto para a palavra "enclave":
Alternativas
Q3104487 Português
Leia e interprete o texto a seguir, para responder à questão:

Um escritor, um literato, apresenta ao público, ou dá publicidade a uma obra; até que ponto um crítico tem o direito de, a pretexto de crítica, injuriá-lo? Um crítico não tem absolutamente direito de injuriar o escritor a quem julgar. Não se pode compreender no nosso tempo, em que as coisas do pensamento são mostradas como as mais meritórias, que um cidadão mereça injúrias, só porque publicou um livro. Seja o livro bom ou mau. Os maus livros fazem os bons, e um crítico sagaz não deve ignorar tão fecundo princípio. Ao olhar do sábio, o vício e a virtude são uma mesma coisa, e ambos necessários à harmonia final da vida; ao olhar do crítico filósofo, os bons e maus livros se completam e são indispensáveis à formação de uma literatura.

(Lima Barreto - trecho do livro "Diário íntimo". Fonte: dominiopublico.gov.br)
Um antônimo para "meritórias", no texto analisado, é o que apresenta a alternativa:
Alternativas
Q3104486 Português
Leia e interprete o texto a seguir, para responder à questão:

Um escritor, um literato, apresenta ao público, ou dá publicidade a uma obra; até que ponto um crítico tem o direito de, a pretexto de crítica, injuriá-lo? Um crítico não tem absolutamente direito de injuriar o escritor a quem julgar. Não se pode compreender no nosso tempo, em que as coisas do pensamento são mostradas como as mais meritórias, que um cidadão mereça injúrias, só porque publicou um livro. Seja o livro bom ou mau. Os maus livros fazem os bons, e um crítico sagaz não deve ignorar tão fecundo princípio. Ao olhar do sábio, o vício e a virtude são uma mesma coisa, e ambos necessários à harmonia final da vida; ao olhar do crítico filósofo, os bons e maus livros se completam e são indispensáveis à formação de uma literatura.

(Lima Barreto - trecho do livro "Diário íntimo". Fonte: dominiopublico.gov.br)
Um sinônimo para "sagaz", no texto analisado, é o que apresenta a alternativa:
Alternativas
Q3103971 Português

        A escravidão levou consigo ofícios e aparelhos, como terá sucedido a outras instituições sociais. Não cito alguns aparelhos senão por se ligarem a certo ofício. Um deles era o ferro ao pescoço, outro o ferro ao pé; havia também a máscara de folha-de-flandres. A máscara fazia perder o vício da embriaguez aos escravos, por lhes tapar a boca. Tinha só três buracos, dois para ver, um para respirar, e era fechada atrás da cabeça por um cadeado. Com o vício de beber, perdiam a tentação de furtar, porque geralmente era dos vinténs do senhor que eles tiravam com que matar a sede, e aí ficavam dois pecados extintos, e a sobriedade e a honestidade certas. Era grotesca tal máscara, mas a ordem social e humana nem sempre se alcança sem o grotesco, e alguma vez o cruel. Os funileiros as tinham penduradas, à venda, na porta das lojas. Mas não cuidemos de máscaras.


        O ferro ao pescoço era aplicado aos escravos fujões. Imaginai uma coleira grossa, com a haste grossa também à direita ou à esquerda, até ao alto da cabeça e fechada atrás com chave. Pesava, naturalmente, mas era menos castigo que sinal. Escravo que fugia assim, onde quer que andasse, mostrava um reincidente, e com pouco era pego.


        Há meio século, os escravos fugiam com frequência. Eram muitos, e nem todos gostavam da escravidão.


