Questões de Concurso Sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português

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Q4101278 Português
A FELICIDADE REALISTA


(1º§) A princípio bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos. Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis. Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica e uma temporada num "SPA" cinco estrelas.

(2º§) E quanto ao amor? Ah, o amor..., não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e namorar de vez em quando. Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo.

(3º§) Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar à luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito. É o que dá ver tanta televisão. Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista. Ter um parceiro constante pode ou não, ser sinônimo de felicidade.

(4º§) Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com um parceiro, feliz sem nenhum. Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio. Dinheiro é uma bênção. Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo. Não perder tempo, juntando, juntando, juntando dinheiro sem se lembrar da felicidade. Junte apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado.

(5º§) E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda, buscando coisas que saiam de graça, como um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de criatividade. Crie, inove, reflita e valorize a importância da felicidade realista!

(6º§) Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável. Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno. Olhe para o relógio: hora de acordar. É importante pensar ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza, instiga e conduz, mas sem exigir-se desumanamente. A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade. "Estamos num mundo complexo de sentimentos e fantasias".

(7º§) Se a meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as regras, demita-se. Invente seu próprio jogo.

(8º§) Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não se esqueça de que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade. Ela transmite paz e não sentimentos fortes, que nos atormenta e provoca inquietude no nosso coração. Isso pode ser alegria, paixão, entusiasmo, mas não felicidade!



(Mário Quintana. Poeta gaúcho) - (Adaptado)
Analise as assertivas seguintes:

I.No período: "Estamos num mundo complexo de sentimentos e fantasias" - "complexo" tem o mesmo sentido semântico contextual de "intrincado".

II.No trecho: "queremos jantar à luz de velas de segunda a domingo" - temos: locução verbal formada por verbo de segunda conjugação e por verbo de primeira conjugação, crase que faz parte da expressão, expressão temporal representada por trissílabos paroxítonos que identificam dois dias da semana.

III.O período: "Faça o que for necessário para ser feliz" - inicia com verbo irregular de segunda conjugação no modo imperativo afirmativo, identificando o interlocutor de terceira pessoa do singular.

IV.A composição do período exclamativo: "Crie, inove, reflita e valorize a importância da felicidade realista!" - contém: duas orações coordenadas assindéticas e uma oração coordenada sindética com respectivo objeto direto.


Marque a alternativa com todas as assertivas corretas.
Alternativas
Q4101241 Português
A FELICIDADE REALISTA


(1º§) A princípio bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos. Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis. Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica e uma temporada num "SPA" cinco estrelas.

(2º§) E quanto ao amor? Ah, o amor..., não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e namorar de vez em quando. Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo.

(3º§) Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar à luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito. É o que dá ver tanta televisão. Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista. Ter um parceiro constante pode ou não, ser sinônimo de felicidade.

(4º§) Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com um parceiro, feliz sem nenhum. Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio. Dinheiro é uma bênção. Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo. Não perder tempo, juntando, juntando, juntando dinheiro sem se lembrar da felicidade. Junte apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado.

(5º§) E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda, buscando coisas que saiam de graça, como um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de criatividade. Crie, inove, reflita e valorize a importância da felicidade realista!

(6º§) Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável. Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno. Olhe para o relógio: hora de acordar. É importante pensar ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza, instiga e conduz, mas sem exigir-se desumanamente. A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade. "Estamos num mundo complexo de sentimentos e fantasias".

(7º§) Se a meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as regras, demita-se. Invente seu próprio jogo.

(8º§) Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não se esqueça de que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade. Ela transmite paz e não sentimentos fortes, que nos atormenta e provoca inquietude no nosso coração. Isso pode ser alegria, paixão, entusiasmo, mas não felicidade!


(Mário Quintana. Poeta gaúcho) - (Adaptado)
Analise as assertivas seguintes:

I.No período: "Estamos num mundo complexo de sentimentos e fantasias" - "complexo" tem o mesmo sentido semântico contextual de "intrincado".

II.No trecho: "queremos jantar à luz de velas de segunda a domingo" - temos: locução verbal formada por verbo de segunda conjugação e por verbo de primeira conjugação, crase que faz parte da expressão, expressão temporal representada por trissílabos paroxítonos que identificam dois dias da semana.

III.O período: "Faça o que for necessário para ser feliz" - inicia com verbo irregular de segunda conjugação no modo imperativo afirmativo, identificando o interlocutor de terceira pessoa do singular.

