Questões de Concurso Sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português

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Q4091770 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



Mundo preto e branco



    Era um mundo preto e branco. Todo o planeta consistia apenas em branco, preto, cinza e suas respectivas tonalidades.


    As pessoas caminhavam sob um céu cinza durante o dia e sob um manto carvão à noite. A humanidade consistia de 5 raças: branco, preto, cinza, granizo e chumbo.


    Mas, em uma estranha manhã, o céu amanheceu azul. As flores carvão tornaram-se vermelhas, amarelas, verdes cintilantes. Em todo o planeta, mares cinzas ganharam tonalidades de verde e azul. E as planícies desbotadas revelavam cores múltiplas.


    Naquele dia, as pessoas entraram em pânico. Anunciaram o fim do mundo. Gritaram, fizeram cortes em si mesmas, imploraram misericórdia.


    No entanto, sem qualquer explicação, o fenômeno durou apenas um dia. Na manhã seguinte, quando o céu voltou a ser cinza, as pessoas agradeceram por terem sobrevivido àquele dia de apocalipse.


MARTINZ, Juliano. Mundo preto e branco. Corrosiva. (Adaptado) Disponível .  <https://corrosiva.com.br/cronicas/mundo-preto-ebranco/>.

"As flores carvão tornaram-se vermelhas, amarelas, verdes cintilantes."



A palavra destacada no trecho acima é sinônima de: 

Alternativas
Q4091732 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

A velhinha e o celular

    Era noite e eu costumava dormir cedo naquela época. Já estava nos primeiros preparativos para isso quando escutei que batiam à porta. Eu não conhecia muita gente por ali e imaginei que só podia ser a velhinha. De vez em quando ela vinha pedir a minha ajuda em alguma coisa. Por alguma razão, ela havia simpatizado comigo. Talvez eu tenha mesmo a aparência de bom moço. Costumo ser paciente com os outros, provavelmente por saber que é assim que eu preciso que os outros sejam comigo. Só que não é sempre que estou de boa vontade. Essa velhinha já havia batido à minha porta em horas inoportunas. Nunca deixei de atender, mas foi ao custo de muito domínio próprio que escondi o meu incômodo.

    (...) Como em noites anteriores, ela me estendeu o seu celular. Um modelo antiquíssimo, desses que só servem para telefonar e mandar mensagem. Para a velhinha, eu representava a geração Z, aquela gente que já nasceu conectada e que entende tudo sobre tecnologia. Os óculos, de certo, completavam essa impressão. Mas a verdade é que eu poucо entendo desse mundo, mal consigo lidar com o meu próprio celular. Muitas vezes já aconteceu de me passarem o celular para ver se eu resolvia algum problema e eu devolver sem ter conseguido absolutamente nada. A sorte é que o problema da velhinha era mais fácil.
    
    Ora, ela apenas não estava conseguindo ligar o dito cujo. Não era a primeira vez que isso acontecia, ela imaginava que fosse algum problema do celular, que tivesse estragado ou algo do tipo. Mas eu peguei o celular e, como das outras vezes, segurei o botão de ligar por alguns segundos, até que ele desse algum sinal de vida. Não demorou e uma imagem apareceu na tela, comprovando o sucesso do meu método. Eu era jovem e não podia entender como é que alguém não conseguia ligar o celular. Uma vez, vá lá. Mas eu já havia explicado para a velhinha várias vezes como é que se faz para ligar um celular, e ela sempre voltava, e sempre achava que o problema era o celular.

    (...) Devolvido o celular, ela me agradeceu, com exagero, deu boa noite e voltou para casa. Talvez nós nos víssemos novamente na noite seguinte.


FENDRICH, Henrique. A velhinha e o celular. Escotilha.
Disponível em <https://escotilha.com.br/cronicas/henriquefendrich/velhinha-e-o-celular/>.
"Muitas vezes já aconteceu de me passarem o celular para ver se eu resolvia algum problema"

A palavra destacada no trecho acima apresenta o sentido de: 
Alternativas
Q4091731 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

A velhinha e o celular

    Era noite e eu costumava dormir cedo naquela época. Já estava nos primeiros preparativos para isso quando escutei que batiam à porta. Eu não conhecia muita gente por ali e imaginei que só podia ser a velhinha. De vez em quando ela vinha pedir a minha ajuda em alguma coisa. Por alguma razão, ela havia simpatizado comigo. Talvez eu tenha mesmo a aparência de bom moço. Costumo ser paciente com os outros, provavelmente por saber que é assim que eu preciso que os outros sejam comigo. Só que não é sempre que estou de boa vontade. Essa velhinha já havia batido à minha porta em horas inoportunas. Nunca deixei de atender, mas foi ao custo de muito domínio próprio que escondi o meu incômodo.

