Questões de Concurso Sobre redação - reescritura de texto em português

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Q4105590 Português
Ministério da Saúde anuncia criação do primeiro hospital público inteligente do Brasil.

O ministro da Saúde participou nesta quinta-feira (4) da reunião de início da implantação do Instituto Tecnológico de Medicina Inteligente (ITMI-Brasil), o primeiro hospital público inteligente do país. Instalado no complexo do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, em São Paulo, o ITMI-Brasil terá 800 leitos dedicados à emergência de adultos e crianças nas áreas de neurologia, neurocirurgia, cardiologia, terapia intensiva e outras urgências. O início das atividades está previsto para o final de 2027.

"É um projeto que fortalece o Sistema Único de Saúde e melhora a vida dos brasileiros. O hospital inteligente permitirá integração com a rede de atenção em todas as etapas — da atenção primária até os serviços de urgência e emergência — garantindo cuidado mais rápido, eficaz e humano. É a tecnologia a serviço do SUS, do médico ao paciente, da formação profissional à assistência", detalhou o ministro.

O ITMI-Brasil combinará tecnologias de ponta com acesso público e gratuito. Com inteligência artificial, ambulâncias conectadas em 5G e telessaúde, o objetivo é reduzir o tempo de atendimento em casos graves de até 17 horas para apenas 2 horas.

"O hospital inteligente só é possível graças à cooperação internacional, que envolve bancos de desenvolvimento, parceiros estratégicos e instituições de pesquisa. O Brasil entra com força nesse novo ambiente global de reorganização da saúde, onde tecnologia da informação, inteligência artificial e práticas inovadoras estão redesenhando a forma de cuidar das pessoas. Esse projeto é um marco para a ciência, a inovação e para o papel do país no cenário internacional", afirmou o ministro.

O novo hospital está integrado ao objetivo do governo federal de reduzir o tempo de espera para o atendimento especializado, melhorar a eficiência do diagnóstico e do tratamento de enfermidades, como Acidente Vascular Cerebral (AVC), traumas, infartos e choques. O foco será a eficiência operacional, regulação inteligente de leitos, tempo de permanência reduzido e atendimento seguro, aliando alta tecnologia com atendimento humanizado e acolhedor.

Além da assistência, o ITMI atuará como centro de pesquisa, inovação e formação de profissionais em áreas como saúde digital, telessaúde, inteligência artificial, engenharia clínica e segurança cibernética. O projeto arquitetônico prevê um edifício de 150 mil m², com padrões internacionais de sustentabilidade e segurança, soluções de logística avançada e ambientes humanizados para pacientes e equipes.

O investimento também financiará a criação de uma rede nacional de UTIs inteligentes em dez capitais (Belém, Brasília, Belo Horizonte, Fortaleza, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Recife, São Paulo, Salvador e Teresina), que será expandida gradualmente. As UTIs estarão conectadas à UTIs do Hospital das Clínicas da USP e poderão contar com o suporte e expertise de seus profissionais. Nessas unidades, o monitoramento ocorrerá em tempo real com uso de inteligência artificial para apoiar a regulação de leitos e a tomada de decisões clínicas.

O investimento também financiará a criação de uma rede nacional de UTIs inteligentes em dez capitais (Belém, Brasília, Belo Horizonte, Fortaleza, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Recife, São Paulo, Salvador e Teresina), que será expandida gradualmente. As UTIs estarão conectadas à UTIs do Hospital das Clínicas da USP e poderão contar com o suporte e expertise de seus profissionais. Nessas unidades, o monitoramento ocorrerá em tempo real com uso de inteligência artificial para apoiar a regulação de leitos e a tomada de decisões clínicas. -adaptado
"O ITMI-Brasil representa um avanço significativo para a saúde pública. Embora envolva alto investimento e dependência de tecnologias complexas, o projeto promete reduzir o tempo de atendimento em casos graves e melhorar a eficiência hospitalar.

Analise as reescritas a seguir e assinale aquela que mantém o sentido essencial do trecho acima.
Alternativas
Q4105178 Português

Imagem associada para resolução da questão


CAZO. Dia mundial da água. Disponível em <https://blogdoaftm.com.br/charge-22-de-maio/>


Na expressão “vamos ter que mudar", utilizada na charge acima, mantendo o mesmo sentido, a parte destacada pode ser substituída corretamente por:

Alternativas
Q4104645 Português

Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.



Procurar o quê*


   O que a gente procura muito e sempre não é isto nem aquilo. É outra coisa.

   

 Se me perguntam que coisa é essa, não respondo, porque não é da conta de ninguém o que estou procurando.   


   Mesmo que quisesse responder, eu não podia. Não sei o que procuro. Deve ser por isso mesmo que procuro.


   Me chamam de bobo porque vivo olhando aqui e ali, nos ninhos, nos caramujos, nas panelas, nas folhas de bananeira, nas do muro, nos espaços vazios.


   Até agora não encontrei nada. Ou encontrei coisas que não eram a coisa procurada sem saber, e desejava.


   Meu irmão diz que não tenho mesmo jeito, porque não sinto o prazer dos outros na água do açude, na comida, na manga, e no inventar um prazer que ninguém sentiu ainda.


   Ele tem experiência de mato e de cidade, sabe explorar os mundos, as horas. Eu tropeço no possível e não desisto de fazer a descoberta do que tem dentro da casa do impossível.


   Um dia descubro. Vai ser fácil, existente, de pegar na mão e sentir. Não sei o que é. Não imagino forma, cor, tamanho. Nesse dia vou rir de todos.


   Ou não. A coisa que me espera, não poderei mostrar a ninguém. Há de ser invisível para todo mundo, menos para mim, que de tanto procurar fiquei com merecimento de achar e direito de esconder.



* Este poema em prosa é de Carlos Drummond de Andrade, e consta do livro Esquecer para lembrar, no qual o poeta se dedica a recordar experiências marcantes de sua infância. Rio de Janeiro: José Olympio, 1979, p. 43.

Se me perguntam que coisa é essa, não respondo, porque não é da conta de ninguém


A frase acima conservará seu sentido e sua correção caso se substituam os elementos sublinhados, na ordem dada, por

Alternativas
Q4104637 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.



