Questões de Concurso Sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português

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Q4311887 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Famílias brasileiras perderam R$ 62,5 bilhões para bets em 2025

As famílias brasileiras perderam R$ 62,5 bilhões para as bets no ano de 2025. O montante corresponde ao valor líquido, ou seja, à diferença entre o dinheiro apostado e o devolvido em forma de prêmio. Este valor equivale a uma média de R$ 4,7 bilhões por mês, considerando o período de outubro de 2024 a março de 2026. As perdas correspondem a 0,68% da Renda Nacional Disponível Bruta das Famílias e consideram as transferências feitas por Pix para as casas de apostas. No mesmo período, as bets movimentaram quase R$ 351 bilhões em transações via Pix. Os dados constam do Boletim Fiscal dos Estados, divulgado pelo Comitê Nacional de Secretários de Fazenda (Comsefaz), com base em estatísticas de pagamentos do Banco Central.

O estudo mostra que, desde a regulamentação das bets, em janeiro do ano passado, houve mudança no volume de transferências via Pix destinadas ao setor de artes, cultura, esporte e recreação, indicando maior comprometimento da renda das famílias com as apostas. A lei que regulamentou as bets determina que as empresas bloqueiem o acesso de usuários identificados como compulsivos. Segundo o advogado Júlio Leone, porém, isso não tem ocorrido.

“Quando é detectado que a pessoa tem ludopatia, que é viciada, compulsiva em apostas, o algoritmo deveria travar a conta dela. Mas faz o contrário: manda mais bônus, mais vouchers, mais incentivos para que ela continue apostando. É aí que ela perde todo o capital.”

O boletim mostra ainda que, desde outubro do ano passado, quando entrou em vigor a proibição de apostas para beneficiários do Bolsa Família, houve desaceleração no ritmo das transações. Segundo o Comsefaz, o resultado indica que a medida teve efeitos concretos sobre o volume agregado de transações, sugerindo que as famílias de menor renda tinham participação significativa no mercado de apostas.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/familias-brasileiras-perderam-r-625-bilhoes-para-bets-em-2025 (adaptado)

Considere os termos retirados do texto, dispostos na Coluna 1, e associe-os aos seus respectivos antônimos (sentidos opostos), elencados na Coluna 2:
Coluna l: 1. líquido (1º parágrafo). 2. compulsivos (2º parágrafo). 3. desaceleração (4º parágrafo)
Coluna 2: ( ) aceleração / avanço rápido. ( ) bruto / total sem descontos. ( ) moderados/controlados.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
Alternativas
Q4310166 Português
Texto para o item.


Taxar ultraprocessados pode reduzir doenças crônicas e mortes


    Mantido no ritmo atual, o ganho de peso da população adulta brasileira deve levar ao surgimento de 10 milhões de novos casos de doenças crônicas evitáveis – como diabetes, hipertensão e doenças cardiovasculares – entre 2024 e 2044. Nessas duas décadas, estima‑se que a proporção de adultos com sobrepeso no país passe de 57% para 75%, resultando em cerca de 1 milhão de mortes.
    Diante desse cenário, o epidemiologista Leandro Rezende e sua equipe na Universidade Federal de São Paulo simularam o impacto que a imposição de taxas sobre os alimentos ultraprocessados poderia gerar na saúde da população. Os ultraprocessados são uma categoria de alimentos industrializados aos quais são adicionados altos teores de açúcar, gordura e sal com a finalidade de aumentar sua durabilidade ou palatabilidade.
    Os resultados, publicados no American Journal of Preventive Medicine, mostram que cobrar mais por esses alimentos gera um efeito protetivo proporcional ao tributo. Impor uma taxa de 10% pode restringir a 67% o total de adultos com sobrepeso em 2044, evitando 526 mil casos de doenças e 71 mil mortes. Se a taxação chegasse a 50%, a frequência de sobrepeso baixaria para 50%, prevenindo 1,8 milhão de adoecimentos.
    Segundo Rezende, o estudo avança ao estimar o impacto sobre o conjunto dos alimentos ultraprocessados, e não sobre itens isolados, como as bebidas açucaradas. Como o efeito da alimentação depende do padrão geral, ações voltadas a toda a categoria tendem a apresentar maior eficácia na redução do excesso de peso.
    Especialistas ressaltam, contudo, que a tributação não resolve o problema isoladamente. A resposta ao aumento de preços depende do ambiente alimentar e de condições sociais. Para maximizar os resultados, a taxação deve vir acompanhada de políticas públicas complementares, como subsídios a alimentos in natura, regulação da publicidade e ações de educação alimentar que tornem as escolhas saudáveis mais acessíveis a toda a população. 

Internet: <revistapesquisa.fapesp.br> (com adaptações).

Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.