        Quem perdia um escravo por fuga dava algum dinheiro a quem lho levasse. Punha anúncios nas folhas públicas, com os sinais do fugido, o nome, a roupa, o defeito físico, se o tinha, o bairro por onde andava e a quantia de gratificação. Quando não vinha a quantia, vinha promessa: “gratificar-se-á generosamente”, ou “receberá uma boa gratificação”. Muita vez o anúncio trazia em cima ou ao lado uma vinheta, figura de preto, descalço, correndo, vara ao ombro, e na ponta uma trouxa. Protestava-se com todo o rigor da lei contra quem o açoitasse. Ora, pegar escravos fugidios era um ofício do tempo. Não seria nobre, mas, por ser instrumento da força com que se mantêm a lei e a propriedade, trazia esta outra nobreza implícita das ações reivindicadoras. Ninguém se metia em tal ofício por desfastio ou estudo; a pobreza, a necessidade de uma achega, a inaptidão para outros trabalhos, o acaso, e alguma vez o gosto de servir, também, ainda que por outra via, davam o impulso ao homem que se sentia bastante rijo para pôr ordem à desordem.


Machado de Assis. Pai contra Mãe. In: Machado de Assis.

Relíquias da casa velha, 1906 (com adaptações).

Machado de Assis inicia o conto Pai contra Mãe — escrito em 1906 e publicado na coletânea Relíquias da casa velha —, mencionando “ofícios e aparelhos” da escravidão no Brasil. O conto aborda a história de Cândido Neves, personagem que trabalhava na captura de escravos fugidios. Considerando o fragmento desse conto apresentado anteriormente, julgue o item a seguir. 


Em “a sobriedade e a honestidade certas” (sexto período do primeiro parágrafo), a substituição de “certas” por corretas manteria a coerência das ideias do texto, visto que tais palavras têm o mesmo significado. 

Alternativas
Q3103829 Português

        A escravidão levou consigo ofícios e aparelhos, como terá sucedido a outras instituições sociais. Não cito alguns aparelhos senão por se ligarem a certo ofício. Um deles era o ferro ao pescoço, outro o ferro ao pé; havia também a máscara de folha-de-flandres. A máscara fazia perder o vício da embriaguez aos escravos, por lhes tapar a boca. Tinha só três buracos, dois para ver, um para respirar, e era fechada atrás da cabeça por um cadeado. Com o vício de beber, perdiam a tentação de furtar, porque geralmente era dos vinténs do senhor que eles tiravam com que matar a sede, e aí ficavam dois pecados extintos, e a sobriedade e a honestidade certas. Era grotesca tal máscara, mas a ordem social e humana nem sempre se alcança sem o grotesco, e alguma vez o cruel. Os funileiros as tinham penduradas, à venda, na porta das lojas. Mas não cuidemos de máscaras.


        O ferro ao pescoço era aplicado aos escravos fujões. Imaginai uma coleira grossa, com a haste grossa também à direita ou à esquerda, até ao alto da cabeça e fechada atrás com chave. Pesava, naturalmente, mas era menos castigo que sinal. Escravo que fugia assim, onde quer que andasse, mostrava um reincidente, e com pouco era pego.

        

         Há meio século, os escravos fugiam com frequência. Eram muitos, e nem todos gostavam da escravidão.


        Quem perdia um escravo por fuga dava algum dinheiro a quem lho levasse. Punha anúncios nas folhas públicas, com os sinais do fugido, o nome, a roupa, o defeito físico, se o tinha, o bairro por onde andava e a quantia de gratificação. Quando não vinha a quantia, vinha promessa: “gratificar-se-á generosamente”, ou “receberá uma boa gratificação”. Muita vez o anúncio trazia em cima ou ao lado uma vinheta, figura de preto, descalço, correndo, vara ao ombro, e na ponta uma trouxa. Protestava-se com todo o rigor da lei contra quem o açoitasse.

 Ora, pegar escravos fugidios era um ofício do tempo. Não seria nobre, mas, por ser instrumento da força com que se mantêm a lei e a propriedade, trazia esta outra nobreza implícita das ações reivindicadoras. Ninguém se metia em tal ofício por desfastio ou estudo; a pobreza, a necessidade de uma achega, a inaptidão para outros trabalhos, o acaso, e alguma vez o gosto de servir, também, ainda que por outra via, davam o impulso ao homem que se sentia bastante rijo para pôr ordem à desordem.