Um inseto sentimental


    A primeira frase da crônica é quase sempre a mais difícil, mas quando as palavras aparecem no papel, a mão que segura a caneta fica mais leve e envereda para um lugar desconhecido...


    No entanto, basta surgir um inseto para mudar toda a história: o movimento da mão é interrompido pelo intruso, que voa em círculos e faz com insistência. Uma picada no pescoço ou no braço pode acabar com a alegria de escrever uma crônica, mesmo sabendo que vou reescrevê-la mais tarde. Deixo a caneta na mesa, pego ao acaso uma revista e tento afugentar o intruso. Não há mais silêncio, já me desconcentrou, apagou a ideia luminosa da crônica que nasceria.


    Apago a lâmpada: talvez ele se acalme na penumbra. O voo lento pode ser uma trégua e, pensando bem, o inseto não é tão ameaçador assim. De repente, um voo rápido em espiral, e três palmos ele se equilibra no helicóptero perfeito. Uns segundos depois, navega na horizontal e se refugia numa caixa de papelão.


    Acendo a lâmpada, me aproximo da caixa e vejo meu ex-inimigo no centro de uma fotografia antiga. Repousa no rosto de uma mulher ainda jovem, que sorri para a lente do fotógrafo. Pego com cuidado a foto, saio do quarto e o inseto some na tarde morna. Minha mãe me abraça numa manhã de 1960: nós dois alinhados no banco da praça da Matriz, aonde ela levara seu menino para ver o aviário e conversar com os pássaros. Devo essa lembrança ao inseto estranho e sentimental, que me roubou a ideia de uma crônica, mas me deu outra. Agora, quando já escurece, o pegar a caneta e escrever a primeira frase, quase sempre a mais difícil.



                                                                           (Adaptado de HATUM, Milton. Um solitário à espreita. São Paulo: Companhia das Letras, 2013, p. 11-12)

A primeira frase da crônica é quase sempre a mais difícil, mas quando as palavras aparecem no papel, a mão que segura a caneta fica mais leve (...).


No enunciado acima, o segmento sublinhado tem como equivalência de sentido

Alternativas
Q4104629 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.




Palavras de amor



    Os sentimentos funcionam como picadas de mosquito, que coçamos e recoçamos até que se tornem feridas infectadas e, às vezes, septicemias fatais. Salvo um exercício difícil de autocontrole, qualquer picada pode adquirir uma relevância desmedida. A gente tende a se coçar muito além da conta porque descobre nisso um prazer autônomo.


    Por isso mesmo, em geral, não confio nos sentimentos: nem nos meus, nem nos dos outros. Não é que suponho que os humanos mintam quando amam, odeiem, ou se desesperam: nada disso. Apenas verifico que os sentimentos podem ser condições autodiluídas, transtornos ou desvios produzidos pelos próprios indivíduos, que os não procuram sanar para se coçar (como diz o ditado), no mínimo adorar coçar as sarnas que têm.


    Tomemos o exemplo do amor. Eu encontro, conheço ou vislumbro de longe uma pessoa que preenche algumas condições básicas para que goste dela. Sussurrando entre quatro paredes ou gritando em praça pública, anotando no meu diário ou escrevendo para grandes editoras, passo a encher o ar ou as páginas com as descrições da beleza inigualável da pessoa adorada e com declarações hiperbólicas do meu sentimento.


    Claro, minha prosa ou minha poesia poderão, quem sabe, conquistar o meu objeto de amor, mas esse é um efeito colateral. O efeito mais importante de minhas palavras de amor não é tanto o de seduzir o objeto de meus sonhos, mas o de eu me apaixonar cada vez mais. Pois a intensidade do meu amor será diretamente proporcional à insistência e à virulência das minhas declarações.


    Em linguística chamamos performativas aquelas expressões que, ao serem proferidas, constituem o fato do qual elas falam. Exemplo clássico: um chefe de Estado dizendo “Declaro a guerra”: essa frase é a própria declaração de guerra. Algo semelhante ocorre com o amor: a gente aprende a amar e a declarar o amor pelas palavras dos escritores, e o amor se torna relevante em nossa vida à força de ser idealizado pela literatura. Sim, os tempos mudam, e talvez se afirme hoje, aos poucos, uma retórica nova, menos sentimental, capaz de dar valor literário a uma vida sem amores e paixões.



(Adaptado de CALLIGARIS, Contardo. Aproveitar a vida e suas dores. São Paulo: Planeta do Brasil, 2025, p. 155-157)

Pois a intensidade do meu amor será diretamente proporcional à insistência e à virulência das minhas declarações. (4º parágrafo)


Uma compreensão adequada do que afirma o período acima está na seguinte formulação:

Alternativas
Q4104324 Português

Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.



Procurar o quê*



    O que a gente procura muito e sempre não é isto nem aquilo. É outra coisa.


    Se me perguntam que coisa é essa, não respondo, porque não é da conta de ninguém o que estou procurando.


    Mesmo que quisesse responder, eu não podia. Não sei o que procuro. Deve ser por isso mesmo que procuro.


    Me chamam de bobo porque vivo olhando aqui e ali, nos ninhos, nos caramujos, nas panelas, nas folhas de bananeira, nas do muro, nos espaços vazios.


    Até agora não encontrei nada. Ou encontrei coisas que não eram a coisa procurada sem saber, e desejava.


    Meu irmão diz que não tenho mesmo jeito, porque não sinto o prazer dos outros na água do açude, na comida, na manga, e no inventar um prazer que ninguém sentiu ainda.


    Ele tem experiência de mato e de cidade, sabe explorar os mundos, as horas. Eu tropeço no possível e não desisto de fazer a descoberta do que tem dentro da casa do impossível.


    Um dia descubro. Vai ser fácil, existente, de pegar na mão e sentir. Não sei o que é. Não imagino forma, cor, tamanho. Nesse dia vou rir de todos.


    Ou não. A coisa que me espera, não poderei mostrar a ninguém. Há de ser invisível para todo mundo, menos para mim, que de tanto procurar fiquei com merecimento de achar e direito de esconder.


* Este poema em prosa é de Carlos Drummond de Andrade, e consta do livro Esquecer para lembrar, no qual o poeta se dedica a recordar experiências marcantes de sua infância. Rio de Janeiro: José Olympio, 1979, p. 43.