IV.A composição do período exclamativo: "Crie, inove, reflita e valorize a importância da felicidade realista!" - contém: duas orações coordenadas assindéticas e uma oração coordenada sindética com respectivo objeto direto.


Marque a alternativa com todas as assertivas corretas.
Alternativas
Q4101015 Português
A FELICIDADE REALISTA


(1º§) A princípio bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos. Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis. Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica e uma temporada num "SPA" cinco estrelas.

(2º§) E quanto ao amor? Ah, o amor..., não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e namorar de vez em quando. Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo.

(3º§) Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar à luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito. É o que dá ver tanta televisão. Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista. Ter um parceiro constante pode ou não, ser sinônimo de felicidade.

(4º§) Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com um parceiro, feliz sem nenhum. Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio. Dinheiro é uma bênção. Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo. Não perder tempo, juntando, juntando, juntando dinheiro sem se lembrar da felicidade. Junte apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado.

(5º§) E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda, buscando coisas que saiam de graça, como um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de criatividade. Crie, inove, reflita e valorize a importância da felicidade realista!

(6º§) Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável. Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno. Olhe para o relógio: hora de acordar. É importante pensar ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza, instiga e conduz, mas sem exigir-se desumanamente. A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade. "Estamos num mundo complexo de sentimentos e fantasias".

(7º§) Se a meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as regras, demita-se. Invente seu próprio jogo.

(8º§) Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não se esqueça de que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade. Ela transmite paz e não sentimentos fortes, que nos atormenta e provoca inquietude no nosso coração. Isso pode ser alegria, paixão, entusiasmo, mas não felicidade!



(Mário Quintana. Poeta gaúcho) - (Adaptado)
Analise as assertivas seguintes:

I.No período: "Estamos num mundo complexo de sentimentos e fantasias" - "complexo" tem o mesmo sentido semântico contextual de "intrincado".
II.No trecho: "queremos jantar à luz de velas de segunda a domingo" - temos: locução verbal formada por verbo de segunda conjugação e por verbo de primeira conjugação, crase que faz parte da expressão, expressão temporal representada por trissílabos paroxítonos que identificam dois dias da semana.
III.O período: "Faça o que for necessário para ser feliz" - inicia com verbo irregular de segunda conjugação no modo imperativo afirmativo, identificando o interlocutor de terceira pessoa do singular.
IV.A composição do período exclamativo: "Crie, inove, reflita e valorize a importância da felicidade realista!" - contém: duas orações coordenadas assindéticas e uma oração coordenada sindética com respectivo objeto direto.


Marque a alternativa com todas as assertivas corretas.
Alternativas
Q4100441 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O SOL E A LUA


O Sol pediu a Lua em casamento.

Disse que já a amava há muito tempo.

Desde a época dos dinossauros!

Pterodáctilos, tiranossauros.

Quando nem existia a bicicleta, nem o Velotrol.

Nem a motocicleta.

Mas a Lua achou aquilo tão estranho.

Uma bola quente que nem toma banho?

Onde eu estou? Imagine só! Tenha dó!

Pois meu coração não pertence a ninguém.

Sou a inspiração de todos os casais!

Dos grandes poetas aos mais normais.

Sai pra lá, rapaz. Você queima como fogo!

O Sol pediu a Lua em casamento.

E a Lua disse: Não sei, não sei, não sei.

Me dá um tempo. E o Sol congelou seu coração.

E 24 horas depois, o Sol nasceu, a Lua se pôs.

Ele falou com ela: "Você quer se casar comigo"?

A Lua preferiu ficar com as estrelas, deixando o Sol quente para depois.

Assim sendo, ela guardou seu próprio coração!

Mas o Astro-Rei, com todos os seus planetas.

Cometas, asteroides, Terra, Marte, Vênus, Netunos e Uranos.

Foi se apaixonar justo por ela.

Que o despreza e o deixa esperar.

Acontece que o Sol não se conformou.

Foi pedir ao vento para lhe ajudar.

Mas o vento nem sequer parou.

Pois não tinha tempo para conversar.

O Sol sem saber mais o que fazer.

Com tanto amor pra dar, começou a chorar.

E a derreter, começou a chover e a molhar.

E a escurecer.

(...)

Se a Lua não te quer, tudo bem.

Você é lindo, cara!

E seu brilho vai muito mais além.