Machado de Assis. Pai contra Mãe. In: Machado de Assis. Relíquias da casa velha, 1906 (com adaptações).


Machado de Assis inicia o conto Pai contra Mãe — escrito em 1906 e publicado na coletânea Relíquias da casa velha —, mencionando “ofícios e aparelhos” da escravidão no Brasil. O conto aborda a história de Cândido Neves, personagem que trabalhava na captura de escravos fugidios. Considerando o fragmento desse conto apresentado anteriormente, julgue os itens a seguir.

Em “a sobriedade e a honestidade certas” (sexto período do primeiro parágrafo), a substituição de “certas” por corretas manteria a coerência das ideias do texto, visto que tais palavras têm o mesmo significado. 
Alternativas
Q3103827 Português
        Por quase dois séculos, apesar da controvérsia provocada pela Revolução Francesa, a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão encarnou a promessa de direitos humanos universais. Em 1948, quando as Nações Unidas adotaram a Declaração Universal dos Direitos Humanos, seu artigo 1.º dizia: “Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos”. Em 1789, o artigo 1.º da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão já havia proclamado: “Os homens nascem e permanecem livres e iguais em direitos”. s”.

        As origens dos documentos não nos dizem necessariamente nada de significativo sobre as suas consequências. Importa realmente que o esboço tosco de Jefferson tenha passado por 86 alterações feitas por ele mesmo, pelo Comitê dos Cinco ou pelo Congresso? A Declaração da Independência dos Estados Unidos da América (EUA) não tinha natureza constitucional. Declarava simplesmente intenções, e passaram-se quinze anos antes que os estados finalmente ratificassem uma Bill of Rights, muito diferente, em 1791. A Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão afirmava salvaguardar as liberdades individuais, mas não impediu o surgimento de um governo francês que reprimiu os direitos, e futuras constituições francesas — houve muitas delas — formularam declarações diferentes ou passaram sem nenhuma declaração.

        Ainda mais perturbador é que aqueles que, com tanta confiança, declaravam, no final do século XVIII, que os direitos eram universais vieram a demonstrar que tinham algo muito menos inclusivo em mente. As pessoas não ficaram surpresas por eles considerarem que as crianças, os insanos, os prisioneiros ou os estrangeiros eram incapazes ou indignos de plena participação no processo político, pois pensavam da mesma maneira. Mas eles também excluíam aqueles sem propriedade, os escravos, os negros livres, em alguns casos as minorias religiosas e, sempre e por toda parte, as mulheres. Em anos recentes, essas limitações a “todos os homens” provocaram muitos comentários, e alguns estudiosos até questionaram se as declarações tinham um verdadeiro significado de emancipação. 

        Os fundadores, os que estruturaram e os que redigiram as declarações, têm sido julgados elitistas, racistas e misóginos por sua incapacidade de considerar todos verdadeiramente iguais em direitos.

     Como é que esses homens, vivendo em sociedades construídas sobre a escravidão, a subordinação e a subserviência aparentemente natural, chegaram a imaginar homens nada parecidos com eles, e, em alguns casos, também mulheres, como iguais? Se pudéssemos compreender como isso veio a acontecer, compreenderíamos melhor o que os direitos humanos significam para nós hoje em dia.

Lynn Hunt. A invenção dos direitos humanos: uma história. Tradução de Rosaura Eichenberg.
São Paulo: Companhia das Letras, 2009, p. 15-16 (com adaptações).