A expressão “in natura” é empregada no último parágrafo para designar produtos em seu estado natural. Assim, a sua substituição pela expressão não processados preservaria a correção gramatical, a coerência e o sentido original do texto.

Alternativas
Q4309793 Português

Texto para o item.



Inteligência artificial na Administração

Pública: mais tempo, mais resultado



    A transformação digital já é uma realidade em diversos setores da sociedade. Na Administração Pública, o uso da inteligência artificial (IA) vem se consolidando como uma ferramenta promissora para modernizar a gestão, melhorar a entrega de serviços e valorizar a atuação do servidor público. Em um cenário cada vez mais desafiador, é fundamental pensar a IA não como substituta de pessoas, mas, sim, como aliada estratégica para fazer mais e com mais qualidade.


    A primeira grande vantagem da IA é o aumento da produtividade. Sistemas inteligentes são capazes de realizar tarefas repetitivas com muito mais agilidade e precisão. Essa otimização libera tempo e energia das equipes para se dedicarem ao que realmente importa: planejar, decidir, acompanhar e inovar.


    Essa mudança impacta o dia a dia do servidor público. A IA redefine o papel do servidor, transferindo-o de funções operacionais para as mais estratégicas. Com a automação de rotinas burocráticas, abre-se espaço para o desenvolvimento de novas competências. Esse processo traz mais satisfação e maior reconhecimento profissional.


    Além disso, a IA promove a otimização do tempo administrativo. Processos que antes levavam semanas agora podem ser concluídos em questão de minutos. Isso significa menos atrasos, menos retrabalho e mais previsibilidade para a gestão pública.


    Do ponto de vista institucional, a IA contribui para a qualificação das decisões, pois algoritmos podem analisar bases extensas de dados, identificar padrões e fornecer recomendações com base em evidências, o que fortalece a tomada de decisões públicas.


    Ademais, destaca-se o impacto na gestão dos recursos públicos. A IA pode detectar inconsistências, prever riscos e antecipar problemas em contratos. Tudo isso contribui para um uso mais racional e estratégico do orçamento, evitando desperdícios e agregando valor às políticas públicas.


    Paralelamente, crescem a transparência e o controle social. Ferramentas inteligentes conseguem organizar grandes volumes de informações públicas, facilitar o acesso dos cidadãos e gerar relatórios mais claros, reforçando a confiança nas instituições.


    Todavia, a implantação da IA exige responsabilidade, planejamento e capacitação. É preciso, portanto, garantir o respeito à legislação, à proteção de dados e aos princípios da Administração Pública.


Internet: <migallhas.com.br> (com adaptações).



Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.

No fragmento “Em um cenário cada vez mais desafiador, é fundamental pensar a IA não como substituta de pessoas, mas, sim, como aliada estratégica para fazer mais e com mais qualidade.”, a substituição do adjetivo “desafiador” pelo vocábulo provocador preservaria a correção gramatical e o sentido original do período.
Alternativas
Q4306861 Português
Meninos

Estrofe 1
meninos pedindo comida na porta das casas.
meninos esguios macilentos
filhos da fome
crias do medo
bichinhos escuros
melados de sujo
procriados em catres imundos
em horas escusas
botados no mundo
porque o remédio falhou
Estrofe 2
meninos pedindo comida
ratos de esgoto
saídos da lama
de dia se escondem
de noite se espalham
correndo de porta em porta
só comem no escuro
ratos de esgoto
que a noite soltou
Estrofe 3
meninos pedindo comida nas casas burguesas
meninos pisando pés sujos
nos pátios de são caetano
escorando as mãos sujas no espelho
dos azulejos coloridos do hall
meninos apertando o botão da campainha
esperando o milagre da explosão
da ternura e da comida
que não vem
lá dentro há risos e arrotos
e estômagos cheios se sacodem de gozo
e velhos gulosos caminham pro enfarte
Estrofe 4
e um lindo fogão colorido espreme no ar
um cheiro gostoso de assado e fritura 
que ri dos meninos passando-lhes o dedo
no nariz
Estrofe 5
meninos pedindo comida na porta das casas
a fome fazendo barulho apertando a campainha
chegando em hora incômoda
(esses meninos não respeitam temos visitas pro jantar)
meninos batendo na porta das almas
sujando o assoalho encerado
de nossa paz espiritual
Estrofe 6
meninos ouvindo um não perfumado
cheirando a comida
um não muito limpo
dá água na boca
diga que o que sobrou é pros cachorros
eles que voltem amanhã
meninos recolhem sua fome num saco de plástico
irão bater noutra porta
escrevendo nas ruas as linhas sinuosas do clamor da miséria que sobe até Deus

(Autor: Ápio Campos)

Assinale a alternativa em que ocorre a substituição do substantivo ou do adjetivo (termos destacados) por antônimo:
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Q4306830 Português
Texto 1