Um dia, você vai encontrar alguém.

Que, com certeza, vai te amar também.


(O Sol e a Lua - Pequeno Cidadão - LETRAS.MUS.BR) - (Adaptado)

Pequeno Cidadão
Marque a alternativa com análise correta.
Alternativas
Q4100435 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O SOL E A LUA


O Sol pediu a Lua em casamento.

Disse que já a amava há muito tempo.

Desde a época dos dinossauros!

Pterodáctilos, tiranossauros.

Quando nem existia a bicicleta, nem o Velotrol.

Nem a motocicleta.

Mas a Lua achou aquilo tão estranho.

Uma bola quente que nem toma banho?

Onde eu estou? Imagine só! Tenha dó!

Pois meu coração não pertence a ninguém.

Sou a inspiração de todos os casais!

Dos grandes poetas aos mais normais.

Sai pra lá, rapaz. Você queima como fogo!

O Sol pediu a Lua em casamento.

E a Lua disse: Não sei, não sei, não sei.

Me dá um tempo. E o Sol congelou seu coração.

E 24 horas depois, o Sol nasceu, a Lua se pôs.

Ele falou com ela: "Você quer se casar comigo"?

A Lua preferiu ficar com as estrelas, deixando o Sol quente para depois.

Assim sendo, ela guardou seu próprio coração!

Mas o Astro-Rei, com todos os seus planetas.

Cometas, asteroides, Terra, Marte, Vênus, Netunos e Uranos.

Foi se apaixonar justo por ela.

Que o despreza e o deixa esperar.

Acontece que o Sol não se conformou.

Foi pedir ao vento para lhe ajudar.

Mas o vento nem sequer parou.

Pois não tinha tempo para conversar.

O Sol sem saber mais o que fazer.

Com tanto amor pra dar, começou a chorar.

E a derreter, começou a chover e a molhar.

E a escurecer.

(...)

Se a Lua não te quer, tudo bem.

Você é lindo, cara!

E seu brilho vai muito mais além.

Um dia, você vai encontrar alguém.

Que, com certeza, vai te amar também.


(O Sol e a Lua - Pequeno Cidadão - LETRAS.MUS.BR) - (Adaptado)

Pequeno Cidadão
Marque a alternativa com análise incorreta.
Alternativas
Q4100036 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O SOL E A LUA


O Sol pediu a Lua em casamento.

Disse que já a amava há muito tempo.

Desde a época dos dinossauros!

Pterodáctilos, tiranossauros.

Quando nem existia a bicicleta, nem o Velotrol.

Nem a motocicleta.

Mas a Lua achou aquilo tão estranho.

Uma bola quente que nem toma banho?

Onde eu estou? Imagine só! Tenha dó!

Pois meu coração não pertence a ninguém.

Sou a inspiração de todos os casais!

Dos grandes poetas aos mais normais.

Sai pra lá, rapaz. Você queima como fogo!

O Sol pediu a Lua em casamento.

E a Lua disse: Não sei, não sei, não sei.

Me dá um tempo. E o Sol congelou seu coração.

E 24 horas depois, o Sol nasceu, a Lua se pôs.

Ele falou com ela: "Você quer se casar comigo"?

A Lua preferiu ficar com as estrelas, deixando o Sol quente para depois.

Assim sendo, ela guardou seu próprio coração!

Mas o Astro-Rei, com todos os seus planetas.

Cometas, asteroides, Terra, Marte, Vênus, Netunos e Uranos.

Foi se apaixonar justo por ela.

Que o despreza e o deixa esperar.

Acontece que o Sol não se conformou.

Foi pedir ao vento para lhe ajudar.

Mas o vento nem sequer parou.

Pois não tinha tempo para conversar.

O Sol sem saber mais o que fazer.

Com tanto amor pra dar, começou a chorar.

E a derreter, começou a chover e a molhar.

E a escurecer.

(...)

Se a Lua não te quer, tudo bem.

Você é lindo, cara!

E seu brilho vai muito mais além.

Um dia, você vai encontrar alguém.

Que, com certeza, vai te amar também.

(O Sol e a Lua - Pequeno Cidadão - LETRAS.MUS.BR) - (Adaptado)


Pequeno Cidadão
Marque a alternativa com análise correta.
Alternativas
Q4100035 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O SOL E A LUA


O Sol pediu a Lua em casamento.