A respeito de aspectos linguísticos do texto precedente bem como das ideias nele veiculadas, julgue os próximos itens. 
Dada a polissemia do vocábulo homem, seria possível interpretar que os direitos previstos no artigo 1.º da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão abrangeriam um grupo restrito de pessoas. 
Alternativas
Q3103598 Português
Considere a seguinte sentença: “É importante saber ouvir opiniões dissonantes, já que elas podem causar reflexões inesperadas.” Um antônimo de ‘dissonante’, palavra que ocorre na sentença dada, é:
Alternativas
Q3103591 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.


Todas as culturas têm refeições equivalentes ao café, almoço e jantar? 


    Mais ou menos: as refeições podem ter nomes diferentes, mas os horários se tornaram basicamente iguais do século 19 para cá, conforme as jornadas de trabalho no mundo todo se uniformizaram.

    Hoje, praticamente todas as pessoas do mundo fazem três refeições por dia, ainda que elas tenham nomes diferentes e, muitas vezes, ingredientes irreconhecíveis para nós (vide os ingleses, que comem linguiça, feijão e tomate no café, ou o almoço ideal da culinária bengali, que tem sete pratos).


    Essa padronização global na rotina das refeições deriva, em grande parte, da uniformização dos horários de trabalho: as jornadas de mais ou menos oito horas diárias, com pausa para o almoço, tornam natural que se coma antes, no meio e após o expediente. O corpo normalmente começa a manifestar os primeiros sinais de fome entre três e quatro horas após a última refeição. Então, se você passar 16 horas acordado e comer a cada 4 horas, você vai fazer quatro refeições diferentes.

    Essa quarta refeição extraoficial, na América Latina e no sul da Europa, costuma ser um lanchinho vespertino entre almoço e jantar, conhecido em espanhol como merienda (palavra que ainda existe no português brasileiro, mas soa um pouco datada). 

    Nem todo mundo na história humana seguiu essa programação de refeições, é claro. Populações de caçadores-coletores, por exemplo, muitas vezes comiam quando sentiam fome, sem um número certo de refeições diárias. Isso se alinha com jornadas de trabalho irregulares e menores que as nossas.

    É evidente que havia uma variedade muito maior de rotinas alimentares na Antiguidade, quando as telecomunicações ainda eram virtualmente inexistentes e não havia trocas culturais em tempo real entre populações de diferentes partes do mundo. 

    Segundo a historiadora da comida Caroline Yeldham, os romanos antigos faziam só uma grande refeição por dia, beliscando aqui e ali, mas olhando feio para a ideia de café da manhã. Esse banquete diário era um jantar que começava particularmente cedo, no final da tarde. Já os egípcios, de acordo com o livro Food in the ancient world, de Joan P. Alcock, tomavam café da manhã e só comiam de novo ao final do dia, depois que tivessem terminado a jornada de trabalho. A cerveja era importantíssima para a nutrição de operários e agricultores ao longo do dia, já que se trata de um líquido bem calórico. 


ROSSINI, M. C. Todas as culturas têm refeições equivalentes ao café, almoço e jantar? Revista Superinteressante. Adaptado. Disponível em . <https://super.abril.com.br/coluna/oraculo/todas-asculturas-tem-refeicoes-equivalentes-ao-cafe-almoco-ejantar/>.

 

Em “Hoje, praticamente todas as pessoas do mundo fazem três refeições por dia, ainda que elas tenham nomes diferentes e, muitas vezes, ingredientes irreconhecíveis para nós [...]”, a locução ‘ainda que’ introduz uma oração de sentido: 
Alternativas
Q3103431 Português

A questão diz respeito ao texto. Leia-o atentamente antes de responder.                     


                                                

Em termos de semântica, aponte a convergência INCORRETA de palavras do texto.
Alternativas
Q3103171 Português

Leia o texto a seguir:





Fonte: https://www.jornaldenovaodessa.com.br/charges/charge-133/. Acesso em 02

nov. 2024.