O boleirês que domina o português


Talvez a maneira em que o futebol se expressa mais intensamente no cotidiano do brasileiro, além de si mesmo, é no vocabulário. E de uma maneira como quase ninguém percebe, porque já se tornou corriqueiro. As expressões que nasceram nos estádios foram incorporadas no linguajar comum. Da crônica esportiva ou da própria conversa de arquibancada, ganharam as ruas e os livros, em um conceito cultural muito mais abrangente. A linguagem específica do futebol é fenômeno estudado faz tempo. Por exemplo, o primeiro “Dicionário do Futebol”, para explicar os verbetes tradicionais do boleirês, surgiu quando o Uruguai sequer havia levantado a Jules Rimet pela primeira vez: em 1929, escrito e organizado pelo jornalista Haroldo Maranhão. Ao mesmo tempo, os dicionários comuns adicionavam significados futebolísticos para tantas outras palavras. “Chutar”, por exemplo. Mais do que o ato em si de bater com o pé, se tornou sinônimo de arriscar ou dar um palpite. O mesmo acontece com vários termos que, literalmente, representam o que acontece dentro de campo, mas servem de metáfora para vários assuntos da vida. É o caso de “show de bola”, “suar a camisa”, “dar um chapéu”, “tirar de letra” e tantas outras expressões que se tornaram corriqueiras além do futebol. Demonstram a importância do esporte para a cultura. E também tornam a língua mais rica e viva, adaptando-se com as mudanças da sociedade. Dos 228,5 mil verbetes listados pelo Dicionário Houaiss, 502 possuem a palavra “futebol” em suas explicações. Número significativo da força do jogo sobre o português, especialmente pelas variações que ganham conforme a região do país. “O brasileiro é um povo que expressa sua emoção de uma maneira muito espontânea, fato que se reflete na linguagem”, escreve a pesquisadora Simone Nejaim Ribeiro, autora da dissertação A Linguagem do Futebol: estilo e produtividade lexical. “A linguagem especial do futebol é bastante expressiva e, muitas vezes, ultrapassa a esfera das narrações e dos textos referentes ao esporte. Isto se deve, entre outras coisas, à grande paixão do brasileiro por ele”. Por mais que as gírias exijam um conhecimento prévio sobre o assunto, a popularidade do futebol facilita a compreensão pela maioria.


Disponível em: https://trivela.com.br/brasil/como-o-futebol-moldou-aidentidade-cultural-do-brasileiro/. Acesso em: 02 jul. 2026.



A partir da leitura do Texto 1, a incorporação de expressões originalmente futebolísticas à comunicação diária do brasileiro evidencia que
Alternativas
Q4305549 Português

INSTRUÇÃO: A questão refere-se ao texto abaixo.



Qual é a origem da palavra “tarifa”?





(Disponível em: super.abril.com.br/historia/qual-e-a-origem-da-palavra-tarifa/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que apresenta a palavra que poderia substituir corretamente o vocábulo “legado” no trecho a seguir, retirado do texto, sem causar prejuízos ao sentido no contexto em que ocorre. Desconsidere eventuais alterações que se façam necessárias em função do gênero da palavra.

“Parte desse legado ficou marcada na língua”.
Alternativas
Q4305130 Português
Leia o texto para responder à questão:

Medidas contra as bets são muito tímidas

    O governo endureceu as regras para a publicidade das apostas esportivas. Todas as propagandas de bets deverão agora exibir advertências informando que apostar pode causar dependência, faz perder dinheiro e não é investimento. Também ficam proibidas peças publicitárias que associem as apostas a sucesso financeiro, fonte de renda ou enriquecimento fácil. As medidas representam um avanço e mostram que o Estado reconhece, de forma clara, os riscos de uma atividade que nem deveria ter sido legalizada. Nesse sentido, as medidas do governo são muito tímidas.
    Nos últimos anos, o mercado de apostas online cresceu sem freios. Enquanto a regulamentação patinava, empresas se instalaram no País e multiplicaram patrocínios a clubes, campeonatos e programas esportivos. Também transformaram influenciadores, atletas e celebridades em vitrines permanentes de um negócio apresentado como entretenimento inofensivo. O tsunami veio com a Copa do Mundo. Hoje, as pesquisas mostram o aumento do endividamento das famílias, o crescimento dos casos de ludopatia, a pressão sobre o Sistema Único de Saúde (SUS) e até o adiamento do ingresso de jovens no ensino superior.
Trata-se de impor à publicidade das bets limites proporcionais aos danos que elas provocam. Foi essa lógica que orientou, ao longo das últimas décadas, a restrição à propaganda de cigarros. Ninguém proibiu o consumo. O que se reconheceu foi que produtos capazes de causar prejuízos dessa dimensão à saúde pública não poderiam continuar sendo promovidos como símbolos de sucesso, diversão ou qualidade de vida.
    No segundo semestre, o Supremo Tribunal Federal (STF) deverá retomar o julgamento das ações que questionam a constitucionalidade da Lei das Bets. Entre os temas em debate estão a proteção de grupos vulneráveis, como beneficiários de programas sociais, e os limites de uma atividade que, segundo a Procuradoria-Geral da República, possui caráter predatório e compromete direitos fundamentais. O presidente do STF já associou o avanço das apostas ao crime organizado e classificou o tema como um grave problema social e de segurança pública. Suas declarações indicam que o tribunal dificilmente será permissivo.
    O julgamento, porém, ainda está distante, e seu resultado é incerto. Até lá, governo e Congresso não têm desculpa para continuar adiando restrições muito mais severas à publicidade das bets. Não basta alertar sobre os riscos de uma atividade reconhecidamente nociva enquanto sua publicidade continua ocupando estádios, transmissões esportivas, redes sociais e a rotina dos brasileiros quase sem limitações. O aviso institucional é bem-vindo, mas a tolerância já passou da hora de acabar.

