Questões de Concurso Sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português

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Q4288607 Português
A erupção vulcânica que produziu o som mais alto registrado na história


   No começo de julho de 2026, um vulcão na Indonésia entrou em erupção e lançou colunas de cinzas de até 250 metros de altura, segundo a imprensa local.

   O vulcão Anak Krakatau entrou em erupção duas vezes: uma em 2 de julho e outra em 3 de julho, segundo reportagens que citam a agência geológica da Indonésia. Um grupo responsável pelo monitoramento da atividade vulcânica na região informou que não havia ameaça imediata às comunidades próximas.

   O Anak Krakatau surgiu em 1927 a partir de uma grande cratera submarina, conhecida como caldeira, deixada pela erupção do vulcão Krakatoa, a segunda mais letal já registrada na história. Em indonésio, Anak Krakatau significa “Filho do Krakatoa”.

    A erupção de 1883 matou mais de 36 mil pessoas e destruiu 165 vilarejos em menos de 48 horas.

   Também produziu o que é considerado o som mais alto já registrado. A explosão pôde ser ouvida a milhares de quilômetros de distância e lançou tanta cinza na atmosfera que reduziu as temperaturas em todo o planeta por anos.

     Os primeiros sinais da tragédia foram observados em maio de 1883, segundo os Centros Nacionais de Informação Ambiental dos Estados Unidos (NCEI, na sigla em inglês). O comandante de um navio de guerra alemão passava pela região quando viu nuvens de cinzas e poeira saindo do Krakatoa. Até então, o vulcão permanecia inativo havia cerca de 200 anos.

    Então, em 26 de agosto daquele ano, começaram as erupções. A primeira grande explosão do Krakatoa lançou fluxos de lava, pedra-pomes e cinzas em direção ao mar. O material provocou uma onda gigante que avançou para o norte, matando milhares de pessoas.

    No auge da erupção, a coluna de cinzas atingiu 80 quilômetros de altura, cobriu uma área  de cerca de 777 mil quilômetros quadrados e mergulhou a região na escuridão por mais de dois dias, segundo o NCEI.

Fonte: BBC News Brasil. Disponível em: bbc.com/portuguese. Acesso em: 21 jul. 2026. [trecho adaptado]
Sabendo que “animal” é hiperônimo (termo de sentido mais amplo) de “cachorro”, assinale o par em que os vocábulos se apresentam na mesma ordem, isto é, hiperônimo seguido de hipônimo:
Alternativas
Q4288602 Português
A erupção vulcânica que produziu o som mais alto registrado na história


   No começo de julho de 2026, um vulcão na Indonésia entrou em erupção e lançou colunas de cinzas de até 250 metros de altura, segundo a imprensa local.

   O vulcão Anak Krakatau entrou em erupção duas vezes: uma em 2 de julho e outra em 3 de julho, segundo reportagens que citam a agência geológica da Indonésia. Um grupo responsável pelo monitoramento da atividade vulcânica na região informou que não havia ameaça imediata às comunidades próximas.

   O Anak Krakatau surgiu em 1927 a partir de uma grande cratera submarina, conhecida como caldeira, deixada pela erupção do vulcão Krakatoa, a segunda mais letal já registrada na história. Em indonésio, Anak Krakatau significa “Filho do Krakatoa”.

    A erupção de 1883 matou mais de 36 mil pessoas e destruiu 165 vilarejos em menos de 48 horas.

   Também produziu o que é considerado o som mais alto já registrado. A explosão pôde ser ouvida a milhares de quilômetros de distância e lançou tanta cinza na atmosfera que reduziu as temperaturas em todo o planeta por anos.

     Os primeiros sinais da tragédia foram observados em maio de 1883, segundo os Centros Nacionais de Informação Ambiental dos Estados Unidos (NCEI, na sigla em inglês). O comandante de um navio de guerra alemão passava pela região quando viu nuvens de cinzas e poeira saindo do Krakatoa. Até então, o vulcão permanecia inativo havia cerca de 200 anos.

    Então, em 26 de agosto daquele ano, começaram as erupções. A primeira grande explosão do Krakatoa lançou fluxos de lava, pedra-pomes e cinzas em direção ao mar. O material provocou uma onda gigante que avançou para o norte, matando milhares de pessoas.

    No auge da erupção, a coluna de cinzas atingiu 80 quilômetros de altura, cobriu uma área  de cerca de 777 mil quilômetros quadrados e mergulhou a região na escuridão por mais de dois dias, segundo o NCEI.

Fonte: BBC News Brasil. Disponível em: bbc.com/portuguese. Acesso em: 21 jul. 2026. [trecho adaptado]
No trecho “o vulcão permanecia inativo havia cerca de 200 anos”, o vocábulo “inativo” poderia ser substituído, com manutenção do sentido, por:
Alternativas
Q4288471 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão


O piquenique das tartarugas


    A família de tartarugas decidiu sair para um piquenique, e, por serem naturalmente lentas, levaram alguns dias para prepararem-se para seu passeio. Finalmente a família de tartarugas saiu de casa para procurar um lugar apropriado, e durante o segundo dia da viagem encontraram o lugar ideal!