O significado de “tralhas” é:
Alternativas
Q3103170 Português

Leia o texto a seguir:





Fonte: https://www.jornaldenovaodessa.com.br/charges/charge-133/. Acesso em 02

nov. 2024.

O mosquito diz que o homem é uma “verdadeira mãe”. Isso significa que o inseto está sendo:
Alternativas
Q3103114 Português
Identidade brasileira beira o indecifrável aos estrangeiros

(Entrevista concedida por Valter Hugo Mãe)


Segundo um dos escritores mais influentes da língua portuguesa, a identidade do que é ser brasileiro ainda carrega uma “aura” quase indecifrável para boa parte dos povos europeus. Para muitos deles, o “Brasil é, sobretudo, uma espécie de festa contínua, um verão único e uma propensão a uma resistência e à sobrevivência dotada de alegria, ainda que desafiada pela pior das agruras”, declara Valter Hugo Mãe.

Hugo Mãe conta que a imagem “sedutora” que os portugueses carregam do brasileiro, “de um povo que não interrompe a sua solaridade”, ficou mais evidente para ele durante a primeira vez em que esteve no país.

“Passei um mês na Ilha da Conceição, em Niterói [RJ], um lugar com muita gente pobre, com muitas casas sem portas ou janelas de vidro. Mas aquelas pessoas, todas as tardes, vinham à rua e faziam um ‘festival de verão’. Elas pareciam todas muito mais felizes do que as que eu conheço em Portugal vivendo em belíssimos apartamentos, com ar-condicionado e aquecedor e com o carro do ano na garagem”, salienta. “Há qualquer coisa aqui que não se entende imediatamente na Europa; eles não têm um padrão para fazer caber o que é essa identidade brasileira. Eu tenho a sensação de que, aqui, se capitaliza muito mais o que é estar vivo.”

Para um europeu, que, geralmente, costuma contar sempre com organização e classificação definida do que são as pessoas e os lugares, chegar ao Brasil se torna desafiante. “Estar disponível para todos os sentidos e todos os caminhos é algo que está no radical do brasileiro. O cidadão brasileiro é um pouco impreciso. Aqui, a coisa é só tendente e isso está em tudo: um católico tem sua mãe de santo, que também é única para ele; para quem vem de uma perspectiva muito rigorosa e de uma concessão profundamente sacralizada, isso é uma libertação.”


(Entrevista em https://umbrasil.com/)
[Questão Inédita] Para muitos deles, o “Brasil é, sobretudo, uma espécie de festa contínua...
Assinale a alternativa que não traz um sinônimo para a palavra em destaque.
Alternativas
Q3103113 Português
Identidade brasileira beira o indecifrável aos estrangeiros

(Entrevista concedida por Valter Hugo Mãe)


Segundo um dos escritores mais influentes da língua portuguesa, a identidade do que é ser brasileiro ainda carrega uma “aura” quase indecifrável para boa parte dos povos europeus. Para muitos deles, o “Brasil é, sobretudo, uma espécie de festa contínua, um verão único e uma propensão a uma resistência e à sobrevivência dotada de alegria, ainda que desafiada pela pior das agruras”, declara Valter Hugo Mãe.

Hugo Mãe conta que a imagem “sedutora” que os portugueses carregam do brasileiro, “de um povo que não interrompe a sua solaridade”, ficou mais evidente para ele durante a primeira vez em que esteve no país.

“Passei um mês na Ilha da Conceição, em Niterói [RJ], um lugar com muita gente pobre, com muitas casas sem portas ou janelas de vidro. Mas aquelas pessoas, todas as tardes, vinham à rua e faziam um ‘festival de verão’. Elas pareciam todas muito mais felizes do que as que eu conheço em Portugal vivendo em belíssimos apartamentos, com ar-condicionado e aquecedor e com o carro do ano na garagem”, salienta. “Há qualquer coisa aqui que não se entende imediatamente na Europa; eles não têm um padrão para fazer caber o que é essa identidade brasileira. Eu tenho a sensação de que, aqui, se capitaliza muito mais o que é estar vivo.”