    (...) Como em noites anteriores, ela me estendeu o seu celular. Um modelo antiquíssimo, desses que só servem para telefonar e mandar mensagem. Para a velhinha, eu representava a geração Z, aquela gente que já nasceu conectada e que entende tudo sobre tecnologia. Os óculos, de certo, completavam essa impressão. Mas a verdade é que eu poucо entendo desse mundo, mal consigo lidar com o meu próprio celular. Muitas vezes já aconteceu de me passarem o celular para ver se eu resolvia algum problema e eu devolver sem ter conseguido absolutamente nada. A sorte é que o problema da velhinha era mais fácil.
    
    Ora, ela apenas não estava conseguindo ligar o dito cujo. Não era a primeira vez que isso acontecia, ela imaginava que fosse algum problema do celular, que tivesse estragado ou algo do tipo. Mas eu peguei o celular e, como das outras vezes, segurei o botão de ligar por alguns segundos, até que ele desse algum sinal de vida. Não demorou e uma imagem apareceu na tela, comprovando o sucesso do meu método. Eu era jovem e não podia entender como é que alguém não conseguia ligar o celular. Uma vez, vá lá. Mas eu já havia explicado para a velhinha várias vezes como é que se faz para ligar um celular, e ela sempre voltava, e sempre achava que o problema era o celular.

    (...) Devolvido o celular, ela me agradeceu, com exagero, deu boa noite e voltou para casa. Talvez nós nos víssemos novamente na noite seguinte.


FENDRICH, Henrique. A velhinha e o celular. Escotilha.
Disponível em <https://escotilha.com.br/cronicas/henriquefendrich/velhinha-e-o-celular/>.
"Essa velhinha já havia batido à minha porta em horas inoportunas."

A palavra destacada no trecho acima é sinônima de: 
Alternativas
Q4091376 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Brevíssima história da humanidade


    O curso de nossa história como espécie foi moldado, e continua sendo, por revoluções agudas provocadas por descobertas ou invenções. É abstrato pensar sobre isso, mas muito interessante de imaginar. Como chegamos até aqui? O que viemos fazer neste planeta? Quando julgamos estar apartados de tudo que vive, ocupando o lugar de donos do mundo?

    A primeira grande revolução humana foi a agrícola. Fomos forjados, através da seleção natural, para sermos animais nômades, explorando os recursos naturais para sobrevivermos. A natureza oferecia alimento, água, sombra e abrigo. Mas, queríamos mais. Então aprendemos a manipular ferramentas simples ao nosso favor e graças à posição de nosso polegar. Sim, a possibilidade de realizar movimento de pinça com os dedos fez toda a diferença. O tamanho do cérebro aumentou e por consequência a cognição. Descobrimos o fogo, manipulamos a vida ao nosso redor. Nossos neurônios estabeleceram conexões ainda inéditas, criamos linguagens capazes de transmitir os conhecimentos adquiridos, agrupamo-nos e domesticamos animais e plantas. Entendemos os ciclos, reproduzimos a vida natural, tomamos consciência de nossa existência. (...)

    Inventamos maneiras de comunicação cada vez mais rápidas, a revolução tecnológica em curso molda mais uma vez nossa maneira de viver. Somos os seres humanos pós-modernos, tecnológicos, digitais, virtuais. Inventamos a inteligência artificial e viramos seus reféns. Vivemos sob a ameaça do fim, sob a batuta do consumo desenfreado, ainda que parte de nós lute para conseguir o mínimo. As consequências de tudo que foi feito batem à nossa porta. Nessa era denominada Antropoceno, o que prevalece são as coisas construídas; as marcas do homem arranham tudo.

    O que virá depois? Ou talvez a pergunta seja: haverá depois? A possibilidade de retroceder em nome da saúde planetária existe? Amargaremos num futuro próximo as distopias pensadas na ficção? Poderemos controlar a sanha destruidora de nossa espécie? Nunca é demais lembrar que não temos para onde ir.