    Elas levaram algumas horas para limpar a área, desembalaram a cesta de piquenique e terminaram os arranjos. Quando elas estavam prontas pra comer, descobriram que tinham esquecido o sal. Poxa, todas concordaram que um piquenique sem sal seria um desastre, e, após uma longa discussão, a tartaruga mais nova foi escolhida para voltar em casa e pegar o sal, pois era a mais rápida das tartarugas.


    A pequena tartaruga lamentou, chorou e esperneou, mas concordou em ir com uma condição: que ninguém comeria até que ela retornasse. A família concordou e a pequena tartaruga então saiu para buscar o sal.


    Três dias se passaram e a pequena tartaruga ainda não havia retornado. Cinco dias... Seis dias... Então, no sétimo dia, a tartaruga mais velha, que já não aguentava de tanta fome, anunciou que ia comer, e começou a desembalar um sanduíche.


    Quando ela deu a primeira “dentada” no sanduíche, a pequena tartaruga saiu de trás de uma árvore e gritou:


    — Ahhãããããã! Eu tinha certeza que vocês não iam me esperar. Agora é que eu não vou mesmo buscar o sal! (...)


 FABOSSI, Marco. O piquenique das tartarugas. Blog da liderança. Disponível em: https://www.blogdofabossi.com.br/2010/03/0-piquenique-das-tartarugas-trabalho-em-equipe/> . BRAGAL em

A família de tartarugas decidiu sair para um piquenique, e, por serem naturalmente lentas, levaram alguns dias para prepararem-se para seu passeio.


A expressão destacada no trecho acima possui o sentido de:

Alternativas
Q4286874 Português
9.png (310×431)
A expressão "esticar as pernas", em Língua Portuguesa, possui vários sentidos. Na tirinha acima, ela tem o mesmo sentido de:
Alternativas
Q4286664 Português
Leia o excerto a seguir e complete a lacuna com a palavra que completa corretamente o sentido:
Por que o guarda-roupa favorece o aparecimento de mofo?
Armários costumam permanecer fechados por longos períodos, o que dificulta a circulação do ar. Então, quando roupas são guardadas ainda úmidas e o ambiente apresenta __________ de umidade, cria-se o cenário ideal para o aparecimento de mofo.
(Disponível em: https://l1nk.dev/jfyf66w. Acesso em: 26 jul. 2026. Adaptado.)

Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna no excerto:
Alternativas
Q4286661 Português
Projeto Domingo sem Tela promove tarde gratuita de literatura e brincadeiras para crianças no Recife

Neste domingo (26), das 14h às 17h, o jardim da Academia Pernambucana de Letras (APL), no bairro das Graças, no Recife, recebe mais uma edição do projeto Domingo sem Tela, promovido pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) em parceria com a APL. Gratuita e voltada ao público infantil e às famílias, a programação reúne contação de histórias, brincadeiras tradicionais, brinquedos infláveis, visita guiada ao casarão histórico da instituição e um espaço dedicado aos livros infantojuvenis publicados pela Cepe Editora.

A iniciativa busca estimular momentos de convivência longe dos celulares, tablets e computadores, incentivando crianças a explorarem a imaginação por meio da literatura, das brincadeiras e das atividades ao ar livre. Durante toda a tarde, o público poderá participar de ações recreativas em uma tenda montada no jardim, além de conhecer os lançamentos do catálogo infantil e juvenil da editora. [...]

(Disponível em: https://l1nq.com/hyqz7cu. Acesso em: 26 jul. 2026. Adaptado.)
Leia e analise o seguinte trecho:
"Durante toda a tarde, o público poderá participar de ações recreativas em uma tenda montada no jardim, além de conhecer os lançamentos do catálogo infantil e juvenil da editora."
A expressão "além de" estabelece um sentido entre as informações que ela conecta. Assinale a alternativa que indica palavra ou expressão que substitui "além de" no trecho sem alterar o sentido: 
Alternativas
Q4286658 Português
O que realmente ajuda a evitar o mofo

Embora colocar uma trouxinha de arroz cru dentro do armário possa colaborar em situações leves de mofo, alguns hábitos têm impacto muito maior na prevenção da umidade. Entre eles estão guardar apenas roupas completamente secas, abrir as portas do guarda-roupa regularmente para renovar o ar, evitar encostar o móvel diretamente em paredes com infiltração, manter o ambiente bem ventilado sempre que possível.

(Disponível em: https://l1nk.dev/jfyf66w. Acesso em: 26 jul. 2026. Adaptado.)
No texto, a expressão "Entre eles" se refere a:
Alternativas
Q4286564 Português
A arte da dança


Contarei o milagre, mas não contarei os santos. Não lhes pedi permissão. Eram um lindo casal de brasileiros que faziam estudos avançados na Universidade de Lovaina, Bélgica. Convidados para uma recepção, lá foram eles elegantemente vestidos. Música. Danças. Dançavam eles no salão quando notaram que os outros casais paravam de dançar e formavam uma roda ao seu redor, todos a olhar para eles. Pensaram: devemos estar dançando muito bem. Aí capricharam nos passos para não desapontar a plateia, até que a música terminou. Ao se aproximarem de um professor amigo, ele lhes disse com um divertido sorriso: "É a primeira vez que vejo um casal dançando o hino nacional da Bélgica...".