Para um europeu, que, geralmente, costuma contar sempre com organização e classificação definida do que são as pessoas e os lugares, chegar ao Brasil se torna desafiante. “Estar disponível para todos os sentidos e todos os caminhos é algo que está no radical do brasileiro. O cidadão brasileiro é um pouco impreciso. Aqui, a coisa é só tendente e isso está em tudo: um católico tem sua mãe de santo, que também é única para ele; para quem vem de uma perspectiva muito rigorosa e de uma concessão profundamente sacralizada, isso é uma libertação.”


(Entrevista em https://umbrasil.com/)
[Questão Inédita] “Para um europeu, que, geralmente, costuma contar sempre com organização e classificação definida do que são as pessoas e os lugares, chegar ao Brasil se torna desafiante”
A palavra “geralmente, no contexto acima, traz o sentido de que:
Alternativas
Q3103111 Português
Identidade brasileira beira o indecifrável aos estrangeiros

(Entrevista concedida por Valter Hugo Mãe)


Segundo um dos escritores mais influentes da língua portuguesa, a identidade do que é ser brasileiro ainda carrega uma “aura” quase indecifrável para boa parte dos povos europeus. Para muitos deles, o “Brasil é, sobretudo, uma espécie de festa contínua, um verão único e uma propensão a uma resistência e à sobrevivência dotada de alegria, ainda que desafiada pela pior das agruras”, declara Valter Hugo Mãe.

Hugo Mãe conta que a imagem “sedutora” que os portugueses carregam do brasileiro, “de um povo que não interrompe a sua solaridade”, ficou mais evidente para ele durante a primeira vez em que esteve no país.

“Passei um mês na Ilha da Conceição, em Niterói [RJ], um lugar com muita gente pobre, com muitas casas sem portas ou janelas de vidro. Mas aquelas pessoas, todas as tardes, vinham à rua e faziam um ‘festival de verão’. Elas pareciam todas muito mais felizes do que as que eu conheço em Portugal vivendo em belíssimos apartamentos, com ar-condicionado e aquecedor e com o carro do ano na garagem”, salienta. “Há qualquer coisa aqui que não se entende imediatamente na Europa; eles não têm um padrão para fazer caber o que é essa identidade brasileira. Eu tenho a sensação de que, aqui, se capitaliza muito mais o que é estar vivo.”

Para um europeu, que, geralmente, costuma contar sempre com organização e classificação definida do que são as pessoas e os lugares, chegar ao Brasil se torna desafiante. “Estar disponível para todos os sentidos e todos os caminhos é algo que está no radical do brasileiro. O cidadão brasileiro é um pouco impreciso. Aqui, a coisa é só tendente e isso está em tudo: um católico tem sua mãe de santo, que também é única para ele; para quem vem de uma perspectiva muito rigorosa e de uma concessão profundamente sacralizada, isso é uma libertação.”


(Entrevista em https://umbrasil.com/)
[Questão Inédita] Segundo um dos escritores mais influentes da língua portuguesa, a identidade do que é ser brasileiro ainda carrega uma “aura” quase indecifrável para boa parte dos povos europeus. (1º parágrafo)

No texto, a palavra “aura” traz o sentido de
Alternativas
Ano: 2024 Banca: IBADE Órgão: CRC-MS Prova: IBADE - 2024 - CRC-MS - Contador |
Q3102707 Português
No contexto da coesão textual, o uso adequado de conectivos e expressões referenciais é fundamental para a clareza e continuidade do texto.
Considerando isso, assinale a alternativa que apresenta um erro de coesão.
Alternativas
Q3102591 Português

As questões de 01 a 10 dizem respeito ao texto. Leia-o atentamente antes de respondê-las.                       