PAIXÃO, Júnia. Brevíssima história da humanidade. Escritor brasileiro. Disponível em.<https://escritorbrasileiro.com.br/cronica/brevissimahistoria-da-humanidade/>.
"Quando julgamos estar apartados de tudo que vive, ocupando o lugar de donos do mundo?"

A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
Alternativas
Q4091329 Português
Atenção: Considere o texto de Sérgio Rodrigues para responder à questão.


    Para a maioria dos brasileiros a pronúncia é "récorde", proparoxítona, e não, como recomendam dez entre dez sábios, "recórde", paroxítona. Estamos diante de um caso clássico de desobediência civil, em que a língua da vida real vai para um lado e a dos sábios, para o outro.

    Recorde, termo adaptado do inglês record, pode ser substantivo - significando a melhor marca esportiva, o desempenho a ser superado - ou adjetivo - com sentido equivalente: "tempo recorde", "velocidade recorde”. Quanto a isso, estamos todos de acordo. A divergência começa na hora de definir a prosódia da palavra. Em seu Dicionário de palavras & expressões estrangeiras, Luís Augusto Fischer observa com irreverência que há "duas pronúncias: a que os gramáticos preferem, 'recórde', ou a do resto da humanidade, 'récorde". É mais ou menos isso. Basta trocar, na frase de Fischer, "o resto da humanidade" por "a maioria dos brasileiros" que ela fica perfeita. Em Portugal, a inclinação por "recórde" parece inquestionável. Aqui, ocorre o inverso.

    Sempre pronunciei "récorde". Puxando pela memória, não consigo pensar em ninguém que não o faça. Se, como em tantos casos, nossos dicionários e gramáticas ainda se aferram de maneira um tanto acrítica à preferência lusitana, isso é um problema deles, que precisa ser - e certamente será - corrigido um dia. O Houaiss foi o primeiro a abrir a porta. Veja a tímida mas significativa nota que constava ao pé do verbete recorde na edição de 2001: “Pelo menos no Brasil, ocorre também como palavra proparoxítona: récorde." Mais tarde, o dicionário suprimiu a nota, mas passou a trazer o verbete récorde como variação de recorde.

    Uma explicação provável para o descompasso: os portugueses tendem a manter a pronúncia que record ganhou na França, de onde importaram o anglicismo por tabela, enquanto os falantes brasileiros estabeleceram ligação direta com o idioma de origem, no qual o acento (no caso em que record é substantivo, e não verbo) recai na primeira sílaba. No dia em que a língua brasileira dissolver mais este preconceito, é evidente que a grafia será forçada a seguir atrás: escreveremos récorde, com acento. E tudo ficará mais harmônico entre som e traço, como deve ser.


(Adaptado de: RODRIGUES, Sérgio. Viva a língua brasileira! São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p. 73-75)
Está empregada em sentido figurado a expressão sublinhada no seguinte trecho:
Alternativas
Q4091328 Português
Atenção: Considere o texto de Sérgio Rodrigues para responder à questão.


    Para a maioria dos brasileiros a pronúncia é "récorde", proparoxítona, e não, como recomendam dez entre dez sábios, "recórde", paroxítona. Estamos diante de um caso clássico de desobediência civil, em que a língua da vida real vai para um lado e a dos sábios, para o outro.

    Recorde, termo adaptado do inglês record, pode ser substantivo - significando a melhor marca esportiva, o desempenho a ser superado - ou adjetivo - com sentido equivalente: "tempo recorde", "velocidade recorde”. Quanto a isso, estamos todos de acordo. A divergência começa na hora de definir a prosódia da palavra. Em seu Dicionário de palavras & expressões estrangeiras, Luís Augusto Fischer observa com irreverência que há "duas pronúncias: a que os gramáticos preferem, 'recórde', ou a do resto da humanidade, 'récorde". É mais ou menos isso. Basta trocar, na frase de Fischer, "o resto da humanidade" por "a maioria dos brasileiros" que ela fica perfeita. Em Portugal, a inclinação por "recórde" parece inquestionável. Aqui, ocorre o inverso.

    Sempre pronunciei "récorde". Puxando pela memória, não consigo pensar em ninguém que não o faça. Se, como em tantos casos, nossos dicionários e gramáticas ainda se aferram de maneira um tanto acrítica à preferência lusitana, isso é um problema deles, que precisa ser - e certamente será - corrigido um dia. O Houaiss foi o primeiro a abrir a porta. Veja a tímida mas significativa nota que constava ao pé do verbete recorde na edição de 2001: “Pelo menos no Brasil, ocorre também como palavra proparoxítona: récorde." Mais tarde, o dicionário suprimiu a nota, mas passou a trazer o verbete récorde como variação de recorde.