(Rubem Alves, Ostra feliz não faz pérola. 2010. Adaptado.)
Na frase "Contarei o milagre, mas não contarei os santos", a palavra "santos" se refere:
Alternativas
Q4286563 Português
A arte da dança


Contarei o milagre, mas não contarei os santos. Não lhes pedi permissão. Eram um lindo casal de brasileiros que faziam estudos avançados na Universidade de Lovaina, Bélgica. Convidados para uma recepção, lá foram eles elegantemente vestidos. Música. Danças. Dançavam eles no salão quando notaram que os outros casais paravam de dançar e formavam uma roda ao seu redor, todos a olhar para eles. Pensaram: devemos estar dançando muito bem. Aí capricharam nos passos para não desapontar a plateia, até que a música terminou. Ao se aproximarem de um professor amigo, ele lhes disse com um divertido sorriso: "É a primeira vez que vejo um casal dançando o hino nacional da Bélgica...".

(Rubem Alves, Ostra feliz não faz pérola. 2010. Adaptado.)
Ainda a respeito da frase "Contarei o milagre, mas não contarei os santos", analise o sentido construído pela palavra "mas". Em seguida, assinale a alternativa que apresenta a única palavra que, substituindo "mas", mantém o sentido da frase: 
Alternativas
Q4286561 Português
A arte da dança


Contarei o milagre, mas não contarei os santos. Não lhes pedi permissão. Eram um lindo casal de brasileiros que faziam estudos avançados na Universidade de Lovaina, Bélgica. Convidados para uma recepção, lá foram eles elegantemente vestidos. Música. Danças. Dançavam eles no salão quando notaram que os outros casais paravam de dançar e formavam uma roda ao seu redor, todos a olhar para eles. Pensaram: devemos estar dançando muito bem. Aí capricharam nos passos para não desapontar a plateia, até que a música terminou. Ao se aproximarem de um professor amigo, ele lhes disse com um divertido sorriso: "É a primeira vez que vejo um casal dançando o hino nacional da Bélgica...".

(Rubem Alves, Ostra feliz não faz pérola. 2010. Adaptado.)
No texto, o narrador diz: "Contarei o milagre, mas não contarei os santos. Não lhes pedi permissão ". Assinale a alternativa cuja palavra pode substituir "permissão", sem alterar o sentido da frase: 
Alternativas
Q4285781 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



Conflito de gerações



    A senhora vem me reclamar da falta de educação do rapaz que lhe tomou a vaga no estacionamento, enfiando o carro na frente; um amigo se queixa dos filhos cheios de vontade e que não tomam rumo na vida, num estado de dependência que parece epidêmico; no bar, o camarada fala do absurdo que é a atitude dos jovens com tantas reinvindicações esdrúxulas. (...)


    Uma amiga reclamou que não tem conseguido nem conversar com o filho mais, sem ser chamada de repressora ou coisa pior. O caldo entornou no dia que a mãe entrou no quarto do rapazinho para arrumar a cama e foi acusada de estar cerceando a liberdade dele, que come, dorme e se veste com o suor dela.


    Não era fácil ser jovem antes, nunca foi; mas esses métodos moderninhos, permissivos, que apostam na liberdade total, criaram um problema na cabeça dos pais que sonhavam participar da primeira mudança geracional sem conflito. Mas filhos nunca querem ser iguais aos pais.


   Se alguma geração se perdeu foi a nossa. Talvez pela culpa de ter pouco tempo com as crianças ou pela decisão de oferecer uma educação sem tantos limites, como a que veio dos pais. O fato é que alguns valores e responsabilidades fundamentais até para o civismo, a convivência social se perderam.


  Os jovens de hoje já vêm conectados à rede mundial de computadores, quase equipamentos periféricos; com isso, há um excesso de informação sem filtro e um desprezo pelo conhecimento anterior, que de alguma forma é personificado por pais e professores. Quem precisa entender aquele complicado índice da Enciclopédia Britânica se basta um clique para ter o básico que basta? 


    É uma geração que só quer o básico, até porque ninguém mais quer saber tudo, até porque sabe que o tudo muda a toda hora. Pelo menos substituíram a angústia existencial pelo prazer imediato, que cabe numa música sertaneja, numa selfie, postagem ou exibição qualquer. De modo geral, não há muito espaço para pudor ou arrependimento. (...)



ESTANA, Paulo. Conflito de gerações. Correio

Braziliense. Disponível em

<https://blogs.correiobraziliense.com.br/paulopestana/conflito-de-geracoes/>.

"(...) o camarada fala do absurdo que é a atitude dos jovens com tantas reinvindicações esdrúxulas."

A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
Alternativas
Q4285677 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão. 