                   

A respeito da significação vocabular no texto, indique a alternativa que apresenta inconsistência nas informações.
Alternativas
Q3102334 Português
Leia e interprete o texto a seguir, para responder à questão:

O fortalecimento da democracia ocupa, hoje, o proscênio das preocupações da comunidade internacional. É convicção generalizada que a democracia é elemento propulsor do desenvolvimento, inibidor de condutas agressivas no plano externo, pano de fundo necessário ao exercício de uma política efetiva de direitos humanos. Poder-se-ia igualmente afirmar que a salvaguarda dos direitos humanos é o critério pelo qual se mede o progresso da construção democrática das nações.

Foi em 1993, na Conferência de Viena sobre Direitos Humanos, que as mulheres entraram, enfim, na humanidade visível. Foi então que a comunidade internacional tomou consciência de que a universalidade dos direitos humanos estava comprometida por pontos cegos, assim como foi cego o conceito de democracia no qual "demos" não incluía as mulheres e os escravos. O ponto cego dos direitos humanos era a ausência de reconhecimento de que a humanidade é feita de dois sexos, diferentes e iguais em direitos e deveres.

(Rosiska Darcy de Oliveira - trecho do artigo "As Mulheres, os Direitos Humanos e a Democracia". Fonte: dominiopublico.gov.br)
Qual o sentido de "proscênio", no contexto do trecho analisado?
Alternativas
Ano: 2024 Banca: ADVISE Órgão: Prefeitura de São José da Tapera - AL Provas: ADVISE - 2024 - Prefeitura de São José da Tapera - AL - Agente Administrativo | ADVISE - 2024 - Prefeitura de São José da Tapera - AL - Agente de Vigilância Epidemiológica | ADVISE - 2024 - Prefeitura de São José da Tapera - AL - Agente de Vigilância Sanitária | ADVISE - 2024 - Prefeitura de São José da Tapera - AL - Assistente Administrativo Educacional | ADVISE - 2024 - Prefeitura de São José da Tapera - AL - Auxiliar de Arrecadação | ADVISE - 2024 - Prefeitura de São José da Tapera - AL - Auxiliar de Cirurgião Dentista | ADVISE - 2024 - Prefeitura de São José da Tapera - AL - Auxiliar de Contabilidade | ADVISE - 2024 - Prefeitura de São José da Tapera - AL - Auxiliar de Farmácia | ADVISE - 2024 - Prefeitura de São José da Tapera - AL - Auxiliar de Licitação | ADVISE - 2024 - Prefeitura de São José da Tapera - AL - Fiscal de Obras | ADVISE - 2024 - Prefeitura de São José da Tapera - AL - Fiscal de Tributos | ADVISE - 2024 - Prefeitura de São José da Tapera - AL - Guarda Municipal | ADVISE - 2024 - Prefeitura de São José da Tapera - AL - Monitor de Transporte Escolar | ADVISE - 2024 - Prefeitura de São José da Tapera - AL - Motorista Escolar | ADVISE - 2024 - Prefeitura de São José da Tapera - AL - Técnico Agrícola | ADVISE - 2024 - Prefeitura de São José da Tapera - AL - Técnico de Enfermagem | ADVISE - 2024 - Prefeitura de São José da Tapera - AL - Técnico de Informática | ADVISE - 2024 - Prefeitura de São José da Tapera - AL - Técnico em Edificação | ADVISE - 2024 - Prefeitura de São José da Tapera - AL - Técnico em Laboratório |
Q3102274 Português
Aponte a alternativa com a relação INCORRETA de significância das palavras do texto.
Alternativas
Q3102208 Português
Aponte a disposição menos coerente sobre a significação de palavras do texto.
Alternativas
Respostas
1901: C
1902: A
1903: C
1904: B
1905: E
1906: E
1907: C
1908: B
1909: E
1910: D
1911: B
1912: D
1913: D
1914: C
1915: A
1916: B
1917: D
1918: D
1919: D
1920: D