    Uma explicação provável para o descompasso: os portugueses tendem a manter a pronúncia que record ganhou na França, de onde importaram o anglicismo por tabela, enquanto os falantes brasileiros estabeleceram ligação direta com o idioma de origem, no qual o acento (no caso em que record é substantivo, e não verbo) recai na primeira sílaba. No dia em que a língua brasileira dissolver mais este preconceito, é evidente que a grafia será forçada a seguir atrás: escreveremos récorde, com acento. E tudo ficará mais harmônico entre som e traço, como deve ser.


(Adaptado de: RODRIGUES, Sérgio. Viva a língua brasileira! São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p. 73-75)
Em Sempre pronunciei "récorde". Puxando pela memória, não consigo pensar em ninguém que não o faça. (3º parágrafo), o segmento sublinhado pode ser substituído, sem prejuízo para o sentido do texto, por:
Alternativas
Q4091322 Português
Atenção: Considere o conto "A velha contrabandista", de Stanislaw Ponte Preta, para responder à questão.


    Diz que era uma velhinha que sabia andar de lambreta. Todo dia, imaginem, ela passava na fronteira montada na lambreta, com um bruto saco atrás da lambreta. O pessoal da alfândega - tudo malandro velho - começou a desconfiar da velhinha. Um dia, quando ela vinha na lambreta com o saco atrás, o fiscal da alfândega mandou ela parar. A velhinha parou e então o fiscal perguntou assim pra ela:

    - Escuta aqui, vovozinha, a senhora passa por aqui todo dia, com esse saco aí atrás. Que diabo a senhora leva nesse saco?

    A velhinha sorriu com os poucos dentes que lhe restavam e mais os outros, que ela adquirira no odontólogo, e respondeu:

     - É areia!

    Aí quem sorriu foi o fiscal. Achou que não era areia nenhuma e mandou a velhinha saltar da lambreta para examinar o saco. A velhinha saltou, o fiscal esvaziou o saco e dentro só tinha areia. Muito encabulado, ordenou à velhinha que fosse em frente. Ela montou na lambreta e foi embora, com o saco de areia atrás. Mas o fiscal ficou desconfiado ainda. Talvez a velhinha passasse um dia com areia e no outro com muamba, dentro daquele maldito saco. No dia seguinte, quando ela passou na lambreta com o saco atrás, o fiscal mandou parar outra vez. Perguntou o que é que ela levava no saco e ela respondeu que era areia, uai! O fiscal examinou e era mesmo. Durante um mês seguido o fiscal interceptou a velhinha e, todas as vezes, o que ela levava no saco era areia. 

    Diz que foi aí que o fiscal se chateou:

    - Olha, vovozinha, eu sou fiscal de alfândega com quarenta anos de serviço. Manjo essa coisa de contrabando pra burro. Ninguém me tira da cabeça que a senhora é contrabandista.

    - Mas no saco só tem areia! - insistiu a velhinha. E já ia tocar a lambreta, quando o fiscal propôs:

    - Eu prometo à senhora que deixo a senhora passar. Não dou parte, não apreendo, não conto nada a ninguém, mas a senhora vai me dizer: qual é o contrabando que a senhora está passando por aqui todos os dias?

    - O senhor promete que não “espaia"? - quis saber a velhinha.

    - Juro - respondeu o fiscal.

    - É lambreta.


(Adaptado de: RAMOS, Graciliano et al. Para gostar de ler: contos, v. 8. São Paulo: Ática, 1985, p. 17-18)
Retoma uma expressão mencionada anteriormente no conto a palavra sublinhada em:
Alternativas
Q4091258 Português
Captura_de tela 2026-06-03 093049.png (394×274)

CAZO. Feriadão. Disponível em <https://blogdoaftm.com.br/charge-feriadao-2/>.

A expressão “tenho que", empregada na fala da charge acima, possui o sentido de: 
Alternativas
Q4091251 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

A dúvida

    Enquanto o avião perdia altitude, o cenário era de pânico absoluto.

