Questões de Concurso
Sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português
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INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto e, a seguir, responda à questão.

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto e, a seguir, responda à questão.

I. Assevera que as pessoas podem buscar um novo sentido para a vida.
II. Defende que a vida, para algumas pessoas, não tem qualquer sentido.
III. Oferece um aconselhamento representado pela forma “(RES)signifique”
IV. Agrega, com a partícula “(RE-)”, mais significação à palavra “signifique”.
V. Afirma que é possível operar mudanças significativas no modo de viver.
Estão CORRETAS as afirmativas
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto e, a seguir, responda à questão.

I - A palavra “baratas” foi empregada com a mesma significação nos dois usos presentes no texto.
II - Uma das ideias veiculadas é que as empresas que cobram um preço menor prestam um serviço de má qualidade.
III - O termo “existem” poderia ser substituído pelo termo “há” sem alterar o sentido da mensagem.
IV - Uma das ideias veiculadas é que a “Insetisan” cobra mais caro, porém faz um trabalho eficiente.
V - A palavra “você” é um termo usado para indicar a pessoa a quem se fala diretamente, por isso representa uma forma de tratamento.
Estão CORRETAS as afirmativas
( ) Ele tem aptidão com ensinar. ( ) O ministro foi assediado por jornalistas. ( ) A casa é assombrada por muitos espíritos.

Com base na estrutura linguística e no vocabulário empregados no texto, julgue o item a seguir.
O sentido do texto seria mantido com a substituição da palavra “excludente” (linha 38) pela palavra exclusivo.

Com base na estrutura linguística e no vocabulário empregados no texto, julgue o item a seguir.
O nome “transeuntes” (linha 10) tem, no texto, o mesmo sentido de pedestres.
Considere o contexto em que a palavra “lúgubre” foi empregada – “O apartamento, ao fim de alguns dias, ganhava um aspecto lúgubre de navio abandonado.” (2º§) A palavra “lúgubre” tem o significado de:

Com base na estrutura linguística e no vocabulário empregados no texto, julgue o item a seguir.
O sentido da palavra “contendas” (linha 30) no texto é problemas.

Com base na estrutura linguística e no vocabulário empregados no texto, julgue o item a seguir.
A substituição da palavra “restritos” (linha 11) por circunscritos manteria a correção gramatical e o sentido original do texto.