        A caminho de casa, entro num botequim da Gávea para tomar um café junto ao balcão. Na realidade estou adiando o momento de escrever. A perspectiva me assusta. Gostaria de estar inspirado, de coroar de êxito mais um ano nesta busca do pitoresco ou do irrisório no cotidiano de cada um. Eu pretendia apenas escolher da vida diária algo de seu disperso conteúdo humano, fruto da convivência, que a faz mais digna de ser vivida. Visava ao circunstancial, ao episódico. Nesta perseguição do acidental, quer num flagrante da esquina, quer nas palavras de uma criança ou num incidente doméstico, torno-me simples espectador e perco a noção do essencial. Sem mais nada para contar, curvo a cabeça e tomo meu café, enquanto o verso do poeta se repete na lembrança: “assim eu quereria meu último poema”. Não sou poeta e estou sem assunto. Lanço então meu último olhar fora de mim, onde vivem os assuntos que merecem crônica.
   
        Ao fundo do botequim um casal de pretos acaba de sentar-se, numa das últimas mesas de mármore ao longo da parede de espelhos. A compostura da humildade, na contenção de gestos e palavras, deixa-se acentuar pela presença de uma negrinha de seus três anos, laço na cabeça, toda arrumadinha no vestido pobre, que se instalou também à mesa: mal ousa balançar as perninhas curtas ou correr os olhos grandes de curiosidade ao redor. Três seres esquivos que compõem em torno à mesa a instituição tradicional da família, célula da sociedade. Vejo, porém, que preparam para algo mais que matar a fome.
    
        Passo a observá-los. O pai, depois de contar o dinheiro que discretamente retirou do bolso, aborda o garçom, inclinando-se para trás na cadeira, e aponta no balcão um pedaço de bolo sob a redoma. A mãe limita-se a ficar olhando imóvel, vagamente ansiosa, como se estivesse aguardando a aprovação do garçom. Este ouve, concentrado, o pedido do homem e depois se afasta para atendê-lo. A mulher suspira, olhando para os lados, a reassegurar-se da naturalidade de sua presença ali. A meu lado o garçom encaminha a ordem do freguês. O homem atrás do balcão apanha o pedaço de bolo com a mão, larga-o no pratinho – um bolo simples, amarelo escuro, apenas uma pequena fatia triangular.
    
        A negrinha contida na sua expectativa, olha a garrafa de coca-cola e o pratinho que o garçom deixou à sua frente. Por que não começa a comer? Vejo que os três, pai, mãe e filha, obedecem em torno à mesa a um discreto ritual. A mãe remexe em uma bolsa de plástico preto e brilhante, retira qualquer coisa. O pai se mune de uma caixa de fósforos, e espera. A filha aguarda também, atenta como um animalzinho. Ninguém mais os observa além de mim.
   
        São três velinhas brancas, minúsculas, que a mãe espeta caprichosamente na fatia de bolo. E enquanto ela serve a coca-cola, o pai risca o fósforo e acende as velas. Como a um gesto ensaiado, a menina repousa o queixo no mármore e sopra com força, apagando as chamas. Imediatamente põe-se a bater palmas, muito compenetrada, cantando num balbucio, a que os pais se juntam, discretos: “parabéns pra você, parabéns pra você...”. Depois a mãe recolhe as velas, torna a guardá-las na bolsa. A negrinha agarra finalmente o bolo com as duas mãos sôfregas e põe-se a comê-lo. A mulher está olhando para ela com ternura – ajeita-lhe a fitinha no cabelo crespo, limpa o farelo de bolo que lhe cai ao colo. O pai corre os olhos pelo botequim, satisfeito, como a se convencer intimamente do sucesso da celebração. De súbito, dá comigo a observá-lo, nossos olhos se encontram, ele se perturba, constrangido – vacila, ameaça abaixar a cabeça, mas acaba sustentando o olhar e enfim se abre num sorriso.
    
        Assim eu quereria a minha última crônica: que fosse pura como esse sorriso.

SABINO, Fernando. A última crônica. In: Para gostar de ler - Crônicas. Volume 5. São Paulo. Ática. 2003.
Leia o trecho:
“De súbito, dá comigo a observá-lo, nossos olhos se encontram, ele se perturba, constrangido – vacila, ameaça abaixar a cabeça, mas acaba sustentando o olhar e enfim se abre num sorriso.”
Considerando o sentido da palavra olhar no contexto apresentado, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4285673 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão. 

        A caminho de casa, entro num botequim da Gávea para tomar um café junto ao balcão. Na realidade estou adiando o momento de escrever. A perspectiva me assusta. Gostaria de estar inspirado, de coroar de êxito mais um ano nesta busca do pitoresco ou do irrisório no cotidiano de cada um. Eu pretendia apenas escolher da vida diária algo de seu disperso conteúdo humano, fruto da convivência, que a faz mais digna de ser vivida. Visava ao circunstancial, ao episódico. Nesta perseguição do acidental, quer num flagrante da esquina, quer nas palavras de uma criança ou num incidente doméstico, torno-me simples espectador e perco a noção do essencial. Sem mais nada para contar, curvo a cabeça e tomo meu café, enquanto o verso do poeta se repete na lembrança: “assim eu quereria meu último poema”. Não sou poeta e estou sem assunto. Lanço então meu último olhar fora de mim, onde vivem os assuntos que merecem crônica.
   