Se me perguntam que coisa é essa, não respondo, porque não é da conta de ninguém


A frase acima conservará seu sentido e sua correção caso se substituam os elementos sublinhados, na ordem dada, por

Alternativas
Q4104316 Português

Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.



Um inseto sentimental



    A primeira frase da crônica é quase sempre a mais difícil, mas quando as palavras aparecem no papel, a mão que segura a caneta fica mais leve e envereda para um lugar desconhecido...


    No entanto, basta surgir um inseto para mudar toda a história: o movimento da mão é interrompido pelo intruso, que voa em círculos e faz com insistência. Uma picada no pescoço ou no braço pode acabar com a alegria de escrever uma crônica, mesmo sabendo que vou reescrevê-la mais tarde. Deixo a caneta na mesa, pego ao acaso uma revista e tento afugentar o intruso. Não há mais silêncio, já me desconcentrou, apagou a ideia luminosa da crônica que nasceria.


    Apago a lâmpada: talvez ele se acalme na penumbra. O voo lento pode ser uma trégua e, pensando bem, o inseto não é tão ameaçador assim. De repente, um voo rápido em espiral, e três palmos ele se equilibra no helicóptero perfeito. Uns segundos depois, navega na horizontal e se refugia numa caixa de papelão.


    Acendo a lâmpada, me aproximo da caixa e vejo meu ex-inimigo no centro de uma fotografia antiga. Repousa no rosto de uma mulher ainda jovem, que sorri para a lente do fotógrafo. Pego com cuidado a foto, saio do quarto e o inseto some na tarde morna. Minha mãe me abraça numa manhã de 1960: nós dois alinhados no banco da praça da Matriz, aonde ela levara seu menino para ver o aviário e conversar com os pássaros. Devo essa lembrança ao inseto estranho e sentimental, que me roubou a ideia de uma crônica, mas me deu outra. Agora, quando já escurece, o pegar a caneta e escrever a primeira frase, quase sempre a mais difícil.


                                                                           (Adaptado de HATUM, Milton. Um solitário à espreita. São Paulo: Companhia das Letras, 2013, p.11-12).

A primeira frase da crônica é quase sempre a mais difícil, mas quando as palavras aparecem no papel, a mão que segura a caneta fica mais leve (...).


No enunciado acima, o segmento sublinhado tem como equivalência de sentido

Alternativas
Q4103082 Português
TEXTO 3 (Adaptado)

“Embora o acesso à informação tenha aumentado nos últimos anos, muitos estudantes ainda encontram dificuldades para interpretar textos complexos, porque a leitura superficial, frequentemente estimulada pelas redes sociais, reduz a capacidade de concentração e prejudica a construção do pensamento crítico.”
Assinale a alternativa em que a reescrita do trecho mantém a correção gramatical, o sentido original e a adequada regência nominal.
Alternativas
Q4103073 Português
TEXTO 1


O Índice de Progresso Social (IPS) Brasil 2026, divulgado nesta quarta-feira (20) pelo Imazon e parceiros, avalia a qualidade de vida nos 5.570 municípios brasileiros a partir de 57 indicadores sociais e ambientais. Cada cidade recebe uma nota de 0 a 100 e uma posição no ranking nacional. A média do Brasil em 2026 ficou em 63,40 pontos. Gavião Peixoto, no interior de São Paulo, lidera pelo terceiro ano seguido, com 73,10. Uiramutã, em Roraima, aparece em último, com 42,44 — uma diferença de mais de 30 pontos entre as duas pontas. Os dados do IPS Brasil 2026 mostra duas realidades distintas. Sudeste e Sul concentram as cidades com melhor qualidade de vida. A região Norte, em especial os estados da Amazônia Legal, reúne a maior parte dos municípios com os piores desempenhos. Entre as 20 cidades mais bem colocadas, 18 ficam no Sudeste e no Sul — a maioria em São Paulo. Já entre as 20 piores, 19 estão no Norte e no Nordeste, com forte concentração no Pará, em Roraima e no Tocantins. Só o Pará tem 12 das 20 piores cidades do país em 2026. G1. IPS Brasil 2026 mostra desigualdade na qualidade de vida entre municípios brasileiros. Portal G1, 20 maio 2026. Disponível em: https://g1.globo.com/. Acesso em: 13 de maio 2026.
Assinale a alternativa em que a reescrita do trecho abaixo mantém corretamente o sentido original e a relação lógica das informações.
Trecho original: “Entre as 20 cidades mais bem colocadas, 18 ficam no Sudeste e no Sul — a maioria em São Paulo.”
Alternativas
Q4101882 Português
TEXTO 3 (Adaptado)


“Embora o acesso à informação tenha aumentado nos últimos anos, muitos estudantes ainda encontram dificuldades para interpretar textos complexos, porque a leitura superficial, frequentemente estimulada pelas redes sociais, reduz a capacidade de concentração e prejudica a construção do pensamento crítico.”
Assinale a alternativa em que a reescrita do trecho mantém a correção gramatical, o sentido original e a adequada regência nominal.
Alternativas
Q4101873 Português
TEXTO 1


O Índice de Progresso Social (IPS) Brasil 2026, divulgado nesta quarta-feira (20) pelo Imazon e parceiros, avalia a qualidade de vida nos 5.570 municípios brasileiros a partir de 57 indicadores sociais e ambientais. Cada cidade recebe uma nota de 0 a 100 e uma posição no ranking nacional. A média do Brasil em 2026 ficou em 63,40 pontos. Gavião Peixoto, no interior de São Paulo, lidera pelo terceiro ano seguido, com 73,10. Uiramutã, em Roraima, aparece em último, com 42,44 — uma diferença de mais de 30 pontos entre as duas pontas. Os dados do IPS Brasil 2026 mostra duas realidades distintas. Sudeste e Sul concentram as cidades com melhor qualidade de vida. A região Norte, em especial os estados da Amazônia Legal, reúne a maior parte dos municípios com os piores desempenhos. Entre as 20 cidades mais bem colocadas, 18 ficam no Sudeste e no Sul — a maioria em São Paulo. Já entre as 20 piores, 19 estão no Norte e no Nordeste, com forte concentração no Pará, em Roraima e no Tocantins. Só o Pará tem 12 das 20 piores cidades do país em 2026. G1. IPS Brasil 2026 mostra desigualdade na qualidade de vida entre municípios brasileiros. Portal G1, 20 maio 2026. Disponível em: https://g1.globo.com/. Acesso em: 13 de maio 2026.
Assinale a alternativa em que a reescrita do trecho abaixo mantém corretamente o sentido original e a relação lógica das informações.