  Ele ouvia gritos e preces ao seu redor. Alguns tentavam ligar o celular desesperadamente, provavelmente uma tentativa de enviar uma última mensagem para familiares e amigos. Eu te amo, adeus, eu não deveria ter dito aquilo. Todas aquelas frases que passam pela cabeça quando se sabe que serão as últimas.

    Da mesma forma, ele estava angustiado. A mesma angústia que o acompanhara desdeo momento em que pegara o metrô, 3 horas atrás, rumo ao aeroporto.

    Antes que o avião se partisse em milhares de pedaços, sua angústia se resumia em uma única e persistente pergunta:

    - Será que eu desliguei o ferro de passar?

MARTINZ, Juliano. A dúvida. Corrosiva. Disponível em <https://corrosiva.com.br/cronicas/a-duvida/>.
"(...) sua angústia se resumia em uma única е persistente pergunta"

O significado da palavra destacada no trecho acima se refere a alguma coisa: 
Alternativas
Q4091155 Português

Responda à questão com base no seguinte texto: 


texto_1.png (318×358)

Considere o diálogo entre o pai e Armandinho sob a perspectiva da relação homem-natureza e analise as assertivas abaixo:
I. A fala do pai pressupõe uma visão mais utilitarista, na qual a natureza figura como um objeto de consumo voltado ao lazer e ao alívio do caos urbano.
II. O uso do termo fuga denota que o ambiente urbano é compreendido, no discurso do pai, como a realidade intrínseca e inalienável do ser humano contemporâneo.
III. A correção efetuada por Armandinho altera o eixo semântico da sentença de “afastamento” (fuga) para “pertencimento” (retorno).
Pode-se afirmar que: 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: IESES Órgão: CRMV - SC Prova: IESES - 2026 - CRMV - SC - Contador |
Q4091078 Português
Responda à questão com base no seguinte texto:

Preço global dos alimentos dispara com guerra no Oriente Médio 

O preço dos alimentos voltou a subir no mundo e acendeu um alerta da Organização das Nações Unidas (ONU). Segundo a FAO, agência da ONU para Alimentação e Agricultura, a alta está ligada à escalada da guerra no Oriente Médio e já afeta o sistema alimentar global.  

O índice de preços da FAO atingiu o maior nível em três anos. O diretor-geral da entidade destacou que a crise já ultrapassou o campo geopolítico e começou a impactar diretamente o abastecimento mundial de alimentos. Entre os produtos que mais subiram estão os óleos vegetais. A alta é atribuída, principalmente, ao aumento da demanda por biocombustíveis e à disparada do preço do petróleo. No caso do trigo, a principal preocupação é a escassez de fertilizantes. Antes da guerra, cerca de um terço dos fertilizantes comercializados no mundo passava pelo Estreito de Ormuz, região estratégica que enfrenta bloqueios e forte tensão militar.  

Fonte: https://g1.globo.com/bom-diabrasil/noticia/2026/05/08/preco-global-dos-alimentosdispara-com-guerra-no-oriente-medio.ghtml (com adaptações).
Analise as assertivas abaixo, atribuindo V para as verdadeiras e F para as falsas, considerando os aspectos gramaticais e as relações de significação no texto:
( ) Em A alta é atribuída, principalmente, ao aumento da demanda por biocombustíveis, o termo atribuída poderia ser substituído, sem alteração do sentido original, por imputada.
( ) Em No caso do trigo, a principal preocupação é a escassez de fertilizantes, o vocábulo escassez estabelece uma relação de antonímia direta com o termo carestia.
( ) As palavras guerra e geopolíticos integram um mesmo campo lexical, dado que compartilham o mesmo radical etimológico e semântico, contribuindo para a coesão temática do texto ao evocarem o cenário de conflitos e relações internacionais.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta. 
Alternativas
Q4090820 Português
A relação entre a mídia e o esporte pode ser norteada por expressões como midiatização, espetacularização e mercadorização. Assinale a alternativa que apresenta uma situação que se configura como espetacularização. 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: IESES Órgão: CRMV - SC Prova: IESES - 2026 - CRMV - SC - Analista de TI |
Q4090458 Português
Responda à questão com base no seguinte texto:

Preço global dos alimentos dispara com guerra no Oriente Médio

    O preço dos alimentos voltou a subir no mundo e acendeu um alerta da Organização das Nações Unidas (ONU). Segundo a FAO, agência da ONU para Alimentação e Agricultura, a alta está ligada à escalada da guerra no Oriente Médio e já afeta o sistema alimentar global.
    O índice de preços da FAO atingiu o maior nível em três anos. O diretor-geral da entidade destacou que a crise já ultrapassou o campo geopolítico e começou a impactar diretamente o abastecimento mundial de alimentos. Entre os produtos que mais subiram estão os óleos vegetais. A alta é atribuída, principalmente, ao aumento da demanda por biocombustíveis e à disparada do preço do petróleo. No caso do trigo, a principal preocupação é a escassez de fertilizantes. Antes da guerra, cerca de um terço dos fertilizantes comercializados no mundo passava pelo Estreito de Ormuz, região estratégica que enfrenta bloqueios e forte tensão militar.