        Ao fundo do botequim um casal de pretos acaba de sentar-se, numa das últimas mesas de mármore ao longo da parede de espelhos. A compostura da humildade, na contenção de gestos e palavras, deixa-se acentuar pela presença de uma negrinha de seus três anos, laço na cabeça, toda arrumadinha no vestido pobre, que se instalou também à mesa: mal ousa balançar as perninhas curtas ou correr os olhos grandes de curiosidade ao redor. Três seres esquivos que compõem em torno à mesa a instituição tradicional da família, célula da sociedade. Vejo, porém, que preparam para algo mais que matar a fome.
    
        Passo a observá-los. O pai, depois de contar o dinheiro que discretamente retirou do bolso, aborda o garçom, inclinando-se para trás na cadeira, e aponta no balcão um pedaço de bolo sob a redoma. A mãe limita-se a ficar olhando imóvel, vagamente ansiosa, como se estivesse aguardando a aprovação do garçom. Este ouve, concentrado, o pedido do homem e depois se afasta para atendê-lo. A mulher suspira, olhando para os lados, a reassegurar-se da naturalidade de sua presença ali. A meu lado o garçom encaminha a ordem do freguês. O homem atrás do balcão apanha o pedaço de bolo com a mão, larga-o no pratinho – um bolo simples, amarelo escuro, apenas uma pequena fatia triangular.
    
        A negrinha contida na sua expectativa, olha a garrafa de coca-cola e o pratinho que o garçom deixou à sua frente. Por que não começa a comer? Vejo que os três, pai, mãe e filha, obedecem em torno à mesa a um discreto ritual. A mãe remexe em uma bolsa de plástico preto e brilhante, retira qualquer coisa. O pai se mune de uma caixa de fósforos, e espera. A filha aguarda também, atenta como um animalzinho. Ninguém mais os observa além de mim.
   
        São três velinhas brancas, minúsculas, que a mãe espeta caprichosamente na fatia de bolo. E enquanto ela serve a coca-cola, o pai risca o fósforo e acende as velas. Como a um gesto ensaiado, a menina repousa o queixo no mármore e sopra com força, apagando as chamas. Imediatamente põe-se a bater palmas, muito compenetrada, cantando num balbucio, a que os pais se juntam, discretos: “parabéns pra você, parabéns pra você...”. Depois a mãe recolhe as velas, torna a guardá-las na bolsa. A negrinha agarra finalmente o bolo com as duas mãos sôfregas e põe-se a comê-lo. A mulher está olhando para ela com ternura – ajeita-lhe a fitinha no cabelo crespo, limpa o farelo de bolo que lhe cai ao colo. O pai corre os olhos pelo botequim, satisfeito, como a se convencer intimamente do sucesso da celebração. De súbito, dá comigo a observá-lo, nossos olhos se encontram, ele se perturba, constrangido – vacila, ameaça abaixar a cabeça, mas acaba sustentando o olhar e enfim se abre num sorriso.
    
        Assim eu quereria a minha última crônica: que fosse pura como esse sorriso.

SABINO, Fernando. A última crônica. In: Para gostar de ler - Crônicas. Volume 5. São Paulo. Ática. 2003.
Leia o trecho da crônica.
"A compostura da humildade, na contenção de gestos e palavras, deixa-se acentuar pela presença de uma negrinha de seus três anos, laço na cabeça, toda arrumadinha no vestido pobre, que se instalou também à mesa: mal ousa balançar as perninhas curtas ou correr os olhos grandes de curiosidade ao redor."
Analise as afirmativas a seguir e marque (V) para verdadeiro ou (F) para falso.
( ) No contexto, a palavra compostura refere-se ao comportamento discreto, respeitoso e contido das personagens.
( ) A palavra compostura pode ser substituída por moderação, sem prejuízo significativo do sentido do texto.
( ) No trecho, a palavra compostura indica desorganização e agitação diante da situação vivida. 
( ) A expressão "na contenção de gestos e palavras" contribui para a construção do sentido da palavra compostura.
( ) A palavra compostura foi empregada para caracterizar um comportamento marcado pela simplicidade e pela discrição.
Após análise, conclui-se que a sequência correta é:
Alternativas
Q4285669 Português
Observe a imagem a seguir para responder à questão.

Considerando o sentido do texto, analise as afirmativas a seguir e marque (V) para verdadeiro e (F) para falso.
( ) Dentro do contexto do texto, a palavra “metamorfoses” pode ser substituída por “transformações” sem prejuízo significativo de sentido.
( ) A palavra “silenciosas” tem como antônimo, no contexto, a palavra “barulhentas”.
( ) A substituição da palavra “longas” por “breves” mantém o mesmo sentido do texto.
( ) No texto, “vida e borboletas” estabelecem uma relação de antonímia.
( ) Dentro do contexto do texto, a palavra “metamorfoses” restringe-se ao seu significado dicionarizado, sem contribuir para a construção de um sentido figurado ou simbólico.
Após análise, conclui-se que a sequência correta é: 
Alternativas
Q4285667 Português
Observe a imagem a seguir para responder à questão.