Trecho original:
“Entre as 20 cidades mais bem colocadas, 18 ficam no Sudeste e no Sul — a maioria em São Paulo.”
Alternativas
Ano: 2026 Banca: Instituto Legalle Órgão: Prefeitura de São Vendelino - RS Provas: Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Atendimento Educacional Especializado (AEE) | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Educação Básica - Educação Infantil | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Educação Básica - Ensino Fundamental docência na disciplina de Ciências | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Educação Básica - Ensino Fundamental docência na disciplina de Matemática | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Educação Básica - Ensino Fundamental docência na disciplina de Português | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Educação Básica - Ensino Fundamental docência nas disciplinas de História/Geografia | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Educação Básica - Séries ou Anos Iniciais do Ensino Fundamental | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor Educação Básica - para a docência na disciplina de Língua Estrangeira Moderna) Inglês | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor Educação Básica - para a docência nas disciplinas de Artes | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Servente | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor Educação Básica - para a docência na disciplina de Língua Estrangeira Moderna) Alemão |
Q4101634 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



A Educação no Brasil: entre metas e desigualdades


    O IBGE lançou no final de 2025 a Síntese de Indicadores Sociais (SIS): Uma análise das condições de vida da população brasileira 2025. A publicação examinou a frequência escolar e o nível de instrução, comparando-os com as metas do Plano Nacional de Educação (PNE). A taxa de frequência escolar bruta (mede a proporção de crianças e jovens em determinada faixa etária que frequentam a escola, estando ou não na série adequada à idade) para crianças de 0 a 3 anos chegou a 39,7% em 2024, apontando uma melhoria de mais de 9 pontos percentuais em relação a 2016 (início da série histórica dessa publicação).


    Mas esses percentuais ainda estão abaixo da Meta 1 do PNE, que tem o objetivo de universalizar a educação infantil entre as crianças de 4 a 5 anos e garantir ao menos 50% de cobertura para aquelas com até 3 anos. Na faixa etária de 0 a 3 anos, o principal motivo para a criança não ter frequentado a escola foi por opção dos pais. A falta de escolas ou vagas era um fator também bastante  destacado, mais fortemente na Região Norte.


    Na faixa intermediária (de 6 a 14 anos), a taxa ficou estável, com 99,5% em 2024. Já para a faixa etária de 15 a 17 anos, que está majoritariamente no Ensino Médio, a taxa de frequência escolar bruta alcançou 93,5% em 2024, um dos avanços mais significativos da série. No entanto, a Meta 3 do PNE, que buscava a universalização total (100%) do atendimento escolar para essa faixa, ainda não foi plenamente atingida. Já para os jovens de 18 a 24 anos, a taxa de frequência bruta ficou em 31,5% em 2024, retornando ao patamar de 2016, mas permanecendo abaixo da Meta 12 do PNE (50%). Essa taxa havia tido uma redução entre 2019 (31,3%) e 2022 (30,6%).


    A pesquisa também avaliou a qualidade do fluxo escolar, ou seja, se os alunos estão na série correta para a idade, usando a Taxa Ajustada de Frequência Escolar Líquida (TAFEL). Para a faixa do Ensino Médio (15 a 17 anos), a TAFEL teve um aumento contínuo e chegou a 76,8% em 2024. Outro ponto positivo é que a média de anos de estudo para os jovens de 18 a 29 anos atingiu 11,9 anos em 2024, ficando muito próxima da Meta 8 do PNE, que almeja um mínimo de 12 anos. Isso mostra que, em média, a juventude está passando mais tempo na escola. Essa média, no entanto, não mostra desigualdades, pois a média era 9,4 anos para moradores da zona rural. Médio, o estudo revela uma grande desigualdade entre homens e mulheres. Para os homens, o motivo mais citado para não frequentar a escola foi a necessidade de trabalhar, alcançando 61,2% em 2024. Já para as mulheres, os principais motivos estavam ligados ao trabalho não remunerado: gravidez e ter que realizar afazeres domésticos e de cuidados (38,2%). Isso indica que as responsabilidades domésticas e de cuidado ainda são um grande obstáculo para a educação feminina.


    As desigualdades regionais, de renda e de cor ou raça ainda persistem. Por exemplo, a Região Nordeste ainda enfrenta um grande desafio no letramento, registrando uma taxa de analfabetismo de 11,1% para pessoas com 15 anos ou mais em 2024, o que é duas vezes maior do que a média nacional (5,3%). A desigualdade de renda também e clara: enquanto os jovens de 18 a 29 anos nos 25% com menores rendimentos tinham em média 10,6 anos de estudo, aqueles no quartil de maiores rendimentos alcançaram uma média de 13,5 anos. Além disso, apesar de as mulheres brancas terem a maior taxa de frequência escolar líquida (TAFEL) em relação a todos os outros grupos, a vantagem feminina não supera a desigualdade racial, e as mulheres e homens pretos ou pardos ainda tinham as taxas mais baixas no Ensino Superior.


Fonte: https://educa.ibge.gov.br/jovens/materias-

especiais/23113-a-educacao-no-brasil-entre-metas-e-

desigualdades.html (com adaptações).

Analise o uso do conectivo destacado no seguinte trecho do último parágrafo: Além disso, apesar de as mulheres brancas terem a maior taxa de frequência escolar líquida (TAFEL) em relação a todos os outros grupos, a vantagem feminina não supera a desigualdade racial. Do ponto de vista da coesão textual, a substituição de apesar de mantém a coerência e a correção gramatical do trecho em:
Alternativas
Q4101368 Português
Um papel fundamental e proativo


A analista em Ciência e Tecnologia, da Diretoria de Avaliação (DAV), Marília Fonseca, ressalta que o servidor não deve ser visto apenas como um burocrata. "Os servidores são essenciais para que o Estado continue a funcionar", afirma. Para Marília, a capacidade de adaptação às novas tecnologias, como inteligência artificial e big data, é crucial. Ela defende que, com essa modernização, o servidor pode aprimorar suas atividades e enfrentar os desafios contemporâneos de maneira mais eficiente.