Disse que já a amava há muito tempo.

Desde a época dos dinossauros!

Pterodáctilos, tiranossauros.

Quando nem existia a bicicleta, nem o Velotrol.

Nem a motocicleta.

Mas a Lua achou aquilo tão estranho.

Uma bola quente que nem toma banho?

Onde eu estou? Imagine só! Tenha dó!

Pois meu coração não pertence a ninguém.

Sou a inspiração de todos os casais!

Dos grandes poetas aos mais normais.

Sai pra lá, rapaz. Você queima como fogo!

O Sol pediu a Lua em casamento.

E a Lua disse: Não sei, não sei, não sei.

Me dá um tempo. E o Sol congelou seu coração.

E 24 horas depois, o Sol nasceu, a Lua se pôs.

Ele falou com ela: "Você quer se casar comigo"?

A Lua preferiu ficar com as estrelas, deixando o Sol quente para depois.

Assim sendo, ela guardou seu próprio coração!

Mas o Astro-Rei, com todos os seus planetas.

Cometas, asteroides, Terra, Marte, Vênus, Netunos e Uranos.

Foi se apaixonar justo por ela.

Que o despreza e o deixa esperar.

Acontece que o Sol não se conformou.

Foi pedir ao vento para lhe ajudar.

Mas o vento nem sequer parou.

Pois não tinha tempo para conversar.

O Sol sem saber mais o que fazer.

Com tanto amor pra dar, começou a chorar.

E a derreter, começou a chover e a molhar.

E a escurecer.

(...)

Se a Lua não te quer, tudo bem.

Você é lindo, cara!

E seu brilho vai muito mais além.

Um dia, você vai encontrar alguém.

Que, com certeza, vai te amar também.

(O Sol e a Lua - Pequeno Cidadão - LETRAS.MUS.BR) - (Adaptado)


Pequeno Cidadão
Marque a alternativa com análise incorreta.
Alternativas
Q4100031 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O SOL E A LUA


O Sol pediu a Lua em casamento.

Disse que já a amava há muito tempo.

Desde a época dos dinossauros!

Pterodáctilos, tiranossauros.

Quando nem existia a bicicleta, nem o Velotrol.

Nem a motocicleta.

Mas a Lua achou aquilo tão estranho.

Uma bola quente que nem toma banho?

Onde eu estou? Imagine só! Tenha dó!

Pois meu coração não pertence a ninguém.

Sou a inspiração de todos os casais!

Dos grandes poetas aos mais normais.

Sai pra lá, rapaz. Você queima como fogo!

O Sol pediu a Lua em casamento.

E a Lua disse: Não sei, não sei, não sei.

Me dá um tempo. E o Sol congelou seu coração.

E 24 horas depois, o Sol nasceu, a Lua se pôs.

Ele falou com ela: "Você quer se casar comigo"?

A Lua preferiu ficar com as estrelas, deixando o Sol quente para depois.

Assim sendo, ela guardou seu próprio coração!

Mas o Astro-Rei, com todos os seus planetas.

Cometas, asteroides, Terra, Marte, Vênus, Netunos e Uranos.

Foi se apaixonar justo por ela.

Que o despreza e o deixa esperar.

Acontece que o Sol não se conformou.

Foi pedir ao vento para lhe ajudar.

Mas o vento nem sequer parou.

Pois não tinha tempo para conversar.

O Sol sem saber mais o que fazer.

Com tanto amor pra dar, começou a chorar.

E a derreter, começou a chover e a molhar.

E a escurecer.

(...)

Se a Lua não te quer, tudo bem.

Você é lindo, cara!

E seu brilho vai muito mais além.

Um dia, você vai encontrar alguém.

Que, com certeza, vai te amar também.

(O Sol e a Lua - Pequeno Cidadão - LETRAS.MUS.BR) - (Adaptado)


Pequeno Cidadão
Marque a alternativa com análise incorreta.
Alternativas
Q4099492 Português
Assinale a alternativa que apresenta uma palavra que poderia substituir, sem alterar o sentido do texto, a conjunção “mas” (l. 06). 
Alternativas
Q4099207 Português
A questão refere-se ao texto abaixo.