(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 15.07.2026. Adaptado)
No texto, diz-se que a atividade das bets “possui caráter predatório” e que “o tribunal dificilmente será permissivo.” No contexto em que estão empregados, os termos “predatório” e “permissivo” devem ser associados, correta e respectivamente, aos sentidos de:
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Q4305047 Português
Brasil reduz pobreza, mas amplia desigualdades, mostra estudo


     O Relatório do Observatório Brasileiro das Desigualdades 2026 aponta que o Brasil avançou, no ano de 2025, em 34 (71%) dos 48 indicadores estudados para análise do processo de enfrentamento das desigualdades. Os avanços apontados pelo estudo são relativos, principalmente, à melhoria de renda média, ao aumento do mercado de trabalho, à redução da pobreza, além de maior segurança alimentar e acesso aos serviços básicos.

     Índices de saúde - como redução da desnutrição infantil e de idosos; educação - como queda do analfabetismo; e segurança - como redução da taxa de homicídios registrados de jovens de 15 a 29 anos, também melhoraram. Do total de indicadores analisados, oito pioraram e seis se mantiveram estáveis. Entre as pioras estão: ampliação do número de mulheres que recebem remuneração inferior à dos homens; agravamento da concentração da renda; tributação menor conforme a renda é maior; condições mais desfavoráveis à população negra; aumento da concentração dos piores indicadores sociais no Norte e Nordeste.

     Para os responsáveis pelo relatório, os indicadores que apresentaram piora revelam que os principais mecanismos de reprodução das desigualdades permanecem ativos.

       "O crescimento econômico beneficiou diferentes grupos sociais, mas não foi suficiente para reduzir as disparidades históricas de renda, gênero, raça e território", destaca o relatório.

       O relatório publicado neste ano é a quarta edição. O primeiro foi publicado em 2023. A última publicação traz análises atuais sobre indicadores de 2025, com exceção de algumas bases de dados não atualizadas anualmente. Um exemplo são os indicadores derivados da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), que analisam gastos com transporte e carga tributária a cada dois anos. Outro caso é o Indicador de Analfabetismo Funcional (Inaf), divulgado em 2024, após seis anos da pesquisa anterior.

     Na avaliação da diretora técnica do Pacto Nacional pelo Combate às Desigualdades, Adriana Marcolino, a indisponibilidade desses indicadores atualizados em 2025 não interfere no comparativo com as edições anteriores do relatório.

      "Nesses casos, a gente olha o dado em comparação com o mesmo dado do ano anterior, então isso não cria um viés de tempo. Os indicadores que a gente acompanha já indicam tendências pelo fato de já termos quatro anos de relatórios".

        No prefácio da publicação, Betina Ferraz Barbosa, coordenadora da Unidade de Desenvolvimento Humano do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) Brasil e economista-chefe do Pnud Brasil, avalia que a análise dos indicadores contribui para um aprofundamento de índices divulgados por diversas organizações e vão além do conceito de desenvolvimento humano com base exclusivamente em indicadores econômicos de saúde e educação.

       "Os números médios escondem uma realidade mais complexa: os avanços foram reais e, ao mesmo temро, profundamente desiguais", destaca.


Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-
08/familias-brasileiras-perderam-r-625-bilhoes-para-bets-em-2025
(adaptado)

No sétimo parágrafo, lemos o seguinte depoimento de Adriana Marcolino: Nesses casos, a gente olha o dado em comparação com o mesmo dado do ano anterior, então isso não cria um viés de tempo. Diante disso, assinale a alternativa que apresenta um termo equivalente que substitui adequadamente a palavra viés no contexto da frase, sem alterar o seu sentido estatístico original. 
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Q4304782 Português
Ao final da reunião, o diretor afirmou que a equipe teve uma atuação notável, destacando o empenho de todos os servidores na realização do projeto.
No contexto apresentado, a palavra notável significa:
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Q4304433 Português
"Com um livro nas mãos, tem-se tempo para o melhor entendimento, a fruição com prazer e o diálogo com o texto." (Ruy Castro)

O sentido da palavra destacada no pensamento acima tem relação direta com o ato de:
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Q4304431 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Ter um sítio


   Ter um sítio é bom, muito bom. Pensei nisso no primeiro dia em que o percorri como dono, ao parar na sombra da imensa antiga mangueira, sentindo no rosto o vento da tarde e escutando o canto dos passarinhos, e voltei a pensar muitas vezes, ao longo desses onze anos em que o tenho.

   Mas se quem nunca teve um sítio e deseja ter acha que é só isso o que você pensa, ou é um perfeito desinformado ou um perfeito idiota, ou as duas coisas ao mesmo tempo. Há horas, meu caro, há horas em que o que você mais gostaria de ser no mundo é um mágico: um mágico, para, num simples passe, fazer desaparecer de imediato e para sempre seu amado sítio.

  Imagine, por exemplo, que um dia seu empregado, sem qualquer motivo, avise que vai sair. Bom, o mínimo que você pede é que ele fique mais uns dias, até você arranjar outro, pois um empregado não se arranja assim de repente. Ele concorda e promete ficar. Ótimo. Três dias depois, ao voltar ao sítio por um imprevisto, você encontra os porcos berrando de sede e fome, as cercas rebentadas e o gado no pomar, e a égua, depois de muita procura, lá no pasto do vizinho. O que você não encontra é o filho duma égua do empregado: esse caiu no mundo. Eu disse imagine: mas foi isso, foi exatamente isso o que aconteceu comigo logo no primeiro ano.

   Houve depois coisas piores, bem piores, tanto na parte humana quanto na parte da natureza, embora, comparadas a algumas que vi ou ouvi de outras pessoas, eu possa dizer que não foram nada, que sou um sujeito de sorte. Na parte da natureza, o pior foi sempre, sem dúvida, as secas. É terrível. Só quem passou sabe. Você ver o gado emagrecendo, com aquele olhar que dói na gente. Os pastos rapados. O trato acabando. E dia após dia, noite após noite, olhar para o céu em busca de um sinalzinho de chuva, e nada. É terrível. (...)


VILELA, Luiz. Ter um sítio. Globo rural. Disponível em <https://globorural.globo.com/Noticias/Cultura/noticia/2017/01/ter-um-sitio-cronica-de-luiz-vilela.html>.
Assinale a alternativa em que a expressão destacada se encontra empregada em sentido figurado.
Alternativas
Q4304430 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Ter um sítio


   Ter um sítio é bom, muito bom. Pensei nisso no primeiro dia em que o percorri como dono, ao parar na sombra da imensa antiga mangueira, sentindo no rosto o vento da tarde e escutando o canto dos passarinhos, e voltei a pensar muitas vezes, ao longo desses onze anos em que o tenho.

   Mas se quem nunca teve um sítio e deseja ter acha que é só isso o que você pensa, ou é um perfeito desinformado ou um perfeito idiota, ou as duas coisas ao mesmo tempo. Há horas, meu caro, há horas em que o que você mais gostaria de ser no mundo é um mágico: um mágico, para, num simples passe, fazer desaparecer de imediato e para sempre seu amado sítio.

  Imagine, por exemplo, que um dia seu empregado, sem qualquer motivo, avise que vai sair. Bom, o mínimo que você pede é que ele fique mais uns dias, até você arranjar outro, pois um empregado não se arranja assim de repente. Ele concorda e promete ficar. Ótimo. Três dias depois, ao voltar ao sítio por um imprevisto, você encontra os porcos berrando de sede e fome, as cercas rebentadas e o gado no pomar, e a égua, depois de muita procura, lá no pasto do vizinho. O que você não encontra é o filho duma égua do empregado: esse caiu no mundo. Eu disse imagine: mas foi isso, foi exatamente isso o que aconteceu comigo logo no primeiro ano.

   Houve depois coisas piores, bem piores, tanto na parte humana quanto na parte da natureza, embora, comparadas a algumas que vi ou ouvi de outras pessoas, eu possa dizer que não foram nada, que sou um sujeito de sorte. Na parte da natureza, o pior foi sempre, sem dúvida, as secas. É terrível. Só quem passou sabe. Você ver o gado emagrecendo, com aquele olhar que dói na gente. Os pastos rapados. O trato acabando. E dia após dia, noite após noite, olhar para o céu em busca de um sinalzinho de chuva, e nada. É terrível. (...)