A servidora da DAV, também destaca a importância da empatia como uma importante ferramenta de atuação. “Busco ter empatia pelos problemas apontados e me colocar no lugar do outro, entendo que meu trabalho não é dá uma resposta, elaborar uma portaria ou fazer uma nota técnica, mas sim, solucionar o problema que verificamos ou recebemos, dentro das ferramentas que possuímos”, explica. 


A coordenadora de Tecnologias para Educação a Distância (DED), Juliana Moccellin, complementa essa visão ao enfatizar a importância da integridade, da dedicação e da resiliência. Para ela, o servidor público atua como um intermediário vital entre a população e as soluções governamentais. BRASIL. Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). A importância do servidor público na sociedade. Brasília, DF, 29 out. 2024. Disponível em: https://intranet.capes.gov.br/noticias/10483-a-importancia-do-servidor-publico-na-sociedade. Acesso em: 26 maio 2026.
Assinale a alternativa em que a reescrita do trecho abaixo mantém plenamente o sentido original e a correção gramatical: 

Trecho: “Os servidores são essenciais para que o Estado continue a funcionar.”
Alternativas
Q4101294 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Como foi a descoberta do "fungo zumbi" brasileiro.



O autor principal do trabalho que descreve o Purpureocillium atlanticum é o micologista brasileiro João Araújo, professor na Universidade de Copenhague, na Dinamarca.


Em entrevista à BBC News Brasil, ele detalhou que a expedição envolveu diversos pesquisadores, de várias áreas do conhecimento, que foram até uma reserva particular chamada Alto da Figueira, no município de Nova Friburgo, para observar e catalogar novas espécies de plantas, fungos e animais.


Os especialistas observaram a "ponta" do fungo — conhecida tecnicamente como estroma, ou corpo de frutificação — no chão da floresta e, com a ajuda de um canivete, Araújo escavou a área ao redor para retirá-lo por inteiro.


A análise mostrou que a espécie havia infectado uma aranha de alçapão, que já estava morta.


Esse corpo de frutificação citado anteriormente é a estrutura pela qual os esporos do fungo são liberados para garantir a propagação da espécie.


"Daí, uma vez em contato com outra aranha, os esporos perfuram o exoesqueleto para chegar à hemolinfa, onde estão os órgãos e o 'sangue' do bicho", detalha Araújo, que também é pesquisador associado honorário do Kew Gardens.


"Essas células do fungo começam então a se reproduzir e rapidamente o corpo do hospedeiro [a aranha de alçapão] fica todo tomado."


"O fungo solta substâncias para lutar contra o sistema imunológico do hospedeiro, que acaba morrendo", completa o pesquisador.


Araújo explica que uma espécie de fungo, a Purpureocillium atypicola, que tem uma ação semelhante, já havia sido descrita anteriormente em lugares como Japão, Estados Unidos e Tailândia.


Só que uma análise mais detalhada revelou que fungos classificados como integrantes dessa espécie podem ser, na verdade, diferentes espécies, com genéticas e características próprias.


"Nós vimos que, de fato, são espécies bastante distintas, que foram todas agrupadas dentro desse nome, Purpureocillium atypicola", observa o cientista.


"O que propomos agora, a partir das novas informações, é que o Purpureocillium atypicola é, na verdade um complexo de várias espécies, que inclui o Purpureocillium atlanticum entre eles."


Para fazer esse tipo de observação tão detalhada, a equipe de pesquisadores contou com uma nova ferramenta: o Oxford Nanopore, um pequeno aparelho que permite fazer o sequenciamento genético de seres vivos de forma portátil, no próprio campo de pesquisa.


"A grande vantagem desta tecnologia é poder usá-la logo ali, no momento em que o fungo ainda está fresco", contextualiza o micologista Vasco Fachada, do Kew Gardens, que não esteve envolvido diretamente com a pesquisa do Purpureocillium.


"O fato de o tecido do fungo ainda estar vivo aumenta a probabilidade de uma sequência genética de qualidade e de um estudo melhor", complementa ele.


Dezenas de espécies catalogadas pelo termo genérico "fungos zumbi" já foram descritas pela Ciência.


A mais famosa delas é o Ophiocordyceps, que foi retratado num dos episódios do documentário Planet Earth, da BBC Studios, narrado pelo naturalista britânico David Attenborough.


Esse trecho do documentário serviu de inspiração para os criadores da franquia The Last of Us, que faz sucesso no videogame e na televisão.


Na ficção, a história se passa num futuro pós-apocalíptico, em que a civilização entrou em colapso depois de uma pandemia causada por um fungo capaz de controlar a mente das pessoas e transformá-las em zumbis.


Na vida real, os gêneros Cordyceps e Ophiocordyceps são capazes de invadir o organismo de insetos, como algumas formigas, controlar o sistema nervoso deles e levá-los para um lugar mais alto, onde os esporos do microrganismo se espalham com facilidade.


Mas qual a relação entre o Ophiocordyceps e o Purpureocillium atlanticum recém-descoberto?


"O Purpureocillium está na família do Ophiocordyceps, então eles são próximos, são primos, vamos dizer assim", responde Araújo.


Ao contrário do que foi descrito com diversos representantes dos Ophiocordyceps, que controlam o sistema nervoso do inseto-hospedeiro para que ele morra num lugar mais alto, para facilitar o espalhamento de esporos, isso não parece acontecer com o Purpureocillium atlanticum: a aranha vítima desse fungo foi encontrada enterrada, e o esporo do fungo cresceu em direção ao solo, acima da camada de terra e folhas que cobriram o local onde o artrópode padeceu.


Mas, apesar dos paralelos entre vida real e ficção, a princípio não há motivos para se preocupar com o Purpureocillium atlanticum: ele se especializou em infectar aranhas de alçapão e parece não causar nenhum mal para seres humanos ou outras espécies.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cq5y62ln2q1o

"O fungo solta substâncias para lutar contra o sistema imunológico do hospedeiro, que acaba morrendo, completa o pesquisador."



O trecho acima permite as reescritas a seguir, EXCETO:

Alternativas
Q4097124 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Como foi a descoberta do "fungo zumbi" brasileiro.