Chefes e funcionários divergem sobre o perfil de liderança dos gestores

Por Juliana Américo

texto.jpg (682×604)

(Disponível em: https://vocesa.abril.com.br/ – texto adaptado especialmente para esta prova). 
Assinale a alternativa que indica palavra que NÃO poderia substituir corretamente o vocábulo “divergências” (l. 16) sob pena de alteração do sentido original do texto.
Alternativas
Q4097482 Português
Leia a tirinha a seguir. 

Imagem associada para resolução da questão
Disponível em: <https://moisescartuns.wordpress.com/2022/08/06/alguem/>. Acesso em: 01 set. 2022. 


No contexto da tirinha, o sentido do verbo “morcegar" é 
Alternativas
Q4097435 Português

Instrução: A questão se refere ao texto abaixo.


Acolha seus medos, aprenda com seus fracassos.


Por Leandro Herrera


texto_1.png (871×665)

texto_2.png (870×310)

Analise as assertivas a seguir a respeito da palavra “incompatível” (l. 34):


I. “Conflitante” é um sinônimo possível para a palavra em destaque.


II. A palavra “antagônico” é seu antônimo.


III. Trata-se de um adjetivo uniforme.


Quais estão corretas?

Alternativas
Q4097349 Português
Leia os Textos III, IV e V para responder à questão.


Texto III 

Q8_10.png (277×200)

Disponível em: <https://moisescartuns.files.worpress.com/2022/02/celula-tronco-1.jpg>.
Acesso em: 30 ago. 2022.


Texto IV


[…] Em termos práticos, podemos afirmar que células-tronco são células que têm o potencial de recompor tecidos danificados e, assim, auxiliar no tratamento de doenças como câncer, mal de Parkinson, mal de Alzheimer e doenças degenerativas e cardíacas. […] Basicamente, existem dois tipos de células-tronco. Há aquelas que são extraídas de tecidos maduros, como o cordão umbilical ou a medula óssea, os quais são mais especializados e dão origem a apenas alguns tipos de tecidos do corpo. As pesquisas realizadas com o uso dessas células têm demonstrado a sua eficácia no tratamento de diversas doenças, a exemplo da leucemia, doenças cardíacas e doenças hematológicas. As células-tronco embrionárias, por sua vez, apresentam a capacidade de formar qualquer tecido do corpo. Está sendo pesquisado, em todo o mundo, o potencial dessas células para o tratamento de diversas doenças graves como, câncer, diabetes, doenças genéticas, lesões de medula espinhal, demências, doenças autoimunes, dentre outras. Com a aprovação da Lei de Biossegurança, a realização de pesquisas com células-tronco embrionárias passa a ser permitida no Brasil, todavia, a lei estabelece algumas restrições para pesquisas com células-tronco embrionárias, como: […] os embriões precisam estar congelados há pelo menos três anos; só podem ser usados por meio de consentimento dos genitores; não será permitido o comércio de embriões, nem sua produção e manipulação genética e, ainda, são proibidas as clonagens terapêuticas, para aplicação em pesquisas e a reprodutiva. As terapias com o uso de células0tronco ainda estão em fase de pesquisa, podendo ser aplicadas somente de forma experimental por pesquisadores cujo projeto de pesquisa tenha sido aprovado previamente nos Comitês de Ética em Pesquisa (CEPs).


Disponível em:  <https://bvsms.saude.gov.br/celulas-tronco/>. Acesso em: 27
ago. 2022.


Texto V 

Q8_10_.png (329×154)

Disponível em: <https://moisescartuns.files.worpress.com/2022/02/>. Acesso em:
30 ago. 2022. 
Nos textos III e IV, o léxico “célula-tronco” significa 
Alternativas
Q4092793 Português
As pessoas cujas habitações foram destruídas ou danificadas por desastres, ou estão localizadas em áreas com risco iminente de destruição, e que necessitam de abrigos temporários para serem alojadas, são denominadas:
Alternativas
Q4088213 Português
Certa vez, uma grande festa no céu reuniu muitos convidados. Naturalmente, para chegar até lá, em uma festança nas alturas, era necessário saber voar. Por isso, somente as aves poderiam participar. O sapo, porém, cismou que também iria à festa; mas, como sapo não sabe voar, foi elaborado um plano envolvendo um grande urubu.

No dia da festa, a enorme ave negra foi visitar o sapo, que a havia convidado exatamente para poder executar seu plano. À vontade, o urubu conversava entretido com a sapa. Enquanto isso, com a desculpa de ter que ir para a festa na frente, pois anda muito devagar, o sapo se enfiou sorrateiramente na viola que o urubu levaria para animar a festa. E, pacientemente, aguardou a hora de viajar.