Ainda em relação ao texto da imagem, analise as afirmativas a seguir sobre a palavra “não”, presente no primeiro período, e assinale V (verdadeiro) ou F (falso).
( ) A palavra “não” é um advérbio de negação, pois exprime uma circunstância de negação ao incidir sobre o verbo quero.
( ) Se o advérbio “não” fosse retirado do texto, o sentido do primeiro período permaneceria inalterado.
( ) No contexto do Texto III, o advérbio “não” contribui para estabelecer a oposição entre o desejo de apenas conhecer a realidade e o desejo de recriá-la poeticamente.
( ) A palavra “não” é uma preposição, pois estabelece relação de dependência entre os verbos quero e saber.
( ) A palavra “não” funciona como um substantivo no primeiro período, pois nomeia uma ideia de negação apresentada pelo eu lírico.
Após análise, conclui-se que a sequência correta é: 
Alternativas
Q4285011 Português
Analise o texto abaixo:

Hino

Bem-vindo à terra do sol e mar
Das praias e belas sereias
Da brisa suave e fagueira
Que envolvem as brancas areias.

Bem-vindo à terra feliz
Dos sonhos e lindas canções
dos rios e das ruas floridas
Que encantam os seus corações.

Povo hospitaleiro, amigo sincero e leal
Jamais em todo o Brasil
Você terá visto outro igual.

Deste imenso País
Do Oiapoque ao Chuí
Conheça uma alegre cidade
Visite nossa ITAJAÍ.

Disponível em: https://itajai.sc.gov.br/a/12. Acesso em: 05 jun. 2026.

Assinale a alternativa correta com base no texto e na norma padrão da Língua Portuguesa.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: Avança SP Órgão: Prefeitura de Vargem Grande Paulista - SP Provas: Avança SP - 2026 - Prefeitura de Vargem Grande Paulista - SP - Médico Clínico Geral | Avança SP - 2026 - Prefeitura de Vargem Grande Paulista - SP - Assistente Social | Avança SP - 2026 - Prefeitura de Vargem Grande Paulista - SP - Controlador Interno | Avança SP - 2026 - Prefeitura de Vargem Grande Paulista - SP - Enfermeiro Sanitarista | Avança SP - 2026 - Prefeitura de Vargem Grande Paulista - SP - Médico Cardiologista | Avança SP - 2026 - Prefeitura de Vargem Grande Paulista - SP - Médico do Trabalho | Avança SP - 2026 - Prefeitura de Vargem Grande Paulista - SP - Médico Gastroenterologista | Avança SP - 2026 - Prefeitura de Vargem Grande Paulista - SP - Médico Geriatra | Avança SP - 2026 - Prefeitura de Vargem Grande Paulista - SP - Médico Ginecologista | Avança SP - 2026 - Prefeitura de Vargem Grande Paulista - SP - Médico Infectologista | Avança SP - 2026 - Prefeitura de Vargem Grande Paulista - SP - Médico Neurologista | Avança SP - 2026 - Prefeitura de Vargem Grande Paulista - SP - Médico Neuropediatra | Avança SP - 2026 - Prefeitura de Vargem Grande Paulista - SP - Médico Psiquiatra | Avança SP - 2026 - Prefeitura de Vargem Grande Paulista - SP - Médico Radiologista/Ultrassonografista | Avança SP - 2026 - Prefeitura de Vargem Grande Paulista - SP - Médico Ortopedista | Avança SP - 2026 - Prefeitura de Vargem Grande Paulista - SP - Médico Pediatra | Avança SP - 2026 - Prefeitura de Vargem Grande Paulista - SP - Engenheiro Agrimensor | Avança SP - 2026 - Prefeitura de Vargem Grande Paulista - SP - Médico Psiquiatra Infantil | Avança SP - 2026 - Prefeitura de Vargem Grande Paulista - SP - Instrutor Desportivo | Avança SP - 2026 - Prefeitura de Vargem Grande Paulista - SP - Engenheiro Eletricista | Avança SP - 2026 - Prefeitura de Vargem Grande Paulista - SP - Fisioterapeuta | Avança SP - 2026 - Prefeitura de Vargem Grande Paulista - SP - Intérprete de Libras | Avança SP - 2026 - Prefeitura de Vargem Grande Paulista - SP - Psicólogo |
Q4283210 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Benefícios da exploração espacial


    Quase sempre a história das invenções está cercada de erros e acertos, contando com a colaboração de inúmeras pessoas e não apenas de um indivíduo. Quando, finalmente, a inovação quase que definitiva matura-se, seu responsável algumas vezes recebe conhecimento. A exploração espacial é, entretanto, resultado de um esforço de inúmeras pessoas, nunca um empreendimento individual. Exceto por casos excepcionais, raramente seus inventores tornam-se conhecidos publicamente: a sociedade tem dificuldades em reconhecer a origem da invenção.

