Questões de Concurso
Sobre redação - reescritura de texto em português
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Texto CG1A1-I
A inteligência artificial (IA) na educação é, sem dúvida, um dos campos emergentes mais promissores na tecnologia educacional. Essa tecnologia possibilita que máquinas simulem habilidades humanas, como aprendizagem e resolução de problemas. Apesar de a IA estar há mais de 30 anos em desenvolvimento, o debate sobre sua aplicação pedagógica em larga escala e seu impacto no ensino superior permanece em aberto.
Até recentemente, suas principais aplicações concentravam-se em serviços de apoio acadêmico e administrativo, como análise de perfis, previsões, avaliação de desempenho, monitoramento de metas, personalização e tutoria inteligente. Contudo, a partir de 2020, modelos de linguagem generativa, como o ChatGPT, começaram a ser amplamente utilizados, marcando um avanço significativo no ensino e na aprendizagem.
Esses modelos podem transformar buscas na Internet em relatórios abrangentes que simulam textos humanos. Entretanto, compreender seu funcionamento é essencial, pois seu uso levanta debates sobre ética, plágio e outras questões. Apesar do impacto ainda imprevisível, a IA tem o potencial de transformar a educação nos próximos anos, apoiando alunos, professores e administradores em todas as etapas do ensino.
Para isso, é fundamental compreender o valor e as limitações da IA. As instituições não podem deixar esse processo ao acaso: é indispensável uma abordagem sistemática que garanta formação adequada e uma estrutura clara, com o envolvimento de todas as partes interessadas, para que as decisões sobre o uso da IA sejam bem entendidas e amplamente aceitas por toda a comunidade acadêmica.
Como em qualquer tecnologia significativa, as decisões devem ser tomadas no nível certo e pelas pessoas adequadas. Cabe à gestão superior e ao corpo docente decidir como a IA será utilizada. Ignorar essa inovação e esperar que desapareça não é uma opção, pois ela continuará a evoluir e a se fortalecer. Instituições que não adotam essas inovações formarão profissionais despreparados para as demandas de um mercado cada vez mais tecnológico e dinâmico.

( ) Em “a transição entre a primeira infância e a idade pré-escolar é marcada justamente pela tendência”, a supressão do artigo definido determinante de “primeira infância” não causa incorreção desde que o artigo determinante de “idade pré-escolar” também seja suprimido.
( ) No trecho “A brincadeira de papéis é justamente a atividade guia do período pré-escolar”, a substituição de “justamente” por “precisamente” não acarretaria alterações significativas ao sentido do trecho.
( ) A supressão do advérbio “mais”, em “essa atividade mobiliza mais diretamente a esfera afetivo-emocional do psiquismo”, não acarretaria alteração de sentido ou incorreção ao trecho.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
“Mas e quando as crianças do mundo real não brincam mais?” (l. 15-16).
Leia o período extraído do texto:
"Mesmo com o aumento das mortes associadas às temperaturas extremas, grande parte dos moradores ainda evita instalar o equipamento em casa."
Assinale a alternativa que reorganiza esse período mantendo a mesma relação lógico-sintática e sem alterar seu sentido original, com total correção gramatical:


Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
Reconstruindo-se o período acima, sua correção e seu sentido estarão preservados nesta nova redação:
Texto original:
"Requer-se ao Prefeito Municipal que encaminhe, no prazo de trinta dias, informações detalhadas acerca da execução física e financeira das obras de pavimentação asfáltica realizadas no exercício anterior."
Assinale a alternativa que apresenta a reescrita integralmente correta, preservando o sentido, a norma-padrão e a adequação linguística do texto.