O autor principal do trabalho que descreve o Purpureocillium atlanticum é o micologista brasileiro João Araújo, professor na Universidade de Copenhague, na Dinamarca.

Em entrevista à BBC News Brasil, ele detalhou que a expedição envolveu diversos pesquisadores, de várias áreas do conhecimento, que foram até uma reserva particular chamada Alto da Figueira, no município de Nova Friburgo, para observar e catalogar novas espécies de plantas, fungos e animais.

Os especialistas observaram a "ponta" do fungo — conhecida tecnicamente como estroma, ou corpo de frutificação — no chão da floresta e, com a ajuda de um canivete, Araújo escavou a área ao redor para retirá-lo por inteiro.

A análise mostrou que a espécie havia infectado uma aranha de alçapão, que já estava morta.

Esse corpo de frutificação citado anteriormente é a estrutura pela qual os esporos do fungo são liberados para garantir a propagação da espécie.

"Daí, uma vez em contato com outra aranha, os esporos perfuram o exoesqueleto para chegar à hemolinfa, onde estão os órgãos e o 'sangue' do bicho", detalha Araújo, que também é pesquisador associado honorário do Kew Gardens.

"Essas células do fungo começam então a se reproduzir e rapidamente o corpo do hospedeiro [a aranha de alçapão] fica todo tomado."

"O fungo solta substâncias para lutar contra o sistema imunológico do hospedeiro, que acaba morrendo", completa o pesquisador.

Araújo explica que uma espécie de fungo, a Purpureocillium atypicola, que tem uma ação semelhante, já havia sido descrita anteriormente em lugares como Japão, Estados Unidos e Tailândia.

Só que uma análise mais detalhada revelou que fungos classificados como integrantes dessa espécie podem ser, na verdade, diferentes espécies, com genéticas e características próprias.

"Nós vimos que, de fato, são espécies bastante distintas, que foram todas agrupadas dentro desse nome, Purpureocillium atypicola", observa o cientista.

"O que propomos agora, a partir das novas informações, é que o Purpureocillium atypicola é, na verdade um complexo de várias espécies, que inclui o Purpureocillium atlanticum entre eles."

Para fazer esse tipo de observação tão detalhada, a equipe de pesquisadores contou com uma nova ferramenta: o Oxford Nanopore, um pequeno aparelho que permite fazer o sequenciamento genético de seres vivos de forma portátil, no próprio campo de pesquisa.

"A grande vantagem desta tecnologia é poder usá-la logo ali, no momento em que o fungo ainda está fresco", contextualiza o micologista Vasco Fachada, do Kew Gardens, que não esteve envolvido diretamente com a pesquisa do Purpureocillium.

"O fato de o tecido do fungo ainda estar vivo aumenta a probabilidade de uma sequência genética de qualidade e de um estudo melhor", complementa ele.

Dezenas de espécies catalogadas pelo termo genérico "fungos zumbi" já foram descritas pela Ciência.

A mais famosa delas é o Ophiocordyceps, que foi retratado num dos episódios do documentário Planet Earth, da BBC Studios, narrado pelo naturalista britânico David Attenborough.

Esse trecho do documentário serviu de inspiração para os criadores da franquia The Last of Us, que faz sucesso no videogame e na televisão.

Na ficção, a história se passa num futuro pós-apocalíptico, em que a civilização entrou em colapso depois de uma pandemia causada por um fungo capaz de controlar a mente das pessoas e transformá-las em zumbis.

Na vida real, os gêneros Cordyceps e Ophiocordyceps são capazes de invadir o organismo de insetos, como algumas formigas, controlar o sistema nervoso deles e levá-los para um lugar mais alto, onde os esporos do microrganismo se espalham com facilidade.

Mas qual a relação entre o Ophiocordyceps e o Purpureocillium atlanticum recém-descoberto?

"O Purpureocillium está na família do Ophiocordyceps, então eles são próximos, são primos, vamos dizer assim", responde Araújo.

Ao contrário do que foi descrito com diversos representantes dos Ophiocordyceps, que controlam o sistema nervoso do inseto-hospedeiro para que ele morra num lugar mais alto, para facilitar o espalhamento de esporos, isso não parece acontecer com o Purpureocillium atlanticum: a aranha vítima desse fungo foi encontrada enterrada, e o esporo do fungo cresceu em direção ao solo, acima da camada de terra e folhas que cobriram o local onde o artrópode padeceu.

Mas, apesar dos paralelos entre vida real e ficção, a princípio não há motivos para se preocupar com o Purpureocillium atlanticum: ele se especializou em infectar aranhas de alçapão e parece não causar nenhum mal para seres humanos ou outras espécies.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cq5y62ln2q1o 
"O fungo solta substâncias para lutar contra o sistema imunológico do hospedeiro, que acaba morrendo, completa o pesquisador."

O trecho acima permite as reescritas a seguir, EXCETO: 
Alternativas
Q4096619 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O papel da escola diante da inteligência artificial

As transformações no mundo do trabalho provocadas pela tecnologia exigem que a própria escola se transforme. Se a inteligência artificial pode executar tarefas repetitivas e auxiliar estudantes e professores na busca de informações, o papel da escola deveria se ampliar, promovendo uma formação de cidadãos capazes de encarar o mundo em constante transformação. O mundo do trabalho exige cada vez mais o desenvolvimento de habilidades socioemocionais. O número de demissões por dimensão socioemocional é crescente, o que evidencia que a escola precisa ir além do conhecimento cognitivo. O acesso à informação é diferente de conhecimento, e é papel da escola formar cidadãos críticos com capacidade de reflexão e ação diante dos problemas que se apresentam. A mudança nas políticas educacionais contemporâneas aponta para a necessidade de desenvolvimento de outros saberes que perpassem o saber-pensar e o saber-agir, diminuindo a distância entre teoria e prática, a fim de promover mudanças e produzir novos conhecimentos que beneficiem a sociedade.