Sem desconfiar da trama do sapo, o urubu alçou voo com a viola a tiracolo, rumo ao céu. Chegando à festa, em um momento de distração do feliz urubu, o sapo espertalhão saltou para fora da viola e surpreendeu a todos com sua presença no folguedo celeste. Durante toda a noite, divertiu-se bastante. Quando a festança chegava ao final, o maroto aproveitou a confusão e meteu-se de novo na viola do urubu, mas, cansado de esperar e impaciente para chegar logo em casa, o sapo começou a se mexer dentro da viola.

Durante o voo, um barulho estranho chamou a atenção do urubu. Percebendo que havia alguma coisa dentro da viola, imediatamente virou o instrumento de boca para baixo e, espantado, observou o sapo despencar como uma pedra das alturas. A queda foi tremenda. Um verdadeiro tombo do céu. O bicho ainda tentou voar, mas, como sapo não voa, esborrachou-se ao chão. Desde então ficou assim: boca enorme de tanto gritar, olhos esbugalhados de pavor e o corpo todo amassado, cheio de dobras e manchas, o que restou do maior tombo de sua vida.


(Adaptado de: https://dana.com.br/social/nossosprojetos/lendas-brasileiras/a-festa-no-ceu/ – Acesso em: 17/10/2022)
A expressão “trama sapal” refere-se à trama do sapo.

Da mesma forma que:
Alternativas
Q4087910 Português

Natal



    É noite de Natal, e estou sozinho na casa de um amigo, que foi para a fazenda. Mais tarde talvez saia. Mas vou me deixando ficar sozinho, numa confortável melancolia, na casa quieta e cômoda. Dou alguns telefonemas, abraço à distância alguns amigos. Essas poucas vozes, de homem e de mulher, que respondem alegremente à minha, são quentes, e me fazem bem. “Feliz Natal, muitas felicidades”; dizemos essas coisas simples com afetuoso calor; dizemos e creio que sentimos, e como sentimos, merecemos. Feliz Natal!

    Desembrulho a garrafa que um amigo teve a lembrança de me mandar ontem; vou lá dentro, abro a geladeira, preparo um uísque, e venho me sentar no jardinzinho, perto das folhagens úmidas. Sinto‐me bem, oferecendo‐me este copo, na casa silenciosa, nessa noite de rua quieta. Este jardinzinho tem o encanto sábio e agreste da dona da casa que o formou. É um pequeno espaço folhudo e florido de cores, que parece respirar; tem a vida misteriosa das moitas perdidas, um gosto de roça, uma alegria meio caipira de verdes, vermelhos e amarelos.

    Penso, sem saudade nem mágoa, no ano que passou. Há nele uma sombra dolorosa; evoco‐a neste momento, sozinho, com uma espécie de religiosa emoção. Há também no fundo da paisagem escura e desarrumada desse ano, uma clara mancha de sol. Bebo silenciosamente a essas imagens da morte e da vida; dentro de mim elas são irmãs. Penso em outras pessoas. Sinto uma grande ternura pelas pessoas; sou um homem sozinho, numa noite quieta, junto de folhagens úmidas, bebendo gravemente em honra de muitas pessoas.

    De repente um carro começa a buzinar com força, junto ao meu portão. Talvez seja algum amigo que venha me desejar Feliz Natal ou convidar para ir a algum lugar. Hesito ainda um instante; ninguém pode pensar que eu esteja em casa a esta hora. Mas a buzina é insistente. Levanto‐me com certo alvoroço, olho a rua, e sorrio; é um caminhão de lixo. Está tão carregado, que nem se pode fechar; tão carregado como se trouxesse todo o lixo do ano que passou, todo o lixo da vida que se vai vivendo. Bonito presente de Natal!

    O motorista buzina ainda algumas vezes, olhando uma janela do sobrado vizinho. Lembro‐me de ter visto naquela janela uma jovem mulata de vermelho, sempre a cantarolar e espiar a rua. É certamente a ela quem procura o motorista retardatário; mas a janela permanece fechada e escura. Ele movimenta com violência seu grande carro negro e sujo; parte com ruído, estremecendo a rua.