Com base na estrutura linguística e no vocabulário empregados no texto, julgue o item a seguir.
As palavras “corpo” (linha 1) e “expressão” (linha 2) foram empregadas no texto como sinônimas.
Texto III para responder à questão.
Bons tempos os que vivemos, em que tudo tem prazo de validade e tudo pode ser descartável. Meu pai herdara uma máquina fotográfica do meu avô, foi com ela que registrou os primeiros passos de seus filhos, o batizado, a primeira comunhão, chegou mesmo a fotografar o casamento do irmão mais velho com o mesmo equipamento, que era chamado de “caixote”. Ainda tenho fotos tiradas por aquela ancestral das atuais câmaras digitais, que duram o espaço daquelas rosas de Malherbe.
Apesar de tanto e tamanho progresso tecnológico, muita coisa ainda precisa ser inventada e fatalmente o será; já disseram por aí que tudo o que homem pensa, mais cedo ou mais tarde pode ser realizado materialmente. A viagem à Lua, o submarino, aquele termômetro dentro do peito do peru para apitar na hora em que estiver pronto – são muitas as invenções do engenho humano, desde a roda dos sumérios ao “Jingle Bells” tocado nos celulares durante as festas do Natal.
De minha parte, já confessei que fiquei pasmo com uma das invenções do admirável mundo novo que muito me beneficiaram. Em criança, obrigavam-me a engraxar os sapatos, era quase uma exigência da higiene corporal andar de sapatos engraxados. E as latas de graxa eram insidiosas, custavam a ser abertas, batia-se com elas em algum lugar duro, ficavam amassadas e aí mesmo é que se recusavam a abrir.
Até que um gênio, maior do que Leonardo, maior do que Edison, inventou uma pequena alavanca lateral na parte de cima da lata. Se Arquimedes garantiu que levantaria a Terra se tivesse um ponto de apoio no espaço onde pudesse colocar uma alavanca, eu me senti um Arquimedes do Lins de Vasconcelos quando abri a primeira lata de graxa com a alavanquinha de metal ordinário que me abriu, mais do que uma lata de graxa, o território mágico da tecnologia moderna.
Mesmo assim, desconfio que falta muita coisa a ser inventada. Tenho um amigo que garante a facilidade com que poderemos viajar sem avião, trem, carro ou a pé. Aproveitando a rotação do nosso planeta, uma almanjarra qualquer que ainda será criada nos elevará a uma certa altura, lá de cima esperaremos que a Terra gire até ao ponto onde queremos saltar. Posso sair daqui da Lagoa ao meio-dia e meia e almoçar na Groenlândia a uma da tarde, sem esforço, sem apertões e por baixo custo. O problema é que – Deus é testemunha – não tenho nenhum interesse em almoçar ou jantar na Groenlândia.
(CONY, Carlos Heitor. Crônicas para ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2009. Adaptado.)
Texto III para responder à questão.
Bons tempos os que vivemos, em que tudo tem prazo de validade e tudo pode ser descartável. Meu pai herdara uma máquina fotográfica do meu avô, foi com ela que registrou os primeiros passos de seus filhos, o batizado, a primeira comunhão, chegou mesmo a fotografar o casamento do irmão mais velho com o mesmo equipamento, que era chamado de “caixote”. Ainda tenho fotos tiradas por aquela ancestral das atuais câmaras digitais, que duram o espaço daquelas rosas de Malherbe.
Apesar de tanto e tamanho progresso tecnológico, muita coisa ainda precisa ser inventada e fatalmente o será; já disseram por aí que tudo o que homem pensa, mais cedo ou mais tarde pode ser realizado materialmente. A viagem à Lua, o submarino, aquele termômetro dentro do peito do peru para apitar na hora em que estiver pronto – são muitas as invenções do engenho humano, desde a roda dos sumérios ao “Jingle Bells” tocado nos celulares durante as festas do Natal.
De minha parte, já confessei que fiquei pasmo com uma das invenções do admirável mundo novo que muito me beneficiaram. Em criança, obrigavam-me a engraxar os sapatos, era quase uma exigência da higiene corporal andar de sapatos engraxados. E as latas de graxa eram insidiosas, custavam a ser abertas, batia-se com elas em algum lugar duro, ficavam amassadas e aí mesmo é que se recusavam a abrir.
Até que um gênio, maior do que Leonardo, maior do que Edison, inventou uma pequena alavanca lateral na parte de cima da lata. Se Arquimedes garantiu que levantaria a Terra se tivesse um ponto de apoio no espaço onde pudesse colocar uma alavanca, eu me senti um Arquimedes do Lins de Vasconcelos quando abri a primeira lata de graxa com a alavanquinha de metal ordinário que me abriu, mais do que uma lata de graxa, o território mágico da tecnologia moderna.
Mesmo assim, desconfio que falta muita coisa a ser inventada. Tenho um amigo que garante a facilidade com que poderemos viajar sem avião, trem, carro ou a pé. Aproveitando a rotação do nosso planeta, uma almanjarra qualquer que ainda será criada nos elevará a uma certa altura, lá de cima esperaremos que a Terra gire até ao ponto onde queremos saltar. Posso sair daqui da Lagoa ao meio-dia e meia e almoçar na Groenlândia a uma da tarde, sem esforço, sem apertões e por baixo custo. O problema é que – Deus é testemunha – não tenho nenhum interesse em almoçar ou jantar na Groenlândia.
(CONY, Carlos Heitor. Crônicas para ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2009. Adaptado.)