INSTITUTO FEDERAL DE SANTA CATARINA. Quais os impactos do ChatGPT e da Inteligência Artificial na Educação? Disponível em: https://www.ifsc.edu.br/en/web/ifsc-verifica/w/quais-os-impactos-do-cha tgpt-e-da-inteligencia-artificial-na-educacao-. Acesso em: 13 abr. 2026. (Fragmento). ________________________________________
No trecho "o papel da escola deveria se ampliar", o verbo "ampliar" foi empregado com sentido específico no contexto. Assinale a alternativa em que a substituição proposta preserva, com maior precisão, o sentido original do texto.
Alternativas
Q4096267 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Ministério da Saúde lança videocast com primeiro episódio focado em saúde mental.


O Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, estreia, nesta segunda-feira (13), o videocast "Saúde nas Redes", programa quinzenal que será exibido no canal oficial do Ministério da Saúde no Youtube. No primeiro episódio, o tema será saúde mental, assunto cada vez mais urgente no debate público e nas redes sociais. Padilha recebe a psicóloga e criadora de conteúdo Karen Scavacini e a cientista social e influenciadora Nataly Neri.


 "A gente vive um tempo em que as telas estão dominando tudo, mas o lazer, o aprendizado e outras oportunidades que elas proporcionam podem se tornar um problema quando o uso sai do controle. Quando alguém começa a ficar irritado ao ficar sem celular, deixa de realizar outras atividades, passa as madrugadas online, dorme mal, se isola no quarto e perde o interesse em conversar, esses são sinais de alerta. Quanto mais cedo a gente percebe, mais conseguimos ajudar", afirmou o ministro Alexandre Padilha.


Com formato quinzenal, o videocast surge com a proposta de ampliar o acesso da população a informações verdadeiras e qualificadas sobre saúde, conectando especialistas e comunicadores com forte presença digital. A cada episódio, o ministro recebe um especialista no tema em discussão ao lado de um influenciador digital, promovendo conversas acessíveis, relevantes e alinhadas aos desafios atuais da saúde pública.


O programa é uma parceria entre o Ministério da Saúde e o YouTube, sempre às segundas-feiras, no canal oficial do Ministério da Saúde e nas redes sociais da pasta.


Na estreia, o debate é em torno dos impactos do ambiente digital no bem-estar emocional da população. Durante a conversa, Karen Scavacini destaca a importância de compreender a internet como uma grande praça pública e reforça a necessidade de atenção dos pais e responsáveis ao uso de celulares e redes sociais por crianças e adolescentes. Já Nataly Neri compartilha como a exposição da vida nas redes sociais contribuiu para seu adoecimento mental e fala sobre o percurso de descoberta e cuidado com a própria saúde.


Os próximos episódios abordarão temas de grande relevância, como desinformação, jogos de apostas (bets) e saúde da mulher, ampliando o debate sobre questões atuais que impactam diretamente o bem-estar da população e o uso consciente das tecnologias no dia a dia.


https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2026/abril/ministerio-d a-saude-lanca-videocast-com-primeiro-episodio-focado-em-saude-ment al 

"Durante a conversa, Karen Scavacini destaca a importância de compreender a internet como uma grande praça pública e reforça a necessidade de atenção dos pais e responsáveis ao uso de celulares e redes sociais por crianças e adolescentes."
Analise as reescritas a seguir e identifique aquela em que a pontuação mantém a correção gramatical.
Alternativas
Q4095928 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Para reconquistar passageiros, transporte público por ônibus precisa se modernizar.


O transporte público por ônibus no Brasil, vem perdendo passageiros a cada ano, realidade que se intensificou no período da pandemia de covid-19. Apenas para ter uma ideia, desde 2019 o segmento de ônibus urbano registrou queda de quase 25% na demanda, com perda de 8 milhões de deslocamentos de pessoas por dia, de acordo com o Anuário 2022-2023, da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU).


A corrida para a recuperação de passageiros encontra diversos desafios, como mudanças nos hábitos pós-crise sanitária, concorrência com aplicativos de mobilidade e insatisfação com os serviços oferecidos pelo transporte público de maneira geral, em especial com o preço da passagem. "A recuperação desse setor passa, obrigatoriamente, por oferecer aos consumidores informações e facilidades para que tenham controle dos seus deslocamentos", diz Sergio Avelleda, sócio-fundador da Urucuia Inteligência em Mobilidade Urbana.


Ele explica que, embora, hoje, pareça normal, o nível de informação proporcionado pelo transporte individual por aplicativo elevou o padrão dos deslocamentos de maneira geral. "As pessoas se acostumaram com a previsibilidade: sabem a hora em que o transporte vai chegar, o tempo de percurso, quanto vão pagar, a rota e, inclusive, já pagam direto pelo aplicativo. E a população quer ter isso, também, no transporte público", afirma Avelleda.


Oferecer melhor controle do tempo, facilidades no pagamento e um serviço de qualidade passa pela modernização do transporte por ônibus, um movimento que já começou. Um exemplo é a adoção do Cartão TOP, desde novembro de 2021, na região metropolitana de São Paulo, quando a ferramenta passou a conectar passageiros que utilizam ônibus intermunicipais e transporte sobre trilhos na cidade, com desconto na integração.


Atualmente, já são mais de 370 milhões de bilhetes QR Codes vendidos e 2,4 milhões de cadastros no aplicativo, o que representa, de acordo com a empresa responsável, 30% do transporte da capital paulista.


Trata-se de um sistema de bilhetagem eletrônica usado para pagamento das viagens mediante a compra de bilhetes QR Code, com o mesmo cartão válido no Metrô, CPTM e ônibus da EMTU, mas que pode ir muito além.



https://mobilidade.estadao.com.br/mobilidade-para-que/para-reconquist ar-passageiros-transporte-por-onibus-precisa-se-modernizar/ 

"Ele explica que, embora, hoje, pareça normal, o nível de informação proporcionado pelo transporte individual por aplicativo elevou o padrão dos deslocamentos de maneira geral." Analise as reescritas a seguir e assinale aquela que não mantém a coerência e coesão textual.
Alternativas
Q4095655 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Como foi a descoberta do "fungo zumbi" brasileiro.

O autor principal do trabalho que descreve o Purpureocillium atlanticum é o micologista brasileiro João Araújo, professor na Universidade de Copenhague, na Dinamarca.

Em entrevista à BBC News Brasil, ele detalhou que a expedição envolveu diversos pesquisadores, de várias áreas do conhecimento, que foram até uma reserva particular chamada Alto da Figueira, no município de Nova Friburgo, para observar e catalogar novas espécies de plantas, fungos e animais.