    Para tornar mais claros os benefícios obtidos no passado com a exploração espacial, apresentamos abaixo uma lista de inovações oriundas de desenvolvimento de tecnologia espacial. Tal lista não está completa. Outros desenvolvimentos que advieram da busca por soluções inovadoras de manutenção de vida no espaço podem ser apreciados na referência fornecida abaixo, de onde podemos apreciar algumas aplicações:

- Protetores almofadados para calçados de corrida. A partir de um processo de montagem de capacetes espaciais, o engenheiro da NASA Frank Rudy procurou uma grande empresa de calçados e ofereceu a tecnologia na produção de tênis esportivos. Hoje em dia, quase todos os calçados usados em corridas de longa distância requerem o uso de absorvedores de impacto.

- Equipamentos de segurança para bombeiros. Dispositivos espaciais deram origem a novos e leves recursos de respiração em uso por equipes de salvamento em incêndios. Antes de 1971, esses equipamentos chegavam a pesar mais de 13 quilos.

- Ranhuras no asfalto. Foram engenheiros espaciais que descobriram o efeito de redução de escorregamento pela criação de ranhuras no asfalto. Esse arranjo foi, então, aplicado com sucesso para evitar acidentes na decolagem e aterrissagem de aviões, e são usados em larga escala em estradas e rodovias. (...)

    A importância da manutenção de um Programa Espacial para países em desenvolvimento é considerável. Maior ainda é sua importância para um país do tamanho do Brasil.


MEC. Benefícios da exploração espacial. Disponível em <https://www.gov.br/aeb/pt-br/acoes-eprogramas/aplicacoes-espaciais/beneficios-daexploracao-espacial>.
"(...) apresentamos abaixo uma lista de inovações oriundas de desenvolvimento de tecnologia espacial."

A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
Alternativas
Q4283160 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Entre estrelas e engrenagens: o fascínio pela ficção científica


    De todas as histórias que já ouvi, a ficção científica é aquela que me faz olhar para o céu à noite com olhos de criança e coração de engenheiro. É uma mistura agridoce de sonhos e cálculos, onde o impossível se torna plausível e as estrelas deixam de ser apenas pontos brilhantes para se tornarem destinos.

    Imagine o futuro como um livro ainda não escrito, e a ficção científica como o rascunho audacioso. Foi assim que ela nos apresentou robôs capazes de sentir, naves que cruzam buracos de minhoca e sociedades que lutam contra a própria criação. De 2001: Uma Odisseia no Espaço a Duna, aprendemos que o futuro não é uma estrada reta, mas um emaranhado de possibilidades.

    Mas não se engane. A ficção científica não é sobre previsões. É sobre reflexões. Quando Asimov criou as três leis da robótica, ele não estava apenas escrevendo sobre máquinas; estava nos fazendo pensar sobre ética, humanidade e os limites do controle. Quando Blade Runner perguntou se os replicantes sonham com carneiros elétricos, estava perguntando, na verdade, o que é que nos torna humanos.

    Na ficção científica, até mesmo uma caneta Bic – talvez a sua – poderia ser uma pеçа essencial para salvar a galáxia. É esse poder de transformar o cotidiano em extraordinário que faz o gênero ser tão apaixonante. Ela nos lembra que, em algum canto do universo ou em alguma dobra do tempo, sempre haverá algo novo a descobrir.

    Então, da próxima vez que você folhear um livro de ficção científica ou assistir a um filme do gênero, lembre-se: você não está apenas lendo ou assistindo. Você está embarcando em uma viagem que, apesar de fictícia, carrega mais verdades do que aparenta.

    No final, talvez o maior mérito da ficção científica seja nos ensinar a ser visionários. A sonhar com universos paralelos enquanto resolvemos as equações do nosso próprio mundo.

    E quem sabe, algum dia, essas estrelas que tanto observamos se tornem tão familiares quanto o pão de queijo e o café na nossa mesa. BOTTER, Rafael. Entre estrelas e engrenagens: о fascínio pela ficção científica. Revista Conexão Literatura.


BOTTER, Rafael. Entre estrelas e engrenagens: о fascínio pela ficção científica. Revista Conexão Literatura. Disponível em <https://revistaconexaoliteratura.com.br/cronica-entreestrelas-e-engrenagens-o-fascinio-pela-ficcao-cientificapor-rafael-botter/>.
"Quando Asimov criou as três leis da robótica, ele não estava apenas escrevendo sobre máquinas"

A palavra destacada no trecho acima apresenta especificamente o sentido de:
Alternativas
Q4283159 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Entre estrelas e engrenagens: o fascínio pela ficção científica


    De todas as histórias que já ouvi, a ficção científica é aquela que me faz olhar para o céu à noite com olhos de criança e coração de engenheiro. É uma mistura agridoce de sonhos e cálculos, onde o impossível se torna plausível e as estrelas deixam de ser apenas pontos brilhantes para se tornarem destinos.