Fonte: https://g1.globo.com/bom-diabrasil/noticia/2026/05/08/preco-global-dos-alimentosdispara-com-guerra-no-oriente-medio.ghtml (com adaptações). 
Analise as assertivas abaixo, atribuindo V para as verdadeiras e F para as falsas, considerando os aspectos gramaticais e as relações de significação no texto:
( ) Em A alta é atribuída, principalmente, ao aumento da demanda por biocombustíveis, o termo atribuída poderia ser substituído, sem alteração do sentido original, por imputada.
( ) Em No caso do trigo, a principal preocupação é a escassez de fertilizantes, o vocábulo escassez estabelece uma relação de antonímia direta com o termo carestia.
( ) As palavras guerra e geopolíticos integram um mesmo campo lexical, dado que compartilham o mesmo radical etimológico e semântico, contribuindo para a coesão temática do texto ao evocarem o cenário de conflitos e relações internacionais.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta. 
Alternativas
Q4090418 Português
Responda à questão com base no seguinte texto:

Preço global dos alimentos dispara com guerra no Oriente Médio

    O preço dos alimentos voltou a subir no mundo e acendeu um alerta da Organização das Nações Unidas (ONU). Segundo a FAO, agência da ONU para Alimentação e Agricultura, a alta está ligada à escalada da guerra no Oriente Médio e já afeta o sistema alimentar global.
       O índice de preços da FAO atingiu o maior nível em três anos. O diretor-geral da entidade destacou que a crise já ultrapassou o campo geopolítico e começou a impactar diretamente o abastecimento mundial de alimentos. Entre os produtos que mais subiram estão os óleos vegetais. A alta é atribuída, principalmente, ao aumento da demanda por biocombustíveis e à disparada do preço do petróleo. No caso do trigo, a principal preocupação é a escassez de fertilizantes. Antes da guerra, cerca de um terço dos fertilizantes comercializados no mundo passava pelo Estreito de Ormuz, região estratégica que enfrenta bloqueios e forte tensão militar.

Fonte: https://g1.globo.com/bom-diabrasil/noticia/2026/05/08/preco-global-dos-alimentosdispara-com-guerra-no-oriente-medio.ghtml (com adaptações). 
Analise as assertivas abaixo, atribuindo V para as verdadeiras e F para as falsas, considerando os aspectos gramaticais e as relações de significação no texto:
( ) Em A alta é atribuída, principalmente, ao aumento da demanda por biocombustíveis, o termo atribuída poderia ser substituído, sem alteração do sentido original, por imputada.
( ) Em No caso do trigo, a principal preocupação é a escassez de fertilizantes, o vocábulo escassez estabelece uma relação de antonímia direta com o termo carestia.
( ) As palavras guerra e geopolíticos integram um mesmo campo lexical, dado que compartilham o mesmo radical etimológico e semântico, contribuindo para a coesão temática do texto ao evocarem o cenário de conflitos e relações internacionais.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta. 
Alternativas
Q4089302 Português

Leia o Texto I para responder à questão.



Texto I



Dinheiro oculto



Estudo rastreia pagamentos não declarados recebidos por autores de duas revistas de psiquiatria



    Pesquisadores de duas escolas de medicina do estado da Pensilvânia, nos Estados Unidos, avaliaram a prevalência e a magnitude de conflitos de interesse financeiro entre médicos que publicaram artigos em duas revistas influentes da área de psiquiatria: o American Journal of Psychiatry (AJP) e o Journal of the American MedicalAssociation Psychiatry (Jama-PSY).

