Questões de Concurso
Sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português
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Qual alternativa apresenta o sinônimo da palavra sublinhada abaixo?
A catástrofe fez com que muitas pessoas deixassem suas casas, tristemente. O infortúnio durará meses.
I. A substituição de “sobre” (segundo período do 5º parágrafo) por “acerca de” manteria o sentido e a correção gramatical do trecho.
II. A substituição de “mundo” (1º parágrafo) por “vida” e, por consequência, do “ao” que o antecede por “a”, permitiria, de modo facultativo, o emprego do acento indicativo da crase (“a/à vida”).
III. A substituição de “nela” (segundo período do último parágrafo) por “dela” manteria o sentido e a correção gramatical do excerto.
Está CORRETO o que se afirma:
“O erro geralmente é subestimado, por falta de consciência de que sua fonte está no próprio conhecimento e de que ele constitui uma ameaça em toda e qualquer vida e por toda a vida”. (4º parágrafo)
O termo sublinhado poderia ser substituído, sem prejuízo de sentido e correção gramatical, por:

Com base na estrutura e no vocabulário empregados no texto, julgue o item seguinte.
O sentido da palavra “consumir” (linha 33) no texto é o de ingerir.

Com base na estrutura e no vocabulário empregados no texto, julgue o item seguinte.
A expressão “a partir” (linha 6) pode ser substituída, mantendo‑se o sentido original e a correção gramatical do texto, por a cerca.
I. A preposição “de”, usada em: “…a criação de manuais e guias para orientar cidadãos…” (1§), está introduzindo um complemento nominal.
II. A frase: “Antes de entrar no elevador, verifique se o mesmo está parado no seu andar” está de acordo com a recomendação apresentada no (4§).
III. A palavra “doutrinária”, usada na expressão: “citações doutrinárias” (5§) foi formada pelo processo de parassíntese e exerce a função de adjunto adnominal.
IV. A retirada da preposição do trecho: “…reflita sobre se foi difícil retirá-las e se isso alterou a essência…” (7§) não altera substancialmente o sentido original.
A respeito dos comentários, entende-se que
Texto 04

Se eu fosse você
Dizem que você se torna seu ascendente depois da meia-idade. Eu sou de escorpião, meu ascendente é peixes. O curioso é que a minha esposa é exatamente o meu contrário: ela é de peixes com ascendente em escorpião.
A máxima tem vigorado em nossa casa. Invertemos os papéis, o que é um tanto estranho. Virei Glória Pires, ela virou Tony Ramos. A franquia "Se Eu Fosse Você" entrou em nosso casamento.
Sempre fui vingativo, passional, sangue quente. Ela sempre foi da paz, do "larga disso", da diplomacia.
Agora sou eu que tenho que dissuadi-la de aceitar uma provocação, ou de mergulhar de cabeça numa briga, ou de entrar com uma ação quando nota um desrespeito aos direitos do consumidor. Houve a troca sumária de espíritos e de comportamento.
Eu era o primeiro a explodir, atualmente me aparto e respiro fundo. A temperatura do meu coração teve o decréscimo de cinco graus. Percebo até um arrepio na nuca, como nunca antes. Não faço mais escândalos em filas, em engarrafamentos, naqueles tempos parados da existência.
Transformei-me num conciliador. Logo eu, outrora insensível para a compaixão, acostumado a traçar planos maquiavélicos, lentos e inclementes de represália. A paz dos astros se infiltrou em meu sangue. Venho experimentando essa inédita fraqueza na minha nova versão e sofro, inclusive, de pena de Beatriz, pois adotou a minha sina escorpiana.
Quando conversamos, as diferenças são galopantes e cômicas. Ela rouba as minhas falas, eu roubo as falas dela. Talvez a astrologia tenha nos proporcionado a mais enraizada empatia amorosa: colocar-se no lugar do outro.
Finalmente ela entende o que eu sentia, e eu entendo o que ela sentia. Nosso entendimento cresceu. Tem mais silêncio, tem mais espaço no silêncio, e o silêncio é mais cúmplice.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado. ]
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/se-eu-fosse-voce -1.3348553
Leia o poema abaixo e responda a questão.
“Quem me compra um jardim com flores?
Borboletas de muitas cores,
lavadeiras e passarinhos,
ovos verdes e azuis nos ninhos?
Quem me compra este caracol?
Quem me compra um raio de sol?
Um lagarto entre o muro e a hera,
uma estátua da Primavera?
Quem me compra este formigueiro?
E este sapo, que é jardineiro?
E a cigarra e a sua canção?
E o grilinho dentro do chão?
(Este é o meu leilão.)”
Leilão de Jardim, de Cecília Meireles