VILELA, Luiz. Ter um sítio. Globo rural. Disponível em <https://globorural.globo.com/Noticias/Cultura/noticia/2017/01/ter-um-sitio-cronica-de-luiz-vilela.html>.
No segundo parágrafo, as expressões "perfeito desinformado" e "perfeito idiota" remetem às pessoas que:
Alternativas
Q4304190 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Do primeiro celular ao smartphone


   Do primeiro celular a gente nunca se esquece: falo do tijolão preto quando chegou ao Brasil! Lembro como se fosse o primeiro dinossauro. Causou uma revolução em nossos costumes. Mas era apenas um telefone - falar e ouvir. E foi fantástico. Lembro a minha euforia. Quando me desfiz do primeiro, para tornar-me vítima do consumismo, fiquei com o coração apertado. Sou sentimental, tenho carinho pelos elos que vão ficando para trás. E o "pretinho básico" ficou esquecido. Foi um susto ao ver as pessoas falando nas calçadas. Gesticulavam igual a nossa Elis Regina ao cantar "Arrastão". Muito esquisito, eu parava na rua para olhar, e jurei não entrar naquela onda louca. Não adiantou.

  Na época, eu pensei que aquele estardalhaço nas ruas, com o aparelho no ouvido, seria coisa passageira, logo as pessoas entrariam no equilíbrio. Mas não; piorou. Sem cerimônia entramos na vida dos outros, nas conversas de família, nas doenças, nas brigas. E não se respeitam mais hospitais, clínicas, elevadores, lojas... O tranco é o mesmo. Um berreiro. E assim seguiremos, já acostumados a compartilhar toda a nossa vulnerabilidade em lugar público. Compartilhamos o que somos e o que gostaríamos de ser. Uma mistura surreal contemporânea, massificada. Um novo movimento. Não se sabe onde fica a linha divisória da razão. Existe o vício. Vi uma menina tuitando e rindo no cantinho de um velório. Senti vontade de lhe chamar a atenção (...).

    O mundo virtual está engolindo o mundo real nas lojas e bancos. Não gosto.

   Há uma ânsia em comunicar, alegrias e tristezas a compartilhar. Será que nossa cruz fica mais leve de carregar? Os filhos não querem saber de papo familiar, vão direto ao Facebook e lá tiram suas dúvidas com centenas de amigos.

    Só o futuro dirá algo sobre isso.


CARVALHO, Taís Luso de. Do primeiro celular ao
smartphone. Porto das crônicas. Disponível em
<https://taisluso.blogspot.com/2018/11/do-primeirocelular-ao-smartphone.html>.
"E assim seguiremos, já acostumados a compartilhar toda a nossa vulnerabilidade em lugar público."

A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
Alternativas
Q4303938 Português
Texto 2

O Brasil descobriu, finalmente, o problema da Educação. O que, até dois anos atrás, era uma “nota só” de um político está aos poucos se transformando na nota principal de todos. É uma boa notícia, e um enorme desafio: como sair do vício do abandono ou mesmo da aversão para a prioridade à Educação, quando o próprio conceito de Educação está em mutação. Com os novos avanços, tanto científicos sobre o cérebro como tecnológicos sobre a teleinformática, os velhos sistemas de pedagogia entraram em crise. Antes que cirurgias neuroinformacionais sejam capazes de implantar chips de conhecimento no cérebro, será preciso mudar a escola e o principal desafio é inventar o professor das primeiras décadas do século XXI. [...]

BUARQUE, Cristovam. A invenção do professor. Profissão Mestre, nov. 2008.
No trecho “como sair do vício do abandono ou mesmo da aversão para a prioridade à Educação”, a palavra destacada possui relação com a pauta educacional abordada no texto. Sem prejuízo do sentido original, a palavra que pode ser substituir o termo em destaque é
Alternativas
Q4303902 Português
Imagem associada para resolução da questão

BROWNE, Dik. Hagar o horrível. Disponível em <https://www.instagram.com/p/DXCUJU_IsPb/>.

Nas falas dos personagens da tirinha acima, as expressões "estar chegando" e "estar se afastando" se referem a ações:
Alternativas
Q4303826 Português

Considere o fragmento a seguir para a questão:


A esse respeito, os conceitos de cultura, civilização e povos têm conotações diferentes segundo o contexto, por exemplo, científico ou político. Enquanto o conceito de culturas evoca entidades que tendem a definir-se com relação umas às outras, o termo civilização refere-se a culturas que afirmam os seus valores ou visões do mundo como universais e assumem uma atitude expansionista relativamente a outras que as não partilham (ou ainda o não fazem). É, pois, um desafio muito real procurar levar à coexistência pacífica diferentes centros de civilização. Segundo a concepção da UNESCO – e esta é uma construção muito afastada das construções ideológicas que profetizam o choque de civilizações – deve entender-se por civilização um processo em curso encaminhado para a conciliação de todas as culturas do mundo com base no reconhecimento da sua igual dignidade, no quadro de um projeto universal contínuo.