    O levantamento, divulgado na revista médica eletrônica BMJ Open, observou que cerca de US$ 4,5 milhões foram pagos por patrocinadores privados, notadamente da indústria farmacêutica, a 27 autores médicos de 74 artigos nas duas revistas, mas 14% desse valor (US$ 645.135) não foram declarados pelos pesquisadores aos periódicos. Entre os pagamentos não divulgados, que incluíam honorários de consultoria ou de palestrante, alimentação e bebidas e auxílio para viagens, 83% foram destinados para coordenadores dos projetos (US$ 532.841) e os 17% restantes (US$ 112.295) para outros pesquisadores dos projetos.

    O estudo também identificou um grupo de 10 autores altamente remunerados – oito homens e duas mulheres –, que conduziram 12 ensaios clínicos randomizados de medicamentos para depressão, ansiedade, transtorno do espectro autista, entre outros. Eles responderam por 84,8% (AJP) e 99,6% (JAMA-PSY) de todos os pagamentos não divulgados às revistas. Seus nomes não foram revelados no estudo.

    Para chegar aos resultados, fez-se o cruzamento de duas fontes de informação. Uma delas são os valores declarados pelos médicos às duas revistas, cujas políticas editoriais exigem que autores informem suas relações financeiras com patrocinadores nos 36 meses anteriores à publicação. A outra é o banco de dados do Open Payments, um programa nacional que exige que empresas produtoras de medicamentos e dispositivos médicos informem “valores transferidos” a médicos, enfermeiros-chefes e hospitais, a fim de tornar transparentes e permitir a fiscalização de eventuais conflitos de interesse. Nesse banco, são contabilizados desde almoços a profissionais da saúde pagos por representantes comerciais de empresas até bolsas de pesquisa e a compra de participação acionária de empresas pertencentes a médicos.

    O levantamento alerta que os conflitos de interesse na pesquisa psiquiátrica representam um desafio ético persistente. “Vínculos financeiros podem influenciar indevidamente os resultados dos estudos, com pesquisas financiadas pela indústria frequentemente apresentando resultados favoráveis aos produtos do patrocinador”, escreveram os autores. “Esse viés é particularmente preocupante nos contextos da pesquisa psiquiátrica, onde ainda há uma carência de biomarcadores objetivos para a maioria dos transtornos mentais.”

    Segundo eles, os achados evidenciam possíveis lacunas nas políticas editoriais de periódicos. Uma forma de resolvê-las seria criar mecanismos independentes de verificação cruzada, como a exigência de links para perfis do Open Payments durante a submissão de artigos a revistas.



Fonte: PESQUISAFAPESP. Dinheiro Oculto. 21 jan. 2026, 8:05. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/dinheiro-oculto/. 21 jan. 2026 às 8:05. Acesso em: 18 mar. 2026 [adaptado]. 

Considere o fragmento “Estudo rastreia pagamentos não declarados recebidos por autores de duas revistas de psiquiatria”, extraído do Texto I, e analise as afirmativas a seguir.



I- O termo “rastrear” é empregado no sentido de investigar a partir de dados recolhidos.


II- Aexpressão “não declarados” estabelece relação de antonímia com o termo “ocultos”.


III- No contexto do Texto I, o termo “revistas” refere-se a publicações periódicas.


IV- A expressão “não declarados” estabelece relação de sinonímia com a expressão “não divulgados”.



É CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q4089172 Português
Entender o sentido do texto que lemos é muito importante para interpretá-lo. Compreender uma única palavra em sentido diferente do que foi aplicado no texto pode comprometer toda a nossa interpretação. Tendo isso em consideração, leia o excerto a seguir e preencha a lacuna:

Olhar para trás e reconhecer os caminhos que me levaram até ali não foi fácil, mas foi libertador. Entendi que, mesmo sem perceber, vinha fazendo escolhas ______________ com aquilo que realmente importava para mim. E, mais importante ainda, percebi que sempre existe a possibilidade de escolher de novo. Era hora de recalcular a rota.

(Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/o-poder-das-boas-escolhas/. Acesso em 11 abr. 2026. Adaptado.)

Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna no excerto: 
Alternativas
Q4089135 Português
Entender o sentido do texto que lemos é muito importante para interpretá-lo. Compreender uma única palavra em sentido diferente do que foi aplicado no texto pode comprometer toda a nossa interpretação. Tendo isso em consideração, leia o excerto a seguir e preencha a lacuna:

Olhar para trás e reconhecer os caminhos que me levaram até ali não foi fácil, mas foi libertador. Entendi que, mesmo sem perceber, vinha fazendo escolhas ______________ com aquilo que realmente importava para mim. E, mais importante ainda, percebi que sempre existe a possibilidade de escolher de novo. Era hora de recalcular a rota.

(Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/o-poder-das-boas-escolhas/. Acesso em 11 abr. 2026. Adaptado.)

Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna no excerto: 
Alternativas
Q4088997 Português

Leia o texto abaixo e responda à questão


Pomar Urbano: ciência cidadã é ferramenta de conservação da biodiversidade na cidade


    Pesquisadores avaliam monitoramento de plantas comestíveis urbanas pela ciência cidadã como ponte de integração entre ciência, população e meio ambiente


    Aproximar os cidadãos do processo de fazer ciência ainda é um desafio. Atuando nessa frente, pesquisadores estão utilizando a ciência cidadã para monitorar plantas comestíveis em áreas urbanas. O grupo apresenta o projeto Pomar Urbano, iniciativa que mobiliza a população para coletar dados sobre plantas frutíferas. Esse monitoramento visa entender melhor a biodiversidade e promover uma conexão entre a população, a ciência e o ambiente urbano nas capitais brasileiras para promover valor e conhecimento sobre ela com parcerias que desenvolvem produtos e tecnologias.


    “A maneira mais eficaz de promover a conservação das espécies é por meio do uso consciente da biodiversidade. Isso gera um sentimento de valorização e conservação”, explica Filipi. Plantas frutíferas constituem um grupo de organismos crucial para o funcionamento dos ecossistemas urbanos, fornecendo benefícios da natureza para as pessoas. A iniciativa Pomar Urbano serve como plataforma colaborativa, reunindo pesquisadores, cientistas e cidadãos brasileiros para monitorar essas plantas em paisagens urbanas.


 Jean Silva


Redação adaptada:

Disponível< https://jornal.usp.br/ciencias/>

“A iniciativa Pomar Urbano serve como plataforma colaborativa...”Assinale a alternativa que substitui a expressão “plataforma colaborativa” sem alterar o sentido da frase acima: 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: IESES Órgão: CRMV - SC Prova: IESES - 2026 - CRMV - SC - Advogado |
Q4088678 Português
Responda à questão com base no seguinte texto:

Preço global dos alimentos dispara com guerra no Oriente Médio

   O preço dos alimentos voltou a subir no mundo e acendeu um alerta da Organização das Nações Unidas (ONU). Segundo a FAO, agência da ONU para Alimentação e Agricultura, a alta está ligada à escalada da guerra no Oriente Médio e já afeta o sistema alimentar global.
    O índice de preços da FAO atingiu o maior nível em três anos. O diretor-geral da entidade destacou que a crise já ultrapassou o campo geopolítico e começou a impactar diretamente o abastecimento mundial de alimentos. Entre os produtos que mais subiram estão os óleos vegetais. A alta é atribuída, principalmente, ao aumento da demanda por biocombustíveis e à disparada do preço do petróleo. No caso do trigo, a principal preocupação é a escassez de fertilizantes. Antes da guerra, cerca de um terço dos fertilizantes comercializados no mundo passava pelo Estreito de Ormuz, região estratégica que enfrenta bloqueios e forte tensão militar.

Fonte: https://g1.globo.com/bom-diabrasil/noticia/2026/05/08/preco-global-dos-alimentosdispara-com-guerra-no-oriente-medio.ghtml (com adaptações).  
Analise as assertivas abaixo, atribuindo V para as verdadeiras e F para as falsas, considerando os aspectos gramaticais e as relações de significação no texto:
( ) Em A alta é atribuída, principalmente, ao aumento da demanda por biocombustíveis, o termo atribuída poderia ser substituído, sem alteração do sentido original, por imputada.
( ) Em No caso do trigo, a principal preocupação é a escassez de fertilizantes, o vocábulo escassez estabelece uma relação de antonímia direta com o termo carestia.
( ) As palavras guerra e geopolíticos integram um mesmo campo lexical, dado que compartilham o mesmo radical etimológico e semântico, contribuindo para a coesão temática do texto ao evocarem o cenário de conflitos e relações internacionais.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta. 
Alternativas
Q4088356 Português
No texto, a relação semântica corretamente identificada é a de que
Alternativas
Respostas
261: D
262: B
263: A
264: E
265: C
266: B
267: B
268: E
269: D
270: B
271: B
272: C
273: A
274: B
275: A
276: B
277: B
278: A
279: D
280: E