    Imagine o futuro como um livro ainda não escrito, e a ficção científica como o rascunho audacioso. Foi assim que ela nos apresentou robôs capazes de sentir, naves que cruzam buracos de minhoca e sociedades que lutam contra a própria criação. De 2001: Uma Odisseia no Espaço a Duna, aprendemos que o futuro não é uma estrada reta, mas um emaranhado de possibilidades.

    Mas não se engane. A ficção científica não é sobre previsões. É sobre reflexões. Quando Asimov criou as três leis da robótica, ele não estava apenas escrevendo sobre máquinas; estava nos fazendo pensar sobre ética, humanidade e os limites do controle. Quando Blade Runner perguntou se os replicantes sonham com carneiros elétricos, estava perguntando, na verdade, o que é que nos torna humanos.

    Na ficção científica, até mesmo uma caneta Bic – talvez a sua – poderia ser uma pеçа essencial para salvar a galáxia. É esse poder de transformar o cotidiano em extraordinário que faz o gênero ser tão apaixonante. Ela nos lembra que, em algum canto do universo ou em alguma dobra do tempo, sempre haverá algo novo a descobrir.

    Então, da próxima vez que você folhear um livro de ficção científica ou assistir a um filme do gênero, lembre-se: você não está apenas lendo ou assistindo. Você está embarcando em uma viagem que, apesar de fictícia, carrega mais verdades do que aparenta.

    No final, talvez o maior mérito da ficção científica seja nos ensinar a ser visionários. A sonhar com universos paralelos enquanto resolvemos as equações do nosso próprio mundo.

    E quem sabe, algum dia, essas estrelas que tanto observamos se tornem tão familiares quanto o pão de queijo e o café na nossa mesa. BOTTER, Rafael. Entre estrelas e engrenagens: о fascínio pela ficção científica. Revista Conexão Literatura.


BOTTER, Rafael. Entre estrelas e engrenagens: о fascínio pela ficção científica. Revista Conexão Literatura. Disponível em <https://revistaconexaoliteratura.com.br/cronica-entreestrelas-e-engrenagens-o-fascinio-pela-ficcao-cientificapor-rafael-botter/>.
"É uma mistura agridoce de sonhos e cálculos, onde o impossível se torna plausível"

A palavra destacada no trecho acima é antônima de:
Alternativas
Q4283119 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


A importância do esporte na saúde: corpo e mente em movimento


    Você talvez conheça bem esse cenário: horas sentado no escritório, ombros duros, uma dor nas costas que aparece todo fim de tarde e aquele cansaço que não passa nem no fim de semana. A mente vive acelerada, pulando de uma tarefa para outra, enquanto o corpo pede uma pausa que nunca chega. Esse virou o "novo normal" para muitos adultos - mas, no fundo, você sabe que o preço cobrado é alto. É aqui que a importância do esporte na saúde começa a fazer sentido de verdade: não como estética, não como obrigação, mas como um respiro. Você não precisa de mais uma tarefa na agenda; precisa de algo que te faça sentir vivo de novo.

   O esporte é um dos caminhos mais completos para recuperar o equilíbrio entre corpo e mente, especialmente quando a rotina já deixou suas marcas. A prática regular ajuda a reduzir dores, aliviar tensões, prevenir doenças e devolver aquela sensação de energia que faz falta há tempos. (...)

    Quando você pratica esporte com regularidade, está investindo diretamente na prevenção e até na reversão de doenças como hipertensão, diabetes tipo 2, obesidade e osteoporose. A importância do esporte na saúde física não se resume a suar a camisa: ele ativa seus sistemas biológicos, melhora a sensibilidade à insulina – ajudando a controlar ou reverter o diabetes tipo 2 -, contribui para a perda de gordura corporal e regula a pressão arterial. Além disso, o esforço fisico estimula a densidade óssea, o que ajuda а combater a osteoporose, especialmente com exercícios de carga ou resistência.

     Além desses benefícios específicos, o esporte traz ganhos mais gerais, porém poderosos: melhora a capacidade cardiovascular, fortalece os músculos e INSTITUTO AVANÇA SÃO PAULO aumenta significativamente a disposiçãoеa energia para a rotina diária. Comparar uma vida ativa com uma rotina sedentária é enxergar dois futuros diferentes: na primeira, você fortalece seu coração, estimula a regeneração do corpo e reduz o risco de doenças crônicas; na segunda, sua saúde física pode se deteriorar com o tempo. E esse risco não é abstrato - segundo a OMS, a inatividade física pode fazer com que milhões de pessoas desenvolvam doenças crônicas até 2030. (...)


RISSI. A importância do esporte na saúde: corpo e mente em movimento. Disponível em <https://rissiesportes.com.br/blog/a-importancia-doesporte-na-saude/>.
"Comparar uma vida ativa com uma rotina sedentária é enxergar dois futuros diferentes"

A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
Alternativas
Respostas
201: D
202: B
203: E
204: A
205: A
206: B
207: B
208: E
209: E
210: E
211: D
212: C
213: C
214: C
215: E
216: B
217: E
218: E
219: D
220: A