Fonte: UNESCO. Relatório mundial da UNESCO: investir na diversidade cultural e no diálogo intercultural. Paris: UNESCO, 2009. p. 4  

Assinale a alternativa que apresenta uma análise correta do fragmento acima.  
Alternativas
Q4303646 Português

Considere o fragmento a seguir para a questão:


Os modelos familiares ao longo da história foram se alterando por diversos motivos socioculturais. Perceber essas mudanças é de extrema importância para compreender os modelos atuais de família. Inicialmente a família não se importava com seus filhos, eram apenas frutos de uma relação sexual; contudo, a criança acaba marcando seu espaço, e a família passa por uma reestruturação. Ao olhar para esta criança, a família se reinventa e se assenta num modelo aristocrático, onde o pai é o provedor. Com a industrialização, a família passa por outras alterações e aí se reestrutura de forma a privilegiar a privacidade e formas sociais de convivência em massa. Com a emancipação da mulher, um novo cenário se instala, e a família tenta encontrar seu modelo, pois, com a autonomia feminina, o pai perde sua autoridade, e o modelo tradicional de pai, mães e filhos dá lugar a uma verdadeira desordem de estrutura, na qual a vivência dos desejos individuais é evidenciada. E, frente a esse panorama, o conceito de família fica frágil, e generalizá-lo é impossível.


Fonte: https://revistaft.com.br/o-modelo-familiar-nos-dias-atuais-uma-releitura-do-conceito-de-familia/ (adaptado)

Assinale a alternativa que apresenta uma análise correta.
Alternativas
Q4303501 Português

Imagem associada para resolução da questão



CAZO. Segurança alimentar. Disponível em <https://blogdoaftm.com.br/charge-segurancaalimentar/>.



Em relação à charge acima, é correto afirmar que:

Alternativas
Q4303283 Português
Leia o Texto I para responder à questão.


Texto I


Pesquisa revela como aquecimento global pode levar à extinção de lagarto na Amazônia e favorecer sua expansão na Mata Atlântica


Isso indica ampla tolerância térmica e mecanismos fisiológicos favoráveis à sobrevivência em ambientes quentes


    No Dia Nacional da Mata Atlântica (27/05), uma pesquisa coordenada pelo professor da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Daniel Oliveira Mesquita, chama atenção para os impactos das mudanças climáticas sobre a biodiversidade brasileira. O estudo investigou como o aquecimento global pode afetar a distribuição do lagarto Cnemidophorus cryptus , espécie encontrada na Amazônia e recentemente registrada também em áreas da Mata Atlântica.

    
     A pesquisa é apoiada pelo Governo da Paraíba, por meio da Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado da Paraíba (Fapesq-PB), no âmbito da iniciativa Amazônia+10, e reúne pesquisadores de cinco estados brasileiros. Segundo a Profa. Fernanda Werneck, os resultados mostram que o locomotor em torno de Cnemidophorus cryptus apresenta melhor desempenho , com temperatura corporal preferencial muito próxima desse valor.


    Segundo os pesquisadores, isso 36,6°C indica ampla tolerância térmica e mecanismos fisiológicos favoráveis à sobrevivência em ambientes quentes. Apesar dessa resistência, a pesquisa aponta que o aquecimento global pode representar uma ameaça importante para a conservação da espécie, especialmente na Amazônia.


    A pesquisa também identificou um comportamento distinto da espécie na Mata Atlântica. Nesse bioma, onde o lagarto foi recentemente registrado, os modelos apontam uma expansão potencial de aproximadamente 10% da área de ocorrência, associada ao surgimento de ambientes mais abertos. Os pesquisadores alertam, no entanto, que isso não deve ser interpretado como um benefício do desmatamento. Algumas espécies conseguem ocupar áreas degradadas, enquanto outras desaparecem, o que pode resultar em perda da biodiversidade.


    “Uma espécie pode expandir sua ocorrência em ambientes alterados, mas isso não significa que o ecossistema esteja melhor. Muitas espécies mais sensíveis podem desaparecer nesse processo”, destaca Daniel Mesquita.


    Além do Cnemidophorus cryptus, o projeto estuda diversos grupos da fauna, incluindo sapos, pererecas, serpentes, lagartos e anfíbios subterrâneos raramente observados. Todo o material coletado é catalogado e depositado em coleções científicas, como as da UFPB e do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), servindo de base para estudos sobre genética, ecologia, reprodução e adaptação às mudanças climáticas.