    Volto à minha paz, e ao meu uísque. Mas a frustração do lixeiro, e a minha também, quebraram o encanto solitário da noite de Natal. Fecho a casa e saio devagar; vou humildemente filar uma fatia de presunto e de alegria na casa de uma família amiga.



(Rubem Braga. In: 200 Crônicas Escolhidas. Editora Record, 2010. Adaptado.) 

No trecho “Fecho a casa e saio devagar; vou humildemente filar uma fatia de presunto e de alegria na casa de uma família amiga.” (6º§), as expressões assinaladas podem ser substituídas, sem que haja perda de sentido no trecho, por, respectivamente,
Alternativas
Q4087909 Português

Natal



    É noite de Natal, e estou sozinho na casa de um amigo, que foi para a fazenda. Mais tarde talvez saia. Mas vou me deixando ficar sozinho, numa confortável melancolia, na casa quieta e cômoda. Dou alguns telefonemas, abraço à distância alguns amigos. Essas poucas vozes, de homem e de mulher, que respondem alegremente à minha, são quentes, e me fazem bem. “Feliz Natal, muitas felicidades”; dizemos essas coisas simples com afetuoso calor; dizemos e creio que sentimos, e como sentimos, merecemos. Feliz Natal!

    Desembrulho a garrafa que um amigo teve a lembrança de me mandar ontem; vou lá dentro, abro a geladeira, preparo um uísque, e venho me sentar no jardinzinho, perto das folhagens úmidas. Sinto‐me bem, oferecendo‐me este copo, na casa silenciosa, nessa noite de rua quieta. Este jardinzinho tem o encanto sábio e agreste da dona da casa que o formou. É um pequeno espaço folhudo e florido de cores, que parece respirar; tem a vida misteriosa das moitas perdidas, um gosto de roça, uma alegria meio caipira de verdes, vermelhos e amarelos.

    Penso, sem saudade nem mágoa, no ano que passou. Há nele uma sombra dolorosa; evoco‐a neste momento, sozinho, com uma espécie de religiosa emoção. Há também no fundo da paisagem escura e desarrumada desse ano, uma clara mancha de sol. Bebo silenciosamente a essas imagens da morte e da vida; dentro de mim elas são irmãs. Penso em outras pessoas. Sinto uma grande ternura pelas pessoas; sou um homem sozinho, numa noite quieta, junto de folhagens úmidas, bebendo gravemente em honra de muitas pessoas.

    De repente um carro começa a buzinar com força, junto ao meu portão. Talvez seja algum amigo que venha me desejar Feliz Natal ou convidar para ir a algum lugar. Hesito ainda um instante; ninguém pode pensar que eu esteja em casa a esta hora. Mas a buzina é insistente. Levanto‐me com certo alvoroço, olho a rua, e sorrio; é um caminhão de lixo. Está tão carregado, que nem se pode fechar; tão carregado como se trouxesse todo o lixo do ano que passou, todo o lixo da vida que se vai vivendo. Bonito presente de Natal!

    O motorista buzina ainda algumas vezes, olhando uma janela do sobrado vizinho. Lembro‐me de ter visto naquela janela uma jovem mulata de vermelho, sempre a cantarolar e espiar a rua. É certamente a ela quem procura o motorista retardatário; mas a janela permanece fechada e escura. Ele movimenta com violência seu grande carro negro e sujo; parte com ruído, estremecendo a rua.

    Volto à minha paz, e ao meu uísque. Mas a frustração do lixeiro, e a minha também, quebraram o encanto solitário da noite de Natal. Fecho a casa e saio devagar; vou humildemente filar uma fatia de presunto e de alegria na casa de uma família amiga.



(Rubem Braga. In: 200 Crônicas Escolhidas. Editora Record, 2010. Adaptado.) 

“Mas a frustração do lixeiro, e a minha também, quebraram o encanto solitário da noite de Natal.” (6º§) O antônimo da palavra destacada é:
Alternativas
Q4087903 Português

Natal



    É noite de Natal, e estou sozinho na casa de um amigo, que foi para a fazenda. Mais tarde talvez saia. Mas vou me deixando ficar sozinho, numa confortável melancolia, na casa quieta e cômoda. Dou alguns telefonemas, abraço à distância alguns amigos. Essas poucas vozes, de homem e de mulher, que respondem alegremente à minha, são quentes, e me fazem bem. “Feliz Natal, muitas felicidades”; dizemos essas coisas simples com afetuoso calor; dizemos e creio que sentimos, e como sentimos, merecemos. Feliz Natal!