Os especialistas observaram a "ponta" do fungo — conhecida tecnicamente como estroma, ou corpo de frutificação — no chão da floresta e, com a ajuda de um canivete, Araújo escavou a área ao redor para retirá-lo por inteiro.

A análise mostrou que a espécie havia infectado uma aranha de alçapão, que já estava morta.

Esse corpo de frutificação citado anteriormente é a estrutura pela qual os esporos do fungo são liberados para garantir a propagação da espécie.

"Daí, uma vez em contato com outra aranha, os esporos perfuram o exoesqueleto para chegar à hemolinfa, onde estão os órgãos e o 'sangue' do bicho", detalha Araújo, que também é pesquisador associado honorário do Kew Gardens.

"Essas células do fungo começam então a se reproduzir e rapidamente o corpo do hospedeiro [a aranha de alçapão] fica todo tomado."

"O fungo solta substâncias para lutar contra o sistema imunológico do hospedeiro, que acaba morrendo", completa o pesquisador.

Araújo explica que uma espécie de fungo, a Purpureocillium atypicola, que tem uma ação semelhante, já havia sido descrita anteriormente em lugares como Japão, Estados Unidos e Tailândia.

Só que uma análise mais detalhada revelou que fungos classificados como integrantes dessa espécie podem ser, na verdade, diferentes espécies, com genéticas e características próprias.

"Nós vimos que, de fato, são espécies bastante distintas, que foram todas agrupadas dentro desse nome, Purpureocillium atypicola", observa o cientista.

"O que propomos agora, a partir das novas informações, é que o Purpureocillium atypicola é, na verdade um complexo de várias espécies, que inclui o Purpureocillium atlanticum entre eles."

Para fazer esse tipo de observação tão detalhada, a equipe de pesquisadores contou com uma nova ferramenta: o Oxford Nanopore, um pequeno aparelho que permite fazer o sequenciamento genético de seres vivos de forma portátil, no próprio campo de pesquisa.

"A grande vantagem desta tecnologia é poder usá-la logo ali, no momento em que o fungo ainda está fresco", contextualiza o micologista Vasco Fachada, do Kew Gardens, que não esteve envolvido diretamente com a pesquisa do Purpureocillium.

"O fato de o tecido do fungo ainda estar vivo aumenta a probabilidade de uma sequência genética de qualidade e de um estudo melhor", complementa ele.

Dezenas de espécies catalogadas pelo termo genérico "fungos zumbi" já foram descritas pela Ciência.

A mais famosa delas é o Ophiocordyceps, que foi retratado num dos episódios do documentário Planet Earth, da BBC Studios, narrado pelo naturalista britânico David Attenborough.

Esse trecho do documentário serviu de inspiração para os criadores da franquia The Last of Us, que faz sucesso no videogame e na televisão.

Na ficção, a história se passa num futuro pós-apocalíptico, em que a civilização entrou em colapso depois de uma pandemia causada por um fungo capaz de controlar a mente das pessoas e transformá-las em zumbis.

Na vida real, os gêneros Cordyceps e Ophiocordyceps são capazes de invadir o organismo de insetos, como algumas formigas, controlar o sistema nervoso deles e levá-los para um lugar mais alto, onde os esporos do microrganismo se espalham com facilidade.

Mas qual a relação entre o Ophiocordyceps e o Purpureocillium atlanticum recém-descoberto?

"O Purpureocillium está na família do Ophiocordyceps, então eles são próximos, são primos, vamos dizer assim", responde Araújo.

Ao contrário do que foi descrito com diversos representantes dos Ophiocordyceps, que controlam o sistema nervoso do inseto-hospedeiro para que ele morra num lugar mais alto, para facilitar o espalhamento de esporos, isso não parece acontecer com o Purpureocillium atlanticum: a aranha vítima desse fungo foi encontrada enterrada, e o esporo do fungo cresceu em direção ao solo, acima da camada de terra e folhas que cobriram o local onde o artrópode padeceu.

Mas, apesar dos paralelos entre vida real e ficção, a princípio não há motivos para se preocupar com o Purpureocillium atlanticum: ele se especializou em infectar aranhas de alçapão e parece não causar nenhum mal para seres humanos ou outras espécies.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cq5y62ln2q1o 
"O fungo solta substâncias para lutar contra o sistema imunológico do hospedeiro, que acaba morrendo, completa o pesquisador."

O trecho acima permite as reescritas a seguir, EXCETO:
Alternativas
Q4094751 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 

CIRCULAR INTERNA N.º 03/2025

À: Equipe de Assistência Técnica e Gestão

Assunto: Procedimentos de Gestão Documental e Controle de Prazos Administrativos

Em atenção às recomendações do Relatório de Auditoria Interna n.º 12/2024, que identificou fragilidades nos processos de registro, tramitação e arquivamento de documentos administrativos, esta Coordenação determina a adoção dos seguintes procedimentos:

1. Todo documento recebido deverá ser registrado no Sistema de Gestão Documental (SGD) no prazo máximo de vinte e quatro horas a contar do recebimento, sob pena de responsabilização administrativa do servidor responsável pelo setor.

2. Os prazos de tramitação de processos deverão ser monitorados semanalmente, com emissão de relatório consolidado encaminhado à chefia imediata toda sexta-feira até as dezessete horas.

3. O arquivamento de documentos físicos e digitais deverá observar os critérios estabelecidos no Manual de Gestão Documental vigente, disponível no portal interno da instituição.

Solicita-se que os servidores desta Equipe tomem ciência das presentes determinações e confirmem o recebimento por meio do Sistema de Comunicação Interna (SCI) até o prazo de cinco dias úteis a contar da data de publicação desta circular.

Coordenação de Gestão Administrativa

Divisão de Controle e Monitoramento
Considere as seguintes versões de trechos da circular, todas apresentadas como possíveis reescritas do segmento "encaminhado à chefia imediata toda sexta-feira". Assinale a alternativa que apresenta reescrita gramaticalmente correta e semanticamente equivalente ao trecho original. 
Alternativas
Respostas
61: B
62: E
63: C
64: A
65: C
66: A
67: D
68: D
69: C
70: D
71: C
72: D
73: A
74: C
75: B
76: D
77: C
78: D
79: C
80: D