    Embora pouco conhecido pelo público, o Cnemidophorus cryptus desempenha papel importante nos ecossistemas, ajudando no controle de insetos e pequenos invertebrados e servindo de alimento para outras espécies. Por depender diretamente de condições ambientais, o lagarto também funciona como um importante bioindicador climático , auxiliando cientistas a compreender os efeitos do aquecimento global sobre a biodiversidade brasileira.


Fonte: Mesquita, Daniel. Pesquisa revela como aquecimento global pode levar à extinção de lagarto na Amazônia e favorecer sua expansão na Mata Atlântica Disponível em https://fapesq.rpp.br/noticias/pesquisa-revela-como-mudancas-climaticas-podem-ameacar-o-futuro-de-lagarto-de-mesma-especie-na-amazonia-e : na-mata-atlantica [Trecho] . Acesso em: 05 jun. 2026.
Na frase do pesquisador Daniel Mesquita: “Muitas espécies mais sensíveis podem desaparecer nesse processo”, a palavra “sensíveis” está empregada em sentido:
Alternativas
Q4303282 Português
Leia o Texto I para responder à questão.


Texto I


Pesquisa revela como aquecimento global pode levar à extinção de lagarto na Amazônia e favorecer sua expansão na Mata Atlântica


Isso indica ampla tolerância térmica e mecanismos fisiológicos favoráveis à sobrevivência em ambientes quentes


    No Dia Nacional da Mata Atlântica (27/05), uma pesquisa coordenada pelo professor da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Daniel Oliveira Mesquita, chama atenção para os impactos das mudanças climáticas sobre a biodiversidade brasileira. O estudo investigou como o aquecimento global pode afetar a distribuição do lagarto Cnemidophorus cryptus , espécie encontrada na Amazônia e recentemente registrada também em áreas da Mata Atlântica.

    
     A pesquisa é apoiada pelo Governo da Paraíba, por meio da Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado da Paraíba (Fapesq-PB), no âmbito da iniciativa Amazônia+10, e reúne pesquisadores de cinco estados brasileiros. Segundo a Profa. Fernanda Werneck, os resultados mostram que o locomotor em torno de Cnemidophorus cryptus apresenta melhor desempenho , com temperatura corporal preferencial muito próxima desse valor.


    Segundo os pesquisadores, isso 36,6°C indica ampla tolerância térmica e mecanismos fisiológicos favoráveis à sobrevivência em ambientes quentes. Apesar dessa resistência, a pesquisa aponta que o aquecimento global pode representar uma ameaça importante para a conservação da espécie, especialmente na Amazônia.


    A pesquisa também identificou um comportamento distinto da espécie na Mata Atlântica. Nesse bioma, onde o lagarto foi recentemente registrado, os modelos apontam uma expansão potencial de aproximadamente 10% da área de ocorrência, associada ao surgimento de ambientes mais abertos. Os pesquisadores alertam, no entanto, que isso não deve ser interpretado como um benefício do desmatamento. Algumas espécies conseguem ocupar áreas degradadas, enquanto outras desaparecem, o que pode resultar em perda da biodiversidade.


    “Uma espécie pode expandir sua ocorrência em ambientes alterados, mas isso não significa que o ecossistema esteja melhor. Muitas espécies mais sensíveis podem desaparecer nesse processo”, destaca Daniel Mesquita.


    Além do Cnemidophorus cryptus, o projeto estuda diversos grupos da fauna, incluindo sapos, pererecas, serpentes, lagartos e anfíbios subterrâneos raramente observados. Todo o material coletado é catalogado e depositado em coleções científicas, como as da UFPB e do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), servindo de base para estudos sobre genética, ecologia, reprodução e adaptação às mudanças climáticas.


    Embora pouco conhecido pelo público, o Cnemidophorus cryptus desempenha papel importante nos ecossistemas, ajudando no controle de insetos e pequenos invertebrados e servindo de alimento para outras espécies. Por depender diretamente de condições ambientais, o lagarto também funciona como um importante bioindicador climático , auxiliando cientistas a compreender os efeitos do aquecimento global sobre a biodiversidade brasileira.


Fonte: Mesquita, Daniel. Pesquisa revela como aquecimento global pode levar à extinção de lagarto na Amazônia e favorecer sua expansão na Mata Atlântica Disponível em https://fapesq.rpp.br/noticias/pesquisa-revela-como-mudancas-climaticas-podem-ameacar-o-futuro-de-lagarto-de-mesma-especie-na-amazonia-e : na-mata-atlantica [Trecho] . Acesso em: 05 jun. 2026.
No texto, a palavra “bioindicador” (último parágrafo) pode ser substituída, sem alteração de sentido, por:
Alternativas
Respostas
141: C
142: C
143: C
144: A
145: B
146: D
147: C
148: E
149: D
150: A
151: A
152: E
153: B
154: A
155: E
156: B
157: A
158: B
159: C
160: C