    Desembrulho a garrafa que um amigo teve a lembrança de me mandar ontem; vou lá dentro, abro a geladeira, preparo um uísque, e venho me sentar no jardinzinho, perto das folhagens úmidas. Sinto‐me bem, oferecendo‐me este copo, na casa silenciosa, nessa noite de rua quieta. Este jardinzinho tem o encanto sábio e agreste da dona da casa que o formou. É um pequeno espaço folhudo e florido de cores, que parece respirar; tem a vida misteriosa das moitas perdidas, um gosto de roça, uma alegria meio caipira de verdes, vermelhos e amarelos.

    Penso, sem saudade nem mágoa, no ano que passou. Há nele uma sombra dolorosa; evoco‐a neste momento, sozinho, com uma espécie de religiosa emoção. Há também no fundo da paisagem escura e desarrumada desse ano, uma clara mancha de sol. Bebo silenciosamente a essas imagens da morte e da vida; dentro de mim elas são irmãs. Penso em outras pessoas. Sinto uma grande ternura pelas pessoas; sou um homem sozinho, numa noite quieta, junto de folhagens úmidas, bebendo gravemente em honra de muitas pessoas.

    De repente um carro começa a buzinar com força, junto ao meu portão. Talvez seja algum amigo que venha me desejar Feliz Natal ou convidar para ir a algum lugar. Hesito ainda um instante; ninguém pode pensar que eu esteja em casa a esta hora. Mas a buzina é insistente. Levanto‐me com certo alvoroço, olho a rua, e sorrio; é um caminhão de lixo. Está tão carregado, que nem se pode fechar; tão carregado como se trouxesse todo o lixo do ano que passou, todo o lixo da vida que se vai vivendo. Bonito presente de Natal!

    O motorista buzina ainda algumas vezes, olhando uma janela do sobrado vizinho. Lembro‐me de ter visto naquela janela uma jovem mulata de vermelho, sempre a cantarolar e espiar a rua. É certamente a ela quem procura o motorista retardatário; mas a janela permanece fechada e escura. Ele movimenta com violência seu grande carro negro e sujo; parte com ruído, estremecendo a rua.

    Volto à minha paz, e ao meu uísque. Mas a frustração do lixeiro, e a minha também, quebraram o encanto solitário da noite de Natal. Fecho a casa e saio devagar; vou humildemente filar uma fatia de presunto e de alegria na casa de uma família amiga.



(Rubem Braga. In: 200 Crônicas Escolhidas. Editora Record, 2010. Adaptado.) 

Assinale a alternativa em que a palavra destacada expressa qualidade.
Alternativas
Q4087214 Português

Teatro


    Apesar de não existirem registros históricos do surgimento da arte do teatro, algumas hipóteses dão conta de que a arte de representar nasceu da sua própria essência, que é a mímesis (do grego mimésis), que significa imitação. Foi imitando os animais, mostrando os dentes, batendo palmas, que os humanos da Pré-história aprenderam a arte de representar. Acreditamos que assim agiam em adoração aos seus deuses, nos rituais, nas danças para o fogo ou para a chuva. Ou também como demonstração de superioridade pelo macho dominante sobre os machos do grupo, impondo respeito, medo e aceitação.



    A arte do teatro é construída pela fantasia de uma história, pela representação de um ator e pela assistência de uma pla teia. É como num jogo, muito parecido com o mundo real. Essa arte evoluiu com a humanidade. O teatro, como o conhecemos hoje, teve seus primeiros registros na Grécia Antiga.


(BELLO, Paulo. Trilha 2. Teatro. Digital arte: color. Curitiba. Adaptado.)

Os antônimos são expressões ou palavras que têm o significado oposto quando comparadas a outra. Dessa forma, se forem substituídos, causam alteração no sentido inicial, expressando uma ideia contrária à anterior. Em “Apesar de não existirem registros históricos do surgimento da arte do teatro, algumas hipóteses dão conta de que a arte de representar nasceu da sua própria essência, [...]” (1º§), o termo assinalado apresenta como significado oposto: 
Alternativas
Respostas
4981: A
4982: B
4983: D
4984: A
4985: B
4986: C
4987: C
4988: C
4989: D
4990: B
4991: C
4992: D
4993: D
4994: A
4995: A
4996: A
4997: B
4998: D
4999: